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Agroleite 2017 registra recorde de público e volume de negócios

A 17ª edição da Agroleite deixou sua marca nos sinais do tempo da Castrolanda com o registro de recorde de público e volume de negócios.

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De 15 a 19 de agosto, transitaram pelas avenidas do parque cerca de 62 mil pessoas, 14,7% a mais do que o público de 2016.

A grande movimentação de proprietários de fazendas, produtores e profissionais do setor refletiu no volume de negócios alcançado esse ano. As 211 empresas expositoras, nacionais e multinacionais, totalizaram R$ 55 milhões, contabilizando as transações financeiras já concretizadas durante o evento e as sinalizadas para fechamento nos próximos meses.

O Presente Rural registrou algumas presenças na Agroleite 2017.

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Empresas Consumo

Aumento de consumo de leite condensado impulsiona crescimento de fábrica de laticínios em Goiás

Com aumento de consumo do derivado lácteo nos últimos anos impulsionado pelo mercado de padarias e confeitarias, empresas do setor apostam na diversificação do produto e na expansão fabril para atender ao segmento food service

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(Foto: Divulgação - bags de 2,5 quilos)

Os pães e doces seguem conquistando cada vez mais espaço nas mesas dos brasileiro. De acordo com estudo feito pelo Instituto Tecnológico da Alimentação, Panificação e Confeitaria (ITPC), em parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria (Abip), o setor de panificadoras e confeitarias apresentou crescimento de 2,65% em 2019, alcançando um faturamento de R$ 95,08 bilhões. Ainda segundo a Abip, o setor de panificação é o segundo maior de alimentos prontos no país e está presente em todas as cidades brasileiras.

Esse aumento tem movimentado toda a cadeia produtiva que abastece esse mercado, como os de produtos em embalagens food service (em tamanhos maiores). Um exemplo é a Marajoara Laticínios, cujas vendas de leite condensado representam 35% do total de produtos vendidos pela companhia. A empresa goiana conquistou o segundo lugar no ranking nacional na participação no mercado de atacarejo de leite condensado; crescendo de 15,5% em 2019, para 18,6% em 2020, no comparativo do primeiro semestre, segundo o último levantamento  da Nielsen, Scantrack e Cash&Carry.

A demanda pelo leite condensado da Marajoara fez com que o grupo construísse uma nova unidade fabril em seu polo na cidade de Hidrolândia-GO, com capacidade de produção de 2,5 milhões de toneladas de leite condensado por mês. “Percebemos um crescimento de vendas do produto nos últimos três anos em torno de 35% e, consequentemente, houve uma demanda para produzir mais leite condensado”, destaca André Luiz.

Será a terceira expansão da fábrica para acompanhar o crescimento do consumo do leite condensado. A nova unidade é voltada para a produção de bags de 2,5 quilos e 5 quilos, embalado em tecnologia de envase com películas, mais conhecidas como filme plástico. As bags serão voltadas ao segmento food service –  confeiteiros, padarias, pit dogs e outros estabelecimentos. A venda será feita em atacarejos.

“Foi uma demanda solicitada pelos próprios clientes, que viram a necessidade de um produto de qualidade em um tamanho maior para atender a produção de uma maneira mais econômica e prática”, destaca o presidente da empresa, André Luiz Junqueira,  que atua nos 26 estados e no Distrito Federal.

Pandemia
No varejo, o consumo de leite condensado também aumentou durante a pandemia causada pelo novo coronavírus. É o que aponta levantamento publicado em maio pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que identificou que 14% das famílias aumentaram o consumo de leite condensado desde o início da disseminação da Covid-19 pelo território brasileiro. Já de acordo com pesquisa da Cash&Carry, Nielsen e Scantrack, o mercado apontou um crescimento de 9,9% no primeiro semestre em relação ao mesmo período do ano passado.

Uma das explicações para esse crescimento é o período de isolamento social, que levou muitas pessoas a se aventurarem na culinária caseira, sendo que o leite condensado é um dos principais protagonistas em diversas receitas, como brigadeiros, pudins e bolos.

A Marajoara apresentou crescimento de vendas de leite condensado na região Centro-Oeste durante o primeiro semestre deste ano, principalmente na versão de 395g, alcançando um aumento de 34% das vendas médias em comparação com o primeiro semestre de 2019

Fonte: Ass. de Imprensa.
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Empresas

Royal DSM aponta caminho para aprimorar o desempenho dos animais e reduzir as perdas da produção de leite

Para responder a este cenário global, especialistas destacam que é necessário aprimorar o desempenho dos animais por meio de uma nutrição adequada; esse tema faz parte de uma das plataformas de sustentabilidade do “We Make it Possible”, iniciativa global da companhia

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Augusto Adami, Vice-presidente do de Nutrição e Saúde Animal da DSM para a América Latina.

Segundo estudo da Organização Mundial da Saúde Animal (OIE), pelo menos 20% da produção animal é perdida anualmente devido a doenças, representando cerca de 60 milhões de toneladas de carne e 150 milhões de toneladas de leite, o equivalente a aproximadamente US$ 300 bilhões¹. Para responder a esta e outras questões mundiais atuais, a Royal DSM, empresa global baseada em ciência para Nutrição, Saúde e Vida Sustentável, por meio do seu negócio de Nutrição e Saúde Animal, criou a iniciativa We Make It Possible (“Nós tornamos isso possível”, em português). A empresa quer com isso liderar uma transformação mundial robusta e realizável na produção sustentável de proteína animal, e acelerar soluções que promovam um futuro mais sustentável.

A iniciativa da DSM está alinhada com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU – Organização das Nações Unidas – e destaca seis importantes plataformas de sustentabilidade, sendo uma delas: “Aprimorar o desempenho dos animais ao longo de sua vida útil”. Essa proposta está engajada com a meta 2.3.1 da ONU, que visa alcançar o dobro da produtividade média dos produtores de alimentos até 2030. O objetivo ao trazer esse tema é o de chamar a atenção dos envolvidos na cadeia de produção para a necessidade de aprimorar o desempenho dos animais durante sua vida útil e ao mesmo tempo reduzir a incidência de doenças, gerando economias significativas com grande impacto positivo na sustentabilidade.

“A saúde animal impacta na manutenção e no equilíbrio ambiental. O aumento da capacidade produtiva na produção animal, demanda que deverá crescer cerca de 70% até 2050, amplia a necessidade de alto desempenho dos animais e, consequentemente, dos cuidados com o bem-estar e a saúde das espécies”, afirma Augusto Adami, Vice-presidente do de Nutrição e Saúde Animal da DSM para a América Latina. Nesse sentido, a DSM destaca que é necessário a inclusão de vitaminas e minerais na dieta dos animais, de acordo com a necessidade de cada espécie. Para isso, a companhia criou o conceito Optimum Vitamin Nutrition™ (OVN)™ uma linha de pesquisa que analisa a suplementação vitamínica sob a perspectiva de aumento do desempenho do animal e da produção. Por meio do OVN™ o produtor tem acesso a uma linha completa de vitaminas de alta qualidade nas quantidades certas e proporções compatíveis ao estágio de vida e condições de crescimento dos animais.

Vacas mais saudáveis, ganhos de produtividade e menor impacto ambiental

As vacas leiteiras podem adquirir graves problemas de saúde que interferem nas taxas de substituição do animal no rebanho e na sua longevidade como, por exemplo, a claudicação. Neste contexto, a DSM propõe o suplemento vitamínico ROVIMIX® Biotin, solução à base de biotina que melhora a qualidade e a resistência dos cascos ao mesmo tempo que reduz a probabilidade de problemas associados à claudicação.

Outra preocupação clínica na produção leiteira é a mastite que tem impacto direto na lucratividade do produtor, resultando na incapacidade das vacas se alimentarem, na perda de leite e na diminuição da fertilidade. O suplemento de vitamina E, ROVIMIX® E50, ajuda nesse cenário, atuando no sistema imunológico da vaca, diminuindo a taxa de infecção inflamatória no parto em até 80%, bem como na redução das infecções do úbere e a duração da mastite em até 50%, gerando aumento da produção de leite, com menos perdas e melhor rentabilidade da fazenda.

Sob a perspectiva sustentável, a DSM entende que é necessária uma boa gestão da saúde animal para gerar menos impacto ambiental. “Trabalhamos com soluções de alta tecnologia para ajudar no desenvolvimento econômico e sustentável do setor, promovendo saúde para os animais e redução de emissões, com otimização do uso dos recursos naturais e maior produtividade”, afirma Verônica Lopes, médica-veterinária e coordenadora da categoria Gado de Leite da área de Ruminantes da DSM no Brasil. Neste contexto, a companhia cria alternativas que contribuem para a maior longevidade das vacas de leite nos sistemas produtivos e maior produção em cada ciclo de vida.

Programa Qualidade do Leite Começa Aqui

Desde 2012, a DSM reconhece e premia produtores de leite que atingem altos níveis de qualidade através do uso das tecnologias DSM. “Produzir leite de maneira segura, com alto teor de proteína e gordura, e com baixo nível de células somáticas é um dos principais desafios da pecuária leiteira brasileira. No entanto, a mudança de comportamento dos consumidores tem atraído cada vez mais produtores para o Programa na busca de melhorar a nutrição e a qualidade dos seus produtos”, afirma Verônica Lopes.

Por meio de um banco de dados, a DSM analisa os níveis de proteína, gordura e células somáticas (CCS) e dá suporte aos produtores participantes do programa na melhoria desses índices. Com métodos nutricionais preventivos e não medicamentosos, como as vitaminas D e E, biotina e betacaroteno, é possível aumentar as taxas de reprodução das vacas, melhorar a saúde, reduzir o índice de dermatite digital e mastite clínica, bem como ajudar a deixar os cascos mais robustos e úberes mais saudáveis. Isso tudo contribui para aumentar o rendimento e a qualidade do leite e, ao mesmo tempo, reduzir em 50% a perda do leite durante o tratamento com antibióticos. Até agora, mais de 20 mil fazendas já participaram do Programa Qualidade do Leite Começa Aqui com mais de 1,2 milhão de vacas em lactação.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas

Agrifirm lança nova linha de aditivos no Brasil

A chegada da nova linha faz parte da estratégia de expansão da companhia no país.

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Fotos: Divulgação

Referência no mercado global de nutrição animal, a multinacional Agrifirm acaba de lançar no Brasil a sua marca de aditivos funcionais nesta quarta-feira (21).

Fundada na Holanda e com filiais na Ásia, América do Sul e Europa, a Agrifirm adquiriu duas empresas brasileiras nos últimos seis anos e lançou a sua marca para o mercado brasileiro em 2019, contribuindo localmente com a sua visão de construir uma cadeia alimentar responsável para as gerações futuras, através de soluções em nutrição animal com valor mensurável, relevante e sustentável, desde o campo até a indústria. Com a chegada da nova linha de aditivos no país, a Agrifirm pretende triplicar os seus negócios localmente até 2024, e se tornar uma referência para o mercado brasileiro.

Com o slogan “Nós cultivamos ideias”, a linha de aditivos se chama Agrimprove e utiliza a ciência para aprimorar continuamente a produção de proteína alimentar e, junto com a agroindústria, oferecer alimento de qualidade para a crescente população mundial. Desenvolvida com tecnologia de ponta e com a expertise global da empresa, a gama de aditivos funcionais da Agrimprove conta com adsorventes de micotoxinas, fibras funcionais e ácidos orgânicos.

O diretor a Agrifirm LATAM, John Dortmans, afirma que empresa está otimista com o lançamento da marca no Brasil, porque a partir dela será possível unir a força do agronegócio nacional com as soluções inovadoras e tecnológicas da Agrifirm, que fornecem eficiência e crescimento sustentável, beneficiando toda a cadeia de alimentos. “Sabemos que somente o conhecimento aliado à inovação é capaz de levar soluções sustentáveis com alto valor agregado para o mercado, e a nossa nova linha de aditivos funcionais irá maximizar os resultados dos nossos clientes, elevando os níveis de produtividade, qualidade do produto final e bem-estar animal, otimizando a performance zootécnica”, salienta.  O diretor ainda ressalta que o lançamento da marca se encaixa perfeitamente na estratégia “Better Together” (Juntos somos melhores) da empresa, pois reúne o know-how de todas as divisões de negócios do grupo e coloca à disposição dos clientes da empresa.

 

O diretor comercial a frente da linha de aditivos da Agrifirm na América Latina, Ricardo Suzaki, cita que um dos interesses em trazer a nova linha para o Brasil é o protagonismo que o país exerce na produção de alimentos. “Nós da Agrifirm acreditamos que o Brasil chegou a esse patamar com a tecnologia e a competência dos produtores. Com a Agrimprove, eles podem otimizar ainda mais seus resultados, elevando a produtividade e qualidade dos alimentos”, explica. O profissional pontuou que, em linhas gerais, o setor caminha em busca da máxima eficiência utilizando cada vez menos recursos, focando na produção sustentável – uma demanda que parte também dos clientes, uma tendência para o futuro a partir de uma visão holística.

Além disso, o diretor cita que o Brasil será um ponto de distribuição da Agrimprove para os países mais próximos na América Latina. Para ele, o uso de aditivos é uma maneira de suprir o aumento da demanda por alimentos e, além disso, vai de encontro com a necessidade dos produtores e da indústria em elevar a produção de maneira sustentável.

O lançamento da Agrimprove faz parte de uma série de inovações desenvolvidas pela Agrifirm localmente. Até o momento, mais de 20 produtos já foram lançados nas linhas de nutrição e aditivos, além dos novos lançamentos que estão previstos ainda para esse ano. A nova linha é composta por soluções que auxiliam na saúde, crescimento, produtividade e bem-estar animal.

Devido à pandemia do COVID-19 o lançamento da marca Agrimprove foi realizado por meio de um evento virtual. Um dos convidados especiais do encontro foi o vice-presidente executivo do Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações), Ariovaldo Zani, que apresentou a palestra “Perspectivas do mercado de nutrição animal no cenário pós COVID-19”.

Fonte: Assessoria
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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