Conectado com

Notícias Cooperativismo

Agroindustrialização marca 56 anos da C.Vale

Diversificação de atividades é a fórmula que a C.Vale desenvolveu para criar oportunidades de melhoria das condições de vida de associados

Publicado em

em

Divulgação

A diversificação de atividades é a fórmula que a C.Vale desenvolveu para criar oportunidades de melhoria das condições de vida de associados, funcionários e das comunidades, e também para ganhar solidez financeira. Os investimentos na industrialização de frangos, peixes, mandioca e o incentivo à produção de leite e suínos criaram alternativas de renda aos produtores e resultaram na abertura de 6.800 vagas nas indústrias da cooperativa.

Para o presidente da C.Vale, Alfredo Lang, a estratégia não beneficiou apenas quem passou a se dedicar às novas atividades. Ele explica que, para garantir o abastecimento dos sistemas de integração foi necessário ampliar a área de atuação para assegurar volumes de matéria-prima para a produção de rações. “A C.Vale passou a agregar valor ao milho e à soja, passando a comercializar carnes, que garantem maior rentabilidade. Com isso, ela se fortaleceu e os produtores de grãos se beneficiaram do aumento da competitividade e da segurança gerada pela cooperativa.” Lang fez o comentário em referência aos 56 anos de atividades da C.Vale. A fundação ocorreu em 7 de novembro de 1963.

Depois de começar a atuar com apenas 24 associados, a C.Vale chegou à condição de segunda maior cooperativa do Brasil entre as que operam diretamente com produtores rurais. Lang entende que a cooperativa precisa crescer continuamente porque enfrenta gigantes globais do agronegócio e tem que ser cada vez mais competitiva para garantir seu espaço no mercado. No entanto, diz ele, a busca por resultados é a fórmula para continuar gerando benefícios sociais, como empregos, tributos e oportunidades de negócio para que as comunidades consigam progredir.

Para 2020, o principal investimento da C.Vale será a construção de um hipermercado em Assis Chateaubriand, no PR. O empreendimento está orçado em R$ 49 milhões e vai gerar 220 empregos. A cooperativa também vai seguir ampliando as produções de frangos e de peixes no próximo ano.

Raio X da C.Vale

  • Associados – 21.800
  • Funcionários – 10.500
  • Atuação: RS, SC, PR, MT, MS e Paraguai
  • Soja: 43 milhões de sacas
  • Milho: 19 milhões de sacas
  • Frangos: 580 mil por dia
  • Peixes: 80 mil por dia

Fonte: Assessoria
Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

dois × 3 =

Notícias Suinocultura

Suinocultores  participaram de assembleia na ACCS

Tradicional reunião é utilizada para fazer um balanço do ano o futuro da entidade

Publicado em

em

Losivanio Luiz de Lorenzi, presidente da ACCS, durante assembleia - Foto: Divulgação

Suinocultores integrantes dos núcleos regionais e municipais se reuniram em Concórdia nesta sexta-feira (13), para participar da Assembleia Geral Ordinária da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS). O presidente da entidade, Losivanio Luiz de Lorenzi, apresentou as atividades desenvolvidas pela Associação nos últimos anos e também fez projeções para o futuro do setor.

“A nossa entidade tem um volume de trabalho muito alto e que estão relacionadas com todos os setores do agronegócio. Apresentamos projeções para o futuro da suinocultura e de Santa Catarina para que os produtores possam avaliar o crescimento dentro da propriedade”, destaca o presidente Losivanio Luiz de Lorenzi.

O presidente do Núcleo Municipal de Nova Erechim, Eleandro Hining, destaca que está otimista com o futuro da suinocultura nos próximos anos. “A suinocultura tem boas projeções para os próximos anos. Valeu a pena sobreviver na atividade para dar sustentabilidade a esta engrenagem importante do agronegócio”.

Fonte: ACCS
Continue Lendo

Notícias Segundo vice-ministro da China

China e EUA fecham acordo sobre fase um de acordo comercial

Acordo comercial vai proteger interesses das empresas estrangeiras na China, enquanto os interesses legais das empresas chinesas ao lidar com os EUA também serão protegidos

Publicado em

em

REUTERS/Kevin Lamarque

A China e os Estados Unidos chegaram a um acordo sobre o texto da fase um de um acordo comercial, afirmou nesta sexta-feira (13) o vice-ministro das Finanças, Liao Min.

Os EUA vão cancelar algumas tarifas em fases, disse o vice-ministro do Comércio da China, Wang Shouwen, na entrevista, da qual participaram autoridades do órgão de planejamento e dos ministérios das Finanças, Relações Exteriores, Agricultura e Comércio.

Um acordo comercial vai proteger os interesses das empresas estrangeiras na China, enquanto os interesses legais das empresas chinesas ao lidar com os EUA também serão protegidos, disse Wang Shouwen.

Fonte: Reuters
Continue Lendo

Notícias Guerra Comercial

EUA determinam termos de acordo comercial com a China segundo fontes, mas Pequim se cala

Silêncio de Pequim levou a questões sobre se dois lados podem chegar a uma trégua em guerra comercial

Publicado em

em

REUTERS

Os Estados Unidos determinaram seus termos para um acordo comercial com a China, oferecendo suspender algumas tarifas sobre produtos chineses e reduzir outras em troca de Pequim comprar mais produtos agrícolas norte-americanos, disseram fontes dos EUA na quinta-feira (12).

O silêncio de Pequim, entretanto, levou a questões sobre se os dois lados podem chegar a uma trégua em sua guerra comercial antes de uma nova rodada de tarifas entrar em vigor no domingo (15).

Uma fonte informada sobre a situação das negociações bilaterais disse que os EUA vão suspender tarifas sobre US$ 160 bilhões em produtos chineses que entrariam em vigor no domingo, além de reverter tarifas existentes.

Em troca, Pequim concordaria em comprar US$ 50 bilhões em produtos agrícolas dos EUA em 2020, o dobro do que comprou em 2017, antes de o conflito começar, disseram duas fontes dos EUA informadas sobre as discussões.

Mas nem os EUA nem a China fizeram comunicados oficiais sobre um acordo, levantando dúvidas sobre se os termos foram definidos por ambos os lados.

Novas tarifas chinesas sobre produtos dos EUA devem entrar em vigor no domingo, e novas tarifas dos EUA sobre produtos da China serão aplicadas em seguido. Ambos precisariam fazer anúncios formais para adiar ou cancelar as tarifas.

Washington ofereceu reduzir as tarifas existentes em até 50% e suspender as novas tarifas previstas para domingo para garantir a fase um de um acordo, disseram mais cedo na quinta-feira duas pessoas familiarizadas com as negociações.

Uma dessas pessoas disse à Reuters que o presidente dos EUA, Donald Trump, e seus principais assessores concordaram com os termos de uma proposta, possivelmente uma oferta final, e agora aguardam pelo movimento de Pequim.

A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Hua Chunying, questionada sobre a situação das negociações comerciais durante entrevista diária nesta sexta-feira (13), não comentou se um acordo foi alcançado ou termos específicos de qualquer acordo com os EUA. “A China está comprometida com diálogo construtivo para resolver e gerenciar nossas diferenças, e acredito…o acordo tem que ser mutuamente benéfico”, disse ela.

Alguns analistas duvidam que a China possa conseguir um aumento tão dramático nas compras agrícolas. Por exemplo, a demanda por soja —importante produto dos EUA usado para alimentação animal —está em queda devido à febre suína africana no país. Isso também torna improvável um grande aumento de compras de milho, disseram eles.

Fonte: Reuters
Continue Lendo
Mais carne
Biochem site – lateral

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.