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Agrogen, multiplicadora Cobb-Vantress, conquista certificado de compartimentação

Empresa multiplicadora da genética avícola Cobb-Vantress recebe do Ministério da Agricultura o Certificado de Compartimentação para suas unidades de Avós no Rio Grande do Sul e Paraná

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A Agrogen, multiplicadora de genética avícola da Cobb-Vantress com sede no Rio Grande do Sul, recebeu seu Certificado de Compartimentação do país, emitido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e reconhecido pela Organização Mundial da Saúde Animal (OIE), sendo o sexto do país. A Compartimentação é um conceito que permite a comercialização de aves através de unidades Compartimentadas mesmo durante surtos de Influenza Aviária (I.A) e Doença de Newcastle no Brasil (DNC). É como uma bolha cheia de regras, cuidados sanitários e profiláticos dos plantéis para evitar que se contaminem e disseminem organismos patogênicos como I.A e DNC.

A Certificação de Compartimentação foi concedida para a Agrogen em suas unidades de Avós no Paraná e no Rio Grande do Sul. A estrutura inclui três granjas, dois incubatórios e duas fábricas de ração. A Agrogen produz matrizes, que são as responsáveis pelos pintinhos de um dia que vão povoar as granjas em todo o Brasil, o que é ainda mais importante, já que é esse o início de toda a cadeia de produção da proteína animal de frango.

A gerente de produção da Agrogen no Rio Grande do Sul, Raquel Ponsati, explica que a compartimentação distingue a empresa com um status sanitário diferenciado em relação aos concorrentes. “Começamos esse trabalho em 2017, com reformas estruturais e documentais para se adequar à legislação, tivemos auditorias do MAPA e obtivemos, depois de muito trabalho, o certificado”, aponta Raquel.

Ela salienta que ​foram revisadas e adequadas todas as ações referentes à biosseguridade e manejos, os quais estão baseados em rígidos procedimentos operacionais, além de um controle total da rastreabilidade de insumos e materiais, entre outras medidas. Raquel ​explica que, caso o país sofra com situações de emergência sanitária por Influenza Aviária ou Doença de Newcastle, que exijam a paralisação das atividades na avicultura, empresas compartimentadas podem continuar operando, o que garante a continuidade do processo produtivo, empregos dos trabalhadores envolvidos e abastecimento de clientes.

A gerente de laboratório da Agrogen, Fernanda Martinez Xavier Alves Teixeira, destaca que as unidades da empresa, em Montenegro, no Rio Grande do Sul, e Guarapuava, no Paraná, foram o sexto compartimento do Brasil. “Para nós é um salto em qualidade e rastreabilidade dos nossos processos. Para o cliente é garantia de aves livres de patógenos como Influenza Aviária e Doença de Newcastle”, cita. Ela lembra que, por ser um certificado que precisa ser revalidado a cada dois anos, o trabalho é ininterrupto. “Temos agora um desafio ainda maior de manter o mesmo padrão ao longo do tempo”, destaca.

O diretor Associado de Qualidade e Sanidade da Cobb-Vantress na América do Sul, Rafael Bampi, destaca que a certificação é uma conquista para todo o setor. A Cobb foi a primeira empresa no mundo a receber o Certificado de Compartimentação, no ano de 2016, em todas as suas unidades, nos Estados de São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. O Certificado foi recebido em cerimônia em Brasília das mãos do Ministro Blairo Maggi e da diretora da OIE.

“Desde 2016, quando a Cobb recebeu o seu Certificado de Compartimentação, incentivamos a Agrogen a buscar o seu também. De lá para cá foram inúmeras contribuições, compartilhando informações e experiências da Cobb com o Compartimento, realizando auditorias e reuniões para ajudar a Agrogen. Este processo foi uma via de mão dupla, onde tanto a Agrogen quanto a Cobb puderam aprender e aprimorar o conceito de Compartimentação”, destaca.

Ele destaca que a Compartimentação confere um status de Biosseguridade Premium, “pois a Agrogen passa a cumprir com o que há de mais exigente em termos de regras de Biosseguridade no mundo”. Além disso, reforça Bampi, há rastreabilidade total em aves, ovos, ração veículos, pessoas, materiais e resíduos. “Isso beneficia não somente a Agrogen, mas todos seus clientes, que poderão manter seu fornecimento de matrizes mesmo na ocorrência de Influenza Aviaria e Doença de Newcastle no Brasil”.

A partir da conquista do Certificado de Compartimentação pela Agrogen, todos os clientes Cobb e Agrogen passam a receber 100% das suas matrizes pesadas de granjas Compartimentadas. “Além de uma matriz de alta performance, eles receberão um produto de granjas e incubatórios com uma biosseguridade premium, diferenciada. Isso é extremamente benéfico para nossos clientes e demonstra o compromisso entre Cobb e Agrogen de entregar matrizes pesadas de mesma genética com o mesmo padrão de qualidade em qualquer lugar do Brasil, para todos os seus clientes”, frisa Bampi.

Fonte: Assessoria

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África do Sul recebe 1º lote de vacinas da Biogénesis Bagó para ajudar a conter emergência sanitária pelo surto de febre aftosa

Primeiro carregamento, composto por um milhão de vacinas de alta potência contra as cepas SAT 1 e SAT 2, chegou ao aeroporto de Joanesburgo no último sábado, 21 de fevereiro; empresa argentina confirmou que fará novos carregamentos nos próximos meses.

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Primeiro lote de um milhão de doses de vacina foi entregue pela Boigénesis Bagó ao Ministério da Agricultura da África do Sul - Foto: Divulgação/Biogénesis Bagó

A Biogénesis Bagó entregou o primeiro lote de um milhão de doses de vacina ao Ministério da Agricultura da África do Sul para ajudar a conter a emergência local causada pelo surto de febre aftosa. Esta entrega faz parte de um acordo que inclui novas exportações nos próximos meses a partir da fábrica da empresa em Garín, província de Buenos Aires, na Argentina.

“Na Biogénesis Bagó, temos uma longa trajetória internacional de resposta a emergências sanitárias de febre aftosa, tanto em países da América Latina quanto na Ásia e no Oriente Médio. Estamos comprometidos em apoiar as autoridades sul-africanas e os produtores locais na recuperação do status de país livre da febre aftosa”, afirma o Diretor de Operações e Inovação da Biogénesis Bagó, Rodolfo Bellinzoni.

A África do Sul, com um rebanho bovino de 14 milhões de cabeças, enfrenta uma emergência sanitária que está causando perdas significativas para os produtores, com forte impacto na economia local e nas exportações. Com o objetivo de recuperar o status de país livre da febre aftosa, este primeiro carregamento faz parte do plano nacional sul-africano para conter e erradicar a doença em dez anos. Dessa forma, a Biogénesis Bagó consolida sua liderança no combate às emergências sanitárias da febre aftosa em todo o mundo. Atualmente, é a maior produtora de vacinas contra os sete sorotipos circulantes globalmente e a única empresa capaz de fornecer tanto o produto acabado quanto reservas de antígenos para formulação e uso em emergências.

A empresa argentina de biotecnologia desempenhou um papel fundamental no enfrentamento das emergências sanitárias causadas pelos surtos de febre aftosa em Taiwan (1997), Argentina (2001), Uruguai (2002), Coreia do Sul (2016), Indonésia (2022) e outros países da Ásia e do Oriente Médio. “Por trás desse primeiro lote, estão 70 anos de experiência, inovação e desenvolvimento que permitem à empresa contribuir para a proteção da saúde de mais de 1,1 bilhão de animais em 30 países em 4 continentes. Isso a torna uma parceira essencial nas estratégias de controle e erradicação da febre aftosa, e a empresa continuará trabalhando, investindo e inovando para manter o status da saúde animal global”, reforça Rodolfo Bellinzoni.

Banco de antígenos no Brasil

No final de 2025, a Biogénesis Bagó se tornou a detentora do banco de antígenos e vacinas contra febre aftosa para o Brasil, um estoque estratégico de insumos para a formulação rápida de vacinas em eventuais casos de surto localizado da doença no país, fruto de um acordo de cooperação tecnológica com o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) e com o governo federal brasileiro.

“A atuação da Biogénesis Bagó na África do Sul tem uma relevância estratégica para o Brasil. Vivemos um momento histórico, em que o país avança na consolidação do status sanitário sem vacinação contra a febre aftosa, o que exige vigilância permanente, capacidade de resposta rápida e integração com as iniciativas globais de controle da doença. Ao contribuir para conter um surto em um país com forte inserção no comércio internacional de proteína animal, ajudamos a reduzir riscos sanitários globais e a proteger mercados que também são estratégicos para o Brasil. A febre aftosa não respeita fronteiras — por isso, cada foco controlado no mundo representa mais segurança para todos os países produtores e exportadores”, destaca o Country Manager da Biogénesis Bagó, Marcelo Bulman.

“Além disso, a experiência acumulada pela Biogénesis Bagó em emergências internacionais fortalece a nossa própria estrutura regional, inclusive no Brasil, onde mantemos o banco estratégico de antígenos e vacinas. Isso amplia a capacidade de reação diante de qualquer eventualidade e reforça a confiança dos produtores e das autoridades brasileiras de que contamos com parceiros preparados, tecnologia de ponta e logística ágil para preservar o patrimônio sanitário nacional”, complementa o executivo.

Fonte: Assessoria Biogénesis Bagó
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MOVING FLOOR traz ao Brasil tecnologia inovadora de baias autolimpante, sem uso de água e sem antibióticos para suínos

Para marcar este feito, a MOVING FLOOR realizará a Mesa Redonda da Liderança da Suinocultura Brasileira em 9 de março de 2026, na PUC – Paraná, reunindo os líderes mais influentes da cadeia suinícola nacional.

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Fotos: MOVING FLOOR

A MOVING FLOOR, empresa sueca reconhecida mundialmente por seus sistemas patenteados de pisos autolimpantes para suinocultura, anuncia sua entrada oficial no mercado brasileiro. A tecnologia, que elimina a necessidade de água na limpeza e reduz significativamente o uso de antibióticos, representa um grande avanço em bem-estar animal, sustentabilidade e biossegurança para a indústria suinícola.

Para marcar este feito, a MOVING FLOOR realizará a Mesa Redonda da Liderança da Suinocultura Brasileira em 9 de março de 2026, na PUC – Paraná, reunindo os líderes mais influentes da cadeia suinícola nacional.

O evento contará com a participação de presidentes e diretores das principais cooperativas do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso, executivos de grandes empresas, líderes de opinião da Embrapa Suínos e Aves, UFV, Iowa State University e de associações do setor e mídias especializada.

Um Novo Padrão Tecnológico para a Produção de Suínos

O sistema da MOVING FLOOR automatiza a limpeza das baias de suínos por meio de um piso mecânico patenteado que remove os dejetos continuamente, sem o uso de água, reduzindo as emissões de amônia, melhorando a higiene e criando um ambiente mais saudável para os animais e trabalhadores.

“O Brasil é um dos maiores produtores de carne suína do mundo, e acreditamos que esta tecnologia pode contribuir significativamente para as metas de sustentabilidade do setor”, disse Antonio Lot, representante da MOVING FLOOR.

Uma Parceria Estratégica com a PUC – Paraná

O primeiro showroom brasileiro foi instalado na PUC – PR, onde produtores, pesquisadores e líderes da indústria poderão ver o sistema em operação e avaliar seu potencial de adoção em granjas comerciais.

Fonte: Assessoria MOVING FLOOR
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Vaxxinova marca presença na Abraves PR e reforça compromisso com a evolução da suinocultura

Participação no evento destaca proximidade com o setor, troca técnica e soluções recentes voltadas à sanidade dos plantéis

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Equipe Vaxxinova Suinocultura / Foto: Divulgação

A Vaxxinova participa, nos dias 11 e 12 de março, da Abraves PR, um dos principais encontros técnicos da suinocultura paranaense. A presença da equipe de suínos no evento reforça o compromisso da empresa com o desenvolvimento do setor, por meio do diálogo técnico, da proximidade com os profissionais da cadeia produtiva e do acompanhamento das principais discussões relacionadas à sanidade da atividade.

“A Abraves PR é um ambiente estratégico para troca de conhecimento e atualização técnica. Estar presente nos permite acompanhar de perto as demandas do setor e fortalecer nossa atuação como parceiros da suinocultura brasileira”, afirma Rogério Petri, gerente da área de Suínos da Vaxxinova Brasil.

Durante o evento, a equipe da Vaxxinova estará em contato direto com médicos veterinários, produtores, consultores e demais profissionais, acompanhando a programação técnica relacionadas à sanidade, manejo e produtividade dos plantéis.

“Nosso foco é entender profundamente os desafios enfrentados no campo e oferecer soluções cada vez mais alinhadas à realidade da produção. A participação em eventos regionais como a Abraves PR é fundamental para essa construção conjunta com o setor”, destaca Mayara Tamanini, coordenadora técnica e de marketing da Vaxxinova.

A presença da empresa na Abraves PR ocorre em um momento importante da sua trajetória na suinocultura, marcado por lançamentos recentes e pela ampliação do portfólio de soluções voltadas à saúde animal. Entre os avanços, destacam-se investimentos em inovação, fortalecimento do suporte técnico e a ampliação da capacidade produtiva de vacinas autógenas, iniciativas que reforçam a proposta de oferecer respostas mais rápidas, precisas e personalizadas aos desafios sanitários dos sistemas produtivos.

“Acreditamos que a evolução da suinocultura passa por informação qualificada, diagnóstico preciso e decisões estratégicas baseadas em ciência. Nossa atuação tem sido direcionada exatamente para apoiar o produtor nesse processo”, complementa Rogério Petri.

A Abraves PR reúne profissionais, pesquisadores, estudantes e lideranças do setor, consolidando-se como um espaço relevante para atualização técnica, networking e discussão de tendências que impactam o futuro da suinocultura no Paraná e no Brasil.

Fonte: Assessoria
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