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Agroconsult vê atraso na colheita da 2ª safra de milho e produtividade menor

Atraso se deve ao plantio mais tardio, com muitas áreas semeadas fora da janela ideal, o que resulta em queda na produtividade

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Arquivo/OP Rural

A colheita de milho segunda safra 2019/20 do Brasil, que acaba de começar, estará disponível para o mercado mais tardiamente na comparação com o ciclo anterior, com um atraso dos trabalhos nos campos, apontou na quarta-feira (27) a Agroconsult. Segundo a consultoria, o Brasil terá colhido 22% da área até junho, 13 pontos percentuais abaixo da média de 35% alcançada em igual período da temporada anterior. Em maio, os trabalhos de colheita encontram-se em fase inicial e devem chegar a 1% da área plantada, também com atraso, visto que no mesmo mês do ano passado a média era de 3%.

Em evento online do Rally da Safra, promovido pela consultoria, o coordenador do Rally, André Debastiani, afirmou que o atraso se deve ao plantio mais tardio, com muitas áreas semeadas fora da janela ideal, o que resulta em queda na produtividade.

A segunda safra de milho 2019/20 no Brasil está estimada em 71,7 milhões de toneladas pela consultoria Agroconsult, que rebaixou na véspera a projeção ante os 72,2 milhões vistos mais cedo no mês. A produtividade média para a safrinha de 2019/20 está estimada em 90,1 sacas por hectare, 10,8% menor ante a média de 101 sacas por hectare obtida na temporada passada.

Debastiani disse que a queda não se deve somente ao clima pouco favorável nas regiões afetadas pela seca, como o Paraná, onde a produtividade estimada é 22% inferior, chegando a 78 sacas por hectare. “Também temos uma redução em cima de uma base (comparativa) grande… Estamos comparando esta temporada com a safra passada que foi recorde em produção e produtividade de milho”, destacou.

Em Mato Grosso, por exemplo, a expectativa é de uma produtividade média de 106 sacas por hectare, considerada um resultado muito bom, disse Debastiani, mas ainda 6% aquém do desempenho de 2018/19.

Fonte: Reuters
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Notícias Piscicultura

Copacol anuncia parceria com frigorífico de peixes Tilápia Pisces

Segundo nota, com esta aquisição a Copacol tem o intuito de ampliar a estrutura voltada a piscicultura

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Divulgação

A Cooperativa Agroindustrial Consolata (Copacol), com sede em Cafelândia, PR, anunciou essa semana a transação comercial das instalações da unidade industrial de peixes do Frigorífico Tilápia Pisces, que fica em Toledo, no Oeste do Paraná.

Segundo uma nota encaminhada pela Copacol, com esta aquisição a cooperativa tem o intuito de ampliar a estrutura voltada a piscicultura. “A Copacol está alicerçada na missão de implantar ações de cooperação ao agronegócio, com o propósito de fomentar o desenvolvimento regional por meio da diversificação de renda, impulsionar a geração de emprego e proporcionar oportunidades aos cooperados”, diz a nota.

As instalações do frigorífico possuem capacidade de abate de 40 mil tilápias/dia e ficam em uma área de 57 mil metros quadrados na estrada rural de acesso ao Distrito de São Luís do Oeste. “O acordo firmado entre o presidente da Copacol, Valter Pitol, e o sócio proprietário da Tilápia Pisces, Sidney Godinho, preserva o atual quadro de colaboradores e as demais ações da unidade industrial de peixes”, finaliza a nota.

Fonte: O Presente Rural com informações da Assessoria
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Notícias Comércio Exterior

Esmagamento de soja nos EUA bate recorde mensal em junho, diz Nopa

Membros da Nopa, que realizam cerca de 95% de todo o processamento de soja nos EUA, esmagaram 167,263 milhões de bushels de soja no mês passado

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REUTERS/Dan Koeck

O esmagamento de soja nos Estados Unidos recuou pelo terceiro mês consecutivo em junho, mas a queda de 1,4% foi menor do que o esperado e o volume atingiu um recorde para meses de junho, disse a Associação Nacional dos Processadores de Oleaginosas (Nopa, na sigla em inglês) na quarta-feira (15).

Os membros da Nopa, que realizam cerca de 95% de todo o processamento de soja nos EUA, esmagaram 167,263 milhões de bushels de soja no mês passado, volume inferior aos 169,584 milhões de bushels processados em maio, mas que supera os 148,843 milhões de bushels esmagados em junho de 2019.

Esse foi o maior volume processado em um mês de junho na história, superando o nível de junho de 2018, segundo dados da Nopa. O resultado também ficou acima de todas as estimativas do mercado compiladas pela Reuters.

Em média, era esperado um processamento de 162,168 milhões de toneladas, de acordo com estimativas de nove analistas. As previsões variavam de 157 milhões a 166 milhões de bushels.

Os estoques de óleo de soja entre os membros da Nopa tiveram queda maior do que a projetada pelo mercado, para 1,778 bilhão de libras-peso — a média das expectativas de analistas para os estoques no mês era de 1,813 bilhão de libras-peso.

Já as exportações de farelo de soja avançaram em junho, atingindo 835.403 toneladas, ante 776.677 toneladas em maio e 554.867 toneladas em junho de 2019.

Fonte: Reuters
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Notícias Mercado

Exportações de 6 frigoríficos argentinos à China são suspensas por casos de Covid-19

China é o principal destino das exportações de carne bovina da Argentina

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REUTERS/Marcos Brindicci

Seis frigoríficos da Argentina tiveram suas exportações de carne para a China suspensas temporariamente depois de registrarem casos de coronavírus entre trabalhadores, disse na quarta-feira (15) o presidente do Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Agroalimentar (Senasa) argentino.

A China é o principal destino das exportações de carne bovina da Argentina e, segundo Carlos Alberto Paz, chefe do Senasa, a decisão de deslistar as empresas foi tomada depois de Pequim pedir para o governo argentino oferecer garantias de segurança em meio à pandemia de coronavírus.

Seis dos 88 frigoríficos autorizados a exportar para a China, entre eles unidades da FRIAR e da Frigorífico Rioplatense, “não estão exportando temporariamente”, disse Paz, acrescentando que “assim que as fábricas estiverem em condições de voltar a exportar, voltaremos a habilitá-las”.

Segundo o Ministério da Agricultura argentino, 76% das 328.170 toneladas de carne bovina embarcadas pelo país sul-americano entre janeiro e maio tiveram como destino a China. “Eles (China) nos perguntaram que garantias poderíamos dar para que tivessem a segurança com os produtos que importam, e nós demos essas garantias”, afirmou Paz.

Até a quarta-feira, a Argentina registrou 106.910 casos de coronavírus, com 1.987 mortes, de acordo com dados oficiais.

Fonte: Reuters
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