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Agroceres PIC reforça as vantagens competitivas de sua tecnologia genética no Dia de Campo Copercampos

Organizado pela cooperativa catarinense, evento é um dos principais na difusão de tecnologias para o agronegócio. Agroceres PIC aproveita sua presença no evento para fortalecer seus laços com a Copercampos e seus produtores e para expor suas principa

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A Agroceres PIC participa entre os dias 21 a 23 de fevereiro, em Campos Novos (SC), do 22º Dia de Campo Copercampos. O foco da empresa é reforçar as inúmeras vantagens competitivas presentes em suas linhagens genéticas, além de apresentar os benefícios do uso de tecnologias inovadoras, como a Genética Líquida, nos resultados econômicos dos sistemas produtivos de suínos. Organizado pela Cooperativa Regional Agropecuária de Campos Novos (Copercampos), o evento é considerado um dos principais do País na difusão de novas tecnologias, troca de informações e conhecimento sobre o agronegócio. Todos os anos, o evento exibi uma série de novidades que aproxima o produtor rural das melhores e mais recentes tecnologias desenvolvidas para a evolução produtiva da agricultura e pecuária.

Durante o Dia de Campo, a equipe técnica da Agroceres PIC estará à disposição dos visitantes em seu estande. O objetivo é apresentar ao público o potencial de melhoria nos índices zootécnicos e nos resultados econômicos das granjas com o uso das tecnologias de ponta disponibilizadas pela empresa. Ênfase para tecnologias exclusivas como os Programas AGPIC Plus, CBV Max® e de Genética Líquida. “O Dia de Campo da Copercampos é um evento de referência e tradicional dentro do calendário do agronegócio brasileiro. Todos os anos, reúne um público altamente qualificado interessado em conhecer tecnologias que proporcionem maior eficiência produtiva, ampliando assim a competitividade de seu negócio. Por isso, nossa participação é estratégica no evento”, afirma Olacir Hessman, consultor Técnico Comercial da Agroceres PIC.

 

Parceria sólida

A Copercampos é parceira da Agroceres PIC na multiplicação de avós, matrizes e machos comerciais há mais de 20 anos. Além disso, a cooperativa catarinense adota 100% genética Agroceres PIC em seu sistema integrado de produção de suínos. A Copercampos possui atualmente três modernas unidades produtoras de leitões, além de uma rede de parceiros no sistema de integração. São mais de 15 mil matrizes no campo e uma produção anual que ultrapassa 450 mil animais.

Terceira maior área de negócios da cooperativa, a suinocultura recebeu fortes investimentos nos últimos anos. A Copercampos prepara-se para inaugurar mais uma moderníssima Granja Núcleo Filial para multiplicação de material genético da Agroceres PIC. Construída dentro dos mais modernos parâmetros ambientais, de segurança sanitária e bem-estar animal, o novo Núcleo Genético, instalado no município de Santa Cecília (SC), vai alojar 1500 avós e bisavós e deve entrar em operação no mês de maio. “Temos uma parceria sólida com a Copercampos construída ao longo dos anos e baseada na confiança mútua”, afirma Hessman. “ Nossa participação no evento é um momento especial no qual podemos interagir diretamente com o cooperado mostrando o quanto realmente estamos ao seu lado na busca por melhores resultados econômicos”, finaliza.

 

Serviço

22º Dia de Campos Copercampos

Data: 21 a 23 de fevereiro

Local: Campo Demonstrativo – BR 282, km 347 – Campos Novos (SC)

Organização: Copercampos

Site: http://www2.copercampos.com.br/diadecampo/2017/index.php

Fonte: Ass. de Imprensa

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Mudanças climáticas interferem no desempenho dos suínos, exigindo novas soluções nutricionais, aponta pesquisador da UFMG

O assunto faz parte do livro Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus

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Foto: Novus/Shutterstock

O aumento das temperaturas médias e a intensificação das ondas de calor já estão entre os maiores desafios da suinocultura mundial. De acordo com o professor e pesquisador Bruno Silva, especialista em bioclimatologia animal e nutrição de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ambiente térmico é hoje o principal fator limitante da produção, impactando bem-estar, saúde e desempenho dos animais.

Sensíveis ao calor por possuírem glândulas sudoríparas pouco desenvolvidas, os suínos sofrem quando expostos a temperaturas acima da zona de conforto térmico, que varia entre 16°C e 21°C para matrizes e de 26°C a 34°C para leitões. Conforme a fase de vida, os animais rapidamente apresentam queda de desempenho e maior vulnerabilidade fisiológica. “O estresse térmico reduz o consumo de alimentos, compromete a integridade intestinal e altera o metabolismo, afetando produtividade e eficiência”, explica especialista da UFMG.

O problema tem escala global. Nos Estados Unidos, as perdas relacionadas ao estresse por calor alcançaram US$ 400 milhões em 2024. No Brasil, onde altas temperaturas são constantes, os prejuízos podem ter atingido de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões no mesmo período. “Além das mudanças climáticas, as fêmeas modernas se tornaram mais produtivas, geram mais calor metabólico e se tornaram mais sensíveis às variações térmicas”, destaca Silva.

Segundo o pesquisador, esse desafio exige ajustes nutricionais para reduzir o efeito termogênico da dieta, como diminuição da proteína bruta associada a aditivos e nutrientes específicos que ajudem a manter a homeostase metabólica e a integridade intestinal.

Bruno Silva é um dos colaboradores do livro técnico Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus, líder global em nutrição animal inteligente. “A Novus é uma empresa global com forte influência no desenvolvimento de tecnologias nutricionais para suínos. A elaboração desse livro representa um marco na atualização e difusão do conhecimento gerado pelos principais grupos de pesquisa do mundo dedicados a estudar as fêmeas suínas modernas. Sem dúvida, é um livro que deve estar na mesa de cabeceira de todo nutricionista de suínos. Contribuir para sua elaboração foi uma grande honra para mim e uma grande oportunidade para compartilhar um pouco dos trabalhos desenvolvidos na nossa universidade nessa área”, afirma o professor da UFMG.

Para baixar o livro gratuitamente no site da NOVUS, acesse clicando aqui.

Fonte: Assessoria Novus
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Eficiência produtiva e gestão estratégica ganham centralidade na suinocultura

Desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado.

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Foto: Agroceres Multimix

A suinocultura brasileira enfrenta um cenário econômico complexo, marcado pela volatilidade dos preços dos grãos, aumento dos custos de produção e margens mais restritas.

Nesse contexto, a rentabilidade da atividade tem sido cada vez mais associada à capacidade de integrar decisões técnicas e financeiras de forma estruturada.

Ajustes pontuais, como mudanças em dietas ou negociações de curto prazo com fornecedores, tendem a ter efeito limitado quando não estão inseridos em uma estratégia mais ampla de gestão. A análise detalhada de custos, margens e retorno sobre o investimento passa a ser um elemento central para a sustentabilidade dos sistemas produtivos.

Para Giovani Frederico, consultor técnico comercial na Agroceres Multimix, o desafio atual exige uma abordagem mais profissional da atividade. “O suinocultor precisa integrar as áreas técnica e financeira da produção. A busca por eficiência produtiva não pode estar dissociada de uma análise consistente de custos, indicadores e resultados”, afirma.

Segundo ele, o desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado, da incorporação de tecnologias e do uso de dados como base para a tomada de decisão.

“A rentabilidade deixa de ser apenas consequência do desempenho técnico e passa a ser resultado direto de uma gestão estratégica”, completa.

Um artigo completo, que aprofunda essa análise sobre eficiência e rentabilidade na suinocultura, está disponível no agBlog, da Agroceres Multimix.

Acesse já clicando aqui.

Fonte: Assessoria Agroceres Multimix
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Robô com inteligência artificial revoluciona alimentação de suínos no Show Rural Coopavel

Equipamento desenvolvido pela Roboagro será demonstrado no evento, em fevereiro, e promete reduzir custos, otimizar o manejo e ampliar o bem-estar animal nas granjas.

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Foto: Divulgação/Coopavel

Parece não existir limites para o alcance e a abrangência da Inteligência Artificial. Máquinas e equipamentos cada vez mais sofisticados chegam ao campo com a missão de melhorar desempenho, reduzir o fardo de trabalho dos produtores e otimizar resultados. É o que acontece com a fabricação de um robô alimentador de suínos, que estará em demonstração no pavilhão da pecuária do Show Rural Coopavel, de 09 a 13 de fevereiro.

Um protótipo desse robô, desenvolvido pela Roboagro, indústria gaúcha de Caxias do Sul, vai mostrar o uso da IA na alimentação de plantéis. “Essa tecnologia foi criada há alguns anos, mas a atualização é constante, inclusive com a instalação de câmeras e sensores que, por exemplo, medem a temperatura dos animais e do ambiente e também estimam o peso de cada exemplar”, observa o médico veterinário da área de Fomento da Coopavel, Gustavo Bernart. Todo controle do equipamento acontece por aplicativo, permitindo ao criador programar os horários de servir a ração e as quantidades certas.

Já há criadores integrados à Coopavel e na região de abrangência da cooperativa que utilizam esse equipamento e os resultados são muito bons. Outro ponto importante é destacado pelo gerente do Frigorífico de Suínos, Mauro Turchatto, que é a redução da carga de trabalho sobre os produtores rurais. “Como o robô devidamente programado faz parte da operação, eles então têm mais tempo disponível para gerir o negócio e pensar estratégias para elevar os rendimentos da propriedade”.

Benefícios

Segundo técnicos da Roboagro, a tecnologia empregada no robô alimentador de suínos contribui também com a redução de perda de ração, otimização de tempo de trabalho, garante ganhos e melhorias na conversão alimentar e proporciona maior bem-estar aos animais. A empresa já firmou várias parcerias, como com a Embrapa Suínos e Aves, e robôs têm sido instalados em inúmeras regiões do Brasil em países da América Latina.

Fonte: Assessoria Coopavel
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