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Agroceres PIC realiza Seminário Técnico com foco em novas técnicas de manejo

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A Agroceres PIC, empresa líder no segmento de genética suína no Brasil, promoveu no dia 10 de dezembro a 11ª edição do Seminário Técnico Cooper A1-Agroceres PIC. O evento aconteceu na cidade de Mondaí (SC) e teve como mote central a revisão de técnicas de manejo. Organizado em parceria com a Cooper A1, o encontro reuniu aproximadamente 150 participantes, entre produtores integrados e membros da equipe técnica da cooperativa catarinense. “Como de costume, o objetivo do evento foi apresentar e discutir com os produtores e técnicos da Cooper A1 inovações técnicas e ferramentas capazes de auxiliá-los a maximizar sua produtividade”, afirma Ariberto Cella, coordenador Regional de Vendas da Agroceres PIC. “Uma das premissas do trabalho da Agroceres PIC é o compromisso com os resultados produtivos e econômicos de nossos parceiros. Por isso procuramos estar sempre ao lado de nossos clientes e alinhados com suas necessidades. O seminário nos permite essa interação”, completa.  
Programação: foco no manejo
Voltado a produtores de leitões, a programação do seminário privilegiou nesta edição a discussão de aspectos técnicos de manejo. Em 2013, a Cooper A1 deu início a mudanças em seu sistema produtivo suinícola. A cooperativa vem paulatinamente substituindo o tradicional manejo de lotes semanais pelo manejo em bandas, com formação de lotes a cada três semanas. A adoção da nova técnica, embora ainda parcial, vem trazendo bons resultados ao sistema suinícola da Cooper A1. “A programação do evento é sempre definida com a equipe técnica da cooperativa e procura trazer para discussão os temas mais pertinentes para a realidade do sistema suinícola da Cooper A1. Neste ano,  o foco ficou voltado aos aspectos técnicos de manejo”, explica Cella.
A programação do seminário contou com duas apresentações técnicas. Na primeira, cujo tema foi “Manejo Reprodutivo – Pontos-Chave para Alta Produtividade”, Vinícius de Moraes, da área de Serviços Técnicos Agroceres PIC, destacou um a um os principais procedimentos que compõem o manejo reprodutivo de matrizes. Segundo Moraes, a execução adequada de cada um deles é fundamental para maximizar o potencial produtivo da propriedade. 
Na apresentação seguinte, Carlos Dal Piva, médico veterinário da Cooper A1, falou sobre o manejo em bandas, explicando seu funcionamento, suas principais características, requisitos necessários para sua adoção e benefícios do sistema. Piva falou ainda sobre ambiência – enfatizando a importância da adoção de cuidados especiais nas coberturas de verão -, e deu dicas para a otimização da mão-de-obra nas propriedades suinícolas.  
Para Ariberto Cella, o encontro foi bastante produtivo e atingiu seus objetivos. Segundo ele, o temário perfeitamente ajustado à realidade do sistema suinícola da Coopera A1 garantiu grande participação dos produtores nos debates. “O seminário foi muito positivo. Conseguimos levar aos produtores informações e recomendações técnicas importantes para obtenção de melhores resultados produtivos e econômicos na atividade”.   

Fonte: Ass. Imprensa da Agroceres Pic

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Notícias Para o produtor

Custos de produção de aves e suínos aumentaram em 2018

Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018

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Arquivo/OP Rural

Apesar de os custos de produção de frangos de corte calculados pela CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa terem se mantido estáveis em dezembro de 2018 (218,06 pontos, ante 218,05 em novembro), acumularam uma alta de 14,21% durante todo o ano passado.

 Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018. O gasto com a alimentação das aves representa 69% do total dos custos de produção dos frangos. Em seguida, as maiores altas em 2018 ficaram com os itens pinto de um dia (2,18%), custo de capital (0,18%) e depreciação (0,16%).

O custo de produção do quilo do frango de corte vivo também se manteve estável em dezembro, encerrando o ano em R$ 2,82 no Paraná, valor calculado a partir dos resultados em aviário tipo climatizado em pressão positiva.

Já o ICPSuíno caiu pelo terceiro mês consecutivo, chegando aos 219,49 pontos em dezembro, -1,34% em relação a novembro de 2018 (222,47 pontos). No ano, os custos de produção de suínos subiram 9,85%, influenciados principalmente pela alimentação dos animais, que teve um aumento de 9,68%.

O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina caiu para R$ 3,84 em dezembro (o menor valor desde março de 2018). 

Os índices de custos de produção foram criados em 2011 pela equipe de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves e Conab. Santa Catarina e Paraná são usados como estados referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
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Notícias Mercado

Desaquecimento de negócios pressiona valores da carne de frango

Vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano

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Arquivo/OP Rural

Colaboradores do Cepea afirmam que as vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano. Assim, as cotações do produto, especialmente do congelado, estão em queda na maior parte das regiões acompanhadas. Na Grande São Paulo, o preço do frango inteiro congelado recuou 0,6% frente a dezembro, com média de R$ 4,37/kg na parcial deste ano (até 17 de janeiro).

Quanto à carne resfriada, por outro lado, foram observadas variações distintas na primeira quinzena de janeiro dentre as regiões pesquisadas pelo Cepea. No comparativo com janeiro/18, porém, os preços atuais estão significativamente mais elevados, em termos nominais.

Fonte: Cepea
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Notícias Ovos

Poder de compra do avicultor inicia 2019 em queda

Quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor desde 2013

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Domicio Faustino

De acordo com pesquisadores do Cepea, a oferta elevada, que segue pressionando as cotações dos ovos, tem impactado negativamente o poder de compra do avicultor de postura paulista frente aos principais insumos utilizados na alimentação das poedeiras, o milho e o farelo de soja.

Na parcial deste mês, a quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor de toda a série do Cepea, iniciada em maio/13. Já sobre a quantidade do derivado da soja, é a menor desde dezembro/13.

Fonte: Cepea
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