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Empresas Suinocultura

Agroceres PIC participa da programação técnica do Swine Day UFRGS

Luciano Brandalise e Gustavo Lima, respectivamente, das equipes de Serviços Veterinários e Técnicos da Agroceres PIC, estão entre os palestrantes do evento. De caráter científico, o encontro tem como objetivo criar uma conexão entre a intelligentsia acadêmica e as demandas do mercado suinícola. 

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Foto: O Presente Rural

A Agroceres PIC participa no dia 21 de novembro, em Porto Alegre (RS), da terceira edição do Swine Day UFRGS. Criado pelo Setor de Suínos do Departamento de Medicina Animal da Faculdade de Veterinária da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Favet-UFRGS), o evento tem por objetivo criar um canal direto de troca de informações entre a universidade e a indústria suinícola brasileira.

Nesta edição, o Swine Day terá, ao todo, 21 apresentações, divididas em painéis de Sanidade, Reprodução e Genética, Nutrição, Produção e Manejo, além de um curso de capacitação, atividade que antecede o encontro. A Agroceres PIC colabora com a programação científica do pré-evento e do Swine Day.

No dia 20 de novembro, durante o Curso de Creche, Gustavo Lima, especialista em Crescimento e Validação de Produtos da Agroceres PIC, desenvolve o tema “Prioridades em Ambiência”, oportunidade na qual vai discutir os principais desafios para garantir conforto térmico adequado aos leitões, com ênfase nas ferramentas/projetos de climatização específicos para essa fase de criação.

Já no dia seguinte, durante a programação do Swine Day, Luciano Brandalise, Supervisor de Serviços Veterinários da Agroceres PIC, apresenta os últimos resultados do estudo científico sobre a dinâmica da infecção de Mycoplasma hyopneumoniae em leitoas de reposição negativas para o agente.

“Desde sua primeira edição, o Swine Day tem se mostrado um espaço privilegiado para a troca de experiências entre os profissionais do setor e do meio universitário”, avalia Amanda Pimenta Siqueira, Gerente de Serviços Técnicos da Agroceres PIC. “Essa interação é importante para o desenvolvimento de soluções para o setor, pois conecta a inteligência acadêmica de um grande centro produtor de conhecimento científico para a área de suinocultura, que é a UFRGS, às demandas do mercado de suínos”.   

 

Serviço

CURSO DE CRECHE – PRÉ- SWINE DAY

Realização: Setor de Suínos do Departamento de Medicina Animal da Faculdade de Veterinária da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Favet-UFRGS)

Data: 20 de novembro de 2019

Local: Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

 

SWINE DAY UFRGS

Realização: Setor de Suínos do Departamento de Medicina Animal da Faculdade de Veterinária da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Favet-UFRGS)

Data: 21 de novembro de 2019

Local: Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Fonte: Assessoria da Agroceres PIC
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Empresas

Grupo Vittia completa 50 anos e realiza investimentos de R$ 100 milhões na maior fábrica de produtos biológicos da América Latina

Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação integra o complexo fabril e amplia presença do Grupo nesse setor, com foco em produtividade e sustentabilidade

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Fotos: Assessoria

O Grupo Vittia, empresa brasileira de biotecnologia (defensivos biológicos e inoculantes) e nutrição especial de plantas, completa 50 anos de atuação, celebrados no ano em que inaugura a maior fábrica da América Latina para a produção de insumos biológicos para a agricultura. A unidade, localizada em São Joaquim da Barra (SP), recebeu investimentos na ordem de R$ 100 milhões e conta com ampla capacidade produtiva e elevado nível tecnológico, já preparada para as próximas expansões .

Desde 1971 no mercado, a companhia tem expandido sua atuação por meio de uma estratégia robusta de aquisições e expansão dos negócios. José Roberto Pereira de Castro, Diretor de Marketing do Grupo Vittia ressalta que a indústria tem capacidade para atender à crescente demanda do mercado. “A sólida história que construímos ao longo dessas cinco décadas nos dá segurança para seguirmos expandindo, tendo agora a maior escala industrial para produção de produtos biológicos no Brasil. Assim, estamos devidamente equipados para ampliar nossa participação de mercado e estar ao lado dos principais produtores e distribuidores do país”.

Instalada em área total de 110 mil m2, a nova fábrica possui capacidade instalada para produzir cinco milhões de litros / quilogramas desses insumos biológicos por ano. O local conta também com um Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P&DI) de última geração em área de 1.300 m2 contando com laboratórios e casas de vegetação. Na estrutura de P&DI estão os núcleos de bioprospecção, bioprocessos, fertilizantes e experimentação agronômica.

O mercado de controle biológico está em plena expansão no mundo. No Brasil, soma em 2020, um crescimento de 40% em relação a 2019, chegando a um total de R$ 1,578 milhões. Segundo a CropLife, com base nos dados levantados pela consultoria Blink, em 2021, a previsão é de um crescimento de 33% no setor. Atento a esse potencial, o Grupo Vittia mantém firme sua atuação focada no desenvolvimento de mercado, expansão dos negócios e visão de futuro para atender às diferentes culturas.

Líder nacional no mercado de inoculantes, o Grupo Vittia figura entre os três maiores players de nutrição especial do Brasil e projeta ser líder no mercado de biológicos no Brasil.

 

Forte Competência em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação

A capacidade de desenvolver e aplicar tecnologia nos processos produtivos e de desenvolvimento de novos produtos é um dos pilares estratégicos da empresa. Atualmente, possui um time de 22 profissionais dedicados exclusivamente à pesquisa de novos produtos e tecnologias; um banco com mais de 2.000 variedades de fungos e bactérias com potencial biotecnológico para a agricultura e defensivos biológicos com cepas de microrganismos exclusivas do Grupo Vittia.

Nos últimos 4 anos, os pesquisadores do Centro de Pesquisa do Grupo Vittia foram responsáveis pelo desenvolvimento e regulamentação de 72 novos produtos e recomendações de uso. Hoje, a companhia possui um intenso pipeline de desenvolvimento de tecnologias, das quais 35 encontram-se em fase de registro.

“Nossos investimentos em pesquisa e desenvolvimento em 2020 somaram R$ 14 milhões, contribuindo para levar cada vez mais produtividade ao produtor rural. Por isso temos orgulho de celebrar esse marco de cinquenta anos com um portfólio de defensivos biológicos que nos posiciona como empresa com maior número de alvos biológicos (pragas e doenças de plantas) aprovados pelo MAPA”, complementa Castro.

 

Cinco décadas de expansão

Fundado em 1971 por Plinio Romanini, na cidade de São Joaquim da Barra (SP), o Grupo Vittia iniciou suas atividades como um dos primeiros produtores nacionais de inoculantes (ou fertilizantes biológicos) focados, inicialmente, no mercado de soja. Ao longo dos anos, expandiu o escopo de atuação. Nesta nova etapa, buscou sempre consolidar o modelo vertical de negócios, e ao longo dos últimos anos o Grupo tem trabalhado em aquisições que dão robustez aos negócios:

2001 – Adquire uma unidade fabril no município de Serrana/SP, destinada a fabricação de fertilizantes organominerais para aplicação via solo e condicionador de solo.

2004 – Aquisição da Granorte, localizada em Ituverava/SP, especializada na produção de micronutrientes farelados e granulados para aplicação via solo na agricultura.

2014 – Iniciou um novo ciclo de crescimento com o aporte minoritário do fundo de private equity Brasil Sustentabilidade FIP, gerido pela BRZ Investimentos.

2014 – É adquirida a Samaritá, situada no município de Artur Nogueira/SP, que há mais de 26 anos atua no mercado de nutrição e proteção vegetal.

2017 – A Biovalens passa a fazer parte do Grupo. Especializada em soluções para controle microbiológico de pragas e doenças da agricultura, para a conquista de novos desafios no mercado de biotecnologia.

2020 – Aquisição da Vitória Fertilizante, de fertilizantes organominerais a base de resíduos orgânicos e da JB Biotecnologia, especializada na produção, desenvolvimento e comercialização de agentes macrobiológicos para o controle biológico de pragas.

2021 – Celebração dos 50 anos de atuação no país e o fortalecimento dos investimentos no setor, incluindo a maior fábrica de produtos biológicos da América Latina que conta com um Centro de excelência voltado para Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação.

Fonte: Assessoria
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Empresas Agilidade no campo

Empresa de biológicos investe em tecnologia para digitalizar os dados gerados em ensaios

Em parceria com a startup Sima, a nova aposta da Biotrop visa facilitar e organizar em uma única plataforma todas as informações coletadas pelos agrônomos e equipe comercial, auxiliando no manejo assertivo de produtos naturais

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Divulgação

Os profissionais de campo são fundamentais na estratégia de expansão e no relacionamento com o cliente para qualquer empresa, pois são eles que estão no dia a dia com os produtores reportando seus anseios, demandas e necessidades. Contudo, em muitas companhias a comunicação entre esses profissionais externos com a equipe interna para envio das informações coletadas no campo e o input de dados apurados ainda é realizada de forma bem manual, por meio de planilhas do Excel, ou apresentação de Powerpoint, tornando o processo moroso e burocrático.

Para deixar mais ágil essa comunicação, a Biotrop – que desenvolve soluções biológicas e naturais, e que nos últimos anos mais que triplicou o seu número de agrônomos a campo, iniciou um processo de digitalização de suas informações. Todos os dados gerados nos campos de pesquisas instalados nas áreas dos produtores parceiros que até então eram feitos em planilhas, agora são exportados por meio da plataforma da startup Sima – Sistema Integrado de Monitoramento Agrícola, que oferece uma solução completa e inteligente para monitoramento, controle e análise de dados das lavouras.

De acordo com o Engenheiro Agrônomo, Tedson Luis de Freitas Azevedo, responsável pela área de desenvolvimento de mercado da Biotrop, a empresa buscava uma ferramenta que pudesse ajudar na gestão dos ensaios e testes a campo.  A solução precisaria ser de fácil preenchimento e utilização, para que a equipe lá no campo pudesse utilizar essa ferramenta. “Sentimos a necessidade de ter algo mais profissionalizado, que nos permitisse não só mais um acompanhamento, mas uma gestão das áreas, foi quando conhecemos a Sima que por meio de sua plataforma, tinha para oferecer aquilo que buscávamos”, lembra.

Então foi feito um projeto piloto de janeiro a março deste ano, onde foi testado pela equipe de DM (Desenvolvimento do Mercado) as funcionalidades da ferramenta. Cada DM teve acesso a plataforma, e passaram a utilizá-la, cadastrando os dados de campos e as avaliações. “Hoje eu consigo ver daqui do meu computador, onde nós temos os nossos campos instalados Brasil afora. Não preciso mais acessar uma planilha do Excel, basta dar um clique e consigo ter, de maneira remota, todas as informações que eu preciso saber  sobre os ensaios”, destaca Azevedo.

 Acesso facilitado

Uma das grandes facilidades disponibilizadas pela plataforma da Sima é o georreferenciamento. A cada visita feita pela equipe a campo, são sinalizadas as áreas e inseridas as informações no sistema. A partir daí, remotamente, clicando sobre os mapas, toda equipe tem acesso aos dados de cada área apontada. “Do escritório, eu consigo saber quais os produtos que estão sendo testados, qual cultura, se as avaliações programadas estão sendo feitas”, diz o Engenheiro Agrônomo. “Somado a isso, eu consigo ter uma gestão sobre esses ensaios que estão sendo distribuídos no Brasil nas mais variadas culturas como: soja, algodão, frutas, milho, cana-de-açúcar, entre outras. Todas cadastradas na plataforma”, acrescenta.

Outro diferencial da ferramenta, apontado por Azevedo, é a possibilidade de os profissionais conseguirem coletar as informações para abastecer o sistema de forma off-line. “A plataforma permite a coleta de dados dos ensaios sem precisar estar conectado à rede. Isso é uma grande vantagem, porque boa parte das nossas áreas não têm acesso à internet. Depois que esse colaborador chega em uma área que tem sinal, ele automaticamente envia esses dados e eles ficam disponíveis para nós”, explica o profissional.

Banco de dados

Agora, na nova fase de utilização da solução da Sima, a Biotrop começa a ter uma junção muito grande de dados que estão na plataforma para começar a trabalhá-los. De acordo com Azevedo, de posse desses dados, será possível fazer análise e extrair informação, possibilitando uma ação estratégica muito mais assertiva. “É nesse sentido que nós vemos uma grande vantagem. Uma informação sem ação não passa de uma informação. Por isso precisamos ter um banco de dados robusto, e a Sima vai nos possibilitar isso. Esses dados vão gerar ações, que possibilitarão fazer negócios e realizar vendas”, destaca.

Solução completa

A Sima oferece uma solução completa e inteligente para monitoramento, controle e análise de dados das lavouras, ideais para empresas do setor agropecuário.  Entre os diferenciais está o input híbrido de dados coletados pelos profissionais de campo facilitando a comunicação de agroindústrias, revendas e redes de distribuição de insumos com seus RTVs e responsáveis pelas vendas. “Estamos propondo uma nova funcionalidade para tornar ágil a gestão de informação entre o time de campo e a equipe de vendas, o que hoje é o grande gargalo das empresas do agro e seus canais de distribuição”, diz Rafael Malacco, gerente de desenvolvimento de mercado da SIMA.

A estratégia é ir além do serviço oferecido pelos CRMs (Customer Relationship Management) ou Gerenciamento de Relacionamento com o cliente que hoje atua no mercado. Segundo Malacco, a AgTech se posiciona em um nicho de mercado no qual não se encaixa apenas como um CRM tradicional, e nem como apenas um software agronômico. “Nós estamos ali no meio, mas com foco mais no lado de acompanhamento de gestão de agendas nas fazendas, ou seja, é poder ter essa programação da agenda de visitas, fazer o planejamento delas de toda a safra e acompanhar o que seria o planejado versus o realizado. Com muitas informações agronômicas também”, relata.

Ganhos diretos

Para as agroindústrias, revendas e redes de distribuição de insumos os benefícios começam principalmente na padronização de relatórios recebidos do time de campo. Como o agro é dinâmico e as decisões precisam ser tomadas no dia, a ferramenta fornece dados precisos para tomada de decisão imediata. O time de campo monitora, coleta, carrega as informações e envia. É importante ressaltar que esse compartilhamento pode ser feito pelo WhatsApp logo após a realização da visita e quem recebe os dados pode analisar em tempo real e planejar os próximos passos. “Outra grande vantagem é que além de compartilhar os dados instantaneamente, todas essas informações também ficam salvas, criando um grande banco de dados de todos os históricos do local”, destaca o profissional da SIMA.

Fonte: Assessoria
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Empresas

Agroceres PIC lança nova versão de seu Guia de Crescimento

Elaborado para ajudar o produtor a extrair o máximo desempenho produtivo dos suínos nas fases de recria e terminação, o Guia de Crescimento Agroceres PIC já está disponível no site da empresa.

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Fotos: Divulgação

Em momentos de forte pressão sobre os custos de alimentação, otimizar a eficiência do sistema produtivo é primordial para manter-se competitivo. Isso envolve o aprimoramento da gestão em todas as etapas de produção, mas, em especial, na fase de crescimento dos suínos, que concentra 80% dos animais de uma granja e na qual aspectos como conversão alimentar, ganho de peso diário e rendimento de carcaça têm um peso estratégico sobre os resultados.

Atenta a esse cenário e, frente ao maior potencial de desenvolvimento dos animais nessa fase gerado pela evolução genética, a Agroceres PIC acaba de lançar uma nova versão de seu Guia de Crescimento. Elaborado pelo corpo técnico da empresa, com o apoio de várias equipes da PIC com atuação em diferentes partes do mundo, o guia traz uma visão global e ampliada sobre as estratégias e práticas de manejo nas fases de recria e terminação dos suínos.

“O Guia traz orientações técnicas, procedimentos e processos cuidadosamente organizados para oferecer ao produtor um amplo suporte de recomendações para o dia a dia das granjas, úteis para otimizar a eficiência, a qualidade e a rentabilidade do plantel”, afirma Gustavo Lima, dos Serviços Técnicos e de Validação de Produtos da Agroceres PIC. “São orientações técnicas resultantes de anos de pesquisas e da experiência de campo, que podem gerar ganhos econômicos expressivos aos nossos clientes”, conclui.

Estão compiladas na publicação desde as metas de desempenho para a etapa de crescimento, passando pelo manejo nutricional e ajustes dos equipamentos de alimentação, planejamento e densidade dos lotes, configuração dos sistemas de ambiência, cuidados iniciais com os leitões, até os manejos de rotina e recomendações de transporte. São orientações técnicas atualizadas e totalmente alinhadas à Instrução Normativa nº 113, que determina as boas práticas de manejo e bem-estar animal preconizadas para sistemas de produção comercial.

O Guia de Crescimento Agroceres PIC já está disponível na seção Canal Técnico, no site da empresa. Clientes e profissionais do setor suinícola precisam apenas fazer um rápido cadastro para ter acesso à publicação. Acesse: www.agrocerespic.com.br/canaltecnico

Fonte: Assessoria
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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