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Agroceres PIC discute impacto do ambiente no custo de produção dos suínos durante a Expofrísia 2016

Assunto será abordado pelo médico veterinário Vinícius Espeschit Morais, Supervisor de Serviços Técnicos da Agroceres PIC. Organizada pela Frísia Cooperativa Agroindustrial, a Expofrísia será realizada entre os dias 27 e 29 de abril em Carambeí,

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Promover uma gestão eficiente, capaz de gerar ganhos de produtividades constantes, é uma condição essencial para a manutenção da competitividade de qualquer empresa suinícola. Em tempos como o atual – no qual a suinocultura brasileira atravessa um período de forte pressão sobre seus custos produtivos – esse expediente torna-se ainda mais importante.

 

Pois este será justamente o mote-central da palestra do Supervisor de Serviços Técnicos da Agroceres PIC, Vinícius Espeschit Morais, na Expofrísia 2016. Com o tema “Impacto do Ambiente no Custo de Produção de Suínos”, Morais vai explicar quais são as intervenções que podem ser feitas para reduzir os custos e gerar ganhos de eficiência no sistema produtivo.

 

“Vivemos um período político-econômico delicado no País. Todos os indicadores econômicos importantes para nosso negócio, como custo dos grãos, energia, cotação do dólar, entre outras variáveis operacionais, não dão mostras de que vão recuar no curto prazo”, afirma. “Em situações como esta, focar na gestão, melhorando os processos e procedimentos que compõem as diferentes fases de criação dos suínos, é uma ferramenta poderosa para reduzir gastos e aumentar produtividade nas granjas”, explica Morais.

 

Em sua apresentação, além dos aspectos técnicos e de manejo que podem ser observados no dia a dia das granjas para garantir uma maior eficiência produtiva, Morais vai fazer uma análise da situação macroeconômica do País e falar sobre algumas tendências que devem influenciar a produção suinícola brasileira, como as crescentes exigências de bem-estar animal.

 

Agroceres PIC e Frísia: parceria forte

Organizada pela Frísia Cooperativa Agroindustrial, a Expofrísia será realizada entre os dias 27 e 29 de abril em Carambeí, na região dos Campos Gerais do Paraná. Realizado todos os anos, o evento tem como objetivo divulgar as potencialidades regionais, buscando possibilidades de crescimento e desenvolvimento sustentável das atividades pecuária e agrícola, além de promover uma maior integração e interação entre cooperativa, cooperados e parceiros comerciais. Para esta edição, os organizadores esperam receber mais de 15 mil visitantes.

 

A Frísia Cooperativa Agroindustrial – é uma das maiores cooperativas do Paraná. Desde sua fundação, descendentes europeus e brasileiros fazem da Frísia um modelo de cooperativismo no País. De forte tradição na produção leiteira, hoje a cooperativa atua em vários segmentos do agronegócio, como na produção de grãos, bovinocultura leiteira, suinocultura, fabricação de ração, entre outros.

 

Em suinocultura, possui cerca de 30 produtores cooperados e aproximadamente 5 mil matrizes em produção, sendo parceira da Agroceres PIC há mais de 10 anos, tanto em matrizes quanto em reprodutores comerciais.  No ano passado a cooperativa inaugurou em Carambeí (PR), uma moderna Unidade Produtora de Leitões (UPL). Concebida dentro dos mais rigorosos padrões produtivos, sanitários e de bem-estar animal, a UPL da Frísia é o maior projeto de produção de leitões em sistema de gestação coletiva do Brasil. Parceira do empreendimento, a Agroceres PIC foi responsável pelo povoamento da nova unidade.
 

 

Serviço:

Expofrísia 2016

Data: 27 a 29 de abril

Local: Parque Histórico de Carambeí – Carambeí (PR)

Realização: Frísia Cooperativa Agroindustrial

Palestra: “Impacto do Ambiente no Custo de Produção de Suínos”

Dia: 27 de abril

Horário: 10h45min

Local: Casa do Criador (Pecuaristas de Suínos)

Fonte: Ass. de Imprensa

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Empresas Ameaça silenciosa

Como a Doença de Gumboro Afeta a Sanidade, Performance e Rentabilidade das Aves

Altamente contagiosa, a enfermidade viral desafia o sistema imunológico das aves e pode gerar prejuízos expressivos à avicultura industrial

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Divulgação / Fotos: Zoetis

A avicultura industrial brasileira, reconhecida mundialmente por sua eficiência produtiva, enfrenta desafios cada vez mais complexos no manejo sanitário dos plantéis. Entre esses desafios, a Doença de Gumboro, também chamada de Doença Infecciosa da Bursa (DIB) é altamente contagiosa. A enfermidade viral acomete principalmente aves jovens entre 3 e 10 semanas de idade, comprometendo o sistema imunológico e impactando diretamente o desempenho zootécnico das granjas.

A doença é causada por um vírus do gênero Avibirnavirus, notável por sua resistência ambiental — capaz de permanecer ativo por longos períodos mesmo após procedimentos de limpeza e desinfecção. Ao atingir a bolsa de Fabricius, órgão essencial à formação das células de defesa das aves, o vírus provoca imunossupressão severa, tornando os animais mais vulneráveis a outras infecções e interferindo na eficácia de vacinas de rotina.

Além do impacto financeiro direto, os efeitos produtivos da doença são amplos e muitas vezes silenciosos na forma subclínica. Em um cenário de alta densidade de alojamento, o controle da imunossupressão é um fator decisivo para sustentar a competitividade da produção de frangos no país.

“A Doença de Gumboro é uma ameaça muitas vezes silenciosa, mas de alto impacto econômico. Mesmo infecções subclínicas, podem reduzir o ganho de peso, comprometer a conversão alimentar e afetar a qualidade dos ovos. O monitoramento eficaz é o primeiro passo para conter o avanço da enfermidade e proteger o potencial produtivo das granjas”, destaca Eduardo Muniz, Gerente Técnico de Aves da Zoetis Brasil.

Na prática, o produtor pode perceber a presença da doença por sinais clínicos como depressão, diarreia aquosa, desidratação e penas arrepiadas. Contudo, é a observação de indícios produtivos como a queda na taxa de ganho de peso diário ou a redução na qualidade dos ovos que costuma revelar a circulação do vírus em sua forma subclínica. Em lotes de alto desempenho, qualquer variação nesses parâmetros representa perda direta de margem e eficiência.

“Em granjas industriais, onde milhares de aves convivem em densidades elevadas, a probabilidade de disseminação viral é alta. O controle eficaz depende de um conjunto de medidas: vigilância sanitária constante, diagnóstico laboratorial preciso e imunização bem planejada. Mais do que uma rotina de biosseguridade, trata-se de uma estratégia de rentabilidade”, reforça Muniz.

A prevenção da Doença de Gumboro deve ser encarada como um investimento zootécnico estratégico. Além da escolha de vacinas adequadas à realidade imunológica dos lotes, é essencial realizar o acompanhamento técnico dos resultados, observando tanto o desempenho produtivo quanto a resposta imunológica. O uso de vacinas como a Poulvac® Procerta® HVT-IBD vacina de vírus vivo congelado contra as doenças de Marek e Gumboro, torna-se uma ferramenta fundamental dentro de estratégias preventivas consistentes e de longo prazo. A vacinação pode ser feita via subcutânea, ou in ovo em ovos embrionados de galinha saudáveis com 18 a 19 dias de idade.

Para a Zoetis, líder mundial em saúde animal, o enfrentamento da Doença de Gumboro faz parte do ciclo contínuo de cuidado. A empresa reafirma que, em um cenário global cada vez mais desafiador, sanidade é sinônimo de desempenho, e o cuidado com a imunidade é o alicerce da produção avícola moderna.

Fonte: Assessoria
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Boehringer Ingelheim anuncia Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing de Aves e Suínos

A executiva assume a posição anteriormente ocupada por Filipe Fernando, que ascendeu ao cargo de Head de Grandes Animais da empresa

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Foto: Divulgação/Boehringer Ingelheim

A Boehringer Ingelheim, multinacional farmacêutica referência na produção de medicamentos para humanos e animais, anuncia a chegada de Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing da unidade de negócios de Aves e Suínos, assumindo o cargo anteriormente ocupado por Filipe Fernando, novo diretor de Grandes Animais da companhia.

A gerente é graduada em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Santa Maria, onde também concluiu o mestrado. Além disso, possui doutorado em Zootecnia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e um MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). No âmbito profissional, Patricia conta com mais de 18 anos de experiência em empresas nas áreas de saúde, produção e nutrição animal, com forte atuação em marketing estratégico.

“Estou muito contente e animada em iniciar esse novo capítulo profissional em uma empresa líder e referência global na área da saúde, como a Boehringer Ingelheim. Com minha sólida experiência técnica e prática no segmento de avicultura e suinocultura, estou ansiosa para colaborar com a equipe e contribuir ativamente para os resultados e inovações da empresa”, afirma Patricia Aristimunha.

A chegada da executiva, que ingressou no cargo na primeira semana de novembro, reforça o compromisso da Boehringer Ingelheim em fortalecer sua liderança e inovação no mercado de saúde animal, especialmente nos setores de aves e suínos. Com sua vasta experiência no segmento, a empresa espera que Patrícia impulsione ainda mais as estratégias de marketing da companhia, contribuindo significativamente para o sucesso contínuo de seus clientes e parceiros no agronegócio.

Fonte: Assessoria Boehringer Ingelheim
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Ventilação eficiente é chave na preparação do agro para a chegada do calor

Manutenção preventiva dos motores ajuda a reduzir perdas e preservar o bem-estar animal 

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Divulgação Hercules Energia em Movimento

Com a chegada da primavera e a aproximação do verão, as altas temperaturas passam a impactar diretamente a produção animal no Brasil. O calor excessivo é um dos principais fatores de estresse térmico, comprometendo o desempenho dos animais, reduzindo a produtividade e elevando riscos sanitários e econômicos para os produtores.

Segundo Drauzio Menezes, diretor da Hercules Energia em Movimento, a manutenção preventiva dos motores é fundamental nesse período. “A confiabilidade dos motores determina o bom funcionamento dos sistemas de ventilação, que são essenciais para manter as granjas em condições adequadas”, afirma.

Manutenção e ventilação: aliados da produtividade

A ventilação é um dos recursos mais eficazes para preservar o bem-estar dos animais durante os meses mais quentes. Para que os equipamentos cumpram sua função com eficiência, é essencial que os motores estejam revisados e em pleno funcionamento. Entre as ações mais importantes estão a manutenção dos motores, isolamento térmico das estruturas, controle da umidade e fornecimento constante de água fresca, além de ajustes na densidade de lotação em períodos de calor extremo. “Esses sistemas precisam operar com segurança e sem falhas para garantir conforto térmico, reduzir o estresse dos animais e evitar perdas na produção”, reforça Menezes.

Segundo ele, a Hercules Energia em Movimento oferece soluções adequadas para esse tipo de demanda, com motores monofásicos, trifásicos e customizados, todos com alta eficiência energética, conformidade com as normas NEMA e IEC, e aprovação do Inmetro. Os equipamentos são projetados para atender ambientes de produção animal, que exigem desempenho constante mesmo em condições severas.

Motor Air Over ventilação – Divulgação Hercules

Alta nas temperaturas exige preparação antecipada

De acordo com previsões do INMET e da Climatempo, a primavera e o verão de 2025/2026 devem registrar temperaturas acima da média histórica em várias regiões do país, com destaque para o Centro-Oeste, Sudeste e partes do Sul. A previsão também aponta para chuvas mal distribuídas e períodos prolongados de tempo seco, elevando o risco de ondas de calor e agravando os desafios para a criação de aves.

Esse cenário reforça a necessidade de antecipar cuidados com a climatização das áreas de produção animal. “Ambientes bem ventilados ajudam a mitigar os efeitos do calor excessivo, preservando o desempenho zootécnico das aves e garantindo a continuidade da produção com segurança”, conclui Menezes.

Fonte: Ass. de Imprensa
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