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Agroceres PIC discute a experiência brasileira na implementação da gestação coletiva de matrizes suínas em evento da Embrapa Suínos e Aves no VII CBBiomet
Tema será apresentado pelo Supervisor de Serviços Técnicos da Agroceres PIC, Vinicius Espeschit de Morais, no seminário Sistema de alojamento de matrizes suínas em baias coletivas, organizado pela Embrapa Suínos e Aves, dentro do VII CBBiomet.
A gestação coletiva de matrizes suínas é hoje um tema central nas discussões sobre bem-estar animal na suinocultura. Desde que a União Europeia proibiu o uso de gaiolas, em 2013, a adesão ao modelo tem sido crescente entre os principais players mundiais de carne suína. Não se trata mais de uma tendência, mas sim de uma condição básica para qualquer país produtor que deseje atuar com protagonismo no mercado internacional. Afinal, essa é uma exigência inexorável do consumidor contemporâneo.
A transição do modelo tradicional para o sistema coletivo de gestação, no entanto, tem avançado de maneira desigual entre os principais países produtores de carne suína. Os desafios encontrados por cada um para implementação do alojamento em grupo na fase de gestação também têm sido diferentes.
Com o objetivo retratar e discutir essa realidade, a Embrapa Suínos e Aves reúne especialistas do mundo todo no seminário técnico “Sistema de alojamento de matrizes suínas em baias coletivas”. Programado para o dia 31 de julho, o evento faz parte da programação do VII Congresso Brasileiro de Biometeorologia, Ambiência, Comportamento e Bem-estar Animal (CBBiomet), que ocorre entre os dias 30 de julho e 02 de agosto, na Unesp, campus de Jaboticabal (SP). Coordenado pelo pesquisador Osmar Dalla Costa, o seminário debaterá a situação da Europa e de outros países na adoção da gestação coletiva e os principais desafios encontrados para adesão ao novo modelo.
Vinicius Espeschit de Morais, Supervisor de Serviços Técnicos da Agroceres PIC, será um dos debatedores do Painel “Experiências brasileiras sobre a implantação da gestação coletiva”. Em sua apresentação, o especialista vai relatar como as agroindústrias e granjas brasileiras têm se saído na transição para o novo modelo, ressaltando os principais acertos e dificuldades enfrentados pelos produtores para sua implementação. “Durante minha palestra vou abordar os diferentes modelos de gestação coletiva que se adequam às normas de bem-estar animal, enfatizando os impactos, vantagens e desafios de cada sistema”, explica Morais.
A palestra de Vinicius Espeschit de Morais será realizada na tarde do dia 31 de julho, às 16 horas.
Serviço
VII Congresso Brasileiro de Biometeorologia, Ambiência, Comportamento e Bem-estar Animal (CBBiomet)
Seminário Técnico: “Sistema de alojamento de matrizes suínas em baias coletivas”
Data: 31 de julho de 2017
Palestra: “Experiências brasileiras sobre a implantação da gestação coletiva”, por Vinicius Espeschit de Morais, médico veterinário e Supervisor de Serviços Técnicos da Agroceres PIC
Local: Auditório Secundário da Unesp – FCAV, Jaboticabal (SP)
Fonte: Ass. de Imprensa

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DanBred Brasil anuncia nova Geneticista
Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal

A DanBred Brasil anuncia Cassiane G. Santos, como a nova geneticista da empresa. Mestre em Zootecnia pela Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) e doutoranda em Zootecnia pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), Cassiane possui sólida trajetória acadêmica, experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, além de vivência internacional na Purdue University (EUA).
Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal que vai fortalecer ainda mais o time da DanBred Brasil e sua dedicação e excelência profissional com certeza contribuirá para o desenvolvimento da suinocultura brasileira como um todo.
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Mudanças climáticas interferem no desempenho dos suínos, exigindo novas soluções nutricionais, aponta pesquisador da UFMG
O assunto faz parte do livro Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus

O aumento das temperaturas médias e a intensificação das ondas de calor já estão entre os maiores desafios da suinocultura mundial. De acordo com o professor e pesquisador Bruno Silva, especialista em bioclimatologia animal e nutrição de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ambiente térmico é hoje o principal fator limitante da produção, impactando bem-estar, saúde e desempenho dos animais.
Sensíveis ao calor por possuírem glândulas sudoríparas pouco desenvolvidas, os suínos sofrem quando expostos a temperaturas acima da zona de conforto térmico, que varia entre 16°C e 21°C para matrizes e de 26°C a 34°C para leitões. Conforme a fase de vida, os animais rapidamente apresentam queda de desempenho e maior vulnerabilidade fisiológica. “O estresse térmico reduz o consumo de alimentos, compromete a integridade intestinal e altera o metabolismo, afetando produtividade e eficiência”, explica especialista da UFMG.
O problema tem escala global. Nos Estados Unidos, as perdas relacionadas ao estresse por calor alcançaram US$ 400 milhões em 2024. No Brasil, onde altas temperaturas são constantes, os prejuízos podem ter atingido de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões no mesmo período. “Além das mudanças climáticas, as fêmeas modernas se tornaram mais produtivas, geram mais calor metabólico e se tornaram mais sensíveis às variações térmicas”, destaca Silva.
Segundo o pesquisador, esse desafio exige ajustes nutricionais para reduzir o efeito termogênico da dieta, como diminuição da proteína bruta associada a aditivos e nutrientes específicos que ajudem a manter a homeostase metabólica e a integridade intestinal.
Bruno Silva é um dos colaboradores do livro técnico Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus, líder global em nutrição animal inteligente. “A Novus é uma empresa global com forte influência no desenvolvimento de tecnologias nutricionais para suínos. A elaboração desse livro representa um marco na atualização e difusão do conhecimento gerado pelos principais grupos de pesquisa do mundo dedicados a estudar as fêmeas suínas modernas. Sem dúvida, é um livro que deve estar na mesa de cabeceira de todo nutricionista de suínos. Contribuir para sua elaboração foi uma grande honra para mim e uma grande oportunidade para compartilhar um pouco dos trabalhos desenvolvidos na nossa universidade nessa área”, afirma o professor da UFMG.
Para baixar o livro gratuitamente no site da NOVUS, acesse clicando aqui.
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Eficiência produtiva e gestão estratégica ganham centralidade na suinocultura
Desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado.

A suinocultura brasileira enfrenta um cenário econômico complexo, marcado pela volatilidade dos preços dos grãos, aumento dos custos de produção e margens mais restritas.
Nesse contexto, a rentabilidade da atividade tem sido cada vez mais associada à capacidade de integrar decisões técnicas e financeiras de forma estruturada.
Ajustes pontuais, como mudanças em dietas ou negociações de curto prazo com fornecedores, tendem a ter efeito limitado quando não estão inseridos em uma estratégia mais ampla de gestão. A análise detalhada de custos, margens e retorno sobre o investimento passa a ser um elemento central para a sustentabilidade dos sistemas produtivos.
Para Giovani Frederico, consultor técnico comercial na Agroceres Multimix, o desafio atual exige uma abordagem mais profissional da atividade. “O suinocultor precisa integrar as áreas técnica e financeira da produção. A busca por eficiência produtiva não pode estar dissociada de uma análise consistente de custos, indicadores e resultados”, afirma.
Segundo ele, o desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado, da incorporação de tecnologias e do uso de dados como base para a tomada de decisão.
“A rentabilidade deixa de ser apenas consequência do desempenho técnico e passa a ser resultado direto de uma gestão estratégica”, completa.
Um artigo completo, que aprofunda essa análise sobre eficiência e rentabilidade na suinocultura, está disponível no agBlog, da Agroceres Multimix.
Acesse já clicando aqui.
