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Agroceres Multimix destaca nutrição para fase pré-inicial na 55ª Festa do Ovo de Bastos

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Uma estratégia nutricional especifica para a fase pré-inicial de aves poedeiras pode contribuir com melhor uniformidade dos lotes, redução de mortalidade inicial e melhor ganho de peso dos animais. E estes benefícios têm impacto no resto da vida produtiva da ave, defende o nutricionista de aves de postura da Agroceres Multimix, Diogo Gambaro. “Os primeiros 14 dias de vida da ave poedeira são fundamentais para a produtividade da ave quando adulta, já que é uma fase na qual ela desenvolve todo o trato digestório e inicia o desenvolvimento do sistema imunológico. Nossa experiência em campo comprova que a ração Avestart combinada com manejo adequado, ambiência e sanidade do plantel pode aumentar o desempenho de ganho de peso das aves em cerca de 15% só na primeira semana de vida”, avalia o especialista que vai debater o assunto no estande da Agroceres Multimix, na 55º Festa do Ovo de Bastos, que acontece de 18 a 20 de julho. 
Ele destaca a importância dos animais chegarem mais pesados na primeira semana de vida. “Aves que chegam mais pesadas na debicagem, que acontece nas primeira e décima semanas, se recuperam mais rapidamente do stress causado por este manejo. Além do mais, cada genética possui exigências nutricionais diferenciadas e é importante adequar para melhorar o desempenho. Formular uma dieta adequada envolve o uso de pesquisas de análises bromatológicas de matérias-primas, manejo adequado, além de ambiência e sanidade”. 

A ração na fase pré-inicial na avicultura de postura

A importância da forma física da ração nas duas primeiras semanas é ressaltada por Gambaro. “Nossos levantamentos comprovam os benefícios de rações micropeletizadas ou trituradas, que facilitam a apreensão de alimento pela ave, além de garantir que os animais estejam ingerindo todos os nutrientes nas quantidades adequadas, evitando assim a seleção do alimento, que acontece em rações fareladas”.  
A ração Avestart será um dos destaques da Agroceres Multimix na 55ª Festa do Ovo de Bastos, que acontece nesta semana. “Desenvolvida para permitir uma fácil apreensão do alimento pelos pintinhos, esta ração é produzida com exclusiva tecnologia de micropeletização desenvolvida e testada pela Agroceres Multimix. Pesquisas em campo e em condições experimentais comprovaram melhor conversão alimentar, maior ganho de peso e melhor desempenho total das aves alimentadas com Avestart”, declarou.
Ele ainda ressalta que a ração contem ingredientes de alta digestibilidade e qualidade, com perfil nutricional balanceado, de forma a atender as exigências nutricionais das aves poedeiras nos primeiros dias de vida, otimizando o crescimento na fase pré-inicial, refletindo positivamente nos resultados de desempenho. “A Avestart não usa ingrediente de origem animal, como a farinha de carne por exemplo, o que reduz os riscos de contaminação microbiológica, além de conter níveis adequados de aminoácidos e energia para esta fase”. 

Presença no campo

A Agroceres Multimix tem ampliado sua presença na avicultura de postura, especialmente na região de Bastos, no interior de São Paulo, com aumento de profissionais especializados em nutrição de aves poedeiras, além de pesquisadores e equipe de assistência técnica ao produtor. O resultado é o crescimento de quase 100% nos últimos dois anos, comemora o médico veterinário e gerente de Marketing da Agroceres Multimix, Victor Walzberg. “Quase dobramos de tamanho desde 2012 não apenas em vendas, como também no número de clientes. E os resultados obtidos em campo são encorajadores para seguirmos na mesma linha de trabalho”. 
Serviço: 
Estande da Agroceres Multimix – 55º Festa do Ovo de Bastos
Data: 18 a 20 de julho 
Local: Recinto de Exposições Kisuke Watanabe, Bastos, SP. 

Fonte: Ass. Imprensa da Agroceres Multimix

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Novo marco do trabalho rural propõe mudanças nas regras do campo

Projeto atualiza legislação, unifica normas e traz novas formas de contratação no setor.

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Foto: Jonathan Campos/AEN

A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado aprovou, na quarta-feira (25), o relatório do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) ao Projeto de Lei 4.812/2025, de autoria da senadora Margareth Buzetti (PP-MT), que estabelece um novo marco legal para o trabalho rural no país.

Ambos os parlamentares integram a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que tem atuado em pautas relacionadas à modernização do setor.

A proposta, entre outros pontos, revoga a legislação vigente desde 1973 e consolida, em um único texto, normas hoje dispersas sobre as relações de trabalho no campo. O projeto tem 221 artigos e trata de temas como contratos, jornada, saúde e segurança, negociação coletiva e fiscalização.

Autora da proposta, Buzetti afirma que o objetivo é atualizar a legislação. “A ideia é adequar as regras à realidade atual do campo, que hoje envolve tecnologia, novos modelos de produção e outras formas de contratação”, disse.

O texto também cria a Política Nacional de Qualificação, Tecnologia, Inovação e Sustentabilidade no Trabalho Rural, com previsão de ações de capacitação e incentivo à adoção de tecnologias no setor.

Zequinha Marinho: “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”

Relator da matéria, Zequinha Marinho destacou que o seu parecer aperfeiçoa a proposta para garantir sua aplicação prática no campo. “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”, afirmou.

Entre as mudanças, o parecer retira ou modifica dispositivos considerados de difícil execução no campo, como regras sobre teletrabalho e exigências administrativas em ambientes com limitações logísticas. Zequinha também questiona a previsão de indenização ao fim de contratos de safra, por considerá-la incompatível com a natureza temporária desse tipo de vínculo.

O projeto prevê ainda a criação de instrumentos como um programa de gerenciamento de riscos no trabalho rural e comissões internas de prevenção de acidentes e assédio, além de regulamentar modalidades de contratação, como trabalho intermitente, temporário e por safra.

A proposta segue agora para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) da Casa, onde terá decisão terminativa. Se aprovada, poderá ser encaminhada diretamente à Câmara dos Deputados.

Fonte: Assessoria FPA
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Meio-Oeste catarinense registra produtividade média de 204 sacas de milho por hectare

Levantamento preliminar aponta município de Irani como destaque da região, com 234 sacas por hectare, enquanto Epagri reforça acompanhamento técnico em 63 lavouras para orientar manejo e políticas públicas.

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Fotos: Epagri

O Meio-Oeste catarinense caminha para uma safra de milho com produtividade elevada. Levantamento preliminar do Giro da Safra 2025/26 aponta rendimento médio de 204,1 sacas por hectare, com destaque para o município de Irani, que registrou a maior produtividade da região, com 234 sacas por hectare. Até o momento, foram avaliadas 63 lavouras, de um total previsto de 82 propriedades rurais na região.

Os números foram apresentados na última etapa da 3ª edição do Giro da Safra, realizada em Campos Novos na última quarta-feira (25). Durante o evento, foram apresentados os resultados parciais das coletas realizadas na região. Na sequência, o público acompanhou a palestra do pesquisador Joanei Cechin, da Estação Experimental da Epagri de Campos Novos, que falou sobre a cultura do milho e o manejo de plantas resistentes.

A iniciativa é conduzida pela Epagri/Cepa, em parceria com o Sicoob, e tem como objetivo reunir informações técnicas de campo sobre a condução das lavouras e a produtividade. Esses dados servem de base para a tomada de decisão dos produtores e para o planejamento de ações estratégicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio em Santa Catarina.

Além de Irani, outros municípios apresentaram desempenho acima da média regional. Joaçaba alcançou 220 sc/ha, Concórdia ficou com 218 sc/ha, Campos Novos atingiu 215 sc/ha, Luzerna somou 214 sc/ha e Ibicaré registrou 213 sc/ha. Entre os demais municípios avaliados, as produtividades médias foram de 203 sc/ha em Jaborá, 201 sc/ha em Fraiburgo, 199 sc/ha em Tangará, 196 sc/ha em Ouro, 190 sc/ha em Abdon Batista, 187 sc/ha em Lacerdópolis, 182 sc/ha em Caçador, e 177 sc/ha em Seara e Erval Velho.

A Epagri mantém atuação próxima ao produtor rural e reforça o papel do conhecimento técnico no fortalecimento da agricultura do Meio-Oeste catarinense. “Esses dados refletem o acompanhamento técnico em campo, com avaliação direta das lavouras, o que garante uma leitura mais realista da safra. O Giro da Safra cumpre papel estratégico ao transformar informação técnica em decisão, auxiliando o produtor no ajuste de manejo, orientando o crédito rural e subsidiando políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio regional”, enfatiza o presidente da Epagri, Dirceu Leite.

Acompanhamento técnico do milho

Foto: Epagri

O Giro da Safra é uma das principais ferramentas de acompanhamento técnico da produção de milho em Santa Catarina. A primeira etapa ocorreu em fevereiro, em São Miguel do Oeste, e já indicou que a produtividade média regional deve superar 200 sacas por hectare, com resultados expressivos também em municípios do Extremo-Oeste.

Durante as visitas, as equipes técnicas da Epagri avaliaram as lavouras in loco e encaminharam as amostras para a Estação Experimental de Campos Novos, onde ocorreu o processamento e análises detalhadas. O levantamento incluiu indicadores como umidade e quantidade de grãos, além de informações sobre condução das lavouras, manejo do solo, compactação, plantabilidade e cultivares utilizadas.

Ao longo da 3ª edição do Giro da Safra, as equipes percorreram 169 propriedades rurais em 26 municípios do Extremo-Oeste e Meio-Oeste catarinense. Foram coletados dados precisos diretamente no campo, em mais de 160 propriedades em 26 municípios, avaliando produtividade, condução das lavouras e fatores que impactam o rendimento. Essas informações permitem ter um retrato confiável da safra, orientar produtores, apoiar decisões de mercado e subsidiar políticas públicas.

Fonte: Assessoria Epagri
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Frimesa apresenta rebranding e evolução da marca em coletiva de imprensa em Medianeira

Iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

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Foto: Divulgação/Frimesa

A Frimesa realiza nesta sexta-feira (27) uma coletiva de imprensa para apresentar seu projeto de rebranding e a evolução da marca institucional. O encontro ocorre às 15h45, na sede da cooperativa, em Medianeira.

A apresentação será conduzida pela diretoria da cooperativa, que detalhará as mudanças na identidade visual e os direcionamentos estratégicos associados ao reposicionamento da marca. A iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

Após a exposição técnica, o presidente executivo Elias José Zydek atenderá os veículos de imprensa para entrevistas individuais.

Fonte: O Presente Rural
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