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Agroceres Multimix destaca micotoxinas na postura comercial durante XII Congresso APA

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A qualidade de matérias-primas para ração de aves poedeiras e o risco de contaminação por micotoxinas é hoje um dos mais importantes desafios do produtor de ovos, explica o médico veterinário e Gerente de Marketing da Agroceres Multimix, Victor Walzberg. O especialista explica que a seca nas regiões sul e sudeste levaram a uma quebra de safra de milho nestas regiões, levando a procura por milho do Mato Grosso, que por sua vez, foi colhido em época de muita chuva. “Isso significa que estes grãos foram colhidos com excesso de umidade, favorecendo a ocorrência de micotoxinas”, pontua.
Debater as mais recentes tecnologias em nutrição animal para aves poedeiras, além dos desafios e oportunidades da avicultura de postura são os principais objetivos da participação da Agroceres Multimix no XII Congresso APA de Produção e Comercialização de Ovos, que vai acontecer até quinta-feira, dia 27 de março, no Centro de Convenções de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo.
A empresa, que está patrocinando o evento, vai participar com sua equipe técnica e de campo com o objetivo de conversar com produtores e discutir o futuro da atividade, além de aproveitar o congresso para uma atualização técnica dos profissionais, disse. “Este evento tem o perfil que gostamos de apoiar, pois é um evento técnico focado na divulgação de tecnologias de fácil aplicação prática, é muito voltado ao dia a dia no campo”, disse. 

Micotoxinas na avicultura de postura

Queda de produtividade das aves em função de ocorrências de aftas nas regiões da boca e moela é uma das principais consequências de contaminação por micotoxinas destacadas pelo veterinário. “As aves param de se alimentar resultando em uma queda de produção, levando até a morte dos animais em casos extremos”. 
Diante deste quadro, o especialista recomenda o uso de análises bromatológicas de matéria-prima, especialmente falando do milho, para avaliar o nível de umidade do grão. “A análise de laboratório é um procedimento rápido e fácil de fazer. Um nível seguro é de grãos com umidade abaixo de 12%. Acima disso, é recomendado que o produtor avalie a presença de micotoxinas ou inicie o uso de adsorventes”.
Ele defende o uso de matéria-prima disponível, mesmo considerando os problemas decorrentes da alta umidade. Para viabilizar esta estratégia, existem os adsorventes de micotoxinas. “Com esta tecnologia, os problemas com micotoxinas são gerenciáveis. Outra vantagem do adsorvente é que ele contribui com fortalecimento do sistema imunológico das aves, o que é muito importante já que a ocorrência de micotoxinas reduz a imunidade das aves, deixando-as propensas a uma série de outras enfermidades”. 

Adsorventes de micotoxinas

A Agroceres Multimix disponibiliza no país uma linha de adsorventes que combate as três principais classes de micotoxinas, a aflatoxina, a fumonisina e a zearalenona. “A linha AgFix zea3é extremamente pura, além de ter a granulometria mais fina do mercado, o que significa uma eficiência muito maior em função de atingir maior área de superfície de contato. Outro benefício deste produto é o mais amplo espectro, neutralizando todas as micotoxinas importantes”, explicou Walzberg. 
A linha de adsroventes de micotoxinas AgFix é um dos destaques da Agroceres Multimix durante o XII Congresso APA de Produção e Comercialização de Ovos, que vai acontecer até quinta-feira, dia 27 de março, no Centro de Convenções de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo.

Fonte: Ass. Imprensa da Agroceres Multimix

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Notícias Saúde Animal

Mastite “invisível” traz riscos e prejuízos para rebanhos leiteiros

Quando diagnosticada a mastite clínica, o rebanho tem uma proporção bem maior de animais com a mastite “invisível”

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Luiz Francisco Zafalon

A mastite é uma inflamação na glândula mamária do animal, prejudicando a qualidade e a quantidade de leite produzido. Em geral, o produtor rural reconhece visualmente a doença em sua forma clínica ao observar inchaço e vermelhidão nas glândulas mamárias de vacas leiteiras e/ou alterações na coloração do leite. No entanto, há um tipo de mastite que não pode ser diagnosticada de forma visual: é a subclínica, em que o animal não apresenta alterações no leite nem na glândula mamária.

De acordo com o pesquisador Luiz Francisco Zafalon, da Embrapa Pecuária Sudeste (São Carlos-SP), quando diagnosticada a mastite clínica, o rebanho tem uma proporção bem maior de animais com a mastite “invisível”.

O diagnóstico, segundo ele, pode ser feito com vários tipos de testes disponíveis aos produtores. Um deles, conhecido como CMT (California Mastitis Test), utiliza um reagente que, em contato com o leite de uma glândula mamária com mastite subclínica, produz uma mistura viscosa a partir do leite recém-ordenhado, devido ao aumento de células somáticas do leite.

Outro exame possível é o de condutividade elétrica, que aponta aumento de cloretos e de sódio no leite. De acordo com Zafalon, esses testes podem apresentar resultados alterados se forem feitos na fase final de lactação ou se as amostras incluírem o colostro (alimento fornecido naturalmente pelos mamíferos aos seus filhotes nos primeiros dias da amamentação).

Homeopatia

A Embrapa Pecuária Sudeste aplica uma metodologia para a investigação de bactérias do gênero Staphylococcus (um dos patógenos mais comuns do ser humano) produtoras de biofilmes isolados no leite de vacas. Biofilmes podem ser entendidos como uma capa protetora que impede o acesso de substâncias que poderiam eliminar essas bactérias. Seria uma espécie de autoproteção.

Um exemplo: em utensílios domésticos que entram em contato com alimentos e que vão ficando desgastados com o passar do tempo, bactérias podem se alojar em ranhuras e biofilmes podem ser formados, protegendo esses micro-organismos. No caso do leite, a higienização e o manejo adequados antes, durante e após a ordenha são fundamentais para que bactérias produtoras desses biofilmes não permaneçam no interior das glândulas mamárias, causando mastites que podem se tornar crônicas no rebanho e dificultando o tratamento.

A metodologia foi utilizada durante um projeto de pesquisa relacionado com o tratamento da mastite com homeopatia. Os princípios ativos recomendados por veterinários homeopatas foram administrados na alimentação animal e a presença dos micro-organismos foi notada nos animais tratados e não tratados, que serviram como um grupo “controle”, que não recebeu tratamento.

A pesquisa não testou outras formas de administração da homeopatia, como sprays no nariz ou na vulva nas vacas. “O fato de esse tratamento homeopático não ter evitado a permanência de bactérias patogênicas no interior da glândula mamária é um indicador de que devemos ir atrás de outras formas de controlar a doença”, afirmou o pesquisador.

A mastite subclínica pode evoluir para quadros clínicos da doença, quando o ideal é fazer o diagnóstico microbiológico para conhecer os micro-organismos que estão causando a mastite, e orientar sobre os medicamentos a serem utilizados. “Mas em geral esse retorno dos laboratórios não é rápido e o produtor tem pressa”, disse Zafalon. Outro problema é que os princípios ativos antimicrobianos podem atuar bem sobre as bactérias dentro do laboratório, mas no campo nem todos vão funcionar, já que uma série de fatores pode interferir no sucesso do tratamento.

Por isso, a melhor forma de controlar a doença é evitar uma grande quantidade de casos subclínicos no rebanho, que, segundo Zafalon, são impossíveis de serem erradicados. Deve-se evitar ao máximo a transmissão dos micro-organismos durante a ordenha. Lembrando que a mastite subclínica é responsável por aproximadamente 70% das perdas relacionadas a essa doença e que a vaca infectada pode deixar de produzir até três litros de leite por dia.

Fonte: Embrapa Pecuária Sudeste
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Notícias Mercado

Exportação de carne de frango cai 5,7% em julho, segundo ABPA

Exportações totalizaram 364,6 mil toneladas em julho, volume menor em relação ao saldo registrado no mesmo mês de 2019

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Arquivo/OP Rural

As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 364,6 mil toneladas em julho, volume 5,7% menor em relação ao saldo registrado no mesmo mês de 2019, com 386,9 mil toneladas. Os dados são da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). No mesmo período, a receita cambial das exportações alcançou US$ 498,2 milhões, número 25% menor em relação ao registrado em julho de 2019, com US$ 664,1 milhões.

“O volume exportado em julho deste ano foi acima da média efetivada em 2019, de 351 mil toneladas mensais. O comportamento mensal das exportações deste ano indica que a alta acumulada deverá se manter, com fechamento positivo para 2020”, analisa Ricardo Santin, diretor-executivo da ABPA.

Já no acumulado do ano (janeiro-julho), o setor mantém alta positiva de 0,5%, com 2,471 milhões de toneladas exportadas em 2020, contra 2,458 milhões de toneladas em 2019. O resultado em receita chegou a US$ 3,642 bilhões, número 11,4% menor em relação ao mesmo período comparativo do ano passado, com US$ 4,112 bilhões.

Assim como no setor de suínos, os embarques para a Ásia dão impulso dos negócios do setor. Ao todo, foram exportadas 988,3 mil toneladas para a região entre janeiro e julho, número 12,7% superior ao realizado no mesmo período de 2019, com 876,8 mil toneladas. Deste total, a China foi destino de 406,8 mil toneladas (+29%). Cingapura, com 79,8 mil toneladas (+45%), Filipinas, com 50,3 mil toneladas (+64%) e Vietnã, com 25,5 mil toneladas (+88%) foram os destaques.

Fonte: Assessoria ABPA
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Notícias Segundo ABPA

Exportações de carne suína alcançam 100 mil toneladas em julho

Embarques cresceram 47,9% em relação ao mesmo período de 2019

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Arquivo/OP Rural

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 100,4 mil toneladas em julho, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O saldo supera em 47,9% as vendas realizadas no mesmo período de 2019, com 67,9 mil toneladas.

Em receita, o saldo total de julho chegou a US$ 203,1 milhões, número 37,3% superior ao registrado em julho do ano passado, com US$ 147,9 milhões.

No acumulado do ano, as vendas do setor cresceram 38,78%, com 579,9 mil toneladas exportadas entre janeiro e julho deste ano, contra 417,8 mil toneladas exportadas no mesmo período de 2019. Em receita cambial, a alta chega a 49,9%, com US$ 1,279 bilhão, contra US$ 853,5 milhões nos sete primeiros meses do ano passado.

As vendas para os países asiáticos seguem impulsionando os embarques do setor. A alta das vendas para a região chega a 82,9% na comparação entre janeiro e julho deste ano e o mesmo período de 2019, com 456 mil toneladas exportadas neste ano (equivalente a 78,6% do total exportado pelo setor).

Apenas para a China foram 282,1 mil toneladas, número 143% superior ao efetivado no mesmo período de 2019. Hong Kong, com 107,7 mil toneladas (+17%), Cingapura, com 32,9 mil toneladas (+49%) e Vietnã, com 16,9 mil toneladas (+90%) também se destacam entre os principais importadores.

“Este é um comportamento consistente no mercado asiático, que deve perdurar ao longo dos próximos meses. As lacunas deixadas pela Peste Suína Africana nos países asiáticos ainda impactam a demanda local por produtos importados, e o Brasil está consolidado como um fornecedor confiável para a região”, analisa Francisco Turra, presidente da ABPA.

Fonte: Assessoria ABPA
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