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Agro de Rondônia atinge R$ 30 bilhões em 2025 com liderança da pecuária

Com crescimento acima da média nacional, o estado consolida a pecuária como principal motor do VBP.

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Fotos: Shutterstock

O agronegócio de Rondônia encerra o ciclo de 2025 com um crescimento expressivo em seu Valor Bruto da Produção (VBP). Segundo dados divulgados em 21 de novembro pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o estado atingiu o montante de R$ 30.832,09 milhões, uma alta nominal de 20,2% em relação aos R$ 25.647,00 milhões registrados em 2024.

O desempenho rondoniense ganha destaque ao ser comparado com a dinâmica nacional. Enquanto o VBP do Brasil cresceu cerca de 14,5% no período (passando de R$ 1,23 trilhão para R$ 1,41 trilhão), Rondônia acelerou acima do índice federal, demonstrando um fôlego produtivo que descola da média do país, apesar de sua participação ainda representar 2,18% do bolo total brasileiro.

A estrutura produtiva do estado mantém uma forte inclinação para a pecuária, que responde por 57% (R$ 17.631 milhões) do VBP estadual, enquanto as lavouras detêm os 43% (R$ 13.201 milhões) restantes.

No ranking de produtos, cinco atividades concentram a maior parte da receita:

  1. Bovinos: Liderança absoluta com R$ 15.904,0 milhões.

  2. Soja: Principal commodity agrícola, atingindo R$ 4.761,0 milhões.

  3. Café: Setor tradicional com faturamento de R$ 4.269,8 milhões.

  4. Milho: Importante componente da raça animal, somando R$ 2.707,7 milhões.

  5. Leite: Fechando o “top 5” com R$ 1.211,0 milhões.

Crescimento Estrutural

O gráfico histórico revela que o avanço de 2025 não é um evento isolado. Desde 2018, quando o VBP era de R$ 15.720 milhões, o estado iniciou uma trajetória ascendente consistente. Em sete anos, Rondônia praticamente dobrou seu valor de produção (+96%).

Este movimento sugere um crescimento estrutural, possivelmente ancorado na expansão da área plantada de grãos e na melhoria da produtividade do rebanho bovino, saindo do patamar de R$ 20-21 bilhões entre 2021/2022 para romper a barreira dos R$ 30 bilhões em 2025.

Apesar do salto de 20% no último ano, Rondônia ocupa a 12ª posição no ranking nacional (conforme a tabela de Estados). O principal desafio técnico reside na concentração produtiva.

A dependência da pecuária de corte e da soja torna o VBP estadual altamente sensível às oscilações de preços internacionais (commodities) e a crises sanitárias. A baixa participação de produtos como Suínos e Cana-de-açúcar aponta para um agro que, embora robusto em suas áreas de domínio, ainda carece de maior diversificação industrial e de valor agregado em cadeias menores. A manutenção do crescimento dependerá da capacidade do estado em manter os ganhos de produtividade em grãos e assegurar o status sanitário de seu rebanho bovino, o pilar de sua economia rural.

A edição de 2025 figura não apenas como um retrato do maior VBP da história, mas como um guia essencial para compreender os caminhos e desafios do agronegócio brasileiro no curto e médio prazo. Confira a versão digital clicando aqui.

Fonte: O Presente Rural

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SIAVS 2026 lança aplicativo oficial para facilitar a experiência dos participantes

Ferramenta reúne programação, mapa interativo, expositores e atualizações em tempo real para otimizar a visita ao maior evento das cadeias produtivas no Brasil.

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Foto: Alf Ribeiro

Faltando poucas semanas para o início do Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS) 2026, os participantes já podem contar com uma ferramenta que tornará a experiência no evento ainda mais prática e eficiente. O aplicativo oficial do SIAVS está disponível para auxiliar visitantes, congressistas e expositores no planejamento da programação e na navegação pelos pavilhões da feira.

Presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin: “O mapa interativo facilitará a circulação dos visitantes pelo SIAVS” – Foto: Mario castello

Marcado para ocorrer de 04 a 06 de agosto, no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP), o SIAVS é reconhecido como o maior evento das cadeias produtivas de proteína animal no Brasil e reunirá empresas, especialistas e lideranças de diversos países em um ambiente voltado à inovação, à geração de conhecimento e ao desenvolvimento de negócios.

Nesta edição, o SIAVS ocupará uma área de 45 mil metros quadrados de exposição, 65% maior que a da edição anterior, e tem expectativa de receber mais de 31 mil visitantes de mais de 60 países.

Além de uma programação técnica abrangente, a feira apresentará soluções que contemplam toda a cadeia produtiva, desde genética, nutrição, sanidade e bem-estar animal até automação, equipamentos, tecnologia, logística, processamento e industrialização.

Para que os participantes aproveitem todas essas oportunidades, o aplicativo oferece uma série de funcionalidades. Entre os recursos disponíveis estão programação completa do congresso, agenda personalizada, busca por expositores, localização dos estandes, atualizações em tempo real, navegação inteligente pelo evento e mapa interativo da feira.

“O mapa interativo facilitará a circulação dos visitantes pelo SIAVS. Com funcionamento semelhante ao de aplicativos de navegação, a ferramenta identifica a localização do usuário e traça o percurso até o estande, auditório ou qualquer outro ponto de interesse”, destaca o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin.

De acordo com o executivo, o objetivo é proporcionar aos participantes a melhor experiência possível durante o evento. “Essa ferramenta é mais um passo nessa direção, reunindo, em um único ambiente, todas as informações necessárias para que a visita seja mais organizada, dinâmica e prática”, realça.

O aplicativo já está disponível e pode ser baixado gratuitamente na Google Play, para dispositivos Android, e na App Store, para o sistema iOS. Com a ferramenta, os participantes podem começar a planejar a agenda e acompanhar as atualizações do encontro.

Clique aqui para baixar pela Google Play.

Clique aqui para baixar pela app Store.

Fonte: Assessoria SIAVS
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Embrapa divulga recomendações para reduzir impactos do El Niño no Sul

Documento reúne orientações sobre drenagem, manejo, conservação do solo e monitoramento climático para produtores do Sul.

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Foto: Divulgação/Freepik

Sete unidades da Embrapa divulgaram uma nota técnica com recomendações para ajudar produtores rurais da Região Sul a reduzir os impactos do fenômeno climático El Niño, cuja permanência é estimada entre 97% e 99% até o início de 2027.

O documento foi elaborado pelas unidades da Embrapa Clima Temperado (RS), Florestas (PR), Pecuária Sul (RS), Soja (PR), Suínos e Aves (SC), Trigo (RS) e Uva e Vinho (RS), que integram a Plataforma Colaborativa para Mitigação de Efeitos Climáticos Adversos na Agropecuária da Região Sul do Brasil.

Foto: Roberto Dziura Jr/AEN-PR

Segundo a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA), há ainda 63% de probabilidade de o El Niño atingir intensidade muito forte entre novembro de 2026 e janeiro de 2027. Para a Região Sul, a previsão é de aumento das chuvas, maior nebulosidade e temperaturas acima da média durante o inverno.

A nota técnica reúne orientações para que produtores planejem as atividades com antecedência, reduzam riscos e minimizem prejuízos provocados pelo excesso de chuvas, pela maior incidência de doenças nas lavouras e por outros impactos do fenômeno.

Entre as recomendações gerais estão o respeito ao Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), o acompanhamento das previsões meteorológicas oficiais, o planejamento dos investimentos e a contratação de seguro rural.

O material também apresenta orientações específicas para diferentes cadeias produtivas. Para trigo, cevada e aveia, as recomendações incluem prevenção de doenças, manejo da adubação e planejamento da colheita. Já para soja, milho e arroz irrigado, as medidas envolvem melhoria da drenagem das áreas, conservação do solo, controle da erosão e intensificação do monitoramento fitossanitário.

Foto: Divulgação

Na fruticultura, as recomendações contemplam culturas como videira, macieira, pessegueiro, oliveira e nogueira-pecã, com orientações voltadas à drenagem dos pomares, manejo fitossanitário, conservação do solo e planejamento das operações agrícolas. A publicação também reúne recomendações para silvicultura, horticultura, pastagens e plantas de cobertura.

Além das medidas para as propriedades rurais, a Embrapa defende ações de planejamento em escala de microbacias hidrográficas, conservação do solo e adoção de sistemas produtivos mais resilientes, como os Sistemas Agroflorestais (SAFs) e a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF).

A nota técnica também destaca a importância da transferência de tecnologia, com ações de capacitação de profissionais da assistência técnica e produção de conteúdos digitais e materiais informativos para ampliar o acesso dos produtores às recomendações. Segundo os pesquisadores da Embrapa, o planejamento antecipado e a adoção de boas práticas agrícolas podem reduzir os impactos do El Niño sobre os sistemas produtivos da Região Sul.

Fonte: Assessoria Embrapa Clima Temperado
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O cooperativismo como motor do desenvolvimento regional

Se hoje o Oeste Catarinense é reconhecido como uma das regiões mais fortes do agronegócio brasileiro, muito desse protagonismo foi construído pelo trabalho coletivo das cooperativas e de milhares de famílias que acreditam na força da cooperação

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Romeo Bet - Presidente Cooperalfa - Foto: Assessoria

Ao longo da história, o cooperativismo tem demonstrado que seu maior patrimônio são as pessoas. Mais do que um modelo de negócios, ele representa uma forma de construir desenvolvimento coletivo, gerar oportunidades e fortalecer quem produz alimentos. Na Cooperalfa, esse propósito orienta cada decisão e cada investimento realizado.

Nossa missão é gerar valor ao agronegócio em benefício do quadro social, criando condições para que os cooperados encontrem na cooperativa segurança, competitividade e perspectivas de crescimento. Afinal, o diferencial do cooperativismo está justamente em seu modelo de participação: o produtor não é apenas fornecedor ou cliente. Ele é dono da cooperativa e participa dos resultados que ajudou a construir.

Essa relação de pertencimento fortalece toda a cadeia produtiva. Cabe à cooperativa oferecer suporte técnico, informação, inovação e acesso às melhores tecnologias para que o produtor acompanhe a evolução do setor, aumente sua produtividade e entregue matérias-primas com elevado padrão de qualidade. Esse trabalho permanente reflete diretamente na competitividade do agronegócio catarinense e na confiança conquistada junto aos mercados consumidores.

O cooperativismo agropecuário também exerce uma função social indispensável. Ao garantir assistência técnica, comercialização, remuneração justa e participação nos resultados, oferece ao produtor condições para permanecer no campo com dignidade, rentabilidade e perspectivas para as próximas gerações. Quando o agricultor prospera, toda a comunidade cresce junto.

Os impactos positivos ultrapassam os limites das propriedades rurais. O fortalecimento da produção movimenta o comércio, impulsiona a indústria, gera empregos, amplia a arrecadação dos municípios e promove qualidade de vida para milhares de famílias. Um agro forte significa uma economia regional forte.

No Oeste Catarinense, essa realidade se fortalece por meio da integração entre as cooperativas. A parceria com a Aurora Coop é um exemplo bem-sucedido desse modelo, permitindo agregar valor à produção de grãos, leite e proteínas animais por meio da industrialização e da comercialização. O resultado é uma cadeia organizada, eficiente e preparada para atender às exigências dos mercados mais competitivos do Brasil e do exterior.

Não por acaso, Santa Catarina consolidou-se como uma das maiores referências nacionais em produção e exportação de alimentos. Esse desempenho é fruto da confiança construída entre cooperados e cooperativas, da assistência técnica permanente, do compromisso com a qualidade e da capacidade de inovação desenvolvida ao longo de décadas.

Mas a força do cooperativismo não está apenas nos números. Ela está na união entre produtores, colaboradores, dirigentes e equipes técnicas que trabalham diariamente com um objetivo comum: fortalecer o campo e gerar prosperidade para toda a sociedade.

As cooperativas também cumprem um papel fundamental na formação das pessoas. Investem continuamente em programas sociais, educacionais e de capacitação, levando conhecimento, estimulando a sucessão familiar e preparando os produtores para acompanhar as transformações tecnológicas que moldam o futuro da agricultura.

É essa combinação entre desenvolvimento econômico, responsabilidade social e visão de longo prazo que faz do cooperativismo um dos principais pilares do agronegócio catarinense. Mais do que produzir alimentos, produzimos oportunidades, renda, inovação e desenvolvimento regional.

Se hoje o Oeste Catarinense é reconhecido como uma das regiões mais fortes do agronegócio brasileiro, muito desse protagonismo foi construído pelo trabalho coletivo das cooperativas e de milhares de famílias que acreditam na força da cooperação.

Na Cooperalfa, continuaremos trabalhando para fortalecer esse modelo, porque temos convicção de que, quando crescemos juntos, os benefícios alcançam não apenas os cooperados, mas toda a sociedade.

 

Romeo Bet – Presidente Cooperalfa

Fonte: Romeo Bet - Presidente Cooperalfa - Via Assessoria
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