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Agrishow 2023 vai mostrar a força e a inovação do agronegócio brasileiro

Evento reúne produtores rurais, profissionais do campo, indústrias, empresas, fornecedores de serviços e tecnologias, institutos de pesquisas, órgãos governamentais, academia e startups e reforçará que o país está preparado para atender as demandas por alimentos, fibras e energia sustentável

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Foto: Arquivo/OP Rural

A Agrishow 2023 – 28ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação, que acontece entre os dias 1º e 05 de maio, em Ribeirão Preto (SP), em novo horário, das 09 às 18 horas, ressaltará a pujança do agronegócio brasileiro para atender as demandas por alimentos, fibras e energia sustentável no mercado interno e externo.

Conforme o presidente da Agrishow 2023, Francisco Matturro, a feira é dedicada a todos os tamanhos de propriedades e prioriza esse relacionamento entre os produtores e as empresas. “O produtor, por ser usuário, traz informações importantes para que as indústrias possam aprimorar seus produtos e máquinas e desenvolver novas tecnologias, a fim de atender as suas demandas. Por isso, na Agrishow temos os principais lançamentos para as pequenas, médias e grandes propriedades, estimulando a realização de negócios”.

João Carlos Marchesan, 1º vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), avaliou que o crescimento da safra e o aumento da área plantada vão demandar um número maior de máquinas no campo. “Os produtores estão em busca do que há de mais moderno em tecnologia agrícola para ampliar sua produtividade e aprimorar sua eficiência e eles estão decidindo os investimentos neste momento. Por isso, a realização da Agrishow acontece no período ideal, oferecendo justamente o que eles procuram”, disse.

O evento reunirá produtores rurais, profissionais do campo, indústrias, empresas, fornecedores de serviços e tecnologias, institutos de pesquisas, órgãos governamentais, academia e startups. São esperados mais de 190 mil visitantes que poderão passar pelos espaços das mais de 800 marcas nacionais e internacionais presentes, a fim de conhecerem os lançamentos em produtos, máquinas, equipamentos e implementos agrícolas, agricultura de precisão, irrigação, armazenagem, pecuária, sementes, corretivos, fertilizantes, defensivos agrícolas, insumos diversos, sacarias, embalagens, tecnologia em software e hardware, agricultura familiar, financiamento, seguro, peças, autopeças, ferramentas, pneus, válvulas, bombas, motores, linha amarela, veículos comerciais e soluções completas para propriedades rurais.

As novidades a serem apresentadas na Agrishow 2023 contribuirão para o aumento de produtividade e eficiência nas lavouras e pastagens brasileiras, além de auxiliar na questão climática, diminuindo as emissões de gases poluentes e o impacto ambiental da atividade. Isso significa que a feira tem um papel efetivo para ampliar a competitividade do setor, por meio do estímulo ao desenvolvimento de novas tecnologias e da disseminação dessas inovações dentro e fora do território brasileiro.

Esse aspecto é fundamental, pois, de acordo com o relatório Perspectivas Agrícolas 2021-2030 da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), 87% do crescimento da produção agrícola mundial até 2030 será proveniente do ganho de produtividade.

Considerado o principal evento do setor na América Latina, a Agrishow 2023 deve ser a maior de todas as edições, uma vez que a expectativa é que o volume de negócios seja maior do que a edição anterior – R$ 11,243 bilhões em vendas de máquinas agrícolas, de irrigação e de armazenagem.

O evento contará ainda com atrações como o “Agrishow Pra Elas”, que terá atividades de conteúdo e relacionamento dedicado às mulheres do agro, e o “Agrishow Labs”, com uma arena para as startups apresentarem diversas soluções tecnológicas e inovadoras, além da segunda edição do Prêmio Agrishow de Startups.

Ainda, a infraestrutura do Parque de Exposições foi aprimorada, incluindo novas áreas de estacionamento, separando visitantes, expositores e prestadores de serviços em bolsões distintos, e investimentos na estruturação de um projeto de mobilidade interna no sistema de circuito, para dar mais fluidez e agilidade, tanto na entrada, quanto na saída do evento, visando facilitar o escoamento do trânsito da rodovia Antônio Duarte Nogueira. Também foram implementados novos sistemas de pagamento, inclusive através de tecnologias como SemParar e TAGGY, para tornar ainda mais ágil essa operação. Falando ainda de mobilidade, a feira destaca e incentiva a vinda de caravanas, já que há uma nova estrutura, com muito mais conforto e um ponto de parada e de acesso ao evento dedicado a elas neste ano.

Para conhecer de perto os expositores e as atrações da feira, acesse o site oficial e adquira o ingresso antecipado e com desconto. Uma novidade desta edição é a possiblidade de adquirir também de forma antecipada e com desconto o ticket de estacionamento por meio deste link.

A Agrishow 2023 é uma iniciativa das principais entidades do agronegócio no país: Associação Brasileira do Agronegócio (Abag ), Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda), Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) e Sociedade Rural Brasileira (SRB),  e é organizado pela Informa Markets, integrante do Grupo Informa, um dos maiores promotores de feiras, conferências e treinamento do mundo com capital aberto.

Fonte: Assessoria Agrishow

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Brasil avança na regulamentação do mercado de carbono: entenda o impacto e as oportunidades

Mercado de carbono é uma ferramenta estratégica para reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE) e combater as mudanças climáticas.

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Foto: Gisele Rosso

O Brasil está cada vez mais próximo de regulamentar o mercado de carbono, uma medida que promete revolucionar o cenário socioeconômico e ambiental do país. Com a discussão do Projeto de Lei n.º 2.148/2015 no Senado Federal, a atenção se volta para as implicações e oportunidades que essa regulamentação trará.

O PL estabelece o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE), que funcionará com base no sistema internacionalmente conhecido cap-and-trade, onde se impõe um limite máximo de emissões e é possível comercializar direitos de emissão, internacionalmente conhecidos como allowances e definidos como Cotas Brasileiras de Emissões (CBE) no projeto de lei.

O mercado de carbono é uma ferramenta estratégica para reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE) e combater as mudanças climáticas. Funciona como um sistema de compra e venda de créditos de carbono, incentivando a adoção de práticas sustentáveis pelas empresas e promovendo a transição para uma economia de baixo carbono.

Segundo a advogada Nailia Aguado Ribeiro Franco, existem dois tipos de mercados de carbono: voluntário e regulamentado. No mercado voluntário, as partes podem cooperar de forma voluntária para implementar suas contribuições determinadas nacionalmente, conforme estabelecido no Acordo de Paris.

O Brasil, ao ratificar o Acordo em 2016, comprometeu-se a reduzir emissões até 2025 e atualizou sua meta na COP 26 para uma redução de 50% das emissões de GEE até 2030. “Este mercado é amplo e permite a participação de empresas, pessoas físicas e jurídicas, ONGs, governos e outras instituições na compensação de suas emissões adquirindo créditos de carbono de projetos que reduzem efetivamente as emissões ou capturam carbono”, diz a advogada

Ela explica ainda que a regulamentação do mercado de carbono traz uma série de oportunidades para a economia brasileira. “Setores como o agronegócio, empresas e startups poderão se beneficiar com incentivos para adotar práticas sustentáveis e investir em projetos de mitigação das emissões de carbono”, afima

De acordo com a advogada, o mercado de carbono pode impulsionar a inovação e a competitividade das empresas brasileiras, fortalecendo a posição do país como um líder global em soluções climáticas. “Diante desse cenário, é fundamental que o Brasil avance na regulamentação do mercado de carbono, garantindo uma transição justa e sustentável para todos os setores da sociedade. O futuro do país e do planeta depende das ações que tomarmos hoje para enfrentar os desafios das mudanças climáticas”, finaliza

Fonte: Assessoria Andersen Ballão Advocacia
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Santa Catarina alcança em abril o melhor desempenho do ano na exportação de carnes

Estado alcançou os melhores resultados do ano na exportação de frangos e suínos.

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Foto: Cláudio Neves

Em abril, Santa Catarina alcançou os melhores resultados do ano na exportação de frangos e suínos. No total, o estado exportou 173,2 mil toneladas de carnes de frangos, suínos, perus, patos e marrecos, bovinos, entre outras, com altas de 11,7% em relação aos embarques do mês anterior e de 14,5% na comparação com os do mesmo mês de 2023.

Em receitas, o estado exportou US$ 358,3 milhões, crescimento de 15,5% em relação às de março e de 6,0% na comparação com os valores de abril de 2023.

Foto: Divulgação/SAR

No acumulado do 1º quadrimestre, foram exportadas 631,7 mil toneladas de carnes, alta de 5,3% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Suínos

Santa Catarina foi responsável por 57,6% da quantidade e 59,7% das receitas das exportações brasileiras de carne suína dos quatro primeiros meses deste ano. O estado exportou 60,5 mil toneladas de carne suína in natura, industrializada e miúdos em abril, alta de 14% em relação aos embarques do mês anterior e de 7,1% na comparação com os de abril de 2023. As receitas de abril foram de US$ 138,7 milhões, alta de 18,1% na comparação com as do mês anterior.

O secretário de Estado da Agricultura e Pecuária Valdir Colatto, avalia que esses são resultados do comprometimento de toda cadeia produtiva com a qualidade dos produtos catarinenses, “nosso estado dá exemplo e está sempre vigilante para garantir a sanidade e segurança alimentar, ampliando assim as relações comerciais externas”, afirma Colatto.

Foto: Ari Dias

A maioria dos principais destinos ampliaram suas aquisições em relação ao 1º. quadrimestre de 2023, com destaque para Filipinas (altas de 89,7% em quantidade e de 78,8% em receitas), Japão (101,8% e 94,0%) e Coreia do Sul (190,2% e 257,0%). Por outro lado, a China registrou queda de 40,1% em quantidade e 51,9% em receitas na comparação entre o 1º quadrimestre deste ano e o mesmo período de 2023. Com isso, a China perdeu a liderança do ranking das exportações catarinenses de carne suína, posição que ocupava desde 2018. O principal destino, atualmente, são as Filipinas (22,7% das exportações do estado).

Frango

O estado foi responsável por 24,3% das receitas geradas pelas exportações brasileiras de carne de frango nos quatro primeiros meses deste ano. Em abril, Santa Catarina exportou 104 mil toneladas de carne de frango com alta de 10% em relação aos embarques do mês anterior e de 19,7% na comparação com os de abril de 2023. As receitas foram de US$ 200,7 milhões, crescimento de 11,9% em relação às do mês anterior e de 9,2% na comparação com as de abril de 2023.

Segundo explica o analista de Socioeconomia e Desenvolvimento Rural da Epagri/Cepa, Alexandre Luís Giehl, o aumento no volume exportado, deve-se ao crescimento nas quantidades embarcadas para os principais destinos ao longo dos quatro primeiros meses do ano, com destaque para Japão (+11,2% em relação ao 1º quadrimestre de 2023), Países Baixos (20,3%) e Emirados Árabes Unidos (30,1%). A China, por sua vez, que foi o principal destino do frango catarinense no ano passado, registrou queda expressiva nas aquisições do produto neste ano: -31,9% em quantidade e -44,1% em receitas.

Fonte: Assessoria SAR
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Aprovação na CCJ garante mais segurança ao seguro rural

Mudanças no PL 4720/16 favorecem melhor gestão dos recursos e evitam contingenciamentos.

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Foto: Roberto Dziura Jr

Com 34 votos a favor, foi aprovada, nesta quarta-feira (15), na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados, a relatoria do deputado Sérgio Souza (MDB-PR) ao Projeto de Lei 4.720/16, que aprimora a gestão dos recursos destinados ao seguro rural. A proposta visa garantir mais segurança e previsibilidade para os produtores rurais, especialmente os pequenos e médios, que são os mais impactados por eventos climáticos adversos.

Deputado Sérgio Souza (MDB-PR): “O Seguro Rural garante a continuidade da produção agropecuária e a segurança alimentar, responsabilidade que o Brasil tem com o planeta” – Fotos: Divulgação/FPA

O Seguro Rural é essencial para proteger a produção agropecuária contra riscos climáticos, como secas, geadas e inundações, que podem provocar perdas significativas. Nas últimas safras, o Brasil enfrentou os efeitos dos fenômenos La Niña e El Niño, causando prejuízos consideráveis aos agricultores. “O Seguro Rural garante a continuidade da produção agropecuária e a segurança alimentar, responsabilidade que o Brasil tem com o planeta”, enfatiza Souza.

Menos burocracia, mais previsibilidade

O PL 4720/16 propõe transferir as responsabilidades financeiras do Seguro Rural do Ministério da Agricultura para as Operações Oficiais de Crédito, vinculadas à Secretaria do Tesouro Nacional. Essa alteração assegura que os recursos para o seguro não sejam contingenciados, como ocorreu nos últimos anos.

“Esta mudança trará mais previsibilidade aos produtores rurais, permitindo que contem com o Seguro Rural de maneira mais eficaz”, explica Sérgio Souza. “Além disso, reduzirá o custo do seguro, aumentando a transparência e a segurança jurídica na aplicação dos recursos.”

Presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (PP-PR): “No Rio Grande do Sul, se os produtores tivessem garantia mínima de seguro rural pelo governo brasileiro, o impacto no orçamento federal para auxiliar na reestruturação das dívidas seria substancialmente menor”

O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Pedro Lupion (PP-PR), ressaltou a importância do PL 4720/16 para o desenvolvimento do agronegócio no Brasil. “Este é um tema crucial. Recentemente, foi debatido na Comissão de Agricultura outro projeto similar, tratando da legislação sobre o Seguro Rural”, destacou Lupion. “A demanda por seguro foi muito alta este ano; precisamos endereçar essa questão urgentemente.”

Após a aprovação na CCJ, o deputado Sérgio Souza agradeceu aos colegas que apoiaram a medida e destacou que a proposta proporcionará segurança ao produtor rural, especialmente aos mais afetados por intempéries, como os do Rio Grande do Sul nesse momento. “No Rio Grande do Sul, se os produtores tivessem garantia mínima de seguro rural pelo governo brasileiro, o impacto no orçamento federal para auxiliar na reestruturação das dívidas seria substancialmente menor”, frisou o parlamentar.

 

 

Fonte: Assessoria FPA
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CBNA – Cong. Tec.

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