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Agrishow 2018 começa na segunda-feira em Ribeirão Preto (SP)
São diversos lançamentos preparados pelas principais marcas da cadeia produtiva do agronegócio nacional e internacional
Na segunda-feira (30), tem início a 25ª Agrishow – Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação em Ribeirão Preto, interior de São Paulo. Considerado um dos principais eventos tecnológicos e de negócios do agronegócio na América Latina e vitrine de tendências para o segmento, o evento que se encerra no dia 4 de maio apresentará novidades em máquinas, implementos agrícolas, sistemas de irrigação, insumos, sistemas para agricultura de precisão, soluções de monitoramento e automação, acessórios, peças, serviços e outros produtos de 800 marcas, do Brasil e do exterior.
“Os visitantes terão a oportunidade de ver inovações tecnológicas, tanto na Arena do Conhecimento, quanto nos estandes dos expositores, pois hoje a Agrishow está plenamente alinhada com as mais avançadas tecnologias. Exemplo disso é a conectividade presente atualmente na maioria das máquinas expostas na feira”, afirma Francisco Matturro, presidente da Agrishow.
Os mais de 150 mil visitantes de 70 países esperados pela organização poderão encontrar todas as soluções necessárias para aumentar sua produtividade, melhorar sua eficiência na plantação e colheita de diversas culturas, diminuir custos, economizar recursos naturais e insumos, obter um melhor manejo de suas pastagens e garantir a sustentabilidade ambiental de sua lavoura ou pastagem.
Além disso, o público visitante da Agrishow 2018, formado por agricultores e pecuaristas, profissionais, empresários e técnicos da cadeia produtiva, representantes das entidades setoriais, pesquisadores, autoridades, lideranças governamentais e membros de órgãos e secretarias públicas, também poderá acompanhar as atividades a atrações preparadas pela organização.
Arena de Demonstrações
A Arena de Demonstrações de Campo Agrishow será um verdadeiro show de tecnologia agrícola. Com curadoria da Coopercitrus, tem o intuito de oferecer conhecimento e fomentar o uso de ferramentas inovadoras no campo, que resultem em crescimento produtivo, rentável e sustentável para os produtores rurais.
Com duas apresentações diárias (às 10h e às 14h), a programação da Arena de Demonstrações de Campo terá início no dia 1º de maio e se estenderá até o dia 4 de maio, e contará com apresentações de máquinas, implementos e tecnologias. Em uma arquibancada coberta, os agricultores poderão acompanhar em tempo real, em transmissão ao vivo em telões de alta definição, como as tecnologias funcionam dentro das máquinas, além de apresentações de vídeos didáticos sobre seus benefícios.
O acesso à Arena é pela Avenida G, Rua 14, a Arena de Demonstrações de Campo da Agrishow apresentará diversas tecnologias, como o Geofert, serviço de amostragem de solo georreferenciada, em que são coletadas informações com o apoio de um moderno e tecnificado quadriciclo; a carreta a taxa variável que permite realizar a correção do solo de acordo com a necessidade; o VANT, que possibilita o manejo correto da lavoura, uma vez que realiza o diagnóstico de falhas existentes no campo por meio de imagens precisas e de alta resolução e a Sistematização, que permite realizar o planejamento de plantio e colheita.
Ainda na Arena, os produtores rurais poderão conhecer a plantadora Precision Planting, com controlador de sementes V Drive, que posiciona a semente em espaçamentos regulares, evitando a colocação de sementes duplas no solo e falhas no plantio; o pulverizador autopropelido, com corte automático de seção, que garante economia no uso de defensivos, evitando a sobreposição e falhas na pulverização, o que resulta no maior rendimento dos defensivos; o WeedSeeker, que utiliza sensores que capturam a presença de plantas verdes e envia um sinal para ativar a aplicação do produto no local exato, além do drone de pulverização, utilizado na aplicação para controle de pragas e ervas daninhas localizadas pontualmente dentro da lavoura e o drone de imagem, cuja câmera especial auxilia na identificação da situação da lavoura dando suporte na tomada de decisão de manejo.
Sucesso na edição anterior, a Arena do Conhecimento, palco de apresentações de novas tecnologias, conhecimento e tendências, contará com palestras, seminários e congressos, objetivando levar informação relevante para o dia a dia e para os negócios dos profissionais do campo. No dia 1º de maio, alguns dos temas tratados serão o “Case de Sucesso Agropecuária Santa Barbara S.A – Migração para tecnologia Digital”, “O digital chegou no Agronegócio – tudo vai mudar, você está pronto?”, e “Gestão no Agronegócio”, além da solenidade de entrega do Prêmio Machine of the Year, que visa destacar o avanço tecnológico de máquinas agrícolas comercializadas no mercado nacional entre o ano passado e este ano. São quatro categorias de máquinas: colhedoras de grãos, colhedoras de cana, semeadoras e pulverizadores.
A ABAG espera repetir a boa repercussão do “Fórum Inovação” promovido na Arena do Conhecimento ano passado. O Fórum Inovação terá um ciclo de quatro palestras, ministradas por especialistas e profissionais de empresas conceituadas no agronegócio nacional. O evento, com início às 13h30, envolverá a discussão de vários temas: como as inovações do plástico na cadeia do agronegócio; a Agricultura Digital; as inovações tecnológicas em plantio e biotecnologia aplicada na reestruturação do solo.
Também no dia 2 de maio, das 9h às 11h40, a Arena do Conhecimento recebe o Agroclima Show, primeiro fórum sobre clima e seus impactos na agricultura do Brasil realizado em uma feira internacional de agronegócio. A primeira edição do evento contará com dois painéis: O clima no Brasil em 2018 e seu impacto nas safras 2018/2019 e Agrometeorologia de precisão 4.0: o futuro que já aconteceu. Entre os palestrantes confirmados estão o chefe geral da Embrapa Territorial, Evaristo de Miranda, o consultor e conferencista, José Luiz Tejon, além de Carlos Magno e Patrícia Madeira, diretora de Produtos da Climatempo e meteorologista.
Já o Lide Ribeirão Preto realizará seu evento no dia 3 de maio, com o tema “Brasil 2018”, e participação de Henrique Meirelles, ex-Ministro da Fazenda do Brasil e de Augusto Nunes, jornalista, colunista da revista Veja e comentarista da Jovem Pan. Também estão confirmadas nesta data as palestras sobre “Alice – Agricultura Rumo à Inteligência”, “Como as marcas do agronegócio podem crescer” e “Transformação digital no campo: recomendações mais inteligentes para o agronegócio”.
Espaço especial para amantes de tratores
A organização da Agrishow 2018 preparou um espaço especial para os amantes de tratores do Brasil. O Memórias do Campo irá apresentar na Praça Central quatro relíquias da coleção particular de Antonio Tittoto. São eles: um modelo 8 N”, com tração 4×2, 25 cavalos, motor em linha quatro cilindros, movido à gasolina e fabricado em 1956 pela Ford nos Estados Unidos; o modelo “L25” da italiana Landini, com motor horizontal de 1 cilindro, potência de 25 cavalos, tração 4×2, movido a diesel e produzido em 1957; o trator CBT 3.000, com motor de V8, movido a etanol, produzido pela CBT Brasil (Companhia Brasileira de Tratores), em 1982; e um modelo “R”, fabricado em 1954 pela John Deere, com motor horizontal de dois cilindros, potência de aproximadamente 70 cavalos, movido a diesel.
19ª Rodada Internacional de Negócios
A 19ª Rodada Internacional de Negócios, promovida pelo Programa Brazil Machinery Solutions (BMS), parceria entre a Abimaq e a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), ocorrerá entre os dias 1 a 3 de maio. A rodada reunirá fabricantes brasileiros dos setores de máquinas, implementos agrícolas, e equipamentos de irrigação, com compradores estrangeiros, vindos da África do Sul, Etiópia, Irã, Nigéria, Peru, Quênia, Rússia, Tanzânia e Zimbábue, especialmente ao Brasil para essas reuniões, fortalecendo a imagem do Brasil como fabricante de bens de capital mecânico.
O Programa BMS também organiza mais uma edição do Projeto Imagem, na qual formadores de opinião são trazidos ao Brasil para conhecer a tecnologia e competitividade da indústria brasileira de máquinas e equipamentos. Para a Agrishow 2018, o Programa estará trazendo três profissionais de imprensa de veículos especializados no setor: a Revista Actualidad Agropecuaria, editada no Panamá, a Revista Farm Progress, dos Estados Unidos e a Revista Farmers Weekly, da África do Sul. Na agenda dos jornalistas consta a visita à feira, aos seminários que ocorrerão durante o evento e o acompanhamento da Rodada Internacional de Negócios.
Ainda durante a feira, está marcada a entrega do “Deusa Ceres”, uma das mais tradicionais premiações do agronegócio brasileiro, concedida pela Associação de Engenheiros Agrônomos do Estado de São Paulo (AEASP), para homenagear os engenheiros agrônomos que se destacam em diversas áreas.
Já na área da pecuária, haverá uma exposição inédita de gado meio sangue Senepol e Nelore, criado nas fazendas do Senepol da Barra, situadas em Rifaina, no interior de São Paulo, e em municípios de Minas Gerais. Serão 21 animais em exposição, entre touros e doadoras meio-sangue Senopol e Nelore. Essa raça tem como vantagens o abate precoce, a maior quantidade de vacas por touro, rendimento e acabamento de carcaça elevados a pasto, maior premiação por carcaça, alto desempenho reprodutivo e libido e rentabilidade.
A Agrishow 2018 é uma iniciativa das principais entidades do segmento no país: Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda), Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) e Sociedade Rural Brasileira (SRB). O evento é organizado pela Informa Exhibitions, integrante do Grupo Informa, um dos maiores promotores de feiras, conferências e treinamento do mundo com capital aberto.
Fonte: Assessoria

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Copacol destaca papel do cooperativismo no desenvolvimento regional
No Dia Internacional do Cooperativismo, cooperativa reforça impactos da cooperação na geração de renda, empregos e fortalecimento das comunidades.

Neste 04 de julho, primeiro sábado do mês se comemora o Dia Internacional do Cooperativismo. Mais do que um modelo de negócios, o cooperativismo é uma filosofia baseada na união, cooperação, participação, distribuição de renda e no desenvolvimento das pessoas e comunidades.
Na Copacol, esses princípios estão presentes no dia a dia e fazem parte de um movimento construído com base na confiança, que fortalece a cooperação, gera conexões entre cooperados, colaboradores e comunidades e impulsiona o olhar para o futuro. Essa é a essência do que a Cooperativa traduz como o Agro que a Gente Vive, um agro feito de pessoas, relações e experiências que se constroem diariamente. Essa vivência contribui para o crescimento dos cooperados, das famílias, dos colaboradores, clientes e fornecedores, além das comunidades onde a Cooperativa está inserida.

Complexo industrial da Copacol em Cafelândia (PR) – Foto: Divulgação/Copacol
Ao longo de sua trajetória, a Copacol se consolidou como uma cooperativa que valoriza o trabalho conjunto, tendo como base a diversificação no campo, com assistência técnica, investimentos em tecnologia, capacitação e oportunidades para que os cooperados desenvolvam suas propriedades com mais eficiência, sustentabilidade e rentabilidade. Os resultados da cooperação retornam aos produtores, fortalecendo um ciclo de desenvolvimento econômico e social no campo e na cidade. Esse modelo de atuação faz da Copacol uma referência no cooperativismo brasileiro.
De acordo com o diretor-presidente, Valter Pitol, na Copacol o cooperativismo é vivido na essência da Cooperativa, presente no dia a dia dos cooperados, suas famílias e colaboradores, além de todos que, direta ou indiretamente, fazem parte desse modelo que transforma vidas. “Nós trabalhamos o nosso Planejamento Estratégico de desenvolvimento e crescimento a cada cinco anos e nele traçamos nossas metas e objetivos para avançarmos no cooperativismo com distribuição de renda, geração de emprego e sustentabilidade econômica, social e ambiental. Com isso, promovemos a transformação na vida das pessoas e das comunidades onde a Copacol atua. Nós comemoramos essa data porque

Presidente da Copacol, Valter Pitol: “Nós trabalhamos o nosso Planejamento Estratégico de desenvolvimento e crescimento a cada cinco anos e nele traçamos nossas metas e objetivos para avançarmos no cooperativismo com distribuição de renda, geração de emprego e sustentabilidade econômica, social e ambiental” – Foto: Divulgação/Copacol
entendemos que, com ética e honestidade, responsabilidade, respeito às diferenças e cooperação, desenvolvemos o verdadeiro cooperativismo, gerando valor para cooperados, colaboradores, clientes e parceiros”, destaca Pitol.
Cooperativismo que faz a diferença
Os impactos do cooperativismo vão além da produção no campo. A Cooperativa gera milhares de empregos, incentiva a educação cooperativista e promove programas à sucessão familiar, ao protagonismo feminino e à formação de jovens lideranças. Essas iniciativas contribuem para a permanência das famílias no campo e para o fortalecimento das comunidades, entre muitas outras ações que reforçam o amplo alcance do cooperativismo e seu papel como agente de transformação social, econômico e humano.
“O cooperativismo é o modelo econômico que gera oportunidades de desenvolvimento pela valorização do trabalho daqueles que se apoiam pela união de forças e traduzem isso em qualidade e competitividade, possibilitando a participação nos mercados mais desafiadores, gerando e distribuindo renda e transformando positivamente a realidade dos que cooperam. Afinal, cooperar muda tudo”, destaca a assessora de cooperativismo, Elizete Lunelli Dal Molin.
A força da cooperação
Outro importante reflexo do cooperativismo está na diversificação das atividades no campo e na distribuição dos resultados. Ao participar das

Foto: Divulgação/Copacol
oportunidades proporcionadas pela Cooperativa, os cooperados tornam-se protagonistas do próprio desenvolvimento, construindo uma organização sólida e preparada para os desafios do futuro. Filhos e netos de produtores rurais, o casal Rosana e Valmir Niedzialkoski, moradores de Cascavel e formados em agronomia, decidiram viver o cooperativismo na prática ao retornarem à propriedade de 11 alqueires em Braganey, herdada por Rosana. “Cresci nesse sítio. Minhas melhores lembranças estão aqui: família reunida, todos felizes e muito respeito com a natureza. Isso fez com que eu voltasse ao campo com foco no crescimento por meio do cooperativismo”, recorda Rosana.
Para a Copacol, cooperar significa crescer juntos. Cada conquista é resultado do compromisso coletivo, da confiança entre cooperados e da gestão responsável, princípios que impulsionam o desenvolvimento regional e reforçam o papel da Cooperativa como agente de transformação social e econômica.
Essência cooperativista
Pioneira no Oeste do Paraná, fundada em 1963 pelo visionário Padre Luís Luise e mais 32 agricultores, a Copacol se destaca no cenário nacional como uma das maiores cooperativas do agronegócio, com a participação de 10,5 mil cooperados e 16,8 mil colaboradores. Possui 41 Unidades de Grãos, Insumos e Sementes nas regiões Oeste, Sudoeste e Noroeste do Paraná.
É referência no sistema integrado de aves, peixes, suínos e leite, gerando renda para milhares de famílias na cidade e no campo. Toda a produção vinda do campo é transformada em alimento que ajuda a abastecer o Brasil e mais 86 países. A Copacol encerrou 2025 com faturamento de R$ 11,1 bilhões. A avicultura é o maior negócio da Cooperativa, responsável por 50% do faturamento.
A Copacol faz parte de um movimento que transforma números em impacto na vida das pessoas. Isso é cooperativismo. Isso é Copacol. E isso é o Agro que a Gente Vive.
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Entressafra mantém preços do trigo em trajetória de alta
De acordo com dados da Consultoria Agro Itaú BBA, dólar valorizado, baixa liquidez no mercado interno e incertezas no cenário global sustentaram a valorização da saca durante junho.

Os preços do trigo seguiram em alta no mercado brasileiro durante junho, impulsionados pela entressafra, pela valorização do dólar e pelo cenário internacional. De acordo com dados da Consultoria Agro Itaú BBA, a saca foi comercializada a R$ 69,97 no Paraná em 10 de junho, acumulando valorização de 6% nos últimos 30 dias.

Foto: Divulgação/Arquivo OPR
A consultoria aponta que o mercado interno segue com baixa liquidez. Enquanto os produtores mantêm postura mais cautelosa durante a entressafra, os moinhos compram de forma mais seletiva devido à dificuldade de repassar os custos aos preços da farinha.
A valorização do dólar também contribuiu para sustentar as cotações domésticas. Entre os dias 1º e 10 de junho, a moeda norte-americana avançou cerca de 3%, encerrando o período cotada a R$ 5,19, elevando a paridade de importação do cereal.
No mercado internacional, os contratos futuros do trigo na Bolsa de Chicago (CBOT) apresentaram forte oscilação entre maio e junho. As cotações chegaram a superar US$ 6,60 por bushel em meados de maio, mas recuaram para US$ 5,86 por bushel em 11 de junho.
Segundo a Consultoria Agro Itaú BBA, a volatilidade foi influenciada pela seca nas planícies dos Estados Unidos durante maio, que elevou os preços. Na sequência, a aproximação da colheita no Hemisfério Norte, o retorno das chuvas nos Estados Unidos e a melhora das perspectivas para a safra da Rússia favoreceram a correção das cotações.

Foto: Freepik
A consultoria destaca que o mercado global continua sensível às condições de produção dos principais países exportadores. Nos Estados Unidos, o trigo de inverno apresentou desempenho abaixo do esperado, enquanto o trigo de primavera registra condições mais favoráveis. Na Rússia, houve melhora recente nas lavouras, embora ainda existam incertezas para o restante do ciclo.
Na Ucrânia, permanecem dúvidas tanto sobre a produtividade quanto sobre a capacidade de exportação da safra, fatores que seguem adicionando incertezas ao mercado internacional.
Já na Argentina, a expectativa é de redução da área cultivada na safra 2026/27 após a forte produção do ciclo anterior. Por outro lado, a boa umidade do solo favorece o plantio, e a redução das retenções sobre as exportações pode estimular novos investimentos pelos produtores.
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Agrária e Castrolanda são homenageadas por trajetória no cooperativismo paranaense
Troféu Cooperativas Orgulho do Paraná reconhece a contribuição das duas cooperativas para o desenvolvimento do cooperativismo estadual.

As cooperativas paranaenses Agrária e Castrolanda foram homenageadas na noite de quinta-feira (02) durante o Fórum dos Presidentes com o Troféu Cooperativas Orgulho do Paraná. O troféu, instituído pelo Sistema Ocepar, reconhece as cooperativas que este ano completam 75 anos de atuação, com importante contribuição ao cooperativismo paranaense.
O cerimonial destacou o texto dos dois troféus. No troféu da Castrolanda, está escrito: “Homenagem ao pioneirismo de gerações que transformaram vidas e impulsionaram o desenvolvimento. Obrigado por sua contribuição ao cooperativismo e por ser motivo de grande orgulho por todos nós”.
No troféu da Agrária, está escrito: “Uma história de união, trabalho e pioneirismo da qual temos imenso orgulho. Parabéns pelo legado que alimenta o futuro e fortalece o cooperativismo”.
Ao ser chamado para receber a honraria, o presidente da Castrolanda, Willem Berend Bouwman, chamou os integrantes do conselho da cooperativa para juntos, receberem a homenagem.
“Obrigado, Ocepar e OCB. Para nós, é uma satisfação muito grande receber esse troféu, que vem sendo conquistado há muitos anos. Não é de agora, são 75 anos em que este trabalho vem sendo construído, quando 58 famílias chegaram aqui e com fé e perseverança uniram forças e conduziram seus negócios, sempre confiando no cooperativismo”, declarou o presidente da Castrolanda.
Ao agradecer a homenagem, o presidente da Agrária, Adam Stemmer, fez referência à história dos imigrantes que chegaram em Entre Rios (distrito de Guarapuava), em 1951. “A história de Entre Rios é diferente de todas as outras imigrações, com a cooperativa sendo criada ainda antes de o primeiro imigrante vir para o Brasil e todos os imigrantes eram obrigatoriamente sócios da cooperativa”, contou.
Fórum dos Presidentes
O Fórum dos Presidentes tem como anfitriã a Cooperativa Castrolanda, em celebração pelos seus 75 anos. A abertura aconteceu no Moinho Castrolanda com cerca de 200 dirigentes cooperativistas e lideranças políticas.
A mesa oficial foi composta pelo presidente da cooperativa anfitriã, Willem Berend Bouwman; o presidente do Conselho Deliberativo da Ocepar, Luiz Roberto Baggio; o governador em exercício do Paraná, Darci Piana; o presidente do Conselho de Administração da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, e o ex-ministro da Agricultura, ex-presidente da Aliança Cooperativa Internacional e da OCB, Roberto Rodrigues.
O governador em exercício, Darci Piana, falou sobre o respeito e admiração que tem pelas cooperativas. “Vocês são imprescindíveis para a nossa agricultura, para o nosso estado e para o nosso país. Também importantes para o mundo, como diz o nosso governador Ratinho, vocês alimentam o mundo”, frisou. Piana lembrou do exemplo as seis cooperativas da região que se uniram para criar a Maltaria Campos Gerais que desencadeou uma sequência de investimentos que trouxeram emprego e renda para o Paraná. “Muito obrigada pelo trabalho que vocês fazem pelo nosso estado”, concluiu.
