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Agriness promove cerimônia de encerramento da 6ª edição do Campeonato Melhores da Suinocultura

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Na sexta-feira, dia 18 de outubro, em Florianópolis, a Agriness realizou a cerimônia de encerramento da 6ª edição do Melhores da Suinocultura, na qual foram revelados os novos índices de produtividade do setor. Neste ano, mais um recorde foi quebrado: o índice de 34,66 desmamados por fêmea ao ano, alcançado pela Chácara Vó Ita, da cidade de Castro (PR), que venceu o campeonato pela terceira vez consecutiva. A granja Fazenda Várzea do Pau d’Alho, de Lima Duarte (MG), ficou em segundo lugar, com DFA de 33,11. Em terceiro lugar veio a Granja Schoeler de Itapiranga (SC), com DFA 32,93.
A cerimônia reuniu cerca de 150 pessoas, entre elas suinocultores e profissionais de diferentes áreas do setor, desde a produção ao ensino. Ao longo da tarde, foi apresentada a história do Melhores da Suinocultura, foram divulgados os dados consolidados desta edição e houve ainda um debate com os suinocultores destaquesdo campeonato.
A abertura do evento foi realizada por Elton Gubert, sócioproprietário da Agriness, que enfatizou o papel do Melhores da Suinocultura como uma importante ferramenta de benchmarking para os suinocultores, que aperfeiçoam a produção através da comparação. Ele agradeceu ao apoio institucional recebido pelas entidades do setor: a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), a Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (ABIPECS), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) para Suínos e Aves, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e o Laboratório SISZoot da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Finalmente, destacou o apoio recebido pela Zoetis, empresa que acredita na relevância e contribuição do campeonato para o setor.
Em seguida, Cristina Bittencourt, sócia-diretora da Agriness e coordenadora do projeto Melhores da Suinocultura, falou sobre a história e os bastidores do projeto, que surgiu em 2006. “Quando o Melhores foi criado, a Agriness possuía 500 mil matrizes clientes. Hoje, em sua sexta edição, já são mais de 500 mil matrizes dentrodo campeonato”, afirmou. Atualmente, a empresa possui mais de 1,2 milhão de matrizes em sua base de clientes. 
Os dados consolidados desta edição foram apresentados por Eduardo Hoff, coordenador de Marketing da empresa. Hoff mostrou que a média dos índices de produtividade do Brasil apresenta crescimento de 1,2% ao ano, o que permite projetar um salto de 26,31 desmamados por fêmea ao ano em 2013 para 27,14 em 2016.
Finalmente, houve um debate com dez suinocultores que foram destaque nesta edição, no qual foram revelados alguns dos segredos e técnicas utilizadas por eles para alcançarem altos índices de produtividade. Os temas discutidos variaram da importância da mão de obra para a granja, das vantagens e desvantagens trazidas pela automatização e tecnologia aos desafios para o futuro. 
“O objetivo principal do Melhores da Suinocultura sempre foi criar um referencial sobre os índices de produtividade do país e promover o compartilhamento de informações e boas práticas entre os produtores. Ficamos muito felizes com o resultado deste evento e com a grande troca que os produtores destaques nos proporcionaram durante o debate. Foi uma satisfação realizar a premiação do Melhores da Suinocultura e receber produtores, parceiros e amigos do setor na cidade sede da Agriness”, afirmou Cristina Bittencourt.

Fonte: Ass. Imprensa da Agriness

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Notícias Rebanho bovino e bubalino

Adapar alerta sobre importância da vacinação contra a brucelose

Doença é endêmica no Paraná e as perdas econômicas são expressivas. Ocorre queda da produtividade, ou seja, menor produção de leite, baixos índices reprodutivos, aumento no intervalo entre partos, morte de bezerros precocemente e perda de animais.

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Divulgação/Adapar
A Adapar (Agência de Defesa Agropecuária do Paraná) alerta sobre a necessidade de vacinar o rebanho bovino e bubalino contra a brucelose. A doença é causada pela bactéria B. abortus e pode ser transmitida para seres humanos.

O abortamento é o principal sinal, e, ocorre geralmente no último terço da gestação. Outros sinais indicativos da doença é o nascimento de bezerros fracos, retenção de placenta, corrimento vaginal, inflamação das articulações e inflamação dos testículos.

A brucelose bovina é endêmica no Paraná e as perdas econômicas são expressivas. Ocorre queda da produtividade, ou seja, menor produção de leite, baixos índices reprodutivos, aumento no intervalo entre partos, morte de bezerros precocemente e perda de animais.

“Assim como a campanha de atualização de rebanhos é necessária para melhor conhecimento, rastreabilidade e análises de risco no Estado do Paraná, a comprovação da vacinação contra brucelose é necessária e obrigatória para a manutenção da sanidade do rebanho bovino e bubalino e para a diminuição da prevalência da doença”, disse a coordenadora do programa, médica veterinária Elenice Amorim.

Vacinação

Uma das principais medidas de controle da brucelose bovina é a vacinação. Fêmeas, entre três e oito meses de idade, devem ser vacinadas obrigatoriamente (Portaria nº 305/2017) e deve ser comprovada a aplicação, uma vez por semestre. No Brasil, é permitida a utilização das vacinas B-19 ou RB-51 (Vacina Não Indutora de Anticorpos Aglutinantes). A B-19 é atualmente a mais utilizada devido ao menor custo. A vacinação deve ser realizada corretamente sob a responsabilidade de um médico veterinário cadastrado na Adapar.

O uso de equipamento de proteção individual (EPI) é fundamental para o vacinador, para evitar acidentes vacinais.

Propriedades não regulares com a vacinação contra brucelose ficam impedidas de movimentarem seus animais (GTA) para qualquer finalidade.

Transmissão 

A brucelose bovina é transmitida principalmente pela ingestão de pastagem contaminada pela urina de bovinos doentes, restos fetais e restos de placenta. A doença pode ser introduzida em um rebanho sadio, pela aquisição de bovinos infectados. Por esse motivo, é importante a realização de quarentena e de novos exames para que os animais possam ser incorporados ao rebanho.

Exames periódicos fazem parte da estratégia de controle da doença. Para fêmeas que receberam vacina B19, os exames podem ser realizados com idade superior a 24 meses. A bezerras vacinadas com a RB-51 e os animais machos podem ser submetidos ao exame a partir dos oito meses de idade, quando não apresentarão anticorpos colostrais, que podem influenciar no resultado dos exames ocasionando falsos positivos.

Notificação 

Nos casos de animais reagentes no teste de triagem, a Adapar deve ser imediatamente notificada para tomada de medidas de confirmação e controle. A notificação deve ser feita pelo médico veterinário habilitado que realizou os testes diagnósticos, em até 24 horas após a leitura.

Fonte: Adapar
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Notícias Apreensão

Frente fria deixa produtores de milho em alerta no Brasil

Preços domésticos foram influenciados pela apreensão de agentes com a chegada de uma frente fria em parte das regiões produtoras, que pode trazer geadas e, consequentemente, prejudicar o atual bom desenvolvimento das lavouras.

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Arquivo/Gilson Abreu/AEN

Apesar da expectativa de safra recorde no Brasil, os valores do milho voltaram a subir na semana passada, interrompendo, portanto, o movimento de queda diária consecutiva que vinha sendo verificado desde o encerramento de abril.

Segundo pesquisadores do Cepea, os preços domésticos foram influenciados pela apreensão de agentes com a chegada de uma frente fria em parte das regiões produtoras, que pode trazer geadas e, consequentemente, prejudicar o atual bom desenvolvimento das lavouras. Esse cenário tem limitado o ritmo de negócios internos.

Além disso, as cotações também foram impulsionadas pelas altas externas do cereal, que, por sua vez, subiram diante de estimativas oficiais indicando possível queda na produção mundial do cereal, devido ao clima desfavorável nos Estados Unidos e a dificuldades diante da guerra na Ucrânia.

Fonte: Cepea
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Notícias Análise Cepea

Valorização do dólar eleva preço da soja em grão no Brasil

Cenário atraiu importadores para o país, o que resultou em aumentos no prêmio de exportação e nos preços domésticos da soja.

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Arquivo/OP Rural

Os preços da soja em grão subiram no Brasil na semana passada.  Segundo pesquisadores do Cepea, a valorização do dólar frente ao real atraiu importadores para o Brasil, resultando em aumentos no prêmio de exportação e nos preços domésticos da soja.

Agora, as atenções de agentes estão voltadas à temporada 2022/2023 no Hemisfério Norte.

Segundo o USDA – Departamento de Agricultura dos Estados Unidos -, a área mundial a ser cultivada com soja é estimada em 134,93 milhões de hectares, 3,65% maior que na temporada passada e um novo recorde.

A produção também é apontada para ser recorde, de 394,69 milhões de toneladas, 13% superior à safra passada.

Para o Brasil, a área de soja é prevista pelo USDA em 42 milhões de hectares, um novo recorde, resultando em produção de 149 milhões de toneladas, 19,2% a mais que o estimado para a safra 2021/2022 (125 milhões de toneladas).

Fonte: Cepea
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SIAVS 2022

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