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Agrifirm LATAM é Great Place to Work®

Multinacional acaba de receber a certificação que simboliza sua preocupação e atenção com seus colaboradores

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John Dortmans, Diretor Agrifirm LATAM / Divulgação

Neste mês a Agrifirm LATAM dá mais um passo em busca da excelência de suas operações. Atenta à qualidade do ambiente de trabalho e ciente que o maior patrimônio de uma empresa são as pessoas, a companhia acaba de receber a certificação Great Place to Work®. “Esse é um reconhecimento muito importante para a Agrifirm LATAM. Um dos nossos objetivos regionais é ser a melhor empresa para se trabalhar em nosso setor e isso mostra como cuidamos das nossas pessoas, que são fundamentais para o nosso negócio”, destaca a Gerente de RH da Agrifirm LATAM, Cibelle Maggi.

Gerente de RH da Agrifirm LATAM, Cibelle Maggi

A pesquisa foi iniciada em 19 de julho de forma paralela no Brasil e Uruguai, e o resultado foi o reconhecimento para a empresa e colaboradores. “Todo o time, de todas as unidades e áreas, reconhece o papel de todos para a construção de um ambiente de trabalho vencedor”, informa a Gerente de RH.

Para esta etapa que levou aproximadamente 15 dias as equipes de RH e Endomarketing fomentaram ações internamente mobilizando a participação em massa de todos os funcionários em meio a pandemia da Covid-19. “O questionário foi respondido via computador ou celular, além de salas com computadores para que os colaboradores pudessem preencher com conforto e privacidade. Nos esforçamos e todos estão de parabéns”, lembra Cibelle.

Agora, adianta a gestora, a intenção é participar do ranking Nacional e Agro em 2022. “Um dos facilitadores para o crescimento da Agrifirm são as pessoas, por isso acreditamos que construindo um ambiente de trabalho vencedor estaremos cada vez mais preparados para continuar crescendo. Essa certificação mostra que estamos prontos para acompanhar e contribuir com o desenvolvimento do agronegócio e para a construção de uma cadeia alimentar responsável com vistas para as gerações futuras”, conclui.

“Receber esse reconhecimento mostra que estamos no caminho certo. Nos últimos anos passamos por muitas mudanças e esse reconhecimento é fruto da consolidação dos nossos negócios e da nossa marca no Brasil e no Uruguai. Costumamos dizer que o Great Place to Work® é uma conquista de todos, é uma honraria para a empresa e grande orgulho para todos os colaboradores que passamos agora a fazer parte de uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil e no Uruguai”, avalia John Dortmans, Diretor Agrifirm LATAM.

John ressalta que “o feedback de todos os envolvidos no processo foi fantástico”, fato que gera às lideranças ainda mais energia e responsabilidade visando a melhoria contínua junto as pessoas, processos, serviços e produtos para a manutenção da Agrifirm entre as empresas Great Place to Work®. “Pessoas incríveis, soluções inovadoras e agora Great Place to Work®. A Agrifirm é composta por pessoas apaixonadas pelo agronegócio, que fazem parte de um grande propósito de construir uma cadeia alimentar responsável para as gerações futuras. Este reconhecimento reafirma a nossa atenção ao time e que fazemos parte de um ambiente de trabalho vencedor. O GPTW evidencia que estamos preparados para atender cada vez melhor os nossos clientes, inovando e trazendo soluções que agregam valores mensuráveis e relevantes ao mercado de nutrição animal”, reforça com orgulho o Diretor da Agrifirm LATAM.

Fonte: Assessoria
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O que é a Pleuropneumonia Suína?

Patologia respiratória é responsável por perdas econômicas significativas na suinocultura mundial

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A Pleuropneumonia Suína (PPS) é uma das mais importantes doenças respiratórias dos suínos, responsável por perdas econômicas significativas na suinocultura mundial. Causada pela bactéria Actinobacillus pleuropneumoniae (APP), tem como característica principal a broncopneumonia fibrino-hemorrágica e necrosante, que pode evoluir para pleurite adesiva com formação de nódulos.

Dentre as pneumonias bacterianas, a Pleuropnneumonia Suína é uma das mais relevantes em todo o mundo. Com 19 sorotipos conhecidos, a enfermidade foi relatada pela primeira vez no Brasil em 1981, tendo vários surtos epidemiológicos registrados desde então, com os sorotipos 3, 5 e 7 sendo os mais prevalentes no país.

Fatores como ambiente e manejo sanitário dos animais influenciam na sua ocorrência, sendo facilitada pelo sistema de produção intensiva. A principal forma de contaminação é a introdução de animais provenientes de granjas infectadas e que não apresentam sinais clínicos evidentes ou lesões características da doença.

A transmissão do agente ocorre pelo contato direto dos animais sadios com secreções respiratórias de animais infectados e a dissipação de aerossóis a curtas distâncias, posto que a bactéria permanece capaz de infectar novos animais por alguns dias no ambiente se estiver protegida por muco ou outro material orgânico. A doença pode acometer suínos de todas as idades, mas leitões antes dos 100 dias de vida são mais vulneráveis e severamente afetados.

As consequências da pleuropneumonia suína variam de acordo com a virulência da cepa infectante, do ambiente em que os animais se encontram e susceptibilidade imunológica, podendo ser potencializada se a granja apresentar problemas de manejo ou outras infecções concomitantes. Em situações de surto da enfermidade, a morbidade pode exceder a 50% dos animais, com mortalidade variando entre 1 e 10% dos animais acometidos, com a morte dos animais acontecendo pouco tempo após a infecção.

O diagnóstico da doença é laboratorial ou anatomo-patológico, realizado a partir do isolamento e identificação da bactéria APP em lesões características, por meio de sorologias ou através de PCR.

Seu impacto econômico na suinocultura está relacionado às despesas veterinárias, à mortalidade dos animais, ao atraso no crescimento e ganho de peso dos que sobrevivem e às proibições de consumo da proteína de animais contaminados e que apresentem lesões. Estima-se que as perdas financeiras com um plantel acometido pela PPS possam chegar a 38%.

A adoção de medidas de controle e profilaxia ambiental, como limpeza e desinfecção adequados das baias, vazio sanitário, e estratégia de manejo no esquema all in- all out, auxiliam na redução da incidência da doença. Mas, por ser uma enfermidade multifatorial, seu controle ainda é problemático.

A prevenção é a melhor forma de controle da doença, por isso a vacinação é extremamente importante e deve ser associada à outras medidas profiláticas principalmente para a inserção de novos animais no plantel.

Fonte: Assessoria
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Fazenda em Lagoa Formosa (MG) otimiza produção de leite com ajuda da tecnologia de monitoramento

Família Santana decidiu investir na otimização do seu rebanho, com o apoio do SenseHub, sistema da marca Allflex Livestock Intelligence

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Divulgação ALLFLEX

A cidade de Lago Formosa, em Minas Gerais, abriga a Fazenda Lageado, propriedade dedicada à agricultura e à pecuária leiteira. Apesar de estar em atividade há quase 50 anos, o primeiro barracão foi construído em 2017 para acomodar o rebanho. Em busca de aumentar o desempenho dos animais e a sua produtividade, a família Santana buscou diversas tecnologias que dessem suporte para crescimento do negócio. Entre as escolhas está o sistema de monitoramento SenseHub, da Allflex, marca da MSD Saúde Animal Intelligence.

Sob o comando de três irmãos, o gestor da Lageado, João Paulo Santana, detalha que a propriedade hoje conta com 550 vacas em lactação, que produzem em torno de 18 mil litros/dia de leite. “A equipe tem hoje 40 pessoas, entre leite e agricultura, e não é a nossa intenção aumentar muito o número de vacas. Chegamos num momento em que a fazenda ficou saturada em questão de estrutura física e para produção de comida, mas estamos intensificando cada vez mais em produtividade e acreditamos que a tecnologia é o caminho para chegarmos ao nosso objetivo”.

Em poucos meses de utilização do sistema de monitoramento da Allflex já foram notadas melhorias na saúde, principalmente encontrar, diagnosticar e recuperar os animais mais rapidamente. “Tanto em doenças metabólicas como cetose, acidose, intoxicação e até mesmo mastite, o sistema tem nos ajudado identificar as enfermidades mais cedo. Outro ponto é na reprodução e está se refletido na nossa taxa de serviço, que já subiu 15% depois do início do uso da tecnologia”, pontua Santana.

“Na saúde o monitoramento tem sido muito importante, pois conseguimos tratar os animais antes que o aspecto físico apareça. Ele mostra quando o problema ainda é imperceptível, assim conseguimos começar o tratamento antes de o animal apresentar um quadro pior. Acompanhamos alguns casos pelo aplicativo e realmente coincide de a ruminação de um animal diminuir e quando vamos ver ele está com febre.”, completa o estudante de Medicina Veterinária e sanitarista da fazenda, Adriano Braga.

O gerente da propriedade, Ronaldo Santana, conta que a adoção do sistema de monitoramento ajudou a rotina da fazenda. “Na parte da manhã a gente vai no centro de manejo, por onde todos os animais vão passar em algum momento do dia e pela ordenha. Verificamos os animais em cio para acompanhamento reprodutivo e quais estão no relatório de saúde”, relata.

A responsável pelos dados zootécnicos, Lorena Santana, conta que a família tem gostado muito da solução. “Lanço os dados no sistema de gestão, faço a exportação para o aplicativo e ali eu posso ver na hora o que está acontecendo com o animal. É um sistema que simplifica muito a nossa vida”, atesta.

Para a Coordenadora de Território da MSD Saúde Animal Intelligence, Anna Luiza Belli, foi muito satisfatório observar que mesmo em uma fazenda que já tinha ótimos índices zootécnicos, o sistema de monitoramento ainda conseguiu agregar bastante. “Após o início do uso do monitoramento, a Fazenda Lageado conseguiu, por exemplo, aumentar o número de inseminações por cio natural, com uma taxa de concepção acima do que vinham trabalhando, reduzindo assim o custo com protocolos”, complementa a médica-veterinária que acompanha o trabalho na propriedade.

Fonte: Ass. de imprensa
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Bunge anuncia aquisição de 33% da Sinagro

Acordo com a UPL e demais acionistas da Sinagro fortalece a estratégia de originação de grãos da Bunge.

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Bunge, UPL e demais acionistas da Sinagro anunciam acordo pelo qual a Bunge adquirirá participação de 33% na empresa. A Sinagro é uma importante revendedora de grãos e produtos agrícolas, com relevante atuação na região do Cerrado. O negócio está sujeito à aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).

“Esta transação contribuirá para a capacidade de originação de grãos da Bunge e para seu acesso aos produtores da região. Além disso, como a Sinagro já utiliza os mesmos critérios socioambientais para avaliação de fornecedores que a Bunge, está alinhada à nossa visão global de ser o parceiro preferencial em soluções sustentáveis para oleaginosas, commodities e ingredientes relacionados, tanto para agricultores quanto para clientes finais”, afirma Rossano de Angelis Junior, vice-presidente de Agronegócios da Bunge.

A Sinagro foi uma das primeiras empresas a aderir à Parceria Sustentável da Bunge, iniciativa pioneira lançada em 2021, pela qual a Bunge auxilia os revendedores de grãos a implantarem sistemas de avaliação socioambiental de fornecedores, incluindo monitoramento por satélite, em escala de fazenda. Os participantes do programa podem adotar serviços de imagens geoespaciais independentes ou utilizar a estrutura da Bunge sem custos.

“A participação da Bunge deverá contribuir para a Sinagro em diversas frentes. Além de sua expertise em originação, logística e gestão de riscos, a Bunge tem uma reputação global destacada e uma forte presença no agronegócio brasileiro, que aliada à UPL fortalecerá as bases da Sinagro. Além disso, esta transação vai acelerar o plano de expansão da Sinagro, que é, afinal, o principal objetivo”, afirma Rogério Castro, CEO da UPL Brasil.

Com 20 anos de atuação, a Sinagro tem sua estratégia de originação voltada para produtores e apoiada por suas mais de 30 unidades, entre lojas e armazéns. Estrategicamente posicionada em relação a fornecedores, agricultores e clientes finais, está presente em sete estados brasileiros: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Bahia, Tocantins, Pará e Minas Gerais.

“Com essa transação, fortalecemos ainda mais nossa parceria com a Bunge em um relacionamento que gerará benefícios mútuos. Do nosso lado, a expertise da Bunge em gestão de riscos e sua capacidade logística ampliam nossas oportunidades no mercado de grãos, ao mesmo tempo em que estamos alinhados em prol da produção sustentável, rastreável e verificável no Cerrado brasileiro”, afirma Renato de Almeida Guimarães, presidente da Sinagro.

 

Sobre o Grupo Sinagro

O Grupo Sinagro iniciou suas atividades em fevereiro de 2001, no mercado de agronegócios. Tornou-se referência e uma das maiores distribuidoras de insumos agrícolas do cerrado brasileiro. Atualmente, a empresa tem presença em sete estados, com 34 unidades de distribuição, 4 unidades de originação e comercialização de grãos e 2 unidades refrigeradas de armazenamento de sementes. Além disso, o Grupo Sinagro tem uma área agrícola de 23.000 ha destinados à produção de grãos, difusão de tecnologia e capacitação de profissionais da área agrícola.

Fonte: Assessoria
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