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Agricultura e Agroindustrialização ocupam o segundo lugar em empregabilidade no Paraná

95% da população brasileira não fala inglês – Fluência no idioma será um dos diferenciais para ocupar as as vagas disponíveis no estado

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Indústria do Agronegócio é o que mais emprega no Paraná: inglês é o diferencial p/ conseguir vaga no setor (Foto: Markus Spiske)

Com o surgimento do novo Coronavirus e a necessidade de isolamento, a economia do Brasil foi e segue sendo afetada. Já são 12,9 milhões de trabalhadores em busca de uma oportunidade de trabalho. Só na segunda semana de Agosto, houve o aumento de 300 mil pessoas desempregadas. Esses dados foram divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). No Paraná, o saldo negativo já atingiu 22 mil postos de trabalho, de acordo com o CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).

Neste cenário, as habilidades exigidas para as vagas no mercado de trabalho vão além das técnicas. Avaliações comportamentais, ter um segundo idioma, e aderência a valores globais são os diferenciais. ” Antes aprender inglês, fazer um curso superior ou mesmo um intercâmbio era possível apenas para quem tinha uma excelente condição financeira. Hoje é possível a preços justos e com ensino de qualidade. Basta dedicação do aluno”, explica Nathan Souza, professor e franqueado da escola de inglês, Minds Idiomas (Cascavel e Palotina).

Nathan é professor desde os 17 anos , e hoje com 26 anos abrirá a sua segunda escola de idiomas no estado do Paraná. A cidade escolhida foi Palotina, um dos 10 municípios que mais está empregando desde o começo da pandemia. De acordo com o CAGED, as cidades que apresentaram o melhor desempenho de empregabilidade são: Arapongas, Umuarama, Ponta Grossa, Rolândia, Ortigueira, Cafelândia, Palmas, Cambé , Colombo e Palotina.

O nicho que apresenta mais vagas disponíveis no mercado de trabalho Paranaense é o da Indústria da Transformação, seguido da Agricultura (Agroindustrialização), construção civil e comércio. Apenas o setor de serviços tem resultado negativo (Dados de Julho/2020 do Departamento do Trabalho e Estímulo à Geração de Renda da Secretaria da Justiça, Família e Trabalho).

Em Palotina, cidade que receberá no próximo dia 15 de Setembro, a escola Minds Idiomas, dentro do polo da Universidade Unicesumar. A rede de idiomas oferece também pacotes de intercâmbio da Minds Travel, empresa parceria e especializada em intercâmbios da língua inglesa.

1% da população brasileira tem fluência no inglês, 5% sabe se comunicar um pouco no idioma, e 95% não fala inglês (Dados da instituição British Council). No ramo da agroindustrialização existe a necessidade de se comunicar no idioma principalmente para transações internacionais (exportações). ” A nossa unidade em Cascavel opera há 10 anos. Agora, em 2020, inauguro a minha segunda escola de idiomas no Paraná. Escolhi Palotina porque além de operar dentro da universidade em que os jovens precisam aprender inglês, o mercado de trabalho da cidade está aquecido, mesmo na pandemia.No dia 15 de Setembro estaremos operando dentro da Unicesumar”, comemora Nathan Souza, franqueado da Minds Idiomas e que já está com 30 novos alunos.

É o primeiro curso da cidade de Palotina de aprendizado rápido do inglês. O curso regular tem 18 meses de duração, aulas que são marcadas de acordo com os melhores horários dos estudantes, e funcionará no campus da Unicesumar – Palotina. Além disso, terá o modelo híbrido – Online e/ou presencial – em decorrência da pandemia.

“O maior ganho que os jovens e adultos de Palotina tem ao fazer o curso de inglês é conseguir unir o aprendizado do idioma mais pedido no mercado de trabalho, dentro e fora do Brasil, e a experiência do intercâmbio. Isso porque o estudante pode fechar o curso de 18 meses seguido do pacote de intercâmbio. Tudo facilitado e que cabe no bolso. Falar inglês e ter uma vivência no exterior abrirá portas no mercado de trabalho paranaense e demais lugares do Brasil” , finaliza Nathan Souza.

Fonte: Assessoria
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Como a doença do edema em suínos impacta as granjas?

A doença causa grande impacto na performance dos animais, com altas taxas de mortalidade, especialmente no período de creche, entre 4 e 15 dias após o desmame.

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Foto: Divulgação

A suinocultura desempenha um papel extremamente relevante no agronegócio brasileiro, contribuindo fortemente para o desenvolvimento e crescimento econômico. O aumento da produtividade é uma característica deste setor, que vem respondendo à demanda de mercado. E para o maior crescimento da produção, medidas para o controle de diferentes desafios devem ser adotadas a fim de reduzir os impactos causados.

Um dos importantes desafios sanitários enfrentados nas granjas são os entéricos. E um dos principais agentes que acomete os leitões é Escherichia coli, que pode causar diarreia grave, afetar o desempenho dos animais e aumentar a mortalidade dos suínos, ocasionando um impacto econômico significativo para a granja.

A Doença do Edema (Colibacilose Enterotoxêmica) é uma toxi-infecção caracterizada pela ocorrência de disfunção neurológica, desenvolvimento de edemas e casos de morte súbita. A doença tem alta letalidade e afeta principalmente os leitões entre 4 e 15 dias após o desmame, mas pode incidir sobre suínos em crescimento com 30 a 90 dias de idade, promovendo grandes prejuízos econômicos aos produtores.

Esta doença está associada à presença de cepas patogênicas de Escherichia coli no intestino delgado dos animais acometidos. Sob determinadas circunstâncias essas cepas se multiplicam e produzem substâncias biologicamente ativas como a Verotoxina-2e (VT2e), caracterizada como uma enterotoxina.

“‘A alta vascularização do tecido intestinal, potencializada pela inflamação do endotélio provocada pela toxina, favorece a disseminação sistêmica da VT2e e, como a toxina tem a capacidade de aumentar a permeabilidade vascular, ocorre o extravasamento de líquido que acarreta os edemas subcutâneos”, explica Juliana Calveyra, médica-veterinária e gerente de serviços técnicos LATAM da Ceva.

Os animais acometidos apresentam sintomas como apatia, incoordenação, dispneia ocasionada pelo edema pulmonar, edema de glote e edema de face. Os sinais clínicos podem evoluir para sintomatologia nervosa devido ao edema cerebral, e os animais apresentando paralisia, tremores, convulsões, decúbito com movimento de pedalagem, coma e morte. Os leitões que não morrem pela doença tornam-se refugos.

Os sinais clínicos podem ser confundidos com quadros patológicos de deficiência de vitamina E, intoxicação por sal ou arsenicais orgânicos, e meningite estreptocócica. “O diagnóstico é realizado através de cultura bacteriana de amostras de conteúdo intestinal ou swabs retais. Após o isolamento da bactéria é realizado o antibiograma, que indica o melhor antibiótico para ser usado na granja. A histopatologia de amostras de tecido do intestino grosso, jejuno e íleo pode ajudar no diagnóstico definitivo da doença”, detalha Juliana

O tratamento dos leitões com a Doença do Edema é baseado no controle da hidratação nos animais que apresentem quadro diarreico, antibioticoterapia e diurético para reduzir os edemas. O óxido de zinco pode ser fornecido aos animais.

Alguns fatores podem aumentar as chances de risco da Doença do Edema, como a mudança de ambiente no desmame, mudança brusca de alimentação, estresse do leitão pelo novo ambiente e separação da mãe, misturar muitas leitegadas diferentes na mesma baia, lotação excessiva, higiene precária e desinfeção mal realizada, grande variação de temperatura ambiental, excesso de umidade, ausência de vazio sanitário na troca de lotes.

A prevenção da doença através da vacinação dos animais vem se mostrando cada vez mais eficaz, mas as medidas preventivas ambientais como a limpeza e desinfecção rigorosa da granja, respeitar o período de vazio sanitário na troca de lotes, homogeneização dos lotes, evitar estresse ambiental e térmico para o animal são de extrema importância para manter o rebanho saudável.

“Um manejo bem realizado e a adoção da vacinação para o controle desta e de outras doenças são os melhores pilares para uma granja mais rentável e livre da Doença de Edema”, finaliza Juliana

Fonte: Assessoria
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Importante certificação da Katayama Alimentos reforça compromisso com o consumidor

A conquista da importante Certificação BRCGS demonstra o comprometimento da empresa em fornecer ovos saudáveis e seguros para consumo

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Foto: Assessoria

A alta qualidade dos alimentos fornecidos pela Katayama Alimentos, uma das principais indústrias avícolas do País, foi atestada, em março deste ano, pela Certificação Brand Reputation through Compliance (BRCGS) para os processos de produção dos ovos in natura (com casca) e ovos líquidos pasteurizados, o que comprova o compromisso e o respeito da empresa por seus consumidores.

A Katayama Alimentos é a primeira indústria do segmento de avicultura de postura, no Brasil, a obter o certificado para os ovos in natura, indicando, com esse diferencial, que os ovos que chegam à mesa do consumidor não são todos iguais, e que, portanto, é preciso estar atento à procedência dos alimentos a serem consumidos.

Para se obter a Certificação BRCGS é preciso comprovar que o alimento foi produzido a partir de rigorosos padrões de higiene, qualidade e segurança. A norma prevê que a indústria tenha uma estrutura predial, maquinários, equipe de colaboradores treinados e outras exigências que garantam um sistema robusto de segurança de alimentos, livres de contaminações (físicas, químicas e biológicas) que possam causar danos à saúde.

“O certificado corrobora que utilizamos processos seguros de produção e de gerenciamento da qualidade dos produtos para atender às exigências dos clientes e às obrigações de proteção à saúde do consumidor”, afirma Camila Cuencas, Gestora de Operações Industriais da Katayama Alimentos.

 

Sobre a certificação

Criada em 1998, a Certificação BRCGS é reconhecida mundialmente e tem aprovação de importante órgão internacional, a GFSI (Global Food Safety Initiative), que cria programas de padrões de segurança na área alimentar. Por isso, a certificação é exigida por varejistas, empresas de serviços alimentares e fabricantes de alimentos em todo o mundo.

Pioneira no País a obter essa importante certificação para os ovos in natura, a Katayama Alimentos investiu fortemente no aprimoramento de seu sistema produtivo e na capacitação de profissionais, em um processo que durou mais de um ano. “Esta conquista reforça nosso compromisso de crescer de forma sustentável e trabalhar continuamente para oferecer produtos saudáveis aos consumidores no Brasil e no exterior”, destaca Camila.

Fonte: Assessoria
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KWS Sementes é a marca de sementes de milho que mais cresceu na safrinha 2021

Prestes a completar uma década de atuação no Brasil, a multinacional alemã, KWS Sementes, é a empresa de sementes de milho que mais cresceu na safrinha 2021.

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Divulgação KWS

O dado foi divulgado recentemente pela pesquisa Farmtrak, realizado pela Kynetec, maior empresa especialista em pesquisa de mercado global em saúde animal e agricultura, que revelou que a KWS é a 4º marca em volume de vendas na safrinha, que representa quase 80% do mercado de sementes de milho (cerca de 15 milhões de hectares).

O resultado alcançado é atribuído a diversos fatores. Dentre eles, o trabalho e suporte técnico diferenciado do time de pesquisa e melhoramento da KWS juntamente com a equipe técnica da empresa (Agroservice), que a cada nova safrinha tem seu foco no desenvolvimento de híbridos de milho adaptados às diferentes regiões de cultivo, considerando as condições de cada produtor brasileiro.

Para realizar esse trabalho, a KWS conta com 4 estações de pesquisa em todo o Brasil, que estão localizadas em diferentes zonas ambientais, para desenvolver produtos especificamente testados para as diversas regiões. A companhia inaugurou em 2020 um centro avançado de pesquisa na região Nordeste do país, e direciona anualmente seus esforços para a pesquisa e desenvolvimento de novos produtos, investindo duplos dígitos em pesquisa.

Contribui, dessa forma, para a evolução da produtividade das lavouras com genéticas superiores. Além disso, conta com a mais moderna Unidade de Beneficiamento de Sementes do país, com capacidade para beneficiar mais de 2 milhões de sacas por ano, e com um sistema de beneficiamento inovador, que utiliza o modelo horizontal que diminui o impacto do processo nas sementes, possibilitando assim sementes de maior qualidade.

“Em tão pouco tempo da KWS Sementes no Brasil, já somos a 4º marca em volume de vendas na safrinha, que representa quase 80% do mercado de sementes de milho. Também, pelo segundo ano consecutivo, ser a empresa que mais cresce no segmento de semente de milho e ter o segundo híbrido mais plantado, o K9606VIP3, são motivos de muita gratidão, satisfação e orgulho”, afirma Marcelo Salles, diretor da KWS na América do Sul.

“Isso só mostra que estamos trilhando o caminho certo durante esta quase uma década em solo brasileiro, sendo uma opção viável às diferentes realidades dos agricultores, provendo a eles produtos adaptados e competitivos, aliados a uma boa assistência técnica no campo. Agradeço imensamente a todos os produtores que têm nos dado a oportunidade de mostrar o nosso trabalho, aos parceiros comerciais, que são pessoas-chave nesse processo de conseguirmos chegar mais longe e alcançarmos mais produtores nas diferentes regiões. Deixo aqui também o meu agradecimento especial a todos o colaboradores da KWS, que têm confiado na estratégia da empresa e têm feito um grande esforço mesmo em tempos de pandemia para executá-la com excelência”, conclui o executivo.

Relembrando que em 2020 a KWS também se destacou em estudo da Kleffmann Group como a marca de sementes de milho que mais cresceu em volume de vendas e em área plantada no mercado total de plantio de milho safrinha no Brasil.

 

Fonte: Ass. de imprensa KWS Sementes
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CONBRASUL/ASGAV

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