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Agres lança conceito inédito de tablet para agricultura e espera crescer 30% em 2015

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Em sintonia com a realidade competitiva do agronegócio moderno, onde se produzir mais com menos recursos é fundamental, a integração de soluções eletrônicas em máquinas agrícolas tem oportunizado crescimento para empresas que desenvolvem esse tipo de tecnologia. É o caso da paranaense Agres, que espera crescer 30% em 2015 ao lançar o IsoPad, um produto com tecnologia nacional resultado de mais de três anos de pesquisa e desenvolvimento. Empresa brasileira pioneira no segmento e há mais de uma década no mercado, a Agres figurou em quarto lugar entre as pequenas e médias empresas (PMEs) que mais cresceram no Brasil em 2014, segundo estudo feito pela consultoria empresarial Deloitte em parceria com a revista Exame PME. 

“Ao lançarmos o primeiro terminal virtual portátil do mercado, procuramos enfatizar nossa proposta de valor que nos difere em relação aos nossos concorrentes, que é ajudar nosso cliente a buscar a melhor forma de automatizar sua máquina. Isso é levado muito a sério na Agres, e, por esse motivo, estamos antecipando na Agrishow o resultado desse trabalho: o IsoPad”, explica o presidente e fundador da empresa, Jorge Leal. 

O novo produto será apresentado entre os dias 27 de abril e 1º de maio durante a Agrishow 2015 – 22ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação, uma das maiores e mais completas feiras desse segmento no mundo, realizada em Ribeirão Preto, São Paulo.

“Ao apresentarmos nosso terminal virtual portátil, passamos a integrar em um único produto as necessidades de controle de máquinas embarcado em cabines, com a flexibilidade do uso do mesmo equipamento fora dela, como um assistente pessoal para uso agrícola que pode complementar a função do computador no escritório da fazenda”, detalha o diretor executivo, Rafael Klein.

Fabricantes de máquinas agrícolas como a multinacional francesa Kuhn, PLA, KS e Pulverjet estão entre alguns dos clientes da empresa presentes na Agrishow. Atualmente, eles utilizam soluções Agres em pulverização de inseticidas e distribuição de fertilizantes aplicados com piloto automático. Essa tecnologia traz várias vantagens ao produtor rural, como redução da quantidade de insumos aplicados, melhor alocação de recursos humanos, maior lucratividade do cultivo e ganho na produtividade da lavoura, além de menor impacto de resíduos no ambiente, economia de combustível de maquinários e agilidade nas operações da fazenda.

Projetos em parceria e treinamento
Na linha de soluções tecnológicas da empresa estão inovações que contemplam o acompanhamento em todo o ciclo de agricultura de precisão, entre eles: Guia Virtual, Piloto Automático, Controlador de Pulverização, Distribuidor de Fertilizantes, Controlador de Plantio e Monitor de Colheita.

Para melhor integração das soluções, os clientes da Agres contam com treinamentos em todos os níveis. “Nossa equipe de técnicos e engenheiros presta gratuitamente um serviço diferenciado em consultoria de projetos de integração hidráulica, mecânica ou elétrica para os clientes, o que é fundamental para que o resultado que se espera em campo seja garantido”, destaca Raphael Regazzo, diretor comercial. 

Financiamento
Por ser uma empresa nacional, os produtos da Agres não sofrem com a variação de câmbio. Além disso, o fabricante pode financiar a aquisição pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Sustentável (BNDES).

Sobre a Agres
A Agres é pioneira em tecnologia para agricultura de precisão no Brasil e maior empresa nacional com uma linha de produtos com tecnologia própria e inovadora para automação de máquinas agrícolas, fundamental para aumentar a eficiência e lucratividade dos agricultores. 

Fonte: Ass. de Imprensa Agres

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Relação de troca da soja melhora com recuo do MAP e do KCl

Custos em sacas por tonelada de fertilizante cedem em 2025 enquanto a soja mantém patamar elevado no mercado internacional e em Mato Grosso.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

 relação de troca para o produtor de soja entra em 2026 em condição mais favorável do que a observada ao longo de 2025. Após um ano em que o custo dos fertilizantes consumiu parte relevante do poder de compra do produtor, os primeiros meses de 2026 mostram recuo consistente do MAP e do KCl medidos em sacas por tonelada, ao mesmo tempo em que a soja mantém patamar elevado de preço no mercado internacional e no físico em Mato Grosso. Os dados são da Consultoria Agro do Itaú BBA.

Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Em 2025, o MAP chegou a superar 35 sacas de soja por tonelada em diversos momentos, muito acima da média histórica. No início de 2026, o indicador recua para a faixa de 27 a 29 sacas, retornando para níveis próximos do intervalo de longo prazo e reduzindo a pressão sobre o custo de implantação da lavoura.

O KCl apresenta comportamento semelhante. Ao longo do ano passado, o custo chegou a operar acima de 15 sacas por tonelada. Agora, gira entre 12 e 13 sacas, melhora relevante para um insumo que compõe a adubação de base da cultura.

Do lado da receita, a soja preserva valor. Os contratos na CBOT permanecem majoritariamente acima de US$ 10 por bushel e, em diversos momentos, se aproximam de US$ 12.

Foto: Wenderson Araujo/Trilux

No mercado físico de Sorriso, referência para Mato Grosso, os preços em reais por saca seguem sustentados mesmo com a acomodação recente do câmbio.

Na prática, no início de 2026 o produtor precisa de menos soja para adquirir a mesma quantidade de MAP e KCl do que precisou em 2025.

A melhora da relação de troca ocorre no momento de definição das compras de fertilizantes e das estratégias de comercialização da próxima safra, alterando o cálculo de custo da lavoura.

Fonte: O Presente Rural
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SIAVS 2026 abre inscrições para programação técnica

Evento reúne especialistas do Brasil e do exterior para debater desafios e tendências das proteínas animais.

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Foto: Alf Ribeiro

Estão abertas as inscrições para participação na programação de palestras do Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS), maior evento das cadeias produtivas das proteínas animais do Brasil, que será realizado entre os dias 04 e 06 de agosto, no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP).

A programação reunirá especialistas nacionais e internacionais em uma agenda abrangente de conteúdos voltados aos principais desafios e tendências das proteínas animais, além de temas transversais estratégicos para a produção.

Entre os destaques da grade estão painéis sobre sanidade e biosseguridade, com foco na prevenção e controle de enfermidades; sustentabilidade e ESG, incluindo eficiência produtiva, bem-estar animal e redução de impactos ambientais; inovação e tecnologia, com aplicações em automação, digitalização e inteligência de dados; nutrição animal e insumos, com análises de custos e eficiência; além de debates sobre mercado e comércio internacional, geopolítica, acesso a mercados e segurança alimentar.

A programação foi estruturada para oferecer conteúdo técnico de alto nível, com aplicabilidade prática para produtores, agroindústrias e profissionais da cadeia produtiva.

O SIAVS 2026 já nasce como um marco histórico para a proteína animal brasileira e mundial. Maior edição de todos os tempos, a feira ocupará 45 mil metros quadrados – um salto de 65% em relação a 2024 – e se posiciona definitivamente entre os maiores encontros globais do setor, com a participação confirmada de empresas e visitantes de mais de 60 países.

Realizado pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o evento reúne milhares de visitantes de todas as regiões do Brasil e do exterior, incluindo lideranças políticas, autoridades, compradores internacionais, formadores de opinião e profissionais de toda a cadeia produtiva.

A nova edição evidencia o avanço da internacionalização do evento. Pela primeira vez, estarão presentes grandes líderes globais em equipamentos de linhas industriais, como Marel, Meyn, Foodmate e Mayekawa, reforçando o perfil inovador e tecnológico do SIAVS.

Outro destaque é a expansão da participação do setor de bovinos, que triplicou sua presença, passando de 280 metros quadrados em 2024 para mais de 620 metros em 2026, um crescimento superior a 120%.

No destaque da feira, mais de 5 mil metros quadrados estarão dedicados às principais agroindústrias de aves, suínos,bovinos, peixes, ovos e genética – segmentos em que o Brasil é referência mundial em produção sustentável e competitiva. Ao lado delas, empresas de genética, equipamentos de granja, insumos biológicos e farmacêuticos completarão a vitrine internacional de soluções para toda a cadeia produtiva.

Para o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o crescimento do evento reflete o papel estratégico do Brasil no cenário global. _“O SIAVS se consolida como um espaço global de articulação, onde conhecimento, negócios e cooperação se encontram. É neste ambiente que o Brasil reafirma seu papel como referência em segurança alimentar e como parceiro confiável e estratégico para o futuro da proteína animal_”, destaca.

Paralelamente à feira, a programação técnica do SIAVS consolida-se como um dos principais fóruns de conteúdo do setor, integrando conhecimento, inovação e visão estratégica em um ambiente de alto nível.

As inscrições e informações completas do evento podem ser obtidas clicando aqui.

Fonte: Assessoria ABPA
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Relação de troca do milho melhora no início de 2026 após pico de custo dos fertilizantes

Queda do MAP, KCl e ureia em sacas por tonelada coincide com recuperação das cotações do cereal na Bolsa de Chicago e na B3.

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Foto: Shutterstock

A relação de troca para o produtor de milho entra em 2026 em condição mais favorável do que a observada ao longo de 2025. Depois de um ano marcado por forte pressão dos fertilizantes sobre o custo da lavoura, os primeiros meses de 2026 registram recuo relevante do MAP, do KCl e da ureia medidos em sacas por tonelada, ao mesmo tempo em que o milho apresenta recuperação de preços nos mercados internacional e doméstico. Os dados são da Consultoria Agro do Itaú BBA.

Foto: Divulgação/Pixabay

Em 2025, o MAP chegou a exigir mais de 70 sacas de milho por tonelada em vários momentos do ano, patamar muito acima da média histórica. No início de 2026, esse indicador recua para a faixa de 50 a 55 sacas, retornando para níveis mais próximos do intervalo histórico e reduzindo a pressão sobre a adubação de base.

O KCl apresenta movimento semelhante. Ao longo de 2025, o custo superou 35 sacas por tonelada. Agora, opera entre 25 e 30 sacas, devolvendo capacidade de compra ao produtor em um nutriente com peso relevante na adubação do cereal.

A ureia, essencial na cobertura nitrogenada, foi outro ponto crítico no ano passado, quando chegou a demandar mais

Foto: Divulgação/SAA-SP

de 50 sacas por tonelada. Neste começo de 2026, o custo recua para cerca de 30 a 35 sacas, mudança significativa para o manejo nutricional do milho de alta produtividade.

Do lado da receita, o milho mostra reação. Os contratos na Bolsa de Chicago voltam a trabalhar próximos de US$ 4,50 a US$ 5,00 por bushel após o período de maior fraqueza em 2025. No Brasil, os contratos futuros na B3 e os preços físicos em Sorriso também registram recuperação em reais por saca, mesmo com a acomodação do câmbio.

A diferença prática é direta: no início de 2026, o produtor precisa de menos milho para comprar a mesma quantidade de MAP, KCl e ureia do que precisou ao longo de 2025.

A melhora da relação de troca ocorre justamente no momento de planejamento da safra e altera o cálculo de custo da lavoura, segundo a análise da Consultoria Agro do Itaú BBA.

Fonte: O Presente Rural
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