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Ágide Eduardo Meneguette é eleito Personalidade do Ano pelo PwJ

Sua liderança evidencia o compromisso contínuo com a promoção de avanços no setor, integrando inovação, sustentabilidade e desenvolvimento estratégico para impulsionar o agronegócio no Paraná.

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Foto: Divulgação/Sistema Faep

O presidente interino do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette, foi escolhido Personalidade do Ano de 2024 na 22ª edição do Prêmio Working de Jornalismo (PwJ). A premiação, organizada pela revista Conexão Paraná, segue o modelo da renomada revista norte-americana Time, reconhecendo figuras de destaque em diferentes áreas no Estado do Paraná.

À frente da presidência interina do Sistema Faep desde 11 de julho de 2024, Meneguette implementou iniciativas relevantes para fortalecer o setor agropecuário paranaense e defender os interesses dos produtores rurais. Sua liderança evidencia o compromisso contínuo com a promoção de avanços no setor, integrando inovação, sustentabilidade e desenvolvimento estratégico para impulsionar o agronegócio no Paraná.

“Este reconhecimento é um reflexo do nosso compromisso em construir um Paraná mais próspero, unido e com oportunidades para todos”, destacou. “É uma honra ter recebido esse prêmio, que já reconheceu grandes lideranças ao longo das 22 edições”, complementou.

Uma das realizações em 2024 envolve a Assistência Técnica e Gerencial (ATeG), incorporada aos serviços gratuitos do Sistema Faep, visando capacitar agricultores e pecuaristas com o objetivo de aumentar a produtividade e a rentabilidade nas propriedades rurais. A partir deste ano, o programa será expandido para novos municípios e cadeias produtivas, reforçando o compromisso da entidade com o desenvolvimento regional.

Outra iniciativa de destaque na gestão de Meneguette é o Programa Agropecuária 2030, resultado de uma parceria entre o Sistema Faep e a Secretaria de Estado da Educação (Seed), que completou um ano em 2024. A iniciativa oferece aos estudantes dos 26 colégios agrícolas do Paraná uma formação moderna, tecnológica e alinhada às demandas do mercado, preparando-os para os desafios e oportunidades do setor agropecuário.

Na defesa dos interesses dos produtores rurais, por meio de articulação política com o G7, Meneguette coordenou a retirada das alterações no Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações (ITCMD) do Projeto de Lei (PL) 730/2024, que previa aumento das alíquotas em processos de sucessão. Essa conquista protegeu o setor produtivo e garantiu competitividade à economia estadual.

Outra importante realização, resultado das articulações lideradas por Ágide Eduardo, foi a regulamentação do trânsito de máquinas agrícolas nas rodovias brasileiras pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A medida atende a uma antiga demanda do setor rural, desburocratizando o transporte de equipamentos agrícolas e aumentando a segurança para produtores e trabalhadores que utilizam as vias públicas.

Ações internas

Em dezembro de 2024, Meneguette inaugurou o escritório regional do Sistema Faep em Santo Antônio da Platina, ampliando o atendimento a 37 municípios do Norte Pioneiro. Essa iniciativa fortalece a representatividade do setor agropecuário na região, estreitando o relacionamento com agricultores e pecuaristas e viabilizando a formulação de políticas estratégicas adaptadas às necessidades de cada microrregião.

Reafirmando seu compromisso com a sustentabilidade, o Sistema Faep também inaugurou uma usina solar fotovoltaica no Centro de Treinamento Agropecuário (CTA) de Ibiporã, no Norte do Paraná. Com capacidade para reduzir a emissão de 18,2 toneladas de gás carbônico (CO2) por ano, a nova instalação promove o uso de energias renováveis, fortalece as práticas sustentáveis da entidade e garante autossuficiência energética, além de redução de custos operacionais. Essa é a segunda usina fotovoltaica do Sistema FAEP, que já opera uma unidade similar no CTA de Assis Chateaubriand, na região Oeste.

Formação e carreira

A trajetória acadêmica de Meneguette inclui formação em Administração pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), pós-graduação em Comércio Exterior e Negócios Internacionais pela mesma instituição, especialização em gerenciamento de projetos e finanças pela Universidade da Califórnia, em Berkeley, nos Estados Unidos, e certificação de Chief Operating Officer (COO) pela Fundação Getúlio Vargas (EAESP-FGV).

Com uma carreira sólida, Ágide Eduardo foi gestor administrativo e operacional do Grupo Santa Terezinha, presente em 12 municípios do Paraná e Mato Grosso do Sul. Entre 2021 e 2023, atuou como superintendente geral de parcerias do Governo do Paraná, vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Sustentável (Sedest).

Atualmente, Meneguette representa o Sistema Faep no Conselho Executivo do Sebrae-PR e do Instituto Pensar Agropecuária (IPA), além de presidir o conselho deliberativo do Fundo de Desenvolvimento da Agropecuária do Estado do Paraná (Fundepec-PR).

Fonte: Assessoria Sistema Faep

Colunistas

Você está desperdiçando o dinheiro do marketing?

Conheça três pontos que podem contribuir para um melhor desempenho.

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Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

Durante a conversa com um grande amigo, lembrei, recentemente, de uma experiência que tive no agronegócio. Uma empresa de nutrição animal precisava aumentar a visibilidade junto a potenciais clientes e entrou em contato com a Ação Estratégica – Comunicação e Marketing no Agronegócio.

O gerente de marketing compartilhou o briefing de forma clara e objetiva: “precisamos aparecer em mídias estratégicas, locais e nacionais, e também ampliar a nossa presença em canais digitais. A concorrência está grande e precisamos ser mais reconhecidos no campo. Isso vai ajudar a fechar negócios”.

Após algumas reuniões, finalizamos o planejamento de assessoria de imprensa e de redes sociais, definindo a linguagem, os temas e os principais objetivos a serem atingidos em curto e médio prazo.

Rapidamente, os porta-vozes foram definidos e participaram de um media training, no qual a Ação Estratégica apresentou dicas para os executivos terem um desempenho ainda melhor nas futuras entrevistas com jornalistas.

Como próximo passo, a mídia recebeu sugestões de notícias sobre a empresa e as redes sociais foram abastecidas com conteúdo relevante sobre o ecossistema em que a empresa atua.

Em poucos meses, os materiais divulgados causaram um grande impacto, maior do que o esperado. Potenciais clientes fizeram vários comentários nos posts publicados, mandaram mensagens em privado e também entraram em contato com a empresa via WhatsApp.

O sucesso desta ação teve três pontos centrais:

1) Análise

O cliente compartilhou importantes informações, na etapa do planejamento, sobre os perfis dos potenciais clientes. Essas informações propiciaram uma análise consistente de cenário.

2) Integração

O movimento foi realizado em total sintonia com o departamento de vendas, com o objetivo de potencializar as oportunidades de negócios.

3) Correção

Com frequência, realizamos reuniões para a correção de rotas, o que contribuiu para as divulgações serem sempre relevantes.

 A importância desses três pontos (Análise, Integração e Correção) vai além do sucesso de uma ação específica. Se bem utilizados, eles contribuem diretamente para uma melhor utilização dos recursos, evitando, de forma contínua, o desperdício de dinheiro, e também propiciam um rico aprendizado a ser utilizado nas próximas atividades.

Afinal, com experiência, informação e estratégia adequada, melhoramos o nosso desempenho, não é mesmo?

Fonte: Artigo escrito por Rodrigo Capella, palestrante e diretor geral da Ação Estratégica - Comunicação e Marketing no Agronegócio.
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Mercado de fertilizantes no Brasil mantém forte dependência de importações

Volume soma 40,9 milhões de toneladas até outubro de 2025, com Mato Grosso liderando o consumo nacional.

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Foto: Divulgação/OP Rural

As entregas de fertilizantes ao mercado brasileiro somaram 5,08 milhões de toneladas em outubro de 2025, alta de 2,1% frente ao mesmo mês do ano anterior, quando foram comercializadas 4,98 milhões de toneladas, segundo a Associação Nacional para a Difusão de Adubos (ANDA). No acumulado de janeiro a outubro foram registradas 40,94 milhões de toneladas entregues, com alta de 8,4% em comparação a igual período de 2024, quando o total foram entregues 37,78 milhões de toneladas.

O Estado de Mato Grosso manteve a liderança no consumo, com participação de 22,1% do total nacional, o equivalente a 9,05 milhões de toneladas. Na sequência aparecem Paraná (4,97 milhões), São Paulo (4,35 milhões), Rio Grande do Sul (4,21 milhões) Goiás (3,99 milhões), Minas Gerais (3,90 milhões) e Bahia (2,75 milhões).

A produção nacional de fertilizantes intermediários encerrou outubro de 2025 em 631 mil toneladas, registrando uma queda de 2,2% em relação ao mesmo mês de 2024. No acumulado de janeiro a outubro, o volume chegou a 6,20 milhões de toneladas, avanço de 5,7% em relação com as 5,87 milhões de toneladas no mesmo período de 2024.

As importações alcançaram no mês de outubro de 2025, 4,38 milhões de toneladas, redução de 1,1% sobre igual período do ano anterior. De janeiro a outubro, o total importado somou 35,88 milhões de toneladas, com crescimento de 7,1% em relação as 33,49 milhões de toneladas no mesmo período de 2024.

O Porto de Paranaguá consolidou-se como principal ponto de entrada do insumo, foram importadas 8,89 mil toneladas no período, crescimento de 5,8% frente a 2024 (8,40 milhões de toneladas). O terminal representou 24,8% do total de todos os portos, segundo dados do Siacesp/MDIC.

Fonte: Assessoria ANDA
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Produtores têm até 31 de janeiro para regularizar inconsistências fiscais

Receita Federal intensifica fiscalização sobre rendimentos rurais e alerta para risco de autuações e multas após o prazo.

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Foto: Jose Fernando Ogura

A Receita Federal do Brasil intensificou as orientações voltadas à conformidade fiscal no setor rural, com atenção especial aos rendimentos oriundos de arrendamentos de imóveis rurais. A iniciativa integra uma ação nacional de conformidade cujo objetivo é estimular a autorregularização dos contribuintes, permitindo a correção de inconsistências até janeiro de 2026, antes do avanço para etapas de fiscalização mais rigorosas.

Segundo o órgão, é recorrente a subdeclaração ou o enquadramento incorreto dos valores recebidos com arrendamentos, seja por desconhecimento da legislação tributária, seja por falhas no preenchimento das declarações. Para identificar divergências, a Receita Federal tem ampliado o uso de cruzamento de dados, recorrendo a informações de cartórios, registros de imóveis rurais e movimentações financeiras, em um ambiente de fiscalização cada vez mais digital e integrado.

Foto: Jonathan Campos/AEN

O advogado tributarista Gianlucca Contiero Murari avalia que o atual movimento do Fisco representa um ponto de atenção relevante para produtores rurais e proprietários de terras. “A autorregularização é uma oportunidade valiosa para o contribuinte rural corrigir falhas, evitar autuações, multas elevadas e até questionamentos mais complexos no futuro. A Receita Federal tem adotado uma postura cada vez mais preventiva, mas com fiscalização altamente tecnológica”, afirma.

Murari ressalta que os rendimentos provenientes de arrendamento rural exigem cuidado específico no enquadramento e na declaração, de acordo com as regras do Imposto de Renda. Isso inclui a avaliação sobre a tributação como pessoa física ou jurídica, conforme a estrutura da operação. “É fundamental que o produtor ou proprietário busque orientação especializada para avaliar contratos, natureza dos rendimentos e a forma correta de declarar. Um ajuste feito agora é muito menos oneroso do que uma autuação depois”, completa.

Fonte: Assessoria Dosso Toledo Advogados
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