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AGCO contribui para o aumento da capacidade de armazenagem de grãos no Brasil

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AGCO (NYSE: AGCO), fabricante e distribuidora mundial de equipamentos agrícolas, reuniu a imprensa na segunda(11), na Sociedade Hípica Paulista, em São Paulo – SP, para divulgar investimentos, discutir o cenário atual do mercado e a importância do Brasil na estratégia de crescimento global do grupo. "O ano de 2013 foi recorde para a AGCO na América do Sul", afirmou Martin Richenhagen, Presidente, CEO e Presidente do Conselho da AGCO. "Este ano o mercado está mais volátil no Brasil, mas, apesar disso, a AGCO continua tendo um desempenho satisfatório. Os fundamentos da indústria global permanecem inalterados e a AGCO continua realizando investimentos significativos, com foco no aumento da produtividade de suas fábricas, além de oferecer soluções de alta tecnologia que ajudam os produtores rurais a melhorar sua eficiência e produtividade."
A AGCO pretende expandir a capacidade de produção atual da GSI (equipamentos para armazenagem e produção de proteína animal) investindo R$ 18 milhões em uma nova fábrica, em Passo Fundo – RS. A nova planta deve ser inaugurada no fim deste ano. "O Brasil apresenta uma grande escassez na infraestrutura de armazenagem para grãos", explica André Carioba, Vice-Presidente Sênior e Gerente Geral da AGCO para a América do Sul. "As colheitas recordes de 2013 e 2014, e o aumento contínuo da produção de grãos, mostraram que o desenvolvimento da infraestrutura necessária para armazenagem de grãos tornou-se fundamental. O negócio de armazenagem de grãos da AGCO, através da GSI, ajudará a atender essa demanda no futuro." O governo brasileiro anunciou linhas de crédito especiais para aumentar a capacidade de armazenagem de grãos. Este programa deve ajudar os produtores agrícolas a investir em unidades de armazenagem de grãos profissionais. 
A AGCO também investiu R$ 3 milhões em um novo Centro de Distribuição de Peças. Esta nova instalação foi inaugurada no mês de junho, em Ernestina – RS, e atenderá a região sul do Brasil e países vizinhos como a Argentina, Paraguai e Uruguai. Uma grande variedade de peças será estocada para melhorar significativamente o tempo de resposta das encomendas, com reflexo positivo na produtividade dos clientes. Em 2013, a AGCO já havia investido R$ 3 milhões em um novo Centro de Distribuição de Peças em Anápolis – GO, para atender o centro-oeste e norte do Brasil. “Investir em nossa infraestrutura de pós-venda nos permite ficar mais próximos desses mercados e fornecer melhores serviços aos nossos parceiros de distribuição locais e clientes," explica Carioba.
A AGCO também apresentou ao mercado da América do Sul a Fuse TechnologiesTM, uma nova estratégia que auxilia a minimizar o tempo de máquina parada e a melhorar o negócio como um todo, através de conectividade sem fio e serviços de diagnóstico. Consequentemente, a Fuse TechnologiesTM torna os empresários rurais mais produtivos e seu negócio mais rentável. No Brasil, a AGCO dobrou sua equipe de tecnologia para construir a rede necessária, fornecer um atendimento ao cliente de qualidade e treinar a rede de concessionárias, para que elas ofereçam soluções tecnológicas mais abrangentes. A AGCO continuará investindo, nos próximos dois anos, na construção de uma rede RTK (Real Time Kinematic – na sigla em inglês) nas principais áreas agrícolas do Brasil.
A AGCO fabrica equipamentos agrícolas em seis fábricas no Brasil e uma na Argentina para atender o mercado da América do Sul. As colheitadeiras são produzidas em Santa Rosa – RS, os equipamentos de cana de açúcar são produzidos em Ribeirão Preto – SP e os tratores são produzidos em fábricas localizadas em Mogi das Cruzes – SP e Canoas – RS. Os implementos da AGCO são fabricados em Ibirubá – RS e a GSI possui sua fábrica em Marau – RS. Os produtos são exportados para outros mercados da América do Sul, mas também para mercados distantes como a África (com foco em uma joint venture na Argélia)
 

Sobre a AGCO

A AGCO (NYSE: AGCO) é líder mundial no design, fabricação e distribuição de maquinário agrícola. A. AGCO  apoia uma agricultura mais produtiva por meio de uma linha completa de tratores, colheitadeiras, equipamentos de fenação e forragem, sistemas de armazenagem de grãos e produção de proteína, implementos de preparação do solo e peças de reposição. Os produtos da AGCO  são vendidos através de cinco marcas principais, Challenger®, Fendt®, GSI®, Massey Ferguson® e Valtra®, e são distribuídos globalmente por meio de aproximadamente 3.100 revendedores e distribuidores independentes em mais de 140 países em todo o mundo. Fundada em 1990, a AGCO está sediada em Duluth, GA, E.U.A. Em 2013, a AGCO teve uma receita líquida de vendas de $10.8 bilhões. 

Fonte: Ass. Imprensa da AGCO

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Notícias Cooperativismo

Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível

Publicação reúne reportagens exclusivas sobre o papel das cooperativas no agronegócio e destaca como a escassez de mão de obra e a contratação de imigrantes estão transformando o mercado de trabalho no setor.

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A nova Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível gratuitamente em versão digital no site. Publicada todos os anos próxima ao Dia Internacional das Cooperativas, celebrado em 04 de julho, a edição reúne reportagens, análises e conteúdos especiais sobre a força econômica, social e produtiva do cooperativismo no agronegócio brasileiro.

Nesta edição, a reportagem especial aborda um dos temas mais relevantes para o futuro das cooperativas agroindustriais: a geração de empregos, a escassez de mão de obra e a presença crescente de trabalhadores estrangeiros nas operações. O conteúdo mostra como imigrantes de diferentes nacionalidades passaram a ocupar funções decisivas em agroindústrias, supermercados, unidades operacionais e estruturas produtivas de cooperativas do Sul do país.

A reportagem apresenta casos de cooperativas em que estrangeiros já representam parcela expressiva da força de trabalho. Em algumas unidades, eles chegam a formar a maioria dos colaboradores. Mais do que um dado demográfico, esse movimento revela uma mudança estrutural no mercado de trabalho do agronegócio, com reflexos diretos sobre produção, escalas, expansão industrial, automação, qualificação, moradia, integração cultural e desenvolvimento regional.

Além da reportagem especial, a edição traz conteúdos sobre o impacto do cooperativismo na economia, na geração de renda, na organização das cadeias produtivas, atuando como agentes de desenvolvimento nas comunidades onde estão.

A Edição Especial Cooperativismo 2026 pode ser acessada gratuitamente na aba Edições Impressas de opresenterural.com.br.

Fonte: O Presente Rural
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Produtores do Rio Grande do Sul têm até 30 de junho para declarar rebanhos

Atualização anual é considerada estratégica para o controle sanitário e permite resposta mais rápida das autoridades diante de eventuais emergências zoossanitárias.

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Os produtores rurais do Rio Grande do Sul têm até o dia 30 de junho para realizar a Declaração Anual de Rebanho 2026. A Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac) reforça o chamado para que criadores, pecuaristas e associados cumpram a obrigação dentro do prazo, destacando a importância das informações para a defesa sanitária animal no Estado.

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De acordo com o vice-presidente técnico da Febrac, José Arthur Martins, a atualização dos dados permite que o sistema de defesa agropecuária mantenha um retrato fiel dos rebanhos e das propriedades rurais gaúchas. “Essas informações são extremamente necessárias. A Febrac conclama todos os produtores rurais para que não deixem de realizar essa declaração, pois ela permite conhecer melhor a infraestrutura, os controles sanitários e os saldos dos rebanhos existentes nas propriedades do Rio Grande do Sul”, afirma.

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Segundo Martins, a manutenção de um banco de dados atualizado é fundamental para que o poder público possa agir com rapidez diante de eventuais ocorrências sanitárias que afetem a pecuária. “A informação é essencial para que o sistema de defesa sanitária tenha condições de responder de forma mais rápida e objetiva em caso de algum incidente sanitário que possa atingir os rebanhos do Estado”, destaca.

Cadastro atualizado fortalece defesa agropecuária

O dirigente compara a Declaração Anual de Rebanho à entrega da declaração do Imposto de Renda, ressaltando que ambas exigem atualização periódica de informações essenciais para a gestão pública. “A declaração de rebanho pode ser considerada como um imposto de renda que o produtor rural deve fazer todos os anos. Esses dados são extremamente importantes para que o sistema de defesa agropecuária tenha informações precisas sobre as características dos rebanhos em cada

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localidade e possa agir de maneira imediata diante de qualquer ocorrência sanitária”, explica.

A declaração pode ser feita de forma eletrônica, por meio do sistema Produtor Online, disponível no portal da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul, ou presencialmente nas Inspetorias e Escritórios de Defesa Agropecuária dos municípios.

Martins orienta os produtores a não deixarem o procedimento para os últimos dias do prazo. “O prazo final para entrega da Declaração Anual de Rebanho é 30 de junho de 2026. É importante que todos os produtores cumpram essa obrigação dentro do período estabelecido”, menciona.

Fonte: Assessoria Febrac
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Conheça as tecnologias brasileiras que podem transformar a agricultura tropical

De importador de conhecimento agrícola, Brasil passou a desenvolver soluções adaptadas aos trópicos que hoje podem ser replicadas na África, Ásia e América Latina.

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A agricultura brasileira viveu uma transformação histórica nas últimas décadas. Se antes dependia de tecnologias desenvolvidas para ambientes temperados, hoje se tornou uma das principais referências mundiais em ciência aplicada aos trópicos.

Engenheiro agrônomo, mestre em Irrigação e Drenagem, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e PhD em Física do Solo e Modelagem em Agricultura, Durval Dourado Neto: “O Brasil lidera hoje a adoção em larga escala de biodefensivos e biofertilizantes. Utilizamos a própria biodiversidade tropical para o controle natural de pragas e para a fixação biológica de nitrogênio” – Foto: Divulgação

Para o engenheiro agrônomo, mestre em Irrigação e Drenagem, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e PhD em Física do Solo e Modelagem em Agricultura, Durval Dourado Neto, o país deixou de importar pacotes tecnológicos incompatíveis com sua realidade para construir soluções próprias, capazes de serem replicadas em outras regiões do planeta. “Como engenheiro agrônomo, compreendi que o avanço da nossa agricultura dependeria de uma forte base em ciência”, afirma.

Segundo ele, a principal contribuição brasileira para outros países tropicais está nas chamadas tecnologias “poupa-terra”, que permitem aumentar a produção preservando recursos naturais.

Uma das maiores conquistas do Brasil foi adaptar culturas originalmente desenvolvidas para regiões temperadas. O desenvolvimento de variedades de soja adaptadas às baixas latitudes é considerado um marco da ciência brasileira e pode beneficiar países africanos com condições edafoclimáticas semelhantes às do Cerrado.

Foto: Roberto Dziura Jr

Outro avanço importante está no Manejo Integrado de Pragas (MIP), desenvolvido para enfrentar a intensa pressão biológica existente nos trópicos. “Criamos protocolos específicos para otimizar a eficiência dos defensivos de forma mais racional, reduzindo custos e impactos”, explica.

Vitrine atual da agricultura brasileira

Na avaliação de Durval, a maior vitrine atual da agricultura brasileira é a expansão dos bioinsumos. “O Brasil lidera hoje a adoção em larga escala de biodefensivos e biofertilizantes. Utilizamos a própria biodiversidade tropical para o controle natural de pragas e para a fixação biológica de nitrogênio”, ressalta.

O pesquisador também destaca o melhoramento genético do Nelore, do café, do feijão e da cana-de-açúcar, além da introdução de gramíneas africanas que revolucionaram a pecuária nacional.

Segundo ele, esses avanços permitiram ao Brasil construir o maior e mais eficiente sistema de produção de proteína animal a pasto do mundo.

Para Durval, a ciência tropical desenvolvida no país será cada vez mais importante diante do crescimento da demanda mundial por alimentos e da necessidade de produzir mais com menor impacto ambiental.

Fonte: O Presente Rural
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