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Adubação a lanço tem mais eficiência com equipamento certo
Com a técnica produtor economiza tempo e dinheiro, pois torna o processo de semeadura mais ágil, reduzindo os gastos com diversas operações

Grande parte das áreas agrícolas brasileiras são hoje compostas por solo com características do Cerrado, ou seja, com baixa quantidade em nutrientes. Devido a esta característica, para o produtor ter alta produtividade, a adubação se torna imprescindível. Como na agricultura, tempo é sinônimo de dinheiro, para algumas regiões como os estados de Mato Grosso e Goiás, indica-se a adubação a lanço.
A técnica é realizada na superfície do solo, gerando ganho em tempo e produtividade, pois permite uma faixa de aplicação de fertilizantes a lanço de até 36m. “Como é realizada antes mesmo da semeadura, muni o solo dos nutrientes demandados por cada cultura”, explica Reinaldo Damasio, coordenador de assistência técnica da MP Agro.
Esse tipo de adubação impacta diretamente na produtividade e tem sido utilizada em larga escala pelos produtores, pois torna o processo de semeadura mais ágil, reduzindo os gastos com diversas operações. “Diferentemente da aplicação em linha na semeadura, que exige mais operações e uma aplicação mais tardia do fertilizante, a aplicação a lanço permite preparar o solo com antecedência e também a aplicação de cobertura para fornecer os nutrientes que as plantas necessitam no momento, por exemplo, a aplicação de nitrogênio parcelado na cultura de milho”, cita Damasio.
Em quais casos fazer a adubação a lanço
Atualmente, com o advento das tecnologias de precisão (AP), o produtor pode identificar e compreender melhor as variabilidades do solo com softwares, aparelhos, análises, entre outros. Isso permite a dosagem correta na aplicação de fertilizantes. Com o auxílio da tecnologia, ele consegue detectar quais nutrientes estão faltando e ainda ter maior eficiência na aplicação de fertilizantes, principalmente na adubação a lanço, como por exemplo na suplementação do potássio para o cultivo da soja.
É importante que além da tecnologia a orientação de um profissional é sempre indicada. Ele vai ajudar a compreender e analisar melhor os dados fornecidos pelas ferramentas. “Em solos arenosos, por exemplo, com baixa CTC (troca de cátions), para se evitar a lixiviação, um processo erosivo ocasionado a partir da lavagem da camada superficial do solo pelo escoamento das águas, indica-se fazer a adubação na semeadura ou em pré semeadura, e ainda em cobertura, 30 a 40 dias após a semeadura, tanto para cultivares de ciclo mais precoce como para mais tardio”, detalha o profissional da MPAgro.
Escolha do equipamento
Outro detalhe importante, o qual lembra o coordenador, é que os equipamentos utilizados na hora da operação influenciam e impactam diretamente no resultado final. A MPAgro, por exemplo, possui implementos exclusivos e específicos para a ação. A principal linha de trabalho é com a comercialização de distribuidores de fertilizantes para autopropelidos, a Linha Z.
O distribuidor permite a aplicação de fertilizantes a lanço, utilizando o mesmo rastro do pulverizador, o que gera menor amassamento das plantas em aplicações de cobertura. Além disso, possui em seu portfólio, a linha Truck para caminhões, que foi projetado para grandes capacidades e a linha de arrasto, Taurus, com possui a estrutura robusta e de alta tecnologia.
Vantagens da linha Z
Principalmente na hora de adubar a lanço, o produtor deve levar em consideração o custo-benefício até do equipamento que será utilizado. A Linha Z, da MPAgro, por exemplo, por ser fabricada 100% em aço inox, inclusive a esteira com sistema de gaveta, gasta-se menos com a manutenção do equipamento. “O produtor tem que realizar as manutenções preventivas como troca de óleo, engraxamento de componentes corretamente e no tempo certo, ele terá uma máquina para a vida toda, sem nenhuma dor de cabeça com manutenções e desgastes por oxidação”, esclarece Damasio.

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Topigs Norsvin reforça equipe de produção no Sul e Sudeste com novos coordenadores
Profissionais assumem gestão de multiplicadores no Paraná, São Paulo e Santa Catarina com o objetivo de elevar a excelência técnica e garantir entrega de valor superior aos parceiros

A Topigs Norsvin, referência mundial em genética suína, anuncia a expansão de seu time técnico no Brasil com a contratação de dois novos coordenadores de Produção. Beatriz Quadros e Daniel Cruz chegam para fortalecer a assistência aos parceiros multiplicadores nas regiões Sul e Sudeste, reportando-se diretamente à gerência da área.
A movimentação faz parte de uma estratégia de fortalecimento do capital humano da companhia, visando alinhar performance genética com responsabilidade sanitária e bem-estar animal. Segundo o diretor de Produção da Topigs Norsvin, Leocir A. Macagnam, a chegada dos profissionais tem o objetivo de complementar as competências do time existente.
“O foco central é buscar resultados zootécnicos superiores, alicerçados no envolvimento das pessoas e na produção de suínos reprodutores de alta qualidade genética e sanitária. Com perfis altamente qualificados e experiências consolidadas em campo, a Beatriz e o Daniel atuarão no engajamento e capacitação das equipes nas granjas”, destaca.
Foco estratégico no Paraná e São Paulo
Responsável pelas regiões do Paraná e São Paulo, Beatriz de Carmo de Quadros é graduada em Zootecnia pela USP e cursa atualmente Mestrado Profissional em Produção e Sanidade Animal. Com 11 anos de experiência na suinocultura, a executiva traz uma bagagem focada em diagnóstico técnico e habilitação de equipes.
Em sua nova função, Beatriz supervisionará o desempenho de multiplicadores, garantindo que a produção de fêmeas atenda aos rigorosos padrões da empresa. “Meu foco será atuar de forma estratégica e técnica para assegurar que cada granja alcance suas metas com eficiência, qualidade e consistência. Isso inclui orientar as equipes, apoiar na tomada de decisão e monitorar indicadores”, afirma a nova coordenadora.
Ela ressalta ainda que sua experiência prévia será vital para a cultura de melhoria contínua da Topigs Norsvin. “Espero promover uma gestão próxima, colaborativa e orientada a resultados, fortalecendo o trabalho do time comercial e elevando a satisfação dos clientes finais”, completa Beatriz.
Gestão intensiva em Santa Catarina
Assumindo a coordenação da regional de Santa Catarina, Daniel Moreira Pinto Cruz é médico-veterinário com sólida trajetória em gestão de produção intensiva e passagens por grandes empresas do setor, como Smithfield Foods e JBS. Seu perfil é marcado pela especialização em conceitos de Saúde Única (One Health), compliance sanitário e metas ESG.
O foco do novo coordenador será a gestão conjunta do programa genético com os parceiros, assegurando a disponibilidade de animais de alta qualidade fenotípica nos prazos previstos. “Acredito que minha experiência trabalhando em grandes empresas nacionais e internacionais do ramo, juntamente com a grande expertise dos meus colegas técnicos da Topigs e parceiros multiplicadores, serão decisivos para impulsionar os avanços técnicos que desejamos”, projeta Daniel.
Entre suas atribuições, está também o desenvolvimento das equipes das granjas multiplicadoras alinhado aos objetivos estratégicos da companhia. “Espero contribuir de forma ativa para a evolução de nosso melhoramento genético e indicadores produtivos”, finaliza.
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Nematoides e carrapatos oferecem grande risco a bezerros e vacas em período de pós-parto
Adoção do manejo adequado para o controle dos inimigos da pecuária proporciona impacto produtivo e econômico na propriedade

A produtividade de uma fazenda pecuária com vacas no pós-parto é desafiada pela ação de diversos parasitas, como nematoides e carrapatos. “Caso as matrizes estejam infestadas por vermes, a contaminação ambiental ganha força pela intensa eliminação de ovos no bolo fecal”, informa o médico-veterinário Felipe Pivoto, gerente de Serviços Técnicos para Bovinos e Equinos da Vetoquinol Saúde Animal.
Com condições favoráveis, os ovos eclodem e a propriedade entra num ciclo vicioso de alta proliferação dos parasitas. Jovens e com o sistema de defesa em construção, os bezerros ficam ainda mais expostos aos vermes, que não enfrentam nenhuma resistência para parasitá-los. Uma vez parasitados, os bezerros sofrem severos impactos em termos de crescimento e ganho de peso, com efeito claro no índice de peso ao desmame.
Entre os principais prejuízos causados pelo parasita ao bezerro estão: diarreias, anemia, redução crítica da conversão alimentar, aumento na taxa de mortalidade e perda de peso e cenário favorável para a infestação ambiental – já que os bezerros infectados depositam ainda mais ovos no ambiente.
“Os carrapatos trazem tantos problemas quanto os nematoides. O pós-parto demanda muita energia da vaca, direcionada para sua recuperação física e produção de leite para o recém-nascido. Em caso de infestação por carrapato, a matrizes sofrem perdas fisiológicas importantes, devido a espoliação sanguínea, inflamação cutânea, estresse e desconforto. Fatores que reduzem a eficiência metabólica da vaca, a qual compromete a produção de leite”, explica o veterinário. Com menos acesso ao leite, os bezerros tendem a apresentar menor ganho de peso, atraso no desenvolvimento corporal e, consequentemente, menor peso ao desmama quando comparado aqueles oriundos de matrizes com infestação de carrapato controlada.
“O pecuarista conta com ferramentas eficazes para enfrentar esses problemas e controlar as infestações, como o Contratack® Injetável. O produto é desenvolvido pela Vetoquinol Saúde Animal”, indica Lucas Croffi, gerente de produto da Vetoquinol.
Contando com a ação conjunta dos princípios ativos fluazuron e ivermectina, Contratack® Injetável inibe o desenvolvimento de carrapatos e é altamente efetivo contra verminoses, o que o indica para vacas em períodos de cria. Seu uso protege as matrizes de infestações dos parasitas e garante o fornecimento do leite em quantidade e qualidade ideais para ter bezerros saudáveis.
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Cobb reconhece a Avícola Warnes por alcançar o melhor lote de produção no território boliviano
O resultado evidencia a excelência da empresa em manejo e sua capacidade de atingir indicadores técnicos.

A Cobb-Vantress, empresa de genética avícola mais antiga em operação no mundo, realizou uma cerimônia oficial na Bolívia para reconhecer a Avícola Warnes por ter alcançado o melhor lote de produção de Ovos Totais (OT), em 2024. O resultado evidencia a excelência da empresa em manejo e sua capacidade de atingir indicadores técnicos.
A Avícola Warnes é uma empresa boliviana com ampla trajetória na produção avícola, reconhecida por seu foco técnico, disciplina operacional e compromisso permanente com a eficiência e a melhoria contínua. Seu sólido desempenho fez com que ela se tornasse uma referência no setor avícola do país.
O prêmio foi entregue por Rodolfo Solano, gerente regional da Cobb para Peru, Bolívia e Equador, em um evento que contou com a presença do Dr. Néstor Oropeza, proprietário da Avícola Warnes, bem como dos profissionais Dr. Sevriche e Dr. Daza e de membros da família, que celebraram essa importante conquista.
“Os excelentes resultados da Avícola Warnes são consequência de uma gestão altamente eficiente e da correta implementação das recomendações técnicas fornecidas pela Cobb, o que permitiu que a empresa aproveitasse o potencial genético e alcançasse indicadores de desempenho excepcionais. O desempenho da empresa em 2024 consolida sua posição como referencial técnico no mercado boliviano”, afirma Solano.

