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Avicultura

Adsorvente melhora desempenho de frangos desafiados com aflatoxina e fumonisina

Adsorventes de amplo espectro ganham cada vez mais espaço, seja pela sua eficiência frente a mais de uma micotoxina (ao mesmo tempo), bem como pela sua praticidade.

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A avicultura está entre as atividades mais relevantes do agronegócio brasileiro. O constante progresso na atividade é resultado de significativas melhorias em genética, nutrição, manejo e sanidade, ambos fundamentais para que as aves expressem o seu máximo potencial produtivo.

Dada a importância da atividade, este setor é alvo de expressiva quantidade de pesquisas científicas, nas quais, dentre diversos fatores observados, têm-se, cada vez mais, a constatação do grau de prejuízos causados pelas micotoxinas na saúde e no desempenho produtivo das aves.

Recentemente, mais de 500 micotoxinas foram relatadas como potencialmente toxigênicas em alimentos e rações, todas com forte impacto econômico e sanitário, podendo levar à morte, dentre as quais aflatoxina, zearalenona, fumonisina, desoxinivalenol e ocratoxina são as mais comumente encontradas.

Na produção avícola, aflatoxinas e fumonisinas destacam-se como sendo duas das principais micotoxinas que comprometem o desempenho e saúde dos animais.

Aflatoxinas: devido a sua rápida absorção no intestino delgado das aves, é altamente tóxica. Dentre as principais consequências da aflatoxicose, destacam-se: Diminuição no consumo de ração, queda no ganho de peso, piora na conversão alimentar, hemorragia, má absorção de nutrientes (que se manifesta como partículas de ração mal digeridas na excreta das aves), esteatorreia (excesso de gordura nas fezes, o que prejudica a eficiência de conversão alimentar e, consequentemente, aumenta o custo da produção, além de afetar diretamente a digestão e absorção de gorduras), palidez das mucosas, pernas e patas (o que parece ser resultado da menor absorção, diminuição no transporte e deposição tecidual dos carotenóides da dieta), imunossupressão (maior suscetibilidade a desafios (ambientais e/ou sanitários)), desuniformidade dos lotes e mortalidade.

Fumonisinas: grupo de micotoxinas de baixo peso molecular altamente tóxicas, que têm sido amplamente encontradas como contaminantes em todo o mundo. Dentre as principais consequências da contaminação por fumonisina, figuram: Queda no consumo de ração e ganho de peso, piora na conversão alimentar, aumento no peso dos rins, fígado e concentração de hemoglobina, necrose hepática, diarreia, aumento da permeabilidade intestinal, piora na resposta vacinal, redução da superfície de absorção intestinal, letargia, queda na síntese de proteínas, imunossupressão (maior suscetibilidade a desafios ambientais e/ou sanitários), desuniformidade dos lotes e mortalidade.

Frente a dimensão das perdas causadas pelas micotoxinas à produção animal, o desenvolvimento de técnicas e estratégias de gestão de riscos, que minimizem os efeitos deletérios e impactos sobre os índices zootécnicos e sanitários é essencial.

Diferentes abordagens, incluindo métodos químicos, físicos e biológicos, têm sido adotadas na descontaminação de rações para aves. Dentre estes, a eficácia de adsorventes, com uma ampla variação de composição, tem sido amplamente estudada.

É importante ressaltar que, na maioria dos casos de contaminação, os prejuízos são potencializados porque as rações são contaminadas, simultaneamente, por duas ou mais micotoxinas, originando feitos aditivos ou sinérgicos, o que significa que a toxicidade geral não é apenas a soma, mas o múltiplo das toxicidades individuais das micotoxinas, impactando diretamente em prejuízos significativos, conforme exemplificado na Figura 1.

Figura 1. Efeitos sinérgicos e/ou aditivos das principais micotoxinas na saúde dos animais.

Assim, os adsorventes de micotoxinas compostos por mais de um princípio ativo, conhecidos como “adsorventes de amplo espectro” ganham cada vez mais espaço, seja pela sua eficiência frente a mais de uma micotoxina (ao mesmo tempo), bem como pela sua praticidade.

Em recente pesquisa realizada em 2022, no Instituto de Soluções Analíticas, Microbiológicas e Tecnológicas, Rio Grande do Sul, Brasil, mais uma comprovação da eficiência de um adsorvente de micotoxinas de amplo espectro foi realizada. O adsorvente foi adicionado na inclusão de 0,25% ante um desafio composto pela adição de 1,0 ppm de aflatoxinas + 50,0 ppm de fumonisinas à dieta de frangos de corte (1 – 42 dias de idade).

Durante 42 dias foram avaliados 540 frangos de corte, da linhagem Cobb 500, distribuídos em 3 tratamentos de 6 repetições com 30 aves em cada repetição. Os tratamentos foram estabelecidos conforme a Tabela 2.

Tabela 2. Descrição dos tratamentos com os níveis de inclusão das micotoxinas e do adsorvente empregado.

Desafio

As aflatoxinas (B1, B2, G1 e G2) foram obtidas a partir do cultivo de uma cepa toxígena de Aspergillus parasiticus e, as fumonisinas (B1 e B2) foram obtidas a partir do cultivo de uma cepa toxígena de Fusarium moniliforme.

O produto utilizado é composto por uma equilibrada combinação de β-glucanos fosforilados ativos (extraídos da parede celular da levedura Saccharomyces cerevisiae), bentonita policatiônica, carvão vegetal ativado, molécula orgânica, selênio orgânico e extrato cardo mariano (Silimarina). Cada um destes princípios ativos foi rigorosamente escolhido para adsorver as principais micotoxinas encontradas a campo, além de oferecer proteção contra os mais significativos danos, conforme exposto a seguir:

Os seguintes parâmetros foram observados ou calculados: Consumo de ração, peso vivo, ganho de peso diário, conversão alimentar, índice de eficiência produtiva e peso relativo de fígado.

Resultados

As aves que foram desafiadas com as micotoxinas e receberam o adsorvente na dieta demonstraram maior resistência aos efeitos adversos das micotoxinas, o que pode ser comprovado pelos maiores peso vivo, ganho de peso diário, consumo de ração, índice de eficiência produtiva e melhor conversão alimentar, quando comparado ao grupo desafiado, sem a inclusão do adsorvente.

Além disso, o peso relativo do fígado aumentou significativamente no grupo de animais desafiados, sem a adição do adsorvente. Sabe-se que as micotoxinas afetam de forma significativa este órgão, ocasionando danos expressivos ao desempenho e saúde dos animais. A adição do adsorvente mitigou estes danos, sendo aqui representado pela diminuição no peso do órgão.

Além dos efeitos sinérgicos dos princípios ativos que compõem o adsorvente, em relação a adsorção das micotoxinas, a presença de silimarina e selênio orgânico, provavelmente, são corresponsáveis pelo eficiente resultado produtivo e pela diminuição no peso do fígado.

Inúmeros estudos demonstram a função protetora exercida pela silimarina no fígado. Tal mecanismo de proteção se dá pela maior preservação na estrutura e função dos hepatócitos (células que compõe o fígado), eliminação de radicais livres, ativação de genes antioxidantes, restauração de tecidos danificados e estímulo à síntese de proteínas, o que pode favorecer o maior ganho de peso das aves, conforme observado neste estudo.

Pesquisas recentes comprovaram que a adição de substâncias antioxidantes na dieta das aves tem impacto positivo em parâmetros de saúde e desempenho dos animais, dentre elas, o selênio.

Este mineral, além de ser fundamental ao sistema antioxidante, possui propriedades anti-inflamatórias e quimioprotetoras, melhorando a resposta imunológica e contribuindo para o aumento da resistência às infecções.

O gerenciamento e controle das micotoxinas no cenário avícola exige uma série de ações coordenadas. Dentre elas, o conhecimento acerca da crescente ocorrência de mais de uma toxina, ao mesmo tempo, é fundamental na tomada decisão sobre qual adsorvente

se faz mais adequado no combate ao desafio enfrentado pelos animais.

Os dados do presente estudo reforçam a eficiência do adsorvente testado em combater os principais danos causados por duas das principais micotoxinas mais desafiadoras à avicultura.

As referências bibliográficas estão com a autora. Contato: catarina.leao@yes.ind.br.

Para ficar atualizado e por dentro de tudo que está acontecendo no setor avícola acesse gratuitamente a edição digital Avicultura – Corte & Postura.

Fonte: Por Verônica Lisboa, gerente de produtos na Yes

Avicultura

Brasil entra pela primeira vez no top 10 mundial de consumo per capita de ovos

Brasileiro nunca consumiu tantos ovos e as estimativas apontam que o consumo per capita deverá atingir 287 unidades, podendo ultrapassar a marca de 300 ovos em 2026.

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Fotos: Shutterstock

A avicultura de postura encerra 2025 em um ciclo de expansão, sustentado sobretudo pelo avanço do consumo doméstico e por uma mudança clara no comportamento alimentar da população. O brasileiro nunca consumiu tantos ovos e as estimativas apontam que o consumo per capita deverá atingir 287 unidades, podendo ultrapassar a marca de 300 ovos em 2026, segundo projeções da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Caso isso se confirme, o Brasil vai integrar, pela primeira vez, o ranking dos 10 maiores consumidores per capita de ovos do mundo.

Essa escalada do consumo é resultado da maior oferta nacional, que deve chegar a 62,250 bilhões de unidades em 2025, com perspectiva de atingir 66,5 bilhões de ovos em 2026, da combinação entre preço competitivo, conveniência e maior confiança do público no valor nutricional do alimento. “O consumidor busca alimentos nutritivos, com boa relação custo-benefício e que se adaptem ao dia a dia. O ovo entrega exatamente esses três pilares, por isso que deixou de ser apenas um substituto de outras proteínas e consolidou espaço definitivo no cotidiano das famílias. Hoje, participa muito mais do café da manhã dos brasileiros. É uma mudança cultural motivada pela acessibilidade do produto e por seu preço extremamente competitivo frente a outras proteínas, como a bovina”, evidencia o diretor comercial do Instituto Ovos Brasil (IOB), Anderson Herbert, destacando que a expansão também se deve do ciclo recente de investimentos dos produtores em aviários mais modernos, mecanização e tecnologias de automação, que têm elevado eficiência e produtividade em várias regiões do País.

O profissional reforça que a maior segurança do consumidor em relação ao alimento tem base em evidências científicas mais robustas, aliadas ao esforço de comunicação do setor e do próprio IOB na atualização de informações e combate a mitos históricos. “Há quase duas décadas, o Instituto Ovos Brasil atua na promoção do consumo e na educação nutricional, período em que registrou avanço significativo na percepção pública sobre o alimento. Contudo, as dúvidas relacionadas ao colesterol ainda existem”, pontua, acrescentando: “A ciência evoluiu e já demonstrou que o impacto do colesterol alimentar é diferente do que se acreditava no passado. Essa informação vem ganhando espaço de maneira consistente”, afirma Herbert.

Preço competitivo sustenta consumo

O preço segue como um dos principais vetores da expansão do consumo. Para Herbert, a combinação entre custo acessível, praticidade de preparo e alto valor nutricional reforça a competitividade do produto. “É um alimento versátil, de preparo rápido e com uma lista extensa de aminoácidos. Essa soma faz com que o ovo esteja cada vez mais presente nas mesas dos brasileiros”, avalia.

Exportações sobem mais de 100% em 2025

Diretor comercial do Instituto Ovos Brasil (IOB), Anderson Herbert: “Nosso foco é estar onde o consumidor está, com informação clara, acessível e confiável”- Foto: Arquivo OP Rural

Embora ainda representem uma fatia pequena da produção nacional, as exportações ganham tração. A ABPA projeta até 40 mil toneladas exportadas em 2025, um salto de 116,6% frente às 18.469 toneladas embarcadas em 2024. Para 2026, o volume pode avançar a 45 mil toneladas, alta de 12,5% sobre o previsto para este ano.

Herbert exalta as aberturas de mercados estratégicos, com os Estados Unidos se destacando no primeiro semestre de 2025, e o Japão se consolidando como comprador regular. Chile e outros países da América Latina mantêm presença relevante, enquanto acordos com Singapura e Malásia ampliam o alcance brasileiro. Um dos marcos de 2025 foi o avanço dos trâmites para exportação à União Europeia, que deve ter peso crescente a partir de 2026. “Mesmo exportando cerca de 1% da produção, o volume é significativo porque o Brasil figura entre o quarto e o quinto maior produtor do mundo. Estamos preparados para ocupar um espaço maior no mercado global”, enaltece Herbert, destacando que a reputação do País em biosseguridade fortalece essa competitividade.

Custos seguem incertos

O cenário para ração, energia, embalagens e logística segue desafiador. Herbert aponta que prever alívio em 2026 é praticamente impossível, dada a forte dependência de insumos dolarizados como milho e farelo de soja. “O câmbio é um dos fatores que mais influenciam o custo dos grãos, tornando qualquer projeção extremamente difícil”, diz.

A estratégia do setor permanece focada em eficiência interna e gestão de custos, enquanto aguarda maior clareza do mercado internacional.

Avanço em programas sociais e políticas públicas

O IOB também fortaleceu ações voltadas ao acesso ao ovo em 2025. A entidade participou de eventos educacionais e doou materiais informativos, reforçando o papel da proteína na segurança alimentar. “A campanha anual do Mês do Ovo ampliou visibilidade e estimulou inserção do produto em programas de alimentação pública, como merenda escolar”, ressalta Herbert, enfatizando que ampliar o consumo em iniciativas sociais é prioridade. “Seguimos trabalhando para facilitar o acesso da população a um alimento completo, versátil e nutritivo”.

Combate à desinformação

A comunicação permanece entre os maiores desafios. Em um ambiente de excesso de informações, o IOB aposta em estratégias digitais e parcerias com nutricionistas, educadores e influenciadores de saúde para alcançar públicos emergentes, como pais de crianças, praticantes de atividade física e pessoas em transição para dietas mais equilibradas. “Nosso foco é estar onde o consumidor está, com informação clara, acessível e confiável”, afirma o diretor.

Um setor mais organizado e unido

Herbert destaca que o IOB vive um momento de fortalecimento institucional, com crescimento no número de associados e maior representatividade dos principais estados produtores. “Estamos no caminho certo. Trabalhamos para estimular a produção legalizada, reforçar cuidados sanitários e aproximar o produtor, além de orientar consumidores e profissionais de saúde”, salienta.

Fonte: O Presente Rural
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Avicultura

Países árabes impulsionam exportações brasileiras de carne de frango em 2025

Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita figuram entre os principais destinos, contribuindo para novo recorde de volume exportado pelo setor, que superou 5,3 milhões de toneladas no ano.

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Foto: Ari Dias/AEN

Dois países árabes, os Emirados Árabes Unidos e a Arábia Saudita, estiveram entre os principais destinos das exportações brasileiras de carne de frango em 2025. Os Emirados foram o maior comprador, com 479,9 mil toneladas e aumento de 5,5% sobre 2024. A Arábia Saudita ficou na terceira posição entre os destinos internacionais, com aquisições de 397,2 mil toneladas e alta de 7,1% sobre o ano anterior.

As informações foram divulgadas na terça-feira (06) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Segundo a entidade, o Japão foi o segundo maior comprador da carne de frango do Brasil, com 402,9 mil toneladas, mas queda de 0,9% sobre 2024, a África do Sul foi a quarta maior importadora, com 336 mil toneladas (+3,3%), e Filipinas vieram em quinto lugar, com 264,2 mil toneladas (+12,5%).

Foto: Jonathan Campos

A ABPA comemorou o resultado das exportações em 2025, que foram positivas, apesar da ocorrência de gripe aviária no País. As vendas ao exterior somaram 5,324 milhões de toneladas, superando em 0,6% o total exportado em 2024. O volume significou um novo recorde para as exportações anuais do setor, segundo a ABPA. Já a receita recuou um pouco, em 1,4%, somando US$ 9,790 bilhões.

“O ano foi marcado pela resiliência do setor e pela superação de um dos maiores desafios da história da avicultura nacional, com o registro de um foco, já superado, de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade em aves comerciais. Fechar o ano com resultados positivos, conforme previu a ABPA, é um feito a ser celebrado e reforça a perspectiva projetada para 2026, ampliando a presença brasileira no mercado global”, disse o presidente da ABPA, Ricardo Santin, em nota divulgada.

Fonte: ANBA
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Avicultura

Exportações de ovos crescem mais de 121% e batem recorde histórico em 2025

Setor supera 1% da produção nacional exportada e amplia presença em mercados de maior valor agregado.

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Foto: Rodrigo Fêlix Leal

As exportações brasileiras de ovos, considerando todos os produtos, entre in natura e processados, totalizaram 40.894 toneladas nos 12 meses de 2025, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número é recorde histórico e supera em 121,4% o total exportado no mesmo período do ano passado, com 18.469 toneladas.

Foto: Rodrigo Fêlix Leal

A receita também é recorde. O saldo do ano chegou a US$ 97,240 milhões, número 147,5% maior em relação ao obtido em 2024, com US$ 39,282 milhões.

No mês de dezembro, foram exportadas 2.257 toneladas de ovos, número 9,9% maior em relação aos embarques alcançados no mesmo período de 2024, com 2.054 toneladas. Em receita, a alta é de 18,4%, com US$ 5.110 milhões em dezembro de 2025, contra US$ 4.317 milhões no mesmo mês de 2024. “O ano foi marcado pela forte evolução das exportações aos Estados Unidos, movimento que perdeu ritmo após a imposição do tarifaço. Em contrapartida, o setor se reorganizou e novos destinos ganharam impulso, como o Japão, um mercado de alto valor agregado que passou a liderar os embarques brasileiros nos últimos meses do ano. Com esses volumes, as exportações superaram o equivalente a 1% de toda a produção nacional de ovos, um marco relevante para a internacionalização do setor, sem comprometer o abastecimento interno, que segue absorvendo cerca de 99% do que é produzido no país”, ressaltou o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Entre os principais destinos de 2025, os Estados Unidos encerraram o ano com maior volume acumulado, totalizando 19.597 toneladas

Presidente da ABPA, Ricardo Santin: “As exportações superaram o equivalente a 1% de toda a produção nacional de ovos, um marco relevante para a internacionalização do setor” – Foto: Jaqueline Galvão/OP Rural

(+826,7% em relação ao total de 2024), seguido pelo Japão, com 5.375 toneladas (+229,1%), Chile, com 4.124 toneladas (-40%), México, com 3.195 toneladas (+495,6%) e Emirados Árabes Unidos, com 3.097 toneladas (+31,5%).  “Com a consolidação da cultura exportadora, a expectativa é de manutenção do fluxo das exportações em patamares positivos. Esse movimento, somado ao contexto climático do início do ano, com temperaturas elevadas, e à proximidade do período de maior demanda da quaresma, deverá contribuir para o equilíbrio da oferta ao mercado interno”, afirma Santin.

Fonte: Assessoria ABPA
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