Empresas Evento Virtual
Adotar programa sanitário é fundamental para evitar perdas e melhorar a eficiência produtiva da pecuária
Circuito Virtual “Fronteiras Produtivas”, promovido pela Biogénesis Bagó, trouxe informações sobre como a aplicação preventiva de vacinas, vermífugos, suplementos minerais e vitamínicos injetáveis como ferramentas cada vez mais essenciais para a atividade

Com o tema “Como produzir mais e melhor nas diversas categorias pecuárias”, a Biogénesis Bagó, uma das empresas líderes na América Latina na produção de soluções para a saúde animal, promoveu a última edição do ano do evento on-line Circuito Virtual “Fronteiras Produtivas”, na quinta-feira, dia 26 de novembro. Com a proposta de levar capacitação ao produtor e aos profissionais que atuam na pecuária, o encontro abordou a importância da adoção de um protocolo sanitário eficiente, aspecto fundamental para melhorar os resultados produtivos e reduzir as perdas na atividade, seja cria, recria ou engorda.
O evento contou com a participação da médica-veterinária, Dra. Roberta Saran, formada pela Unesp – Universidade Estadual Paulista, com mestrado, doutorado e dois PhD´s em reprodução animal pela Unesp e Universidade de São Paulo – USP; do gerente de Negócios em Gado de Corte do Rehagro, Diego Palucci; do médico-veterinário formado pela UCLA Venezuela, José Zambrano, que é especialista em sanidade e gerente de projetos sanitários pelo Rehagro; do médico-veterinário e proprietário da FFlores Consultoria Rural, Fernando Flores; do gerente de Serviços Técnicos da Biogénesis Bagó, Reuel Gonçalves; do coordenador de Serviços Técnicos da Biogénesis Bagó, João Paulo Lollato; do gerente de Produtos da Biogénesis Bagó, Pedro Hespanha e do gerente de Relacionamento com Pecuaristas da Biogénesis Bagó, Bruno Di Rienzo. A mediação ficou por conta do gerente de Marketing Brasil da Biogénesis Bagó, Carlos Godoy.
“O cenário que se traça para os próximos anos é que não haverá diminuição do consumo de carne. Ao contrário: será necessário produzir um incremento de 6 milhões de toneladas até 2029. Para superarmos o desafio deste aumento de demanda permanecerão no mercado os produtores que investirem na implementação de tecnologia para aperfeiçoar sua produção”, sinalizou Godoy.
Se antes os produtores se preocupavam apenas com a quantidade de animais produzidos, com as novas exigências do consumidor é preciso ir além e fornecer qualidade para que a rentabilidade do negócio seja garantida. Foi o que mencionou o gerente de Serviços Técnicos da Biogénesis Bagó, Reuel Luiz Goncalves. “Tudo começa na reprodução e na cria. Mais do que produzir e nascer bezerros é preciso desmamá-los. O índice de mortalidade por diarreia é de 31,5%. O Brasil tem condições de melhorar sua eficiência e investir em programas sanitários. É o que vai trazer retorno ao produtor”, reforçou.
No entanto, otimizar a produtividade não significa aumento de área de pastagem. “Precisaremos cada vez focar em fazer melhorias ambientas como ‘lição de casa’. Aí entram os pacotes tecnológicos que podem se adequar a cada produtor para que ele aperfeiçoe sua atividade e alavanque a produção de bezerros. Apenas 16% do sistema no Brasil utiliza a IATF, sendo que a cada R$ 1 investido há um retorno de R$ 4,20. Há espaço para ampliar, mas precisamos também de qualificação de mão de obra e treinamentos adequados para condução correta desses protocolos, sem que haja perdas”, ressaltou a médica-veterinária, Roberta Saran.
Retirada da vacina de aftosa reforça necessidade de se fazer protocolo sanitário.
Um dos assuntos debatidos no Circuito Virtual foi a retirada da obrigatoriedade da vacina de febre aftosa no Brasil. Para o gerente de Negócios em Gado de Corte do Rehagro, Diego Palucci, a medida só reforça a necessidade de manter os protocolos sanitários em dia para que os animais não fiquem vulneráreis e suscetíveis a doenças.
“De dois anos para cá, a arroba dobrou de preço. A morte de um animal é prejuízo e penaliza o sistema. Antes, vacinas de pneumonia não eram comuns. Hoje, o produtor percebeu que o valor da imunização fica irrisório perto do valor da perda de um boi”, apontou.
“Precisamos mudar a cultura de se fazer o que é obrigatório. Ainda temos o estigma de que animais mais velhos ficam mais resistentes e sabemos que não é assim. Independente de acabar ou não com a vacinação contra febre aftosa, a fazenda precisa manter um calendário robusto de sanidade. A parte subclínica rouba o lucro do produtor”, reforçou José Zambrano.
“O patrimônio do produtor é o boi e a sanidade é um ‘seguro barato’ que evita as perdas. É inadmissível, nos dias de hoje, uma propriedade trabalhar sem protocolo de sanidade”, enfatizou Fernando Flores.
O Circuito Virtual integra o movimento “Fronteiras Produtivas” da Biogénesis Bagó, que nasceu com a proposta de encorajar o pecuarista e os demais profissionais, técnicos, zootecnistas e veterinários a otimizarem os seus índices de produtividade utilizando os recursos disponíveis pelos diversos elos da cadeia.

Empresas
MOVING FLOOR traz ao Brasil tecnologia inovadora de baias autolimpante, sem uso de água e sem antibióticos para suínos
Para marcar este feito, a MOVING FLOOR realizará a Mesa Redonda da Liderança da Suinocultura Brasileira em 9 de março de 2026, na PUC – Paraná, reunindo os líderes mais influentes da cadeia suinícola nacional.

A MOVING FLOOR, empresa sueca reconhecida mundialmente por seus sistemas patenteados de pisos autolimpantes para suinocultura, anuncia sua entrada oficial no mercado brasileiro. A tecnologia, que elimina a necessidade de água na limpeza e reduz significativamente o uso de antibióticos, representa um grande avanço em bem-estar animal, sustentabilidade e biossegurança para a indústria suinícola.
Para marcar este feito, a MOVING FLOOR realizará a Mesa Redonda da Liderança da Suinocultura Brasileira em 9 de março de 2026, na PUC – Paraná, reunindo os líderes mais influentes da cadeia suinícola nacional.
O evento contará com a participação de presidentes e diretores das principais cooperativas do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso, executivos de grandes empresas, líderes de opinião da Embrapa Suínos e Aves, UFV, Iowa State University e de associações do setor e mídias especializada.
Um Novo Padrão Tecnológico para a Produção de Suínos
O sistema da MOVING FLOOR automatiza a limpeza das baias de suínos por meio de um piso mecânico patenteado que remove os dejetos continuamente, sem o uso de água, reduzindo as emissões de amônia, melhorando a higiene e criando um ambiente mais saudável para os animais e trabalhadores.
“O Brasil é um dos maiores produtores de carne suína do mundo, e acreditamos que esta tecnologia pode contribuir significativamente para as metas de sustentabilidade do setor”, disse Antonio Lot, representante da MOVING FLOOR.
Uma Parceria Estratégica com a PUC – Paraná
O primeiro showroom brasileiro foi instalado na PUC – PR, onde produtores, pesquisadores e líderes da indústria poderão ver o sistema em operação e avaliar seu potencial de adoção em granjas comerciais.
Empresas Ambiente estratégico
Vaxxinova marca presença na Abraves PR e reforça compromisso com a evolução da suinocultura
Participação no evento destaca proximidade com o setor, troca técnica e soluções recentes voltadas à sanidade dos plantéis

A Vaxxinova participa, nos dias 11 e 12 de março, da Abraves PR, um dos principais encontros técnicos da suinocultura paranaense. A presença da equipe de suínos no evento reforça o compromisso da empresa com o desenvolvimento do setor, por meio do diálogo técnico, da proximidade com os profissionais da cadeia produtiva e do acompanhamento das principais discussões relacionadas à sanidade da atividade.
“A Abraves PR é um ambiente estratégico para troca de conhecimento e atualização técnica. Estar presente nos permite acompanhar de perto as demandas do setor e fortalecer nossa atuação como parceiros da suinocultura brasileira”, afirma Rogério Petri, gerente da área de Suínos da Vaxxinova Brasil.
Durante o evento, a equipe da Vaxxinova estará em contato direto com médicos veterinários, produtores, consultores e demais profissionais, acompanhando a programação técnica relacionadas à sanidade, manejo e produtividade dos plantéis.
“Nosso foco é entender profundamente os desafios enfrentados no campo e oferecer soluções cada vez mais alinhadas à realidade da produção. A participação em eventos regionais como a Abraves PR é fundamental para essa construção conjunta com o setor”, destaca Mayara Tamanini, coordenadora técnica e de marketing da Vaxxinova.
A presença da empresa na Abraves PR ocorre em um momento importante da sua trajetória na suinocultura, marcado por lançamentos recentes e pela ampliação do portfólio de soluções voltadas à saúde animal. Entre os avanços, destacam-se investimentos em inovação, fortalecimento do suporte técnico e a ampliação da capacidade produtiva de vacinas autógenas, iniciativas que reforçam a proposta de oferecer respostas mais rápidas, precisas e personalizadas aos desafios sanitários dos sistemas produtivos.
“Acreditamos que a evolução da suinocultura passa por informação qualificada, diagnóstico preciso e decisões estratégicas baseadas em ciência. Nossa atuação tem sido direcionada exatamente para apoiar o produtor nesse processo”, complementa Rogério Petri.
A Abraves PR reúne profissionais, pesquisadores, estudantes e lideranças do setor, consolidando-se como um espaço relevante para atualização técnica, networking e discussão de tendências que impactam o futuro da suinocultura no Paraná e no Brasil.
Empresas
Show Rural 2026 discute como atravessar períodos de crise na cadeia leiteira
Necessidade de informação, planejamento e resiliência para enfrentar os momentos de instabilidade da cadeia leiteira foi o centro de um debate.

A necessidade de informação, planejamento e resiliência para enfrentar os momentos de instabilidade da cadeia leiteira foi o centro de um debate realizado durante a 38ª edição do Show Rural Coopavel, entre os dias 9 e 13 de fevereiro de 2026, em Cascavel (PR).
Para a zootecnista Josiane Mangoni, coordenadora de Pecuária da Coopavel, o atual momento do leite exige diálogo e troca de experiências. Segundo ela, apesar do cenário delicado, o produtor está habituado a lidar com desafios.
“O leite vai muito além de uma atividade econômica. Ele é paixão, é amor pelas nossas mimosas. Somos uma cadeia acostumada à resiliência, e esse tipo de conversa é fundamental para ajudar o produtor a se manter na atividade”, afirma.

Da esquerda para a direita: Cristian Iothi, Gilson Dias, Josiane Mangoni, Lúcio Drehmer e Marcos Pereira Neves
Josiane destaca ainda que o Show Rural tem como missão levar inovação, tecnologia e ferramentas práticas ao campo. “O evento existe para que o produtor consiga produzir mais e melhor. E, mesmo em períodos de crise, já enxergamos sinais de reação do mercado, o que nos permite acreditar em um novo momento para a cadeia leiteira”, completa.
O debate reuniu diferentes visões da atividade, trazendo para a conversa produtores e especialistas com realidades distintas. Participaram Marcos Pereira Neves, professor da Universidade Federal de Lavras e produtor de leite; Cristian Iothi, engenheiro agrônomo, produtor e cooperado da Coopavel; e Lúcio Drehmer, zootecnista, consultor técnico e produtor de leite em Santa Catarina.
O debate foi conduzido por Gilson Dias, gerente Técnico de bovinos de Leite da Agroceres Multimix. A conversa foi registrada em formato de podcast e integra uma edição especial do agCast. O episódio será disponibilizado em breve nas plataformas digitais da Agroceres Multimix, que esteve presente no Show Rural 2026 com um novo estande, ampliado e voltado ao atendimento de produtores, cooperados e parceiros.



