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Aditivos devem melhorar potencial e não corrigir erros de manejo e nutrição

“Aditivos não devem ser usados para corrigir erros de manejo ou déficit nutricional. Aditivos devem ser usados para sistemas equilibrados”, define o professor doutor da FMVZ, da USP, Francisco Palma Rennó

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Aditivos são todas as substâncias não naturais dos alimentos inseridos dentro da dieta dos animais de produção para melhorar seu desempenho zootécnico. Um exemplo é a monensina, usada em larga escala pela bovinocultura brasileira pela sua capacidade de melhorar a eficiência energética no processo fermentativo do rúmen, mas há outros compostos capazes de potencializar a eficiência dos rebanhos, como óleos essenciais e enzimas exógenas, que podem até ter efeitos microbianos e melhorar a saúde do animal. Muitas vezes, porém, o produtor usa equivocadamente os aditivos para tentar solucionar problemas já instalados na propriedade, e a eficácia desses produtos fica comprometida.

“Aditivos não devem ser usados para corrigir erros de manejo ou déficit nutricional. Aditivos devem ser usados para sistemas equilibrados”, define o professor doutor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ), da Universidade de São Paulo (USP), Francisco Palma Rennó. Durante uma palestra que abriu o segundo dia de discussões do 14º Simpósio do Leite, em Erechim, RS, no mês de junho, Rennó alertou para os riscos de perder tempo e dinheiro usando aditivos para planteis que não estejam com a saúde, o manejo e a nutrição em dia.

“Temos que saber porque usar aditivos. Aditivo é tudo que se coloca na dieta que não é natural dos alimentos, mas o produtor precisa caracterizar seu propósito”, orienta. “O aditivo deve ser usado em um sistema de produção equilibrado, ou seja, quando a vaca tem garantido o fornecimento qualitativo e quantitativo dos nutrientes. Se não for assim, o sistema está em desequilíbrio”, destacou o médico veterinário.

Além disso, Rennó chamou a atenção para o manejo correto para potencializar os efeitos dos compostos. “É preciso um manejo que ofereça ao animal a oportunidade de expressar seu potencial”, sugeriu. Só assim, entende, o uso dos aditivos vai realmente trazer ganhos e não apenas custos. “Usados para sistemas em equilíbrio, há ganho extra de produtividade. Não é para corrigir erro de manejo ou estratégias nutricionais equivocadas. Não tem outra forma de ser (usado) a não ser em sistemas em equilíbrio”, ratificou.

Prova Real

Há algumas formas de saber se os aditivos incorporados à nutrição do rebanho de vacas leiteiras estão ou não fazendo efeito. De acordo com o professor, um deles é o aumento de produção de leite sem mudança no consumo de matéria seca e o outro é a manutenção da produtividade reduzindo o consumo de alimentos. “Em outras palavras, fazem mais com o mesmo ou fazem igual com menos”, caracteriza.

Estudos conduzidos pelo estudioso no campus de Pirassununga da FMVZ e apresentados durante sua explanação no Simpósio do Leite demonstram o potencial de aditivos na nutrição. De acordo com ele, em um primeiro cenário, sem interferir em consumo de matéria seca, o aumento da produção observado foi entre 3 e 6%. “Ou seja: 600 gramas a um quilo (de leite) dia. Isso a gente espera que aconteça”.

Em um segundo cenário, com menos consumo de matéria seca e mantendo a mesma produção, as vacas também se deram bem com os aditivos. A redução do consumo, sem afetar a produção, segundo o professor, foi de até 5%. “O aumento de eficiência pode ser expresso de várias formas”, comentou. “Conseguir um aumento de eficiência entre 4 e 6% é muita coisa”, opinou o pesquisador.

Ainda conforme Rennó, o uso de aditivos na nutrição pode melhorar a qualidade do leite, refletindo em mais lucros para o produtor, já que muitas indústrias remuneram o homem do campo de acordo com as características físico-químicas do leite, especialmente sobre a contagem de células somáticas, teor de gordura e proteína. “O aditivo também pode gerar ganho na composição do leite, na qualidade”, apontou.

Condições Adequadas

Na visão de Rennó, é preciso ter em mente o equilíbrio de baterias, fungos e outros microrganismos, que “são muito importantes para o animal, pois digerem celulose, produzem energia (ácidos graxos), produzem proteína microbiana, suprem em parte a vitamina do complexo B, ajudam na detoxificação de compostos nocivos ao hospedeiro”. “Quando trabalharmos com aditivos, de alguma maneira vamos selecionar microrganismos que, de alguma forma, terão a capacidade de digerir alimentos mais que o usual”, orientou.

Ainda conforme o palestrante, pode haver uma variação de resultados dependendo do ciclo produtivo e da alimentação da vaca. “Há variação de resultados quando usa aditivos porque a gente depende dos microrganismos, qual a fase do ciclo produtivo se encontra e qual a base de alimentação”, comenta. Por isso, segundo ele, as empresas e universidades pesquisam por aditivos que funcionem em um maior número de cenários possível.

Rennó resume a três pontos fundamentais a tomada de decisão para o uso de aditivos”: “melhoria na eficiência de utilização de nutrientes, relação custo/benefício e redução de microbianos na produção animal”.

Monensina

Segundo Rennó, “a monensina talvez seja a referência em aditivos na nutrição de ruminantes”. De acordo com o doutor, ele é usado como anti coccidiano e para ajudar na fermentação do rúmen. “A monensina é o aditivo mais usado em bovinos. Cerca de 90% dos profissionais indicam a monensina na ração. Ela melhora a eficiência energética no processo fermentativo do rúmen, aproveita a energia, fazendo sobrar mais energia pra vaca, que vai produz mais”, evidenciou.

Analisando 36 artigos e 71 experimentos, uma meta análise proposta por pesquisadores brasileiros, segundo Rennó, demonstrou a eficiência do produto. “O resumo da ópera é que o consumo foi 2% menor (0,3 kg/dia) e a produção de leite 2% maior (0,7 kg/dia)”.

Dosagem

Tanto a alta quanto a baixa dosagem, porém, pode trazer riscos ao produtor. “Inserir aditivos na dieta tem um problema. A dosagem precisa ser equilibrada. Ela varia de baixa, que são 12 miligramas por quilo de matéria seca, a alta, que são 35 mg/quilo de matéria seca. Quanto maior a dose, muda o efeito. Quanto menor, eu espero menores impactos sobre consumo. A gente recomenda de 15 a 24 mg por quilo de matéria seca. Se tem mais que isso, tem riscos”, sugere.

Óleos Funcionais

Outros aditivos, que agora ganham o marcado muito por conta da redução do uso de antibióticos na produção animal, são os óleos funcionais. O pesquisador explica que esse material, que são compostos de plantas, podem ter efeito medicamentoso nos animais e semelhante, por exemplo, à monensina. “Essa tecnologia dos óleos funcionais ainda é nova, está na primeira fase. Tem muita coisa para acontecer, mas já é reconhecido o efeito antimicrobiano, a otimização dos processos fermentativos no rúmen”, pontua.

Em sua opinião, os óleos devem ganhar mercado por pressão do mercado em reduzir o uso de antimicrobianos. “Existe uma discussão muito forte sobre a restrição ao uso de antimicrobianos, por preocupação em provocar resistência (bacteriana) em humanos. Há uma tendência de essa redução acontecer a curto prazo. Já existe (mais incisivamente) em suínos e aves”, alertou o médico veterinário.

Rennó também apresentou estudo demonstrando o efeito positivo na produtividade ao usar óleos funcionais na produção leiteira. “O grupo controle (sem aditivos) produziu 25,92 litros/dia e o grupo que recebeu óleos funcionais produziu média de 27,17 litros”, apontou.

Enzimas Exógenas

As enzimas exógenas também ganharam o mercado da pecuária de leite no Brasil, segundo Rennó, pela sua eficiência dentro do rúmen. “As enzimas exógenas aumentam o pool de enzimas ativas no rúmen. Ela provoca otimização dos processos digestivos e fermentativos ruminais, entre outros benefícios, como ajudar na produção de proteína”, comenta. De acordo com ele, com a enzima fibrolítica, por exemplo, “a vaca vai comer mais facilmente partículas maiores, o que é importante para evitar a seleção do alimento”, argumenta.

Combinação de Aditivos

Usar mais de um aditivo pode melhorar ainda mais a eficiência do rebanho? O professor da FMVZ/USP alerta para o uso desenfreado. “A combinação de aditivos é um assunto polêmico. Já vi dietas com até sete aditivos juntos, mas essa regra de quanto mais, melhor, não funciona. Não é bem assim”, orientou. “As associações entre aditivos na dieta animal devem ser estudadas com cautela e caso a caso. No Brasil, vemos isso acontecer muito porque o profissional quer corrigir erros de manejo e nutrição com aditivos”, apontou. Em sua opinião, “é melhor usar um, no máximo dois”.

Mais informações você encontra na edição de Bovinos, Grãos e Máquinas de agosto/setembro de 2017 ou online.

Fonte: O Presente Rural

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Pecuária brasileira investe em rastreabilidade e práticas sustentáveis para modernizar o setor

Programa da Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável orienta produtores sobre recuperação de pastagens, formalização e monitoramento da cadeia para aumentar eficiência e atender exigências ambientais e comerciais.

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Foto: Divulgação

Pressionada por novas exigências ambientais, regras comerciais mais rigorosas e pela necessidade de ampliar a produção sem expandir área, e ao mesmo tempo impulsionada pelos avanços produtivos que vêm transformando o setor, a pecuária brasileira atravessa um momento decisivo. Ao mesmo tempo em que enfrenta questionamentos sobre emissões e desmatamento, o setor reúne condições técnicas e práticas sustentáveis para liderar uma transição baseada em tecnologia, eficiência, recuperação de áreas já abertas e maior integração dos produtores à cadeia formal.

Nesse cenário, a Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável tem reforçado sua atuação como articuladora de propostas estruturantes e como referência técnica para o debate público. A entidade sustenta que a competitividade da carne brasileira dependerá da capacidade de transformar o momento atual em ativos estratégicos.

Presidente da Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável, Ana Doralina Menezes: “O Brasil tem a oportunidade de demonstrar que é possível produzir mais utilizando melhor o que já existe” – Foto: Clever Freitas

Um dos pilares dessa agenda é a recuperação de pastagens degradadas, apontada como eixo central do Caminho Verde, política pública defendida pela instituição para impulsionar a intensificação sustentável da atividade. A estratégia parte de um diagnóstico claro: “o Brasil possui um volume importante de áreas consideradas de baixa produtividade. Requalificá-las, por meio de manejo adequado, melhoria do solo, tecnologias e integração de sistemas, permite elevar a produção por hectare, reduzir emissões relativas e otimizar a produção”, explica a presidente, Ana Doralina Menezes.

De acordo com a profissional, o programa representa uma solução pragmática e alinhada às demandas globais. “O Brasil tem a oportunidade de demonstrar que é possível produzir mais utilizando melhor o que já existe. Recuperar pastagens é aumentar eficiência, melhorar renda no campo e responder de forma concreta aos compromissos climáticos”, afirma.

A transformação, porém, não se limita à dimensão produtiva. Parte relevante do desafio está na reinserção de pecuaristas na cadeia formal. A informalidade restringe acesso a crédito, assistência técnica, mercados que exigem comprovação socioambiental, além de fragilizar a imagem do setor como um todo, por isso é imprescindível que o pecuarista esteja alinhado e de acordo com o Código Florestal vigente.

Foto: Breno Lobato

Para o vice-presidente da Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável, Lisandro Inakake de Souza, a inclusão é condição para que a transição seja efetiva. “Quando o produtor está regularizado, ele tem acesso a financiamento, pode investir em tecnologia e atender às exigências de mercado. A formalização precisa ser vista como instrumento de fortalecimento econômico e não apenas como obrigação”, destaca.

A ampliação da rastreabilidade também integra esse movimento, uma vez que ela se apresenta como infraestrutura que conecta sanidade, ambiente e gestão. Em relação ao mercado, com compradores cada vez mais atentos à origem e à conformidade ambiental, sistemas consistentes de monitoramento tornam-se fator determinante para manutenção e novas aberturas. Por isso, como reforça a Mesa, transparência é elemento estruturante da competitividade. “Rastreabilidade é credibilidade. Ela protege quem produz corretamente e permite que o Brasil apresente dados sólidos sobre sua cadeia”, frisa Lisandro.

Ao articular recuperação de pastagens no âmbito do Caminho Verde, inclusão produtiva e avanço da rastreabilidade, a instituição busca incentivar o setor de forma propositiva diante das transformações regulatórias e comerciais em curso. “Mais do que reagir a pressões externas, a estratégia é demonstrar que produtividade, responsabilidade socioambiental e inserção competitiva podem avançar de forma integrada, incentivando o produtor a atuar como centro da solução”, complementa Ana Doralina.

Uma agenda conectada ao campo

Lisandro Inakake de Souza, vice-presidente da Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável: “Quando o produtor está regularizado, ele tem acesso a financiamento, pode investir em tecnologia e atender às exigências de mercado”  – Foto: Mesa Brasileira de Pecuária Sustentável

Para apoiar o pecuarista nos temas estratégicos que vêm moldando o futuro da atividade, a Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável iniciou 2026 com uma programação propositiva de webinars voltados à qualificação e à disseminação de informação técnica.

No dia 29, foi realizado o segundo encontro dedicado à reinserção de produtores na cadeia formal. Em 26 de fevereiro, o foco esteve na rastreabilidade, aprofundando desafios e caminhos para ampliar transparência e conformidade. Um terceiro webinar sobre reinserção está previsto para maio, dando continuidade às discussões.

Todos os conteúdos já disponibilizados podem ser acessados no canal oficial da instituição no YouTube, ampliando o alcance das orientações e fortalecendo o diálogo com produtores, técnicos e demais elos da cadeia.

“Nosso compromisso é transformar temas complexos em orientação prática para quem está no campo. Quando promovemos debates sobre recuperação de pastagens, reinserção na cadeia formal e rastreabilidade, estamos oferecendo instrumentos concretos para que o produtor tome decisões mais seguras, amplie sua competitividade e participe de forma ativa dessa nova etapa da pecuária brasileira”, finaliza a presidente.

Fonte: Assessoria Mesa Brasileira de Pecuária Sustentável
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Sistema Faep assume coordenação da Aliança Láctea Sul Brasileira no biênio 2026/27

Fórum reúne entidades e produtores para discutir estratégias de competitividade e desenvolvimento da cadeia do leite.

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Foto: Isabele Kleim/Divulgação

O Sistema Faep está à frente da coordenação geral da Aliança Láctea Sul Brasileira para o biênio 2026/27. O comando é rotativo entre os Estados participantes e, neste novo ciclo, ficará sob responsabilidade do Paraná, representado pelo Sistema Faep. Mais recentemente, o Mato Grosso do Sul passou a integrar a iniciativa, ampliando a articulação regional em torno do fortalecimento da produção e da competitividade do leite brasileiro.

Ronei Volpi, coordenador geral da Aliança Láctea, em sua propriedade – Foto: Divulgação/Sistema Faep

“A Aliança contribui para a integração entre os Estados e a construção de estratégias conjuntas voltadas à cadeia do leite. O Sistema Faep seguirá trabalhando ao lado das entidades do setor para avançar em pautas que ampliem a competitividade e as oportunidades para a produção”, afirma o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette.

Criada em 2014, a Aliança Láctea Sul Brasileira é um fórum público-privado que reúne representantes do setor produtivo e de instituições dos estados da região Sul. O grupo discute ações voltadas à cadeia leiteira e busca alinhar iniciativas nas áreas de produção, indústria e comercialização de leite e derivados, com foco nos mercados interno e externo. No ciclo 2026/27, a coordenação será exercida pelo consultor do Sistema Faep, Ronei Volpi, produtor rural com atuação há décadas na cadeia leiteira e participação em discussões voltadas ao desenvolvimento do setor.

A agenda de trabalho da Aliança para 2026 começou recentemente. No início de março, o Sistema Faep foi anfitrião da primeira reunião do ano, quando foram apresentados o Plano de Incentivo à Exportação de Lácteos e o plano de trabalho voltado à sanidade na cadeia leiteira, iniciativas que buscam fortalecer a competitividade do setor e ampliar oportunidades de mercado para os produtores da região.

Fonte: Assessoria Sistema Faep
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Demanda externa impulsiona exportações brasileiras de carne bovina

Volume embarcado supera 267 mil toneladas em fevereiro, com crescimento expressivo em mercados como Rússia, México e Chile.

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Fotos: Shutterstock

As exportações brasileiras de carne bovina totalizaram 267.319 mil toneladas em fevereiro de 2026, com receita de US$ 1,44 bilhão, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC).

Na comparação com fevereiro de 2025, o resultado representa crescimento de 21,6% no volume embarcado e de 38,2% na receita, refletindo a ampliação da demanda internacional pela proteína brasileira. O desempenho também supera levemente o registrado em janeiro de 2026, quando as exportações somaram US$ 1,404 bilhão e 264 mil toneladas, consolidando o melhor resultado já registrado para um mês de fevereiro na série histórica.

No acumulado de janeiro e fevereiro de 2026, as exportações brasileiras de carne bovina alcançaram 531.298 toneladas, com receita de US$ 2,84 bilhões, avanço de 23,8% em volume e 39,2% em valor em relação ao mesmo período do ano passado.

A carne bovina in natura segue como principal produto exportado, com 235.890 toneladas embarcadas em fevereiro, o equivalente a 88,2% do volume total exportado e 92,2% da receita obtida no mês.

Entre os destinos, a China permanece como principal mercado, com 106.702 toneladas importadas em fevereiro, seguida pelos Estados Unidos, com 39.440 toneladas, além de Rússia (15.762 t), Chile (13.857 t) e União Europeia (9.084 t) entre os principais compradores da carne bovina brasileira.

Foto: Divulgação/Porto de Santos

Entre os mercados relevantes, Rússia, México e Chile apresentaram crescimento expressivo nas compras em relação ao mês anterior, com altas de 111,6%, 132% e 37,6%, respectivamente, enquanto as exportações para a União Europeia avançaram 21,2% no período.

Para o presidente da ABIEC, Roberto Perosa, os números reforçam a presença da carne bovina brasileira no comércio internacional. “O Brasil segue ampliando sua presença nos mercados internacionais com regularidade de oferta, qualidade do produto e diversificação de destinos, fatores que sustentam o crescimento das exportações de carne bovina”, conclui.

Fonte: Assessoria ABIEC
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