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Aditivo natural é alternativa para suinocultura na substituição de antibióticos restritos pelo MAPA

Solução favorece defesas orgânicas atuando no controle do trato digestivo dos animais e auxilia na prevenção de doenças. Além disso, contribui para manter rentabilidade das propriedades

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Em acordo às orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) restringiu o uso de alguns antibióticos na criação de animais. Segundo as entidades, a utilização desses compostos apresenta risco de proliferação de bactérias resistentes que são prejudiciais à saúde humana e animal. Como alternativa, alguns suinocultores estão optando pela aplicação de aditivos naturais destinados ao controle da flora intestinal do animal, o que pode favorecer o sistema imunológico e prevenir a proliferação de doenças.

O principal desafio sanitário no manejo das granjas está no período de creche, até 70 dias após o nascimento do leitão, e na fase de engorda, etapas que há um maior impacto dos transtornos intestinais para a espécie. Uma diarreia causada por E. coli e Salmonella nessas fases, por exemplo, pode prejudicar o desenvolvimento do animal, aumentar a conversão alimentar e a mortalidade, prejudicando principalmente o resultado econômico da propriedade.

Entre os métodos possíveis para atender a nova determinação, mantendo os índices zootécnicos e a viabilidade do negócio, está a aplicação de aditivos naturais que atuam na melhora da saúde gastrointestinal.  “A solução se liga às bactérias patogênicas como E. coli e Salmonella, evitando a ação desses agentes no intestino do animal e prevenindo diarreias. Dessa forma, ao melhorar o estado sanitário, assegura uma maior absorção de nutrientes e um incremento no ganho de peso do animal sem aumentar a conversão alimentar”, explica a coordenadora de vendas de suínos para Alltech, Sarah Antunes.

Demanda global                                      

Uma pesquisa recente da Alltech constatou que 47 países já têm ou estão em processo de implantação de políticas que visam restringir o uso de antibióticos em dietas animais. Há expectativas no mercado de que em 2021 existirá uma proibição mundial quanto à utilização de antibióticos. Em países como Dinamarca, Finlândia, Noruega, Suécia, Holanda, Canadá e o Reino Unido já existem programas de monitoramento focados em como reduzir níveis desses compostos. Em janeiro de 2017, os Estados Unidos pretendem implementar  o Veterinarian Feed Directive, com objetivo de acabar com a venda indiscriminada de antibióticos para nutrição e exigir prescrições veterinárias para tal. Os veterinários vão ter que confirmar que o animal está doente e receitar especificamente para aquele animal.

Essas tendências mundiais estão sendo seguidas inclusive por grandes produtores e fornecedores mundiais de carne bovina, suína e de aves que já estão considerando trabalhar sem a aplicação de antibióticos e tem constatado que é possível alcançar resultados similares de desempenho sem o uso desse  recurso. “As empresas começaram a se adaptar a retirada dos antibióticos e reaprender a produzir sem eles. Num primeiro momento, os custos de produção podem até aumentar, mas o mercado é desenvolvido e tecnificado o suficiente para vencer esses desafios. No mercado brasileiro, muitos produtores já tinham previsto esta decisão e já possuem alternativas, agora é pô-las em prática, e o esforço precisa ser conjunto”, avalia o gerente de negócios da Alltech, Sérgio Alves.

 

Sobre a Alltech

Fundada em 1980 pelo empresário e cientista irlandês, Dr. Pearse Lyons, as soluções da Alltech melhoram a saúde e o desempenho de animais e plantas, por meio da nutrição natural e da inovação científica, utilizando leveduras, nutrigenômica e algas. Com aproximadamente 100 unidades industriais em todo mundo, a Alltech é líder na produção de leveduras e minerais orgânicos, tendo como referência a planta de produção de algas no Kentucky (EUA), modelo existente em apenas mais um lugar no mundo. A empresa segue os princípios da ACE (Animal, Consumer and the Environment) e busca desenvolver soluções seguras para os animais, consumidores e meio ambiente e, para alcançar esse objetivo, conta com uma equipe de mais de 4700 colaboradores.

Alltech é a única empresa de capital fechado entre as cinco maiores empresas de saúde animal no mundo, o que confere vantagem competitiva permitindo a empresa se adaptar rapidamente às necessidades emergentes dos clientes e manter o foco na inovação. A sede mundial está localizada em Lexington, Kentucky (EUA), sendo que o Brasil é o segundo maior volume de produção mundial do grupo. A Alltech do Brasil é formada por uma unidade fabril em São Pedro do Ivaí (PR) e por um centro administrativo e planta industrial em Araucária (PR) e uma unidade em Indaiatuba (SP). Mais informações: http://pt.alltech.com/.

Fonte: Ass. de Imprensa Alltech

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Empresas

Ceva Saúde Animal é nova parceira do AgTech Garage

Iniciativa visa estreitar o relacionamento da companhia com novos parceiros para desenvolvimento de soluções inovadoras

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Foto: Divulgação

A Ceva, uma das maiores empresas de saúde animal do mundo, é a nova parceira do AgTech Garage, maior hub de inovação do Agronegócio a nível mundial, que tem como objetivo estimular o desenvolvimento de soluções tecnológicas que aumentem a sustentabilidade e a competitividade do agronegócio brasileiro.

“A parceria com o AgTech Garage estimulará a criação de um ambiente ainda mais propício para o desenvolvimento de inovações com foco no mercado, além de fortalecer o conceito de Open Innovation dentro da organização”, afirma a diretora de I&D da Ceva, Janaina Carlstron

Com sede em Piracicaba (SP), o AgTech Garage é especializado em promover conexões entre grandes empresas, startups, instituições de ensino, investidores,  produtores rurais e outros atores do ecossistema de inovação no campo.

Com foco nas demandas de um mercado cada vez mais conectado, a Ceva Brasil viu na parceria a oportunidade de trazer mais dinamismo e diversidade para o desenvolvimento de novas soluções, visando ampliar e fortalecer os negócios da companhia.

“As expectativas com essa parceria são grandes. O AgTech Garage conecta de forma estratégica os principais players do ecossistema, sendo fundamental para termos acesso às mais diferentes iniciativas e melhores práticas. A expertise dos gestores de comunidade do hub será importante durante toda essa trajetória”, explica Beatriz Ortolani, que além de ser a gerente de linha de produtos de pecuária leiteira da Ceva, será o ponto focal da parceria.

Para estreitar o relacionamento com o Hub e levar as possibilidades de inovação para todos os setores da empresa, a Ceva criou um comitê de inovação que conta com representantes das áreas de Pecuária, Suínos, Aves, Pets, RH, Supply, P&D e G&A da companhia.

“O agronegócio brasileiro precisa ser cada vez mais eficiente, sustentável e rentável, e a inovação no campo tem sido primordial para auxiliar os produtores nessa missão. Por isso, a parceria AgTech Garage/ CEVA reforça nosso papel como fomentadores de soluções inovadoras para o segmento”,  finaliza o diretor geral da Ceva Brasil, Giankleber S. Diniz.

 

“É uma enorme satisfação ter a CEVA como Innovation Partner do AgTech Garage, pela empresa que é hoje, com excelência reconhecida a nível global, e pela relevância estratégica e engajamento de alto nível que estão empreendendo nessa jornada de inovação que vai construir seu futuro.” Comenta com orgulho José Tomé, CEO do AgTech Garage.

Fonte: Assessoria
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Empresas Avicultura

Aviagen inicia operações na Argentina com novas instalações em San Juan

A Aviagen se torna a primeira empresa de genética de aves com operação na Argentina

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Divulgação: Luis Cesio é business manager da Aviagen na América do Sul, exceto Brasil

Em 18 de Dezembro, a Aviagen® inaugurou uma nova subsidiária na América Latina, a Aviagen Argentina. Localizada na província de San Juan e composta por uma granja de avós, um incubatório de matrizes e uma fábrica de ração, a Aviagen Argentina se torna a primeira operação avícola independente de integrações com produção local no país. Com uma capacidade de produção de 2,5 milhões de matrizes ao ano, a nova empresa suprirá o mercado doméstico com aves Ross®.

Para fornecer as aves de alta qualidade da marca Ross, com ração livre de patógenos, a nova fábrica de ração será equipada com recursos de ponta para ótima biossegurança, capacidade de processamento e qualidade. Com equipamentos voltados para a eficiência energética, a unidade foi projetada para a menor pegada ambiental possível.

Juntas, as instalações gerarão 100 empregos para a comunidade local. Os clientes argentinos continuarão a receber os excelentes serviços da equipe de suporte a clientes da Aviagen global, os quais trabalham regularmente para otimizar o potencial genético das aves Ross e fortalecer o sucesso de seus negócios.

As aves Ross são altamente populares na Argentina e em toda a América Latina, beneficiando os produtores avícolas através da forte viabilidade, alto rendimento de carne, uma taxa de crescimento saudável e elevada resistência aos ambientes.

Luis Cesio, business manager da Aviagen na América do Sul, excluindo Brasil (SAEB), explicou que o mercado avícola na Argentina segue em crescimento, com um consumo por volta de 50 quilos per capita/ano. Ele adicionou que a Argentina é ideal para a produção de frangos, pois detém bom ambiente e condições de biossegurança, aliados à uma força de trabalho qualificada. “A Aviagen segue comprometida com a indústria avícola na América Latina e na Argentina, e a marca Ross é muito bem vista no mercado avícola do país, com um alojamento total de 8 milhões de matrizes/ano. A necessidade de matrizes com alta qualidade continua em ascensão, e é por isso que nossa empresa agora está estendendo seu alcance global para a Argentina, com uma produção de matrizes de alta qualidade próxima aos mercados onde atuamos”.

“Estou muito satisfeito em dar as boas-vindas à Aviagen Argentina em nossas operações na América Latina. Estamos caminhando numa dinâmica expansão na região. Há dois anos, nós iniciamos com a Aviagen Peru e a Aviagen Colômbia. Agora, com a Aviagen Argentina, estamos rapidamente expandindo nosso alcance em uma região extremamente dinâmica e estratégica”, agregou o presidente da Aviagen América Latina, Ivan Lauandos.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas Avicultura

Estudo compara ação de vacinas comerciais contra a doença de Marek em poedeiras

Pesquisa foi publicada na última edição da Revista Ars Veterinária, da Unesp/Jaboticabal

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Arquivo/OP Rural

Um estudo realizado em 2020 pela Hendrix Genetics, empresa especializada em genética de aves, em parceria com a Zoetis, foi destaque na última edição da Revista Ars Veterinária, da Unesp/Jaboticabal. “O artigo que despertou o interesse dessa importante publicação científica foi assinado por toda a equipe técnica de Aves da Zoetis Brasil, em parceria com a Hendrix”, completa o médico-veterinário Eduardo Muniz, Gerente Técnico de Aves da Zoetis.

A pesquisa teve como objetivo comparar a replicação de vacinas comerciais na prevenção e no controle da doença de Marek, causada por um herpesvírus, que provoca neoplasias linfoproliferativas em nervos periféricos e em órgãos como gônadas, íris, vísceras, músculos e pele nas aves.

O estudo contou com 300 animais da linhagem Hisex (Hendrix Genetics), divididos em três grupos de igual tamanho. Cada um deles recebeu um protocolo vacinal – um com vacina convencional e os outros dois com vacinas vetorizadas, porém de laboratórios diferentes. Para garantir imparcialidade em todo o processo analítico das amostras, os materiais coletados foram identificados por cores e letras.

A observação comparativa tanto da fração CVI como HVT das vacinas analisadas se deu em três fases – aos 14, 21 e aos 28 dias de vida das aves. Todas as aves foram vacinadas em seu primeiro dia de vida. Ao contrário de outros métodos investigativos, a análise foi feita de modo não invasivo, por meio de material coletado em folículos de penas, região em que o vírus vacinal se multiplica.

Após coleta e análise das três amostras, os pesquisadores concluíram que animais em que a replicação do vírus se mostrou mais veloz e intensa receberam a vacina convencional – observação feita já pela primeira coleta de material, aos 14 dias. Logo a vacina convencional mostrou-se mais veloz e intensa desde a fase inicial, atingiu o platô de proteção nas aves mais rapidamente que as demais. “Estudos como esse são relevantes para os produtores de aves de vida longa (poedeiras comerciais ou reprodutoras), pois apontam diferenças importantes entre as várias tecnologias disponíveis e ajudam na escolha da ferramenta mais adequada de acordo com a realidade de campo”, pontua Muniz.

Fonte: Ass. de Imprensa.
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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