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Suínos e Peixes – Maio

Notícias Promoção da Proteína

Ações impulsionam aumento do consumo de ovos

2018 marca grande divulgação dos benefícios nutricionais do ovo pelo Instituto Ovos Brasil

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Divulgação/Assessoria

2018 foi mais um ano de muito trabalho para o Instituto Ovos Brasil. A entidade vem cumprindo com maestria o seu papel de esclarecer a população sobre as propriedades nutricionais do ovo e os benefícios que este alimento proporciona à saúde, já que o ovo vem ocupando um grande destaque na mesa de todos os brasileiros. Tudo comprovado por números. O consumo de ovos só faz crescer e o IOB e seu trabalho ocupam lugar central neste avanço e no prestígio que o alimento alcançou.

Programas de TV, revistas, jornais e portais na internet têm dedicado um espaço crescente ao tema ovo, que frequentemente é citado na mídia em geral, e não apenas naquela especializada no agronegócio. A Revista Saúde News, de Cascavel, PR, por exemplo, dedicou considerável espaço ao ovo, em um artigo escrito pela nutricionista Lúcia Endriukaite. O ovo também ganhou importante espaço nas mídias sociais; páginas se dedicam a postar receitas com diversos fins para um púbico diverso e o ovo sempre está lá.

No ano que se encerra, faculdades, escolas e cursos de gastronomia e nutrição, entre outros, receberam Lúcia Endriukaite, nutricionista do IOB, para palestras e bate papos informais para conversar sobre os valores nutricionais do ovo. Além disso, a equipe do Instituto Ovos Brasil esteve presente em diversos eventos em vários estados do Brasil, como Bastos, em SP, Santa Maria de Jetibá, no ES, e Recife, em PE.

Motivos para todo este reconhecimento não faltam. Os valores nutricionais do ovo são muitos. O alimento possui todos os aminoácidos essenciais e também 12g de proteína em cada 100g.

E o que mais podemos encontrar no ovo? Vitaminas lipossolúveis – A, D, E, K, minerais como magnésio, selênio, zinco e manganês, que têm ação antioxidante. Também estão presentes no ovo as vitaminas do complexo B, fundamentais para a produção de energia.

O Instituto Ovos Brasil acredita que no ano de 2019 o ovo vai alcançar ainda mais importância na mesa do brasileiro, pelo aumento da credibilidade de seu produto.

Ricardo Santin, Presidente do Conselho Diretor do Instituto Ovos Brasil, resume as expectativas da entidade: A expansão do conhecimento sobre os seus reais atributos de saudabilidade e nutrição fizeram com que o brasileiro migrasse parte de seu consumo de proteína para ovos. Este crescimento foi consistente no ano de 2018 e deve seguir ainda mais sólido em 2019 alicerçado nos alojamentos ocorridos ainda em 2018. Ao mesmo tempo, acreditamos em um incremento da exportação, tendência expressada em 2018 e que deve prosseguir em 2019”, afirma.

O aumento do consumo per capita de ovos em 2018 deve alcançar 212 unidades. Em breve novos e mais números serão divulgados em relação a 2019.

Semana do Ovo

As ações organizadas pelo Instituto Ovos Brasil em prol da Semana do Ovo (7 a 12 de outubro) através do patrocínio das empresas DSM, Ceva Saúde Animal, Label Rouge, EPM Embalagens e MSD Saúde Animal, além de todas as empresas que contribuíram com as entidades estaduais, também marcaram o ano de 2018. Faculdades, escolas infantis, restaurantes, supermercados e pontos de venda de ovos, entre outros, foram envolvidos na Semana do Ovo e fizeram parte de inúmeras atividades. Vale a pena ressaltar também a importância do material promocional elaborado pelo Instituto Ovos Brasil e que foi distribuído junto a todas as ações realizadas. Foram 455 quilos de material distribuídos por todo o país.

Fonte: Assessoria
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Notícias Safrinha

Cresce produção de milho segunda safra no Paraná e Mato Grosso do Sul

Além de alcançarem, em sua maioria, uma produção satisfatória, também foi constatada alta qualidade dos grãos

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Divulgação/Copagril

A colheita de milho segunda safra, que está em andamento na região oeste paranaense e sul-mato-grossense, revelou aspectos satisfatórios para os produtores da área de ação da Copagril. Além de alcançarem, em sua maioria, uma produção satisfatória, também foi constatada alta qualidade dos grãos.

Dentre os fatores favoráveis à safra deste ano estão o plantio antecipado das lavouras, que garantiu maior luminosidade e melhor desenvolvimento da cultura; as condições de clima; bem como o investimento realizado pelos produtores.

O diretor-presidente da Copagril, Ricardo Sílvio Chapla, observou que a maior parte do milho foi colhido inicialmente em condições favoráveis, como a umidade de solo reduzida, facilitando as operações de colheita. “É uma grande satisfação vermos, gradativamente, o resultado da colheita do milho segunda safra, diante da expectativa inicial. Estamos preparados para receber a produção”, afirmou.

Volume

No Paraná, a estimativa do Departamento de Economia Rural (Deral) é de que sejam colhidas 13 milhões de toneladas de milho na segunda safra, número 42% superior ao do ano passado, em uma área de 2,2 milhões de hectares, um avanço de 7% na comparação com a safra anterior.

No Mato Grosso do Sul a segunda safra é estimada em 9,552 milhões de toneladas. O montante é 6% maior que a previsão inicial de 9 milhões de toneladas, o que representa a melhor safra de milho da história do Estado. A área cultivada foi de 1,918 milhão de hectares. Os dados são resultado do levantamento do Siga-MS, o Sistema de Informação Geográfica do Agronegócio implantado pela Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar), e em parceria com a Aprosoja e Famasul. O aumento da produção é atribuído à ampliação da área plantada e na estimativa de produtividade do milho.

Intervalo

Devido à colheita antecipada em relação a outros anos, neste ano haverá um intervalo maior até o próximo plantio, sendo uma oportunidade para os produtores realizarem operações como coleta de solo para análise, assim como correção da fertilidade por meio da aplicação de calcário, gesso ou fertilizante. Também é oportuno observar como estão as curvas de nível ou se existe compactação de solo, havendo tempo hábil para corrigir.

Alguns produtores realizam a semeadura de aveia ou nabo forrageiro para cobertura e proteção do solo nesse período, porém nas lavouras que ficarão em pousio o produtor deve ficar atento com as plantas daninhas, realizando manejo para evitar que elas produzam sementes, representando desafio de controle para a próxima cultura/safra a ser implantada.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado Internacional

Saem de Paranaguá 38% da carne de frango exportada pelo Brasil

De janeiro a maio, as vendas externas do país somaram 1,6 milhão de toneladas, sendo 637,6 mil movimentadas no porto paranaense

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Divulgação/AENPr

De janeiro a maio de 2019, as vendas externas brasileiras de carne de frango somaram 1,6 milhão de toneladas. Deste total, 637,6 mil toneladas foram movimentadas no Porto de Paranaguá. Isso representa mais de 38% de todo o frango congelado exportado pelo Brasil neste ano. O resultado mantém o Paraná como o principal exportador do produto nacional.

O desempenho paranaense está à frente, inclusive de Santa Catarina, outro grande exportador, que embarcou 626,9 mil toneladas no período. “A estrutura para armazenagem frigorificada no Interior do Estado e em Paranaguá e a eficiência no embarque dos contêineres foram fundamentais para alcançar esse desempenho”, explica o presidente da empresa pública Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Acima da média

O Estado apresentou crescimento acima da média nacional, tanto em quantidade quanto em faturamento, na comparação com os primeiros cinco meses de 2018. Dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que o Paraná registrou saldo positivo de 10,6% em peso e 13,6% em receita. No País, o crescimento foi de 3,6% e 6,3%, respectivamente.

Beneficiada por preços mais altos, a receita brasileira gerada com as vendas do produto foi de U$ 2,7 bilhões, entre janeiro e maio. A receita paranaense foi de U$1 bilhão, segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC)

Diferencial

O produto exportado via Paranaguá tem como principal origem os produtores do Paraná, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina. O principal destino são China, Japão, Emirados Árabes e Arábia Saudita.

Para Rodrigo Buffara Farah Coelho, gerente-geral do Grupo Cotriguaçu em Paranaguá, os números resultam dos serviços de excelência prestados pelo Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP) – empresa que opera este tipo de carga congelada no cais público.

“A escolha pela TCP evidencia que o terminal está preparado para atender a demanda da indústria de cargas congeladas e o protagonismo do Paraná, primeiro do Brasil em produção de frango. Nosso grupo é a cooperativa que mais exporta carne congelada no país, quase que inteiramente movimentando via Paranaguá”, conta.

Segundo ele, um dos diferenciais é a estrutura existente também no Interior do Estado. “Temos uma unidade de armazenagem frigorífica localizada em Cascavel e que nos permite transportar as cargas até Paranaguá via modal ferroviário”, completa

O Grupo Cotriguaçu é formado por quatro cooperativas da Região Oeste do Paraná: C. Vale, Copacol, Coopavel e Lar. Juntas, elas são responsáveis por 35% do total de carga congelada movimentada em Paranaguá, no último mês.

Recorde

Em Paranaguá, o número de contêineres refrigerados, para transporte de carne de frango, cresceu 328% neste ano. De janeiro a maio de 2019, foram 19.484 unidades. Em 2018, no mesmo período, foram 4.553.

Em maio, a TCP registrou movimentação recorde de contêineres refrigerados. Foram 8.442 contêineres, chamados de reefer, sentido exportação, quebrando a marca de 8.236 registrada em junho de 2017.

No acumulado do ano, já são 35.369 unidades movimentadas. Nos cinco primeiros meses de 2018, foram 32.134 unidades. “O recorde da movimentação em cargas refrigeradas deve-se a um forte trabalho comercial realizado pela TCP e à capacidade operacional, já que o Terminal é o único com conexão direta com a ferrovia e tem o maior parque de tomadas reefer da área de influência”, explica Alexandre Rubio, diretor Comercial da TCP.

O executivo conta que o Terminal tem condições de operar mesmo em situações climáticas adversas. “A estrutura funciona sete dias por semana, 24 horas, mesmo em períodos mais chuvosos. Mantemos sempre a capacidade total de operação, sem restrições para a atracação dos navios”, ressalta.

Além disso, a TCP conta com o maior parque de tomadas reefer do país. São 3.624 tomadas e 153 torres metálicas espalhadas no pátio que servem de acesso para o monitoramento e conexão/desconexão dos contêineres.

Fonte: AEN/Pr
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Notícias 70,5 mi de toneladas

Agroconsult eleva previsão de exportação de soja do Brasil

Aumento na projeção ocorre com Brasil tirando proveito da disputa comercial entre EUA e China

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Divulgação/AENPr

As exportações de soja do Brasil, maior exportador mundial, deverão atingir 70,5 milhões de toneladas em 2019, apontou na segunda-feira (17) a Agroconsult, que até março projetava 67 milhões de toneladas para os embarques no ano. O aumento na projeção ocorre com o Brasil tirando proveito de questões ainda não resolvidas na disputa comercial entre os Estados Unidos e a China, o maior importador da oleaginosa.

Quando houve uma trégua na guerra comercial, os chineses compraram 14 milhões de toneladas de soja norte-americana, como sinal de boa vontade nas negociações, mas uma parte do volume adquirido pelos chineses ainda não foi embarcada, e as negociações entre as duas maiores economias azedaram novamente.

“Tem 5 a 6 milhões de toneladas de soja dos EUA que ainda não foram embarcada para a China”, disse o sócio-diretor da Agroconsult, André Pessôa, citando indicações no mercado sobre riscos de cancelamentos de embarques. Além disso, o plantio da safra dos EUA está sofrendo com um plantio histórico, o que elevou os preços da commodity, favorecendo vendas de produtores no Brasil.

Na temporada passada, o Brasil foi fortemente beneficiado pela disputa comercial entre EUA e China, que resultou em exportações recordes brasileiras, de cerca de 84 milhões de toneladas.

Apesar das exportações de soja maiores que o esperado inicialmente, em um momento em que a China reduziu sua demanda por conta do impacto da peste suína africana, o analista não considera que o Brasil terá problemas logísticos no segundo semestre, quando os embarques de milho deverão ser recordes.

O Brasil, segundo exportador global de milho, exportará um volume de 38 milhões de toneladas do cereal em 2019, com o produto nacional mais competitivo que o dos Estados Unidos, em um ano em que os brasileiros estão colhendo uma safra gigantesca e os norte-americanos enfrentam atrasos históricos no plantio, avaliou na segunda-feira a Agroconsult. “O que vai acontecer com essa exportação mais robusta é que vamos ocupar mais a logística disponível. Não vemos problemas até agora. A capacidade estará mais preenchida”, disse ele.

Embora a Agroconsult tenha elevado sua projeção de exportação, deixou estável a previsão de safra em 118 milhões de toneladas. A consultoria tem uma estimativa superior à das principais associações do setor, a Abiove e a Anec, dos exportadores de cereais, que projetam 68,1 milhões e 65 milhões de toneladas, respectivamente.

Segundo o assistente executivo da Anec, Lucas Brito, a Agroconsult já deve estar considerando “o real impacto da peste suína africana, a manutenção da guerra comercial e também perdas na safra norte-americana de soja”, que vão influenciar preços e poderiam favorecer as vendas do Brasil. “São fatores que ainda não podemos mensurar, por isso estamos sendo mais conservadores”, comentou Brito, ponderando ainda que o tamanho da safra do Brasil seria um limitante para embarques de 70 milhões de toneladas.

Exportações de milho e soja maiores do que o esperado, em meio a problemas na safra dos Estados Unidos, trazem boas perspectivas para o plantio da nova safra brasileira, que deverá começar em setembro, destacou ainda a Agroconsult.

Fonte: Reuters
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