Conectado com
OP INSTAGRAM

Notícias

ACCS reivindica reunião com o ministro Blairo Maggi

Entidade quer solicitar a isenção do Pis/Cofins na importação de milho e garantir que benefícios assegurados aos produtores sejam cumpridos

Publicado em

em

A Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS) trabalha diuturnamente para aliviar a crise no setor, que amarga os altos custos de produção e a baixa remuneração pelo quilo do suíno. Durante a semana, o presidente Losivanio Luiz de Lorenzi encaminhou um ofício para as principais lideranças políticas solicitando uma audiência com o Ministro da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa), Blairo Maggi, e com o Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. 

O objetivo do encontro com o ministro é reivindicar, mais uma vez, a isenção do Pis/Cofins na importação do milho dos países do Mercosul, além da remoção de mais cereal através da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) – benefícios garantidos pela ex-ministra Kátia Abreu em audiência com lideranças políticas catarinenses no dia 6 de abril, mas que até o momento não foram cumpridos.

Na época, foi assegurado que os suinocultores poderiam ampliar a aquisição do milho subsidiado de seis toneladas para 15 toneladas. Contudo, conforme o documento da ACCS, além da medida não se tornar realidade, os produtores encontram diversas dificuldades para fazer o cadastro na Conab para adquirir as seis toneladas. 

Outro compromisso assumido pela ex-ministra e que centenas de suinocultores aguardam com grande expectativa é a ampliação da linha de crédito para retenção de matrizes de 1,2 milhão para 2,4 milhões e que os animais sirvam como garantia do financiamento. 

Pedido ao governo de SC

A ACCS solicita que o Governo de Santa Catarina permaneça com a alíquota de Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em 6% por pelo menos mais 60 dias. A medida visa garantir mais competitividade à proteína catarinense perante os estados do Paraná, Rio Grande do Sul e Mato Grosso, que estarão com o imposto reduzido até 2017. 

Crise anunciada

O presidente da ACCS já havia alertado em 2015 que este ano seria de dificuldades para os suinocultores por conta do crescimento desordenado da produção. "Agora estão todos querendo que a ACCS faça um milagre para resolver o problema. O produtor precisa participar das atividades da entidade, não apenas nos momentos de crises", analisa Losivanio.

Trabalho diuturno 

Para buscar alternativas em benefício da classe, a ACCS esteve em 2016 três vezes na Casa Civil, duas vezes no Ministério da Agricultura, participou de uma audiência pública no Senado Federal, além de realizar diversas reuniões com os deputados estaduais e com representantes do Governo do Estado. 

"Nós não conseguimos nada de concreto devido a situação política que o país enfrenta. A ACCS consegue abrir os caminhos com as lideranças políticas, mas por conta do atual cenário de crise nacional, a entidade não consegue levar o que é prometido nas audiências. Não somos omissos e somos a única entidade do setor que está trabalhando em prol do setor com tanta ênfase", ressalta o presidente. 

Aquisição de milho do Paraguai

No decorrer da semana passada, o presidente da ACCS esteve no Paraguai para conhecer algumas regiões produtoras de milho e negociar a compra do cereal através da Cooperativa Agroindustrial dos Suinocultores Catarinenses (Coasc). "Ainda estamos acertando algumas burocracias, mas acredito que a partir de 20 de junho a gente consiga importar milho pela cooperativa, que será comercializado aos nossos associados", afirma Losivanio.

Oferta de milho deve melhorar 

O presidente da ACCS diz que recebe a ligação de várias trades para vender milho. "Isso mostra que nós temos um bom estoque de milho no país. Precisamos ter cautela e acredito que em meados de junho o milho seja vendido abaixo dos R$ 45,00. Dependendo do volume que a gente conseguir importar do Paraguai, Argentina e dos Estados Unidos com a isenção do Pis/Cofins, a gente vai conseguir ter o cereal abaixo dos R$ 40,00".

Fonte: Assessoria

Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

dois + 3 =

Notícias

SC mantém a liderança na suinocultura brasileira

Em março, o agronegócio catarinense embarcou 55,7 mil toneladas de carne suína, faturando US$138,4 milhões

Publicado em

em

Presidente do Sindicato das Indústrias da Carne e Derivados no Estado de Santa Catarina, José Antônio Ribas Júnior

A suinocultura catarinense continua liderando a produção e a exportação brasileira, apesar dos fortes incentivos que outras unidades da Federação estão destinando ao setor. O Estado catarinense superou mais um recorde nas exportações mensais do produto. Em março, o agronegócio catarinense embarcou 55,7 mil toneladas de carne suína, faturando US$138,4 milhões. Essa é a maior marca desde o início da série histórica em 1997.

Ao comemorar esses resultados, o presidente do Sindicato das Indústrias da Carne e Derivados no Estado de Santa Catarina (SINDICARNE), José Antônio Ribas Júnior, lembra que Santa Catarina perdeu para o Paraná, no passado, a liderança na avicultura brasileira em razão de vantagens competitivas daquele Estado, como incentivos fiscais, excelente infraestrutura, condições logísticas e abundância de milho. “São facilidades que não temos aqui e que exigem muito esforço para mantermos nossa hegemonia”, observa o dirigente.

O ano iniciou com quedas nas exportações de carne suína, mas Santa Catarina retomou o crescimento e ampliou as vendas para os maiores mercados. Os principais destinos para a carne suína produzida no Estado ampliaram suas compras no último mês, com destaque para a China que proporcionou um incremento de 53,6% em divisas.

Ribas assinala que a cadeia produtiva catarinense continua otimizando a produção e, atualmente, mais de 30 mil suínos são abatidos diariamente. Para manter esse volume de processamento industrial há uma base produtiva formada por mais de 3,9 milhões de animais alojados em campo. Essa cadeia é operada por aproximadamente 6.000 integrados, cooperados e produtores independentes.

O ano de 2020 foi de intensa produção, com um crescimento superior aos 35% em comparação com 2019, atingindo um volume exportado superior aos US$ 1,3 bilhão.

O dirigente enfatiza que esse crescimento extraordinário se deve a conjugação de quatro fatores: produtores competentes, sanidade, nutrição e genética. “Todos esses aspectos são observados pelos produtores integrados,  cooperados e independentes com destaque aos critérios mencionados de sanidade,  nutrição e genética e, claro, o cumprimento das normas de bem-estar animal  (BEA), que é norma imperativa e que não pode jamais ser tangenciada”, expõe.

O presidente do SINDICARNE aponta que “o grande desafio é manter o volume de produção e exportação,  agregando valor ao produto,  mantendo a sanidade como fator predominante na cadeia produtiva, principalmente quando se observa o avanço da PSA (peste suína clássica) pelo mundo”.

Esses são os desafios internos.  Os externos são a necessidade de equilibrar preço de grãos e sua oferta,  redução de custos internos e equilíbrio de contas frente  alta de elementos como energia elétrica,  combustíveis (frete), materiais de construção e mão de obra para expansão, além da escassez de silos de armazenagem. A falta de linhas de crédito é outro obstáculo indicado por José Ribas.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo

Notícias

BRF planeja aumentar em 300% espaços diferenciados em redes varejistas por todo o Brasil

Companhia já implementou modelo Store in Store em importantes redes como Pão de Açúcar, Extra e BIG

Publicado em

em

Divulgação.

A BRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, pretende ampliar em 300% sua presença com espaços diferenciados de venda dentro de redes varejistas do País. O modelo Store in Store, uma opção que reúne os principais produtos das marcas Sadia, Perdigão e Qualy em um único lugar dentro dos supermercados, oferece aos clientes praticidade ao organizar os itens por ocasiões de consumo – como café da manhã, churrasco, feijoada e pratos congelados, por exemplo. O conceito, que já está em operação no Pão de Açúcar, Extra, Makro, Big e G.Barbosa, deve alcançar 400 espaços de venda ainda este ano.

O Store in Store fechou 2020 com mais de 100 espaços instalados. Nesta modalidade de vendas, o varejista cede umlocal dentro do seu estabelecimento comercial para a BRF promover uma experiência de compra diferenciada, transmitindo a mensagem “tudo o que o consumidor precisa em um só lugar”. Com esse formato, a BRF leva para os varejistas uma modalidade inovadora, que permite que os consumidores tenham uma nova experiência de varejo totalmente B2B2C.

O conceito traz para o mundo físico o que o cliente já encontra no canal online Mercato em Casa e expande o modelo da loja própria Mercato Sadia. Nos dois locais de compra, os produtos estão organizados para facilitar a compra por ocasião de consumo e proporciona uma melhor experiência para os consumidores.

“Oferecer alimentos com qualidade, sabor e ainda mais praticidade, onde e como o consumidor quiser, é um dos nossos compromissos: colocar o consumidor sempre no centro das decisões. O Store in Store nos possibilita atingir esta meta. Por meio deste modelo, a BRF busca o acesso direto com o consumidor pelo varejo”,diz Manoel Martins, Diretor Comercial do Mercado Brasil da BRF. “O modelo foi tão bem recebido pelo mercado que planejamos, para este ano, abrir 300 novos espaçosem todo o Brasil”, finaliza o executivo.

A estratégia de expansão do Store in Store está alinhada com a Visão 2030, plano de crescimento da Companhia anunciado no final de 2020 que visa consolidar a liderança da BRF como uma empresa global de alimentos de alto valor agregado, com marcas reconhecidas e produtos de alta qualidade.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo

Notícias Mercado

JBS adquire empresa europeia e expande sua plataforma global de alimentos plant-based

Compra da Vivera, terceira maior produtora de proteína plant-based da Europa, impulsiona a JBS no mercado de proteína vegetal

Publicado em

em

Divulgação

A JBS, maior empresa de proteína e segunda maior indústria de alimentos do mundo, celebrou acordo para a compra da empresa Vivera, terceira maior produtora de plant-based na Europa, por um enterprise value (valor de empresa) de 341 milhões de euros. A Vivera desenvolve e produz um diversificado e inovador portfólio de produtos plant-based substitutos de carne para grandes varejistas em mais de 25 países europeus, com presença relevante na Holanda, no Reino Unido e na Alemanha. A transação inclui três unidades fabris e um centro de pesquisa e desenvolvimento localizados na Holanda.

A aquisição da Vivera fortalece e impulsiona a plataforma global de produtos plant-based da JBS. A tendência global é de forte crescimento no consumo desse segmento. A operação vai ampliar o portfólio da JBS com uma marca consolidada na preferência dos consumidores, reforçando o foco da Companhia em produtos de valor agregado.

A Vivera, atualmente a maior companhia independente de plant-based da Europa, se soma às iniciativas da Seara, no Brasil, onde a Linha Incrível detém a liderança em hambúrgueres vegetais, e da Planterra, que conta com a marca OZO nos Estados Unidos.

“É um passo importante para o fortalecimento da nossa plataforma global de proteína vegetal. A Vivera traz musculatura para a JBS no setor de plant-based com conhecimento tecnológico e capacidade de inovação”, afirma Gilberto Tomazoni, CEO Global da JBS.

Para fomentar seu espírito empreendedor, a JBS vai manter a Vivera como uma unidade de negócios autônoma, mantendo sua atual liderança.

“Juntar forças com a JBS nos dá acesso a recursos significativos e capacidades para acelerar nossa atual trajetória de forte crescimento”, diz Willem van Weede, CEO da Vivera.

A transação, que foi aprovada por unanimidade pelo Conselho de Administração da JBS, está sujeita à validação das autoridades antitruste.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo
CONBRASUL/ASGAV

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.