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Acav confirma Simpósio de Avicultura Industrial em 2023

Evento está programado para os dias 29 a 31 de agosto, no CentroSul, em Florianópolis (SC).

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Foto: Arquivo/OP Rural

A Associação Catarinense de Avicultura (Acav) anunciou a data do 14º Simpósio Técnico para o período de 29 a 31 de agosto deste ano, no Centro de Convenções (CentroSul) de Florianópolis.A temática central e a seleção de pautas e palestrantes estão em fase de definição pela comissão central organizadora, informa o coordenador geral Bento Zanoni.

O Simpósio de Incubação, Matrizes de Corte e Nutrição reunirá proeminentes especialistas para abordagem dos temas mais atuais e relevantes de uma das maiores e mais avançadas cadeias produtivas do mundo – a avicultura industrial brasileira.

O Simpósio é referência nacional em atualização tecnológica e integração setorial. “É um momento importante para o agronegócio catarinense e brasileiro, pois traz para a discussão temas relevantes para a avicultura e, ao mesmo tempo, apresenta as inovações que surgem no Brasil e no mundo. Tudo isso com o principal objetivo que é a busca constante do aperfeiçoamento e do nível de qualidade da cadeia produtiva do setor”, realça Zanoni.

O presidente da Acav, Ricardo Castellar de Faria, ressalta que o objetivo é colocar a avicultura no papel de protagonismo que ela merece. “A iniciativa do Simpósio é parte da jornada em busca da eficiência, da biosseguridade e da construção de cadeias produtivas cada vez mais sólidas. A sanidade também é um desafio. Santa Catarina é livre das doenças mais graves que hoje afetam outros países”, observa, ao acrescentar que o setor enfrenta constantes desafios, mas continua sendo um segmento que gera emprego, alavanca a economia e promove a segurança alimentar da população.

Fonte: Assessoria ACAV

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Embrapa lança projeto para antecipar riscos climáticos e reduzir perdas na agricultura

Com investimento inicial de R$ 2 milhões, iniciativa vai desenvolver sistemas de alerta, monitoramento de perdas e uma plataforma digital para apoiar decisões de produtores, seguradoras e gestores públicos.

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Foto: Divulgação

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) iniciou neste mês um projeto voltado à antecipação e ao monitoramento de riscos climáticos na agricultura. Batizada de “Do risco à decisão: soluções inteligentes para antecipação e monitoramento de riscos climáticos na agricultura”, a iniciativa terá duração de 48 meses e reúne 39 pesquisadores e analistas de 15 unidades da instituição, sob coordenação da Embrapa Agropecuária Oeste.

O projeto recebeu investimento inicial de R$ 2 milhões da Embrapa e permanece aberto à cooperação técnica e financeira com outras instituições.

Segundo o pesquisador e coordenador da iniciativa, Danilton Luiz Flumignan, o objetivo é ampliar a capacidade de resposta do setor agropecuário diante dos eventos climáticos extremos. “Queremos fortalecer a capacidade do setor agrícola brasileiro de prevenir perdas e tomar decisões mais assertivas diante de eventos climáticos adversos”, aponta.

As ações terão foco em culturas estratégicas para o agronegócio brasileiro, como soja, milho e trigo, além de arroz, feijão-comum, feijão-caupi, mandioca, uva e maçã. Entre os principais riscos avaliados estão a seca e as geadas, fenômenos que figuram entre as principais causas de perdas de produtividade no campo.

Três frentes de atuação

O projeto está estruturado em três eixos. O primeiro prevê o desenvolvimento de indicadores e metodologias para análise de risco climático, incluindo sistemas de alerta precoce capazes de antecipar eventos adversos e subsidiar a tomada de decisões.

A segunda frente será dedicada ao monitoramento das perdas agrícolas por meio de modelos biofísicos de simulação, que permitirão estimar, em tempo quase real, os impactos do clima sobre a produtividade das lavouras.

Já a terceira etapa reunirá bases de dados, ferramentas analíticas e modelos de simulação em um ambiente digital, que servirá de base para uma plataforma de gestão de riscos climáticos.

Segundo Flumignan, a expectativa é que a ferramenta ofereça painéis de visualização e análises para apoiar produtores rurais, gestores públicos e instituições financeiras. “Uma das metas é criar uma plataforma digital integrada para gestão de riscos climáticos na agricultura brasileira, fundamentada em dados e ciência”, ressalta.

De acordo com o pesquisador, a proposta é adotar uma abordagem preventiva, antecipando possíveis impactos climáticos e contribuindo para a adaptação dos sistemas produtivos. A expectativa é que os resultados também possam subsidiar políticas públicas voltadas ao seguro rural, ao crédito agrícola e ao acompanhamento do desempenho da agropecuária.

O projeto será integrado a iniciativas já existentes, como o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), ampliando a capacidade de análise e resposta aos efeitos das mudanças no clima.

Rede reúne 15 unidades da Embrapa

Para o diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa, Clenio Pillon, o aumento da frequência de eventos climáticos extremos exige ferramentas capazes de transformar dados em informações para a tomada de decisão.

Segundo ele, a integração de especialistas de diferentes áreas permitirá desenvolver soluções voltadas à redução de perdas, ao aperfeiçoamento de políticas públicas e ao fortalecimento da sustentabilidade da produção agropecuária.

O projeto reúne pesquisadores das unidades Agropecuária Oeste, Agricultura Digital, Agrossilvipastoril, Arroz e Feijão, Cerrados, Clima Temperado, Mandioca e Fruticultura, Meio Ambiente, Meio-Norte, Milho e Sorgo, Soja, Solos, Trigo, Uva e Vinho, além da Gerência-Geral de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa.

Fonte: Assessoria Embrapa Agropecuária Oeste
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Brasil reduz em US$ 310 milhões as importações de defensivos químicos

Compras externas recuaram 6,8% em valor e 6,5% em volume, enquanto produtos genéricos ganham participação no mercado.

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Foto: Divulgação

As importações brasileiras de defensivos químicos somaram US$ 4,28 bilhões entre janeiro e maio de 2026, queda de 6,8% em relação aos US$ 4,59 bilhões registrados no mesmo período de 2025. Em volume, as compras externas recuaram 6,5%, passando de 537,3 mil para 502,6 mil toneladas, de acordo com levantamento do CropData.

Os produtos formulados responderam por US$ 1,4 bilhão das importações, pouco mais de um terço do valor total negociado no período. Segundo o levantamento, a redução das importações ocorre em um momento de ajuste do mercado, marcado pela queda dos preços médios e pelo avanço dos defensivos genéricos, os chamados produtos pós-patente.

De acordo com o gerente executivo da CropLife Brasil, Renato Gomides, a retração das importações não indica redução na proteção das lavouras, mas uma mudança na composição das compras. Conforme o executivo, produtores têm diversificado o portfólio diante de margens mais apertadas, elevado endividamento e restrições de crédito provocadas pelas recuperações judiciais no setor.

Gomides afirma ainda que a demora na aprovação de novas tecnologias no Brasil, um dos países com maior prazo para registro de defensivos entre as principais potências agrícolas, faz com que o mercado recorra aos produtos já disponíveis. “Quando a inovação chega com atraso, o mercado se orienta para o que já está disponível. O avanço dos genéricos tem também uma leitura regulatória, que precisa de maior previsibilidade”, ressalta.

Herbicidas lideram as importações

Entre os defensivos formulados, os herbicidas lideraram as importações, com US$ 471 milhões e 112 mil toneladas. Apesar da liderança, a categoria registrou retração em valor, volume e preço médio na comparação com os cinco primeiros meses de 2025.

Na sequência aparecem os inseticidas, com US$ 295 milhões em importações, e os fungicidas, com US$ 249 milhões, ambos também em queda.

Segundo Gomides, os herbicidas respondem por 34% do valor e quase 45% do volume dos produtos formulados importados pelo Brasil. O executivo atribui essa predominância à importância do controle de plantas daninhas, especialmente nos sistemas de plantio direto. “O produtor tem ampliado aplicações e o uso de pré-emergentes para garantir eficiência no manejo, especialmente no sistema soja, milho e algodão, onde a proteção nos estágios iniciais é decisiva para a produtividade”, afirma.

China concentra fornecimento

Gerente executivo da CropLife Brasil, Renato Gomides: “O produtor tem ampliado aplicações e o uso de pré-emergentes para garantir eficiência no manejo, especialmente no sistema soja, milho e algodão, onde a proteção nos estágios iniciais é decisiva para a produtividade”

A China manteve a liderança entre os fornecedores de herbicidas formulados ao Brasil, respondendo por 72% do valor importado, o equivalente a US$ 338 milhões, e por 90% do volume, cerca de 100 mil toneladas.

Em valor, os Estados Unidos aparecem na segunda posição, com US$ 47 milhões (10%), seguidos pela Alemanha, com US$ 26 milhões (5%). Em volume, a China é seguida por Estados Unidos e Índia.

Consumo por hectare

O levantamento também lembra que o Brasil comercializou 826 mil toneladas de defensivos formulados em 2024. Considerando a área cultivada com grãos, café, cana-de-açúcar, hortifrutigranjeiros e florestas plantadas, as vendas corresponderam a 7,73 quilos por hectare.

Esse indicador é utilizado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) para estimar o consumo de defensivos agrícolas nos países.

Fonte: O Presente Rural com CropLife Brasil
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Seapi abre inscrições para Salão de Iniciação Científica com foco em bioinsumos e inovação no agro

Evento será realizado de forma online nos dias 23 e 24 de setembro e receberá trabalhos de estudantes, pesquisadores e servidores nas áreas animal, vegetal e de desenvolvimento rural.

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Foto: Divulgação/APS

Estão abertas as inscrições para o 15º Salão de Iniciação Científica e de Inovação Tecnológica (Sicit), promovido pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul (Seapi), por meio do Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária (DDPA). O evento será realizado nos dias 23 e 24 de setembro, em formato totalmente online, com transmissão pelo canal do DDPA no YouTube.

A programação inclui também o 10º Workshop de Pós-Graduação e a Mostra de Pesquisa 2026. Durante os dois dias serão apresentados resultados de estudos nas áreas de produção animal, produção vegetal e desenvolvimento rural. A abertura do evento terá como tema “Bioinsumos: Legislação e Aplicações na Agropecuária”.

Foto: Matheus Flalanga

As inscrições são gratuitas. Podem submeter trabalhos bolsistas regularmente matriculados em instituições de ensino superior que desenvolvam atividades de pesquisa e inovação tecnológica. Os participantes deverão encaminhar um resumo e realizar apresentação oral, gravada previamente, conforme as vagas disponíveis.

Os resumos devem ser enviados pela plataforma Even3 até 24 de agosto, seguindo o modelo previsto no edital. A divulgação dos trabalhos aprovados está prevista para 08 de setembro, enquanto o prazo para envio dos vídeos das apresentações encerra em 13 de setembro. Serão aceitos apenas resumos com resultados parciais, preliminares ou finais de pesquisas.

O evento também é aberto ao público interessado. As inscrições para ouvintes permanecem disponíveis até 22 de setembro, véspera do início da programação.

Foto: Divulgação

Segundo a Seapi, o Salão de Iniciação Científica, o Workshop de Pós-Graduação e a Mostra de Pesquisa têm como objetivo ampliar o espaço para apresentação de pesquisas desenvolvidas por estudantes do ensino médio, graduação e pós-graduação, além de pesquisadores e servidores da secretaria.

A iniciativa também busca estimular o interesse pela pesquisa científica, incentivar o desenvolvimento de produtos e processos inovadores e promover a geração e a transferência de conhecimento e de novas tecnologias para a agropecuária gaúcha.

Para mais informações, incrições e edital clique aqui.

Fonte: O Presente Rural
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