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Notícias Plano setorial

Ação Aquipesca fortalece políticas públicas voltadas ao desenvolvimento sustentável da pesca e da aquicultura

Mapa coordena ação para fomentar a pesca e a aquicultura, incluída no X Plano Setorial para os Recursos do Mar

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Arquivo/OP Rural

O governo federal publicou na última terça-feira (17), no Diário Oficial da União, o Decreto nº 10.544 que estabelece o X Plano Setorial para os Recursos do Mar. O plano orienta o desenvolvimento racional e sustentável de atividades de exploração e aproveitamento dos recursos vivos, minerais e energéticos da Amazônia Azul.

O Ministério da Agricultura, Pecuária, Abastecimento (Mapa) é o responsável pela coordenação da Ação Aquipesca, que propõe políticas públicas, estratégias de conservação e uso sustentável da pesca e aquicultura.

O Aquipesca apoia políticas de incentivo ao consumo de produtos pesqueiros e aquícolas produzidos de maneira sustentável, reestrutura o Sistema do Registro Geral da Atividade Pesqueira, atualiza as informações da frota pesqueira, avalia planos de recuperação de espécies ameaçadas de extinção e apoia os projetos de pesquisa científica das atividades aquícolas e pesqueiras.

Além do recadastramento dos pescadores profissionais, a Ação prevê também a retomada da estatística pesqueira, fortalecimento das políticas de cessão de espaços físicos em águas da União para fins de aquicultura marinha e combate à pesca ilegal.

Recursos do Mar

O X Plano Setorial para os Recursos do Mar define diretrizes e prioridades de 2020 a 2023 que orientam o desenvolvimento racional e sustentável de atividades de exploração e aproveitamento dos recursos vivos, minerais e energéticos da Amazônia Azul, que compreende o Mar Territorial, a Zona Econômica Exclusiva e a Plataforma Continental.

Fonte: MAPA
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Notícias Segundo Cepea

Indicador do boi gordo se aproxima de R$ 300

Baixa oferta de animais prontos para o abate e a demanda aquecida são os motivos para os avanços nos valores da arroba

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Arquivo/OP Rural

Os preços do boi gordo seguem em firme movimento de alta neste mês. Na parcial de janeiro, o Indicador CEPEA/B3 (estado de São Paulo) subiu 11,49%, atingindo R$ 297,85 na quarta-feira (27). Vale lembrar que, na terça-feira, 26, o Indicador fechou a R$ 298, novo recorde da série histórica do Cepea, iniciada em 1994.

Segundo pesquisadores do Cepea, a baixa oferta de animais prontos para o abate e a demanda aquecida são os motivos para os avanços nos valores da arroba. Quanto aos animais de reposição (bezerro nelore, de 8 a 12 meses), os valores atuais também são recordes.

Neste caso, o impulso vem do maior aumento do abate de fêmeas entre 2018 e 2019 e da forte demanda por reposição, devido à aquecida procura externa pela carne brasileira ao longo de 2020. O recorde real do Indicador do bezerro foi registrado na segunda-feira (25) quando atingiu R$ 2.811,77/cabeça – nessa quarta-feira, 27, fechou a R$ 2.704,79.

Fonte: Cepea
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Notícias Mercado

Com demanda fraca, preços do suíno seguem em queda

Maiores quedas nos preços do setor têm sido verificadas no Sudeste do País

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Arquivo/OP Rural

A típica redução na demanda final por carne suína em início de ano, tanto interna quanto externa, tem pressionado os valores pagos pela carcaça e, consequentemente, do animal vivo, especialmente nesta segunda quinzena de janeiro.

Segundo pesquisadores do Cepea, as maiores quedas nos preços do setor têm sido verificadas no Sudeste do País. Já no Sul, colaboradores do Cepea afirmam que a demanda das agroindústrias, especialmente por conta das exportadoras, tem evitado recuos mais intensos.

Fonte: Cepea
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Notícias Representatividade

Indicação de Paolinelli para Nobel da Paz celebra o agro brasileiro

Para o indicado, a escolha final, a ser realizada pelo Conselho Norueguês do Nobel será um desafio

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Divulgação/OCB

“O cooperativismo se sente honrado em fazer parte desse comitê de promoção do nome do Paolinelli. Ao longo de sua história, ele desenvolveu um modelo de produção rural sustentável perfeitamente adaptado ao cooperativismo, que é uma ferramenta consolidada de sucesso. Para se ter uma ideia, as coops agropecuárias são responsáveis por originar 53% de tudo que se produz na agropecuária nacional. E, por chegarmos nesse nível, nossa gratidão e reconhecimento ao trabalho do amigo Alysson Paolinelli.”

Esse é um trecho do discurso do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, realizado na coletiva de imprensa na terça-feira (26), sobre a indicação do nome do ex-ministro da Agricultura, Alysson Paolinelli, ao Prêmio Nobel da Paz 2021. Jornalistas de todo o país participaram do evento, ao lado de grandes nomes do setor agropecuário brasileiro. Dentre eles o do coordenador de agronegócios da FGV e embaixador da FAO para as cooperativas, Roberto Rodrigues, grande entusiasta da indicação.

“Essa indicação representa o reconhecimento do trabalho do Alysson. Ele é o pai da agricultura moderna no Brasil e tudo que fez foi com base em ciência. E é, também, um prêmio duplo, porque reconhece a relevância global da agricultura sustentável brasileira. Um Nobel da paz para ele é um Nobel da paz para o Brasil”, afirma Roberto Rodrigues.

Para o indicado, a escolha final, a ser realizada pelo Conselho Norueguês do Nobel será um desafio. “O último Prêmio Nobel dado a um membro da área de alimentação foi em 1950 e alguns líderes do setor de pesquisa, da ciência e tecnologia achavam que estava na hora [de a área ser novamente contemplada]. Eu sei que é uma tarefa muito difícil, mas sinto-me muito honrado de defender essa bandeira da segurança alimentar aliada à sustentabilidade”, disse.

A nomeação foi protocolada no Conselho Norueguês do Nobel, pelo diretor da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), Durval Dourado Neto, e contou com cartas de apoio de 119 instituições do Brasil – dentre elas a OCB – e do exterior, representando 24 países.

Para Durval Neto, a atuação de Paolinelli teve grande destaque em toda sua trajetória acadêmica e profissional. “Muito foi feito por ele para que a agricultura brasileira chegasse aonde chegou. Esse prêmio é, na verdade, para o Brasil, por isso convido todos os brasileiros a apoiarem essa iniciativa tão importante para o país”, enfatiza.

Perfil

Mineiro de Bambuí, Paolinelli nasceu em 1936, tornou-se agrônomo em 1959 pela Escola Superior de Agronomia de Lavras (Esal), que depois tornou-se Universidade Federal. Em 1971, assumiu a Secretaria de Agricultura de Minas Gerais, a convite do governador Rondon Pacheco, e criou incentivos e inovações tecnológicas que transformaram o estado no maior produtor de café do Brasil. Nessa época, o jovem Paolinelli já demonstrava talento para revolucionar setores inteiros.

Em 1974, aceitou convite do presidente Ernesto Geisel para tornar-se ministro da Agricultura, e tratou de modernizar a Embrapa e promover a ocupação econômica do Cerrado brasileiro. Foi nesse período que implantou um ousado programa de bolsas de estudos para estudantes brasileiros nos maiores centros de pesquisa em agricultura do mundo. Cuidou também da reestruturação do crédito agrícola e do um novo equacionamento da ocupação do bioma amazônico.

Sobre o Nobel

O Prêmio Nobel da Paz é outorgado pelo Comitê Norueguês do Nobel responsável pelas normas de indicação, pela seleção dos candidatos elegíveis e pela escolha final do(s) ganhador(es). É o único Nobel cujo desenrolar ocorre fora da Suécia, país onde a premiação foi criada.

O Prêmio é concedido em Oslo, capital da Noruega, e o seu Comitê é composto por cinco membros nomeados pelo parlamento norueguês. Na edição de 2020, foram mais de 300 indicações. Para o prêmio de 2021, as inscrições são feitas até o próximo dia 31 de janeiro. O vencedor será anunciado em 8 de outubro e a solenidade de premiação ocorrerá em dezembro.

Fonte: Sistema OCB
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