Suínos
Abraves promove Simpósio em Toledo
Encerra
hoje (21) o IX Simpósio Técnico Abraves regional do Paraná. O evento da
Associação Brasileira de Veterinários Especialistas em Suínos (Abraves) está
sendo realizado, desde ontem (20), no auditório da PUC, em Toledo. Neste ano, o
ministrante do curso é o médico veterinário norte-americano Joseph Connor, reconhecido
mundialmente por seu trabalho. Sua empresa Carthage possui um plantel de mais
de 100 mil matrizes. Ele possui mais de 120 publicações na área de atuação com
várias homenagens e prêmios recebidos. Só nos Estados Unidos, como consultor, Connor
tem mais de 500 mil fêmeas assistidas.
No
treinamento desenvolvido por Joseph Connor durante o Simpósio estão sendo abordados
temas como: Inovações em instalações, equipamentos e ambiente: necessidades
atuais e futuras; Definições de projetos, equipamentos e fluxo de produção
para as diferentes fases de produção – gestação ao abate; Adequações de
instalações para atendimento dos padrões de bem estar animal – o que os
produtores e empresas devem fazer para atender esses processos; Controle de
ambiente: projetos, custos e adequações dos sistemas de produção em regiões
quentes e frias; Sistemas de produção: dois sítios, três sítios, Wean to
finish; Tendências para produção de suínos no futuro, entre outros detalhes.
O
Simpósio é uma promoção da Abraves é voltado a técnicos e estudantes do setor.
Cerca de 250 pessoas estão participando do curso com Connor comunicando-se através
do sistema de tradução simultânea.
Importância
Segundo
o presidente da Abraves- PR, Everson Zoti, o objetivo deste evento é dar
oportunidade aos profissionais de se atualizarem e agregar conhecimento ao
trabalho dos mesmos. Ele ressalta o nível do palestrante, que está trazendo
muitas informações. Está havendo um grande interesse do público, que está
perguntando bastante e interagindo, observa. Zotti avalia que a boa participação
de profissionais e acadêmicos inscritos demonstra que o evento vem ganhando
notoriedade a cada edição e que os temas apresentados têm gerado interesse.
O
presidente da regional da Abraves pontua que Joseph Connor está apresentando
questões que são tendência na produção de suínos e que contribuem para que os
profissionais da região possam se antecipar no que tange à implantação de novas
tecnologias ou na prevenção a problemas. A região é uma das maiores produtoras
de suíno no Paraná e isto justifica a realização do Simpósio Técnico em
Toledo, conclui. (O Presente)

Suínos
Dia do Suinocultor celebra protagonismo de quem impulsiona setor de R$ 63,1 bilhões
Com 5,6 milhões de toneladas produzidas e US$ 3,6 bilhões em exportações, cadeia reforça a importância dos produtores para a competitividade da proteína animal brasileira.

Celebrado nesta sexta-feira (24), o Dia Nacional do Suinocultor destaca o protagonismo dos produtores que, diariamente, sustentam a evolução de uma das cadeias mais competitivas do agronegócio brasileiro.
Em 2025, a produção brasileira de carne suína alcançou 5,592 milhões de toneladas, consolidando o país como o quarto maior produtor mundial. O Valor Bruto da Produção (VBP) do setor chegou a R$ 63,1 bilhões, movimentando economias regionais, gerando renda e impulsionando uma ampla cadeia formada por produtores de grãos, empresas de genética, nutrição e saúde animal, transportadores, cooperativas, agroindústrias e outros segmentos.

Foto: Shutterstock
A presença internacional também ganhou força. No ano passado, o Brasil exportou 1,510 milhão de toneladas de carne suína para 94 países, gerando receita cambial de US$ 3,6 bilhões. Com esse desempenho, o país manteve-se como o terceiro maior exportador mundial. Do total produzido, 27,01% foi destinado ao mercado externo.
Ao mesmo tempo, o mercado brasileiro permaneceu como o principal destino da produção nacional. O consumo per capita atingiu 19,1 quilos por habitante em 2025, refletindo a crescente presença da carne suína na mesa dos brasileiros e a ampliação da variedade de cortes e produtos disponíveis no varejo e na alimentação fora do lar.
Para a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), esses resultados começam dentro das propriedades rurais. São os suinocultores que transformam avanços em genética, nutrição, manejo, sanidade, biosseguridade, bem-estar animal e sustentabilidade em ganhos efetivos de produtividade, qualidade e segurança dos alimentos. “Cada tonelada

Presidente da ABPA, Ricardo Santin: “Cada tonelada produzida, cada mercado conquistado e cada avanço alcançado pela suinocultura brasileira começa com o trabalho do produtor” – Foto: Mario Castello
produzida, cada mercado conquistado e cada avanço alcançado pela suinocultura brasileira começa com o trabalho do produtor. É dentro das granjas que os compromissos do setor com a sanidade, a eficiência, a qualidade e a sustentabilidade se transformam em prática. O suinocultor é o grande protagonista de uma cadeia que gera desenvolvimento para o Brasil e ajuda a garantir segurança alimentar para consumidores brasileiros e de dezenas de países”, destaca Ricardo Santin, presidente da ABPA.
Presentes em diferentes modelos de produção, sejam integrados, cooperados ou independentes, os suinocultores também desempenham papel decisivo na geração de oportunidades no interior do país. A atividade fortalece municípios, mantém renda nas comunidades e estimula investimentos em tecnologia, infraestrutura e qualificação profissional. “A competitividade da suinocultura brasileira não foi construída por acaso. Ela é resultado da capacidade de adaptação, do investimento e da dedicação de milhares de produtores. Celebrar o Dia do Suinocultor é reconhecer quem está na base de um setor que movimenta bilhões, abastece o mercado interno e leva a qualidade da proteína animal brasileira para o mundo”, conclui Santin.
Suínos
Mercado integrado paga mais pelo suíno vivo que o independente em julho
Cepea registra movimento atípico em algumas regiões do Sul, onde a elevada oferta e a demanda enfraquecida pressionam as cotações do mercado spot.
Suínos
Rentabilidade da suinocultura preocupa produtores de Mato Grosso
Apesar do avanço da produção e das exportações brasileiras, preços em queda e margens apertadas desafiam o setor no Estado.





