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Abraves 2013: Merial confirma seu papel de provedora do desenvolvimento da suinocultura e participa com grande equipe e palestra internacional sobre circovirose

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Médicos veterinários, zootecnistas e suinocultores das principais regiões produtoras do País estiveram reunidos de 05 a 07 de novembro em Cuiabá (MT) para a realização do XVI Congresso Brasileiro de Veterinários Especialistas em Suínos (Abraves). Para a ocasião, a Merial Saúde Animal, entre as maiores apoiadoras do evento, destinou atenção especial, com a participação direta de grande equipe comercial e de seus principais nomes da área técnica, Edson Bordin e Marcelo Almeida.
 
A empresa de saúde animal, que baseou sua participação no XVI Abraves em seu carro-chefe para suínos, a vacina contra o PCV2 (circovírus) Circovac®, ainda trouxe ao Brasil o renomado médico veterinário espanhol Joaquim Segalés, autor de inúmeras pesquisas relacionadas à sanidade suína.
 
Segalés palestrou para um auditório lotado com mais de 250 pessoas sobre o controle do PCV2 subclínico. Segundo o especialista, muito mais perigosa e presente que a circovirose clínica, a forma subclínica da doença (não diagnosticada) é um risco para praticamente a totalidade das granjas ao redor do mundo. “A prevenção é essencial para lidar com esta doença, que há mais de 15 anos assombra os suinocultores e se tornou a principal ameaça à produtividade e à lucratividade nas granjas”, ressaltou o gerente técnico da Merial, Marcelo Almeida.
 
O médico veterinário espanhol ainda discursou sobre as maneiras mais eficientes de se mensurar a eficácia da prevenção e do tratamento da circovirose suína, abordando a dificuldade de se detectar os sinais desta forma da doença.
 
“Estudos mostram que a vacinação contra o PCV2, mesmo em planteis que não apresentam sinais clínicos da doença, incrementa o ganho de peso dos leitões e melhora o desempenho produtivo”, enfatizou Segalés, defendendo a aplicação da dose completa (ou cheia) por animal para resultados realmente eficientes. “Tem-se visto em algumas granjas a prática da meia dosagem nos animais, o que não recomendo, afinal meia dose é meia proteção”, explicou o especialista.
 
Lotando o auditório do Centro de Eventos do Pantanal, clientes e parceiros da Merial terminaram a palestra satisfeitos com o conteúdo da apresentação. Gerente de Produção da Granja Santa Paula, Colina (SP), Luciano Luiz de Souza enfatizou a importância da palestra para as atividades cotidianas de manejo sanitário na granja. “Saímos todos deste evento com a consciência de que o planejamento estratégico e o manejo sanitário bem elaborado e acompanhado por especialistas só nos trazem ganhos produtivos e econômicos”, disse.
 
No combate à circovirose suína, Circovac® oferece ampla proteção, garantindo ao produtor total segurança contra o PCV2, gerando resultados satisfatórios sobre os mais importantes índices, como: redução do índice de refugagem, da taxa de mortalidade, além do aumento do ganho de peso e melhora dos índices reprodutivos. “Trata-se de uma vacina com diversos testes nas principais regiões produtoras no Brasil e no mundo. É garantia de eficácia”, descreveu o gerente de produtos e canais da Merial, Ernesto Neto.
 
Sobre a Merial – Merial é uma empresa líder mundial em saúde animal voltada para a inovação, fornecendo uma gama completa de produtos para melhorar a saúde, o bem-estar e o desempenho de várias espécies de animais. Merial emprega aproximadamente 6.000 pessoas e opera em mais de 150 países ao redor do mundo. Seu faturamento em 2012 ultrapassou US$ 2,8 bilhões

Fonte: Ass. Imprensa da Merial

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Notícias Suinocultura

Prazo de vigência da IN 14 de 2016 é prorrogado

Ampliação do prazo favorece os produtores que fabricam ração para o consumo próprio

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Arquivo/OP Rural

A Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) após realizar reuniões técnicas com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), comunica a prorrogação da Instrução Normativa (IN) nº 14 de 2016, publicada no Diário Oficial da União (DOU), de quinta-feira (18). A IN 14 define as normas para as fábricas de ração animal, estabelecendo os critérios e os procedimentos para fabricação, comercialização e o uso de medicamentos na alimentação animal.

A ABCS levou o pleito técnico ao MAPA para a revisão do prazo da aplicabilidade da norma e dos procedimentos para as fábricas que produzem ração para consumo próprio. O presidente da ABCS, Marcelo Lopes, explica que prorrogação foi realizada para que o MAPA revise a proposta, de forma que os produtores de fábricas de ração de uso próprio (não comerciais) consigam atingir uma pontuação viável e gradativa quanto às especificações estabelecidas na IN 14.

“Algumas adequações estabelecidas pela IN 14 são essenciais para otimizar o uso de antimicrobianos na produção nacional, visando assim atender as demandas dos mercados consumidores. E o trabalho da ABCS junto ao MAPA é primordial, pois é somente dessa forma que vamos construir uma norma aplicável a toda suinocultura brasileira”, disse Lopes.

Em 2018, a ABCS criou o Grupo de Trabalho (GT) para debater a aplicabilidade da Instrução Normativa 14 de 2016. A iniciativa contou com a participação de diversas entidades do setor privado e, na ocasião, o GT entregou ao MAPA um único documento, com o objetivo de sugerir à pasta algumas adequações referentes aos requisitos para uso de medicamentos em fábricas, conforme a realidade da suinocultura. Isso porque, segundo dados da ABCS, estima-se que haja atualmente 1.400 granjas que produzem ração para consumo próprio, com as mais variadas condições de estrutura e operação.

Visando a viabilidade da produção de suínos, a ABCS se reuniu diversas vezes com a equipe técnica da pasta para solicitar as ponderações do material entregue pelo GT e também a revisão do prazo da aplicabilidade da norma. “Hoje, com a prorrogação do prazo temos um tempo maior para aperfeiçoar o processo de produção de ração nas granjas. E, é necessário a união da cadeia produtiva e do Ministério para que em 18 julho de 2020 (prazo dado pelo DOU) já tenhamos uma norma exequível”, afirma o presidente da ABCS.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado

Carne de frango tem maior competitividade, mas ritmo de negócios está lento

Enquanto os preços das carnes bovina e suína avançaram na parcial de julho, as cotações da de frango recuaram

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Arquivo/OP Rural

Enquanto os preços das carnes bovina e suína avançaram na parcial de julho (até o dia 18), as cotações da de frango recuaram, o que elevou sua competitividade frente às concorrentes. Ainda assim, conforme colaboradores do Cepea, a liquidez da carne de frango está baixa no mercado doméstico, uma vez que as férias escolares e as temperaturas mais amenas diminuem a procura pelo produto – neste período do ano, consumidores dão preferência a carnes de sabor mais forte, como a suína.

Fonte: Cepea
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Notícias Estudo

Levantamento da Embrapa quer conhecer demandas sobre pastagens

Levantamento está em andamento e qualquer usuário que tenha relação com o tema pode responder ao questionário online

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Ana Maio

O Portfólio de Pastagens da Embrapa – estrutura que reúne todos os projetos de pesquisa nessa área – iniciou um levantamento de demandas do setor produtivo para avaliar os principais desafios para a produção de pastagens no Brasil. O levantamento está em andamento e qualquer usuário que tenha relação com o tema pode responder ao questionário online até dia 26 de julho.

De acordo com a presidente do Comitê Gestor do Portfólio, Patrícia Menezes Santos, pesquisadora da Embrapa Pecuária Sudeste (São Carlos-SP), é interessante que o levantamento seja aplicado em todo o país para captar diferentes realidades que envolvam produtores rurais, técnicos de assistência pública e/ou privada ou outros profissionais ligados à atividade pecuária.

A sondagem vale para as atividades de corte, de leite, criação de búfalos, ovinocultura, caprinocultura, enfim, qualquer sistema produtivo que tenha relação com o cultivo de forrageira. Clique aqui para responder a pesquisa. “Quanto mais pessoas responderem, melhor. Por meio dessa prospecção de problemas, poderemos direcionar melhor a programação de pesquisa em pastagens da Embrapa e promover maior impacto com os resultados obtidos”, afirmou a pesquisadora.

As principais forrageiras utilizadas hoje no Brasil foram geradas pela Embrapa. “Temos ações de melhoramento com várias espécies, para todas as regiões e biomas do país e também estamos levantando informações relacionadas a clima, solo, pragas e doenças relevantes”, disse Patrícia.

Com as respostas de quem está na ponta, no mercado, a Embrapa vai identificar problemas relacionados a diferentes sistemas de produção, vinculando-os com regiões e biomas brasileiros. “As informações que conseguirmos levantar sobre pragas, doenças, solos e clima podem nos ajudar a direcionar as pesquisas para as reais necessidades da sociedade”, afirmou.

Fonte: Assessoria
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