Conectado com

Notícias No Paraná

Abrates anuncia Foz do Iguaçu como sede do 23º Congresso Brasileiro de Sementes em 2026

Evento será realizado entre 25 e 28 de agosto e terá como tema central “Sementes: alicerces para ciência, tecnologia e produção”.

Publicado em

em

Foto: Divulgação/Freepik

A Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes (Abrates) anuncia a realização do 23º Congresso Brasileiro de Sementes (CBSementes), que acontecerá de 25 a 28 de agosto de 2026, no Rafain Palace Hotel & Convention, em Foz do Iguaçu (PR), pela segunda vez consecutiva. A escolha de Foz do Iguaçu e do Rafain, que conta com ampla infraestrutura e localização estratégica aos principais pontos turísticos da cidade, reforça o compromisso da Abrates em oferecer conforto e praticidade aos participantes.

Foto: Divulgação

A edição de 2026 tem como tema central “Sementes: alicerces para ciência, tecnologia e produção”, refletindo o papel das sementes como base para a inovação, o avanço tecnológico e a produção sustentável no agronegócio brasileiro.

Reconhecido como um dos mais relevantes fóruns de atualização científica e debate técnico do setor, o CBSementes reunirá especialistas, pesquisadores, profissionais, estudantes de graduação e pós-graduação e empresas que integram toda a cadeia produtiva de sementes.

Realizado a cada dois anos, o congresso tem como propósito promover o intercâmbio de conhecimento, apresentar os avanços científicos e tecnológicos mais recentes e fortalecer a integração entre pesquisa, indústria e campo.

O setor de sementes movimenta cerca de R$ 38 bilhões por ano no Brasil, evidenciando sua força econômica e científica. “Mais do que um simples insumo, a semente é o elo entre a ciência, a tecnologia e a produção. É o alicerce de um setor que garante segurança alimentar, competitividade e sustentabilidade ao agronegócio brasileiro”, afirma presidente da Abrates, Fernando Henning.

Ele destaca que o desenvolvimento de uma semente de qualidade é fruto de anos de pesquisa e dedicação científica. “É o resultado de décadas de trabalho e o ponto de partida para alimentar o mundo com responsabilidade e inovação. As sementes continuam firmes como alicerces da ciência, da tecnologia e da produção que movem o campo, mas que também alimentam as cidades”, acrescenta Henning.

A exemplo das edições anteriores, o CBSementes 2026 apresentará novidades e uma programação abrangente, composta por palestras, painéis, sessões pôster com

Foto: Guilherme Viana

trabalhos científicos e um showroom tecnológico, reunindo empresas de referência nos segmentos de sementes, insumos, máquinas, equipamentos, tecnologia e áreas correlatas.

Além da programação, a grandeza do evento se reflete também na realização da reunião das Comissões de Sementes e Mudas e na promoção de quatro simpósios temáticos que ocorrem paralelamente. Os simpósios reforçam a diversidade e a profundidade das discussões do CBSementes: 17º Simpósio Brasileiro de Patologia de Sementes, 23º Simpósio Brasileiro de Tecnologia de Sementes Florestais, 6º Simpósio Brasileiro de Sementes de Espécies Forrageiras e o 2º Simpósio de Análise de Sementes. “Reconhecidos pela qualidade dos palestrantes e pelo alto nível dos debates, nossos congressos atraem público nacional e internacional. Além dos simpósios que complementam o CBSementes, o encontro contará com amplo espaço para integração entre os diferentes elos do setor e um showroom destinado à exposição de produtos e soluções inovadoras”, afirma Henning.

No próximo ano, a Abrates iniciará o período de inscrições para submissão de trabalhos científicos, abrindo espaço para a divulgação de pesquisas e inovações que impulsionam o setor.

Fonte: Assessoria Abrates

Notícias

Copercampos reinaugura unidade de grãos em Otacílio Costa com investimento de R$ 16 milhões

Estrutura modernizada aumenta capacidade e agilidade no recebimento de soja e milho, beneficiando produtores da região.

Publicado em

em

Foto: Divulgação

A Copercampos reinaugurou nesta sexta-feira, 20 de fevereiro, a unidade de armazenagem de grãos de Otacílio Costa, na serra catarinense, após um amplo processo de modernização que recebeu investimentos superiores a R$ 16 milhões. A estrutura, implantada originalmente em 2012, ganhou nova moega, secador, instalação de tombador, caixa de carregamento e silo de armazenagem, garantindo mais eficiência, segurança e rapidez no fluxo de recebimento.

Com as melhorias, a unidade passa a ter capacidade estática de 380 mil sacos de 60 kg, além de maior agilidade operacional durante a safra, reduzindo filas e otimizando a logística dos associados da região.

Segundo o presidente da Copercampos, Luiz Carlos Chiocca, a obra atende uma necessidade prática do produtor, principalmente pelo ritmo acelerado da colheita no município. “Hoje estamos aqui em Otacílio inaugurando uma obra de suma importância para o produtor, que vai agilizar a sua colheita e o descarregamento, evitando filas e transtornos. Aqui a safra ocorre muito rápido devido ao clima e isso traz um grande benefício”.

Para o Diretor Superintendente da Copercampos e também produtor associado Lucas de Almeida Chiocca, que atua na região há mais de 15 anos, o investimento reforça a proximidade da cooperativa com quem produz. “Eu, como produtor há mais de 15 anos em Otacílio Costa, saio daqui com o coração cheio de alegria. A Copercampos mais uma vez está do lado do produtor, fazendo um grande investimento para resolver o problema do momento. O mais importante é o recolhimento do grão.”

O crescimento também foi destacado pelo prefeito de Otacílio Costa, Fabiano Baldessar, que ressaltou a transformação produtiva do município ao longo dos anos. “Otacílio Costa saiu de 700 a 800 hectares de lavoura entre 2009 e 2011 para hoje mais de 17 mil hectares, segundo dados da Epagri. Essa reinauguração é mais uma conquista e representa uma segunda virada de chave no agro do nosso município”, comentou.

A estrutura ampliada já será fundamental para a safra 2026, cuja previsão de recebimento é de aproximadamente 500 mil sacos de soja e 100 mil sacos de milho, volume que demonstra o novo patamar produtivo regional.

Fonte: Assessoria Copercampos
Continue Lendo

Notícias

Preços agropecuários caem 3,75% em janeiro, aponta Cepea

Todas as categorias registraram queda, com hortifrutícolas e grãos liderando a retração mensal.

Publicado em

em

Foto: Shutterstock

Em janeiro, o Índice de Preços ao Produtor de Grupos de Produtos Agropecuários (IPPA/CEPEA) registrou queda nominal de 3,75% em relação ao mês anterior.

O resultado mensal se deve à retração observada para todos os subgrupos do Índice, com destaque para o IPPA- Hortifrutícolas (-7,69%) e o IPPA-Grãos (-5,44%), seguidos pelo IPPA-Pecuária (-2,74%) e pelo IPPA-Cana-Café (-0,63%).

Já o IPA-OG-DI apresentou leve alta de 0,92% no mês, indicando que, em janeiro, os preços agropecuários tiveram desempenho inferior ao dos industriais.

No cenário internacional, os preços dos alimentos em dólares avançaram 0,33%, enquanto o Real se valorizou 2,11%, o que resultou em queda de 1,79% dos preços internacionais de alimentos medidos em reais.

Na comparação anual (janeiro/26 frente a janeiro/25), o IPPA/CEPEA caiu expressivos 8,19%, com quedas em todos os grupos: IPPA-Hortifrutícolas (-17,68%), IPPA-Cana-Café (-8,78%), IPPA-Grãos (-7,85%) e IPPA-Pecuária (-7,09%). No mesmo período, o IPA-OG-DI se desacelerou 2,21%, e os preços internacionais de alimentos acumulam queda de 19,12% em Reais e de 8,76% em dólares, refletindo também a valorização de 11,36% do Real em um ano.

 

Fonte: Assessoria Cepea
Continue Lendo

Notícias

Cooperativas fortalecem cadeias de aves, suínos e leite em Santa Catarina

Dados apresentados mostram que 70% dos avicultores da cooperativa já possuem sucessão familiar definida, garantindo continuidade no campo.

Publicado em

em

Fotos: Bruna Leticia/MB Comunicação

Reflexões estratégicas sobre o futuro do cooperativismo, o protagonismo jovem e a força das cadeias produtivas catarinenses. Assim iniciou a programação do Sebrae/SC no terceiro dia do 27º Itaipu Rural Show em Pinhalzinho. O evento reuniu duas palestras que dialogaram diretamente com os desafios e as oportunidades do agronegócio: União que Gera Valor: Engajamento e Cooperativismo no Campo, com Dieisson Pivoto, e Cadeia de Aves e Suínos em SC, com Marcos Zordan.

Diretor vice-presidente de agronegócios da Aurora Coop, Marcos Zordan

Pivoto destacou como o cooperativismo transforma união em desenvolvimento econômico e social. Ele apresentou a trajetória da Cooper Itaipu como exemplo de organização e visão estratégica. Também abordou a atuação da Aurora Coop, formada por 14 cooperativas, com mais de 850 produtos no portfólio e presença em mais de 80 países, a cooperativa demonstra a dimensão que o modelo pode alcançar quando há integração e gestão eficiente.

Entre as contribuições da cooperativa aos seus sócios e à comunidade, Pivoto ressaltou a geração de renda ao cooperado, a assistência técnica no campo, a industrialização da produção e a criação de oportunidades que fortalecem toda a região. “Somos parte importante na alimentação do mundo. O cooperativismo gera valor quando fortalece o produtor, apoia a comunidade e prepara as próximas gerações para dar continuidade a esse legado”, afirmou.

Com foco especial na juventude, a palestra abordou a necessidade de incentivar o cooperativismo desde cedo, aproximando os jovens do modelo e reforçando seu papel na tradição e na inovação. O futuro do cooperativismo, segundo ele, depende diretamente do engajamento das novas gerações.

O diretor técnico do Sebrae/SC, Fábio Zanuzzi, aprofundou o debate ao falar sobre sucessão e permanência no campo. “Um dos grandes desafios é a continuidade não só do jovem na propriedade rural, mas também no modelo cooperativista. Temos percebido mudanças de comportamento entre as gerações, e isso exige uma comunicação mais próxima e estratégica. Precisamos ouvir o jovem, entender seus anseios e reconhecer que a velocidade dele é diferente da geração anterior”.

Cadeia de aves e suínos

Complementando a programação, a palestra “Cadeia de Aves e Suínos em SC”, ministrada pelo vice-presidente de agronegócios da Aurora Coop, Marcos Zordan, trouxe uma análise sobre a importância estratégica dessas cadeias produtivas para a economia catarinense e nacional. “Conectamos a cadeia de suínos, aves e leite ao cooperativismo, seja por meio da Aurora Coop ou das cooperativas filiadas. Precisamos mostrar ao produtor o que estamos fazendo e o que o futuro nos espera nessas atividades”, explicou.

Zordan esclareceu a diferença entre os sistemas de integração, como ocorre na suinocultura, avicultura e na produção independente do leite, ressaltando a importância da segurança para o produtor na tomada de decisão. “Precisamos que esses produtores sintam firmeza ao decidir investir nessas atividades. O futuro aponta para aumento do consumo de alimentos e isso exige produtividade. E produtividade é a única forma de melhorar a rentabilidade”, enfatizou.

O vice-presidente de agronegócios da Aurora Coop expôs dados relevantes da avicultura regional. “Atualmente, cerca de 70% dos avicultores ligados a Aurora Coop já têm sucessão familiar encaminhada. No Brasil, esse índice gira entre 3% e 5%. Isso é resultado de um trabalho contínuo das cooperativas, das filiadas, da cooperativa e de todos que fortalecem o setor. Quando o produtor tem renda compatível, o filho fica na propriedade. Se o filho fica, a sucessão está garantida”, salientou.

Capacitação

Palestrante Dieisson Pivoto – Foto: Karina Ogliari/MB Comunicação

“Encerramos a rodada de palestras desta sexta-feira (20), demonstrando a importância do desenvolvimento regional com iniciativas como o Programa Encadeamento Produtivo. Quando estruturamos as cadeias de aves, suínos e leite dentro de uma lógica cooperativista, estamos fortalecendo todos os elos, da produção primária à industrialização, da assistência técnica ao acesso ao mercado. Isso gera previsibilidade, competitividade e sustentabilidade econômica para o produtor”, concluiu Zanuzzi.

A atuação do Sebrae/SC qualifica esses elos, promove integração, gestão eficiente, inovação e planejamento estratégico. O desenvolvimento não ocorre apenas pelo aumento de produção, mas pela organização sistêmica da cadeia, adoção de tecnologia, ganho de produtividade e agregação de valor.

Fonte: Assessoria Sebrae
Continue Lendo