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ABPA e Instituto Ayrton Senna buscam parcerias pela educação

Com mais de duas décadas de atuação, o Instituto Ayrton Senna tem como missão levar educação básica de qualidade para as redes públicas de ensino no Brasil, por meio de parcerias com gestores públicos, pesquisadores, educadores e outras institui

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O presidente-executivo da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra, reuniu-se ontem com representantes do Instituto Ayrton Senna, em São Paulo (SP).

No encontro, Turra, juntamente com a gerente executiva de investimentos sociais do Instituto, Heloisa Oliveira, e a Gerente de Projetos de Educação, Anete Gonçalves, discutiu oportunidades para o desenvolvimento de parcerias pela educação em regiões produtoras de aves e de suínos.

Com mais de duas décadas de atuação, o Instituto Ayrton Senna tem como missão levar educação básica de qualidade para as redes públicas de ensino no Brasil, por meio de parcerias com gestores públicos, pesquisadores, educadores e outras instituições.  O Instituto tem como proposta a constituição de políticas e práticas flexíveis que se adaptam a diversos contextos e efetivamente impactam a aprendizagem dos estudantes em grande escala.

“Ainda nos tempos de Ministro da agricultura, acompanhei e vi a efetividade das ações do Instituto, por meio de uma parceria pioneira em que transformamos alimentos próprios para consumo da Ceagesp, mas que seriam desperdiçados, em sopa para moradores de rua da capital paulista.  Na educação, vi o salto de qualidade que os projetos deles podem proporcionar, como o que eles têm realizado em minha cidade natal, Marau (RS). É esta a proposta que buscaremos viabilizar em polos de nossa cadeia produtiva, afinal, a melhora da educação está diretamente relacionada com a ampliação da capacidade competitiva de nosso setor e nosso país”, ressalta Turra.

Fonte: Ass. de Imprensa

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Notícias Mercado

Quedas externa e cambial limitam negócio da soja no Brasil

Quedas nos preços externos, a desvalorização do dólar e restrições de cotas para exportar soja limitaram negociações internas

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Divulgação/MAPA

As quedas nos preços externos, a desvalorização do dólar e as restrições de cotas para exportar soja limitaram as negociações internas envolvendo a oleaginosa na semana passada. Pesquisadores do Cepea ressaltam que, além disso, com cerca de 70% da safra 2020/21 já comercializada, produtores não mostram interesse em negociar grandes lotes a curto prazo.

Compradores domésticos, por sua vez, estão cautelosos nas aquisições, atentos às expectativas de safra recorde no Brasil. Em relatório divulgado no último dia 8, a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) indicou produção nacional de soja pode somar 135,54 milhões de toneladas, 8,2% superior à safra anterior.

Fonte: Cepea
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Notícias Segundo Cepea

Valores do milho seguem renovando recordes em muitas regiões

Em importantes praças produtoras, valor do cereal nesta parcial de abril já representa o dobro da média verificada no mesmo mês de 2020

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Renata Silva/Embrapa

Os preços do milho seguem renovando os patamares recordes na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Em importantes praças produtoras, o valor do cereal nesta parcial de abril já representa o dobro da média verificada no mesmo mês de 2020. Pesquisadores do Cepea indicam que as contínuas altas estão atreladas à baixa oferta do milho no spot nacional.

Preocupados com os possíveis impactos do clima sobre a produção da segunda safra, produtores limitam as vendas. Consumidores, por sua vez, estão preocupados com os atuais patamares – que extrapolam os custos de produção em muitos casos. Os compradores que precisam recompor estoques têm tido dificuldades em encontrar novos lotes e os que conseguem se esbarram nos elevados preços negociados.

Fonte: Cepea
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Notícias Mercado Interno

Preços dos ovos iniciam abril em alta

Cotações foram impulsionadas pelo aquecimento na demanda

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Divulgação/AENPr

Os preços dos ovos iniciaram o mês de abril em alta. Segundo pesquisadores do Cepea, as cotações foram impulsionadas pelo aquecimento na demanda, diante do recebimento dos salários, e também pelo repasse dos consecutivos aumentos nos custos de produção.

O movimento de avanço no valor do ovo, inclusive, superou o observado para os principais insumos da avicultura de postura, milho e farelo de soja, o que resultou em certa recuperação no poder de compra dos produtores frente a esses insumos em relação ao observado no encerramento de março.

Fonte: Cepea
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CONBRASUL/ASGAV

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