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Notícias Internacional

ABPA e AGROICONE apresentam estudo sobre sustentabilidade da avicultura e suinocultura no GFFA 2020

Estudo abordou pontos importantes da sustentabilidade produtiva da proteína animal brasileira

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Arquivo/OP Rural

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e o Agroicone, apresentou um estudo sobre sustentabilidade da avicultura e da suinocultura do Brasil durante o Global Forum for Food and Agriculture (GFFA), realizado entre os dias 16 e 18 de janeiro, em Berlim (Alemanha).

Com as presenças de Javier Garrido Vaquero, da consultoria da ABPA em Bruxelas, e de Luciane Chiodi Bachion, sócia do Agroicone,– que representaram a associação na ocasião – a ação no GFFA destacou detalhes sobre o sistema produtivo da avicultura e da suinocultura nacionais, atributos dos alimentos e as diversas frentes de trabalho setoriais para o atendimento a metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU).

“Neste ano, a avicultura mundial assumiu compromissos globais no âmbito do ODS. O estudo demonstrou nosso engajamento nestes objetivos tanto na avicultura, quanto na suinocultura, unificando oferta de alimentos de qualidade, seguros e sustentáveis. Esta é uma posição estratégica que assumimos perante o mundo, e que temos fortalecido ao longo dos anos”, ressalta Ricardo Santin, diretor-executivo da ABPA.

O estudo apresentado no GFFA abordou, ainda, pontos importantes da sustentabilidade produtiva da proteína animal brasileira, como a reduzida emissão de CO² em comparação com outros importantes produtores, os ganhos de eficiência produtiva e redução de uso de insumos, a preservação do status sanitário, entre outros.

“Produzimos o suficiente para atender a demanda interna, enquanto somos o primeiro exportador de aves e quarto maior de suínos. Exportamos carne de frango para cerca de 150 países e de suínos para 90 países, alimentando 223 milhões de pessoas fora do Brasil. Tudo isso aliado a redução de emissões, bem-estar animal, segurança sanitária e contribuições para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU”, explica Luciane, do Agroícone.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado

Preços do boi gordo batem em “teto” e param de subir

Preços do boi gordo ficaram acomodados na semana nas principais praças de produção e comercialização do Brasil

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Divulgação/AENPr

Os preços do boi gordo ficaram acomodados na semana nas principais praças de produção e comercialização do Brasil. “Parece que os preços encontraram um limite para seu movimento de alta. As negociações ainda acontecem a partir de R$ 225 por arroba à vista para animais destinados ao mercado chinês em São Paulo, enquanto para animais destinados ao mercado doméstico, a indicação de comprador permanece posicionada a R$ 220 por arroba, a prazo”, disse o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

Segundo ele, a China permanece bastante ativa nas importações. “O problema é a demanda doméstica de carne bovina, ainda enfraquecida por conta da pandemia”, assinalou. O relaxamento das medidas de distanciamento social não é suficiente para fazer os níveis voltarem aos níveis pré-crise. De qualquer maneira, a oferta de animais prontos para o abate permanece restrita, configurando outro ponto de sustentação aos preços do boi.

Com isso, os preços a arroba do boi gordo na modalidade à prazo nas principais praças de comercialização do País estavam assim no dia 09 de julho:

  • São Paulo (Capital) – R$ 218 a arroba, estáveis.
  • Goiás (Goiânia) – R$ 211 a arroba, inalterados.
  • Minas Gerais (Uberaba) – R$ 214 a arroba, estáveis.
  • Mato Grosso do Sul (Dourados) – R$ 212 a arroba, inalterados.
  • Mato Grosso (Cuiabá) – R$ 200 a arroba, inalterados.

Exportação

As exportações de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada do Brasil renderam US$ 71,370 milhões em junho (3 dias úteis), com média diária de US$ 23,790 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 17,728 mil toneladas, com média diária de 5,509 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.025,70.

Na comparação com julho de 2019, houve ganho de 3,13% no valor médio diário, alta de 2,05% na quantidade média diária e avanço de 1,06% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Mercado

Clima ameaça produtividade do trigo de Brasil e Argentina

Mercado brasileiro de trigo encerra a semana atento ao clima sobre as lavouras, em meio à reta final dos trabalhos de plantio

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Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de trigo encerra a semana atento ao clima sobre as lavouras, em meio à reta final dos trabalhos de plantio. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Jonathan Pinheiro, países da Europa e a Argentina vêm sendo prejudicados pela seca, podendo ter como consequência uma redução da produtividade. “O mercado já começa a repercutir estas possibilidades, devido à menor disponibilidade de oferta no cenário internacional”, ele observa que uma queda na produção da Argentina pode afetar os preços no Brasil.

Paraná

O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, informou, em seu relatório semanal, que o plantio da safra 2020 de trigo do estado atinge 97% da área estimada de 1,13 milhão de hectares, contra 1,028 milhão de hectares em 2019, alta de 10%.

Segundo o Deral, 90% das lavouras estão em boas condições 8% em situação média e 2% em condições ruins. As lavouras se dividem entre as fases de germinação (4%), crescimento vegetativo (81%), floração (14%) e frutificação (1%).

A produção deve ficar em 3,672 milhões de toneladas, 72% acima das 2,141 milhões de toneladas colhidas na temporada 2019. A produtividade média é estimada em 3.250 quilos por hectare, acima dos 2.205 quilos por hectare registrados na temporada 2019.

Rio Grande do Sul

O plantio de trigo atinge 95% da área, estimada em 915.712 hectares. Na semana passada, os trabalhos atingiam 87%. Em igual período do ano passado, o implante cobria 93% da área. A média para os últimos cinco anos é de 90%. Todas as lavouras estão em fase de germinação ou desenvolvimento vegetativo.

A semana foi marcada pela instabilidade com predomínio de tempo encoberto, temperaturas baixas e chuvas, que em muitos municípios os acumulados superaram a 100 milímetros. Os produtores aguardam a melhoria do tempo para dar continuidade aos plantios e ao monitoramento de pragas, doenças e ervas nas áreas já implantadas.

Argentina

O plantio de trigo atinge 86,8% da área na Argentina. Segundo a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, os trabalhos avançaram 7,7 pontos percentuais na semana e estão 1 ponto adiantados em relação ao ano passado. A projeção de área fica em 6,5 milhões de hectares. Até o momento, os trabalhos cobrem 5,64 milhões de hectares.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Mercado Interno

Sem pressão ainda da safrinha, milho mantém preços firmes

Mercado brasileiro de milho manteve preços firmes nas principais praças de comercialização na semana

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Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de milho manteve preços firmes nas principais praças de comercialização na semana. As cotações seguiram sustentadas nos portos e o mercado ainda não é pressionado de forma mais intensa pela entrada da safrinha, que ainda tem colheita “discreta”.

Segundo o consultor de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, a oferta segue ajustada em relação à demanda, o que determina o suporte aos preços. Atenções seguem para a volatilidade no câmbio e para a passagem de massas de ar polar sobre as regiões produtoras, que derrubam as temperaturas e geram temores de geadas e perdas nas lavouras.

Na Bolsa de Chicago, expectativa para a divulgação nesta sexta-feira do relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que pode trazer alterações importantes nos números. A produção de milho dos Estados Unidos para a temporada 2020/21 deve ser apontada em 15,060 milhões de bushels, aquém dos 15,995 bilhões previstos em junho, segundo adidos e traders consultados por agências internacionais. A produtividade média da safra 2020/21 deve elevada de 178,5 bushels por acre para 178,9 bushels por acre.

Os estoques de passagem da safra 2019/20 dos Estados Unidos devem ser indicados em 2,286 bilhões de bushels, acima dos 2,103 bilhões de bushels apontados em junho. Para a temporada 2020/21 as projeções apontam para um estoque final de passagem norte-americano de 2,728 bilhões de bushels, ante os 3,323 bilhões estimados no mês passado.

Voltando ao mercado brasileiro, no balanço semanal as cotações avançaram em boa parte das regiões. No Porto de Santos, na base de compra, o preço se manteve estável no comparativo do dia 02 para o dia 09 de julho (quinta-feira), em R$ 52,00 a saca de 60 quilos. Já no Porto de Paranaguá, no mesmo período, a cotações do milho na compra teve leve avanço de R$ 51,30 para R$ 51,50 a saca.

No mercado interno, no Paraná, a cotação em Cascavel no balanço semanal subiu de R$ 46,00 para R$ 47,00 a saca na base de venda. Em São Paulo, preço na Mogiana subiu no comparativo semanal (de 02 para 09 de julho) de R$ 50,00 para R$ 52,00. Em Campinas CIF, a cotação avançou de R$ 53,00 para R$ 53,50 a saca.

No Rio Grande do Sul, em Erechim, o preço do milho na semana permaneceu estável no comparativo em R$ 52,00 a saca. Em Minas Gerais, preço inalterado em Uberlândia no balanço semanal em R$ 49,00 a saca na venda. No Mato Grosso, preço no balanço semanal subiu de R$ 37,00 para R$ 38,00 a saca em Rondonópolis.

Fonte: Agência SAFRAS
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