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ABPA aponta 2025 de crescimento histórico na avicultura e reforço da presença internacional

Setor supera desafios sanitários e tarifas externas, projeta recordes de produção, consumo e exportações, e consolida presença do Brasil nos mercados internacionais.

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Fotos: Shutterstock

A avicultura de corte e postura do Brasil deve registrar desempenho positivo em 2025, tanto na produção quanto nas exportações e no consumo interno, projeta a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Segundo o presidente da entidade, Ricardo Santin, o setor retoma um cenário de normalidade após enfrentar o maior desafio de sua história recente: a identificação de um foco pontual de Influenza aviária de Alta Patogenicidade. “Temos expectativas positivas para o fechamento deste ano, mesmo diante do grande desafio vivenciado pelo setor produtivo de aves. O mercado global segue altamente demandante por proteínas, e o mesmo se observa no mercado interno, com projeções de alta no consumo”, ressalta Santin.

A produção brasileira de ovos deve chegar a 62 bilhões de unidades em 2025, alta de 7,5% em relação a 2024, quando foram produzidas 57,683 bilhões de unidades. Para 2026, a expectativa é de crescimento para até 65 bilhões de ovos, aumento de 4,8% sobre o ano anterior.

As exportações devem alcançar até 40 mil toneladas em 2025, um avanço de 116,6% sobre as 18.469 toneladas embarcadas em 2024. Para 2026, a previsão é de novas altas, chegando a 45 mil toneladas, 12,5% acima do previsto para este ano. “No cenário internacional, as empresas acompanham os impactos do tarifaço dos EUA sobre o Brasil, mas há expectativa de reabertura de mercados estratégicos, mantendo a previsão de recorde nas exportações”, salienta Santin.

Entre os 10 maiores

O consumo de ovos no Brasil segue em trajetória de crescimento, com projeção de atingir 288 unidades per capita em 2025, alta de 7,1%, colocando o país entre os 10 maiores consumidores mundiais da proteína pela primeira vez. Para 2026, a previsão é de um crescimento de 6,3% no consumo, chegando a 306 ovos por habitante.

Segundo dados da ABPA, o aumento é consistente nos últimos anos, passando de 182 unidades em 2014 para 269 em 2024. Com isso, o Brasil deve ocupar a 7ª posição no ranking global de consumo, atrás de China, México, Indonésia, Japão, Argentina e Paraguai, consolidando os ovos como uma importante fonte de proteína na dieta nacional.

Carne de frango

A produção de carne de frango no país deve atingir 15,4 milhões de toneladas em 2025, até 3% acima do total de 14,972 milhões de toneladas de 2024. Para 2026, a previsão é de crescimento moderado, para 15,700 milhões de toneladas, alta de 2%.

As exportações brasileiras de carne de frango registraram leve queda no volume no primeiro semestre de 2025 em comparação ao mesmo período de 2024, passando de 3,052 milhões de toneladas para três milhões, redução de 1,7%. Apesar disso, a receita avançou 1,5%, alcançando US$ 5,609 bilhões. Em 2026, a projeção é de alta de 5,8%, podendo chegar a 5,5 milhões de toneladas.

O mercado externo segue diversificado, com destaque para os Emirados Árabes, que representaram 10% do volume exportado entre janeiro e julho deste ano, seguidos por Japão, Arábia Saudita e China, cada um com 8%. Os embarques para África do Sul e União Europeia totalizaram 5%, enquanto para o México e Filipinas chegaram a 4%; e para Singapura e Coreia do Sul representou 3%. Outros países responderam por 42% das exportações.

Entre os principais destinos, México (+16,4%), União Europeia (+8,2%) e Singapura (+8,4%) registraram crescimento nas compras. Por outro lado, China (-32,2%), África do Sul (-31%), Coreia do Sul (-16,3%) e Filipinas (-12,3%) apresentaram retração. O Japão também teve queda de 7,8%, enquanto Arábia Saudita e Emirados Árabes mantiveram estabilidade relativa.

Mercado interno

No mercado interno, a disponibilidade de carne de frango deve alcançar 10,200 milhões de toneladas em 2025, crescimento de 5,4% em relação a 2024, quando obteve 9,678 milhões de toneladas, mantendo-se estável em 2026.

O consumo per capita deve passar de 45,5 kg em 2024 para 47,8 kg em 2025, permanecendo nesse nível no ano seguinte. “O setor superou a maior crise de sua história recente – com a Influenza aviária, que se restringiu a uma granja e rapidamente foi controlada. A maioria dos mercados suspensos já retomaram as exportações. A produção interna permanece fortalecida, e o consumo per capita retorna a patamares históricos”, expõe Santin.

Produção mundial deve crescer 2%

O mercado mundial de carne de frango deve registrar crescimento em 2025, tanto na produção quanto nas exportações. De acordo com projeções do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), compilados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), a produção global deve alcançar 105,8 milhões de toneladas, alta de 2% frente a 2024. Os Estados Unidos seguem líderes, com expectativa de 21,6 milhões de toneladas, seguidos por China (15,5 milhões) e Brasil (15,45 milhões).

No comércio internacional, a oferta também será maior. As exportações globais devem somar 14 milhões de toneladas em 2025, avanço de 2,1% em relação ao ano anterior. O Brasil permanece como principal exportador, com projeção de 5,2 milhões de toneladas, o que representa 38,6% de participação no mercado mundial.

Enquanto a União Europeia e a Tailândia tendem a ampliar suas vendas externas, 12,9% e 8,5% respectivamente, os Estados Unidos devem registrar queda, recuando para 2,94 milhões de toneladas. A China, por sua vez, mostra forte expansão: após crescer 39% em 2024, deve avançar mais 3,9% em 2025, chegando a 800 mil toneladas exportadas.

Exemplo ao mundo

Mais uma vez, o Brasil deu exemplo ao mundo pela rapidez em conter o primeiro foco de Influenza aviária na produção comercial, evitando a disseminação do vírus para outras granjas, cenário distinto do que vem sendo observado em diversos países.

Nos primeiros oito meses deste ano, 59 países registraram casos da doença, totalizando 1.708 ocorrências em aves silvestres, de subsistência e comerciais. Os Estados Unidos lideram em número de registros, com 286 focos, seguidos de 238 no Japão, 214 no Reino Unido, 154 na Alemanha e 116 na Polônia.

Após a detecção do primeiro e único caso em 16 de maio, medidas imediatas foram adotadas, como a desinfecção da granja o início do vazio sanitário no dia 22 de maio. Em 18 de junho, o governo comunicou à Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) a autodeclaração de país livre de Influenza aviária, validada oficialmente em 26 de junho. Até agosto, o Brasil contabilizava 185 focos em aves silvestres, 12 em criações não comerciais e apenas um caso isolado em produção comercial.

Logo após a confirmação do foco, mais de 60 países impuseram restrições temporárias às exportações brasileiras de carne de frango, mas retomaram as compras após o reconhecimento internacional do Brasil como área livre de influenza aviária. Até o fechamento desta edição, apenas China mantinha a suspensão total.

Reconhecimento internacional

Santin destacou ainda a importância de o Brasil ter conquistado em maio de 2025 o reconhecimento internacional de área livre de febre aftosa sem vacinação em todo o território nacional pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA). “O reconhecimento encerra um processo iniciado em 2007, quando Santa Catarina foi o primeiro estado a obter o status, seguido por Paraná e Rio Grande do Sul em 2021. A validação simultânea da condição sanitária frente à Influenza aviária e a conquista do status internacional contra a febre aftosa reforçam a posição do Brasil no comércio global de proteínas e consolidam avanços importantes em biosseguridade”, enfatiza Santin.

Tarifaço acelera busca por novos mercados

Presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin: “Temos expectativas positivas para o fechamento deste ano, mesmo diante do grande desafio vivenciado pelo setor produtivo de aves” – Foto: Jaqueline Galvão/OP Rural

A entrada em vigor, no dia 06 de agosto, da tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos às exportações brasileiras colocou em risco 36% do volume embarcado para o mercado norte-americano. O pacote provocou impactos imediatos sobre diferentes cadeias da proteína animal e levou o Brasil a intensificar negociações comerciais com União Europeia, China e países árabes.

De acordo com a ABPA, o setor de ovos é o mais vulnerável: 63% das exportações brasileiras têm os EUA como destino. “Entre janeiro e julho de 2025, o Brasil embarcou 18,9 mil toneladas para o país, volume 14 vezes superior ao do mesmo período do ano anterior. A receita acumulada somou cerca de US$ 41 milhões, e agora enfrenta incertezas diante do aumento tarifário”, expõe Santin.

Para mitigar os efeitos, a ABPA lançou o roadshow internacional “No borders for food: parcerias para a segurança alimentar”, iniciativa destinada a abrir e consolidar mercados em regiões ainda não plenamente alinhadas às normas da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA). O primeiro seminário ocorreu nas Filipinas e o segundo no México, ambos em agosto. Entre os mercados prioritários estão China, União Europeia, África do Sul, Malásia, Peru, Canadá, Chile e Arábia Saudita.

Segundo Santin, a medida norte-americana expõe a urgência de reduzir a dependência do mercado dos EUA, ao mesmo tempo em que reforça a proteína animal brasileira como ferramenta estratégica de segurança alimentar global.

Fonte: O Presente Rural

Avicultura

Exportações de ovos superam US$ 6 milhões em fevereiro

Resultado reflete o avanço das vendas externas do setor e a ampliação da presença do produto brasileiro em mercados da Ásia, do Oriente Médio e da América Latina, segundo a ABPA.

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As exportações brasileiras de ovos (considerando produtos in natura e processados) totalizaram 2.939 toneladas em fevereiro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume é 16,3% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 2.527 toneladas.

Em receita, o crescimento foi ainda mais expressivo. As vendas internacionais do setor somaram US$ 6,175 milhões, valor 25,1% superior ao obtido em fevereiro de 2025, quando as exportações totalizaram US$ 4,936 milhões.

Presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin: “Os resultados deste início de ano mostram um crescimento consistente das exportações, com destaque para mercados da Ásia, do Oriente Médio e da América Latina” – Foto: Divulgação/Alimenta

No acumulado do primeiro bimestre, as exportações brasileiras de ovos alcançaram 6.025 toneladas, número 23,4% superior ao registrado no mesmo período de 2025, quando foram embarcadas 4.884 toneladas. Em receita, o crescimento comparativo chega a 37,9%, com US$ 12,583 milhões obtidos nos dois primeiros meses de 2026, contra US$ 9,122 milhões no mesmo período do ano passado.

Entre os principais destinos das exportações brasileiras de ovos em fevereiro estão Chile, com 767 toneladas (+156,8%), Emirados Árabes Unidos, com 531 toneladas (-3,1%), Japão, com 524 toneladas (+143,5%), e México, com 284 toneladas (+12,7%).

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o desempenho das exportações reflete o fortalecimento da presença internacional da cadeia produtiva de ovos brasileira e a ampliação da diversificação de destinos. “Os resultados deste início de ano mostram um crescimento consistente das exportações, com destaque para mercados da Ásia, do Oriente Médio e da América Latina. A diversificação de destinos e a competitividade do produto brasileiro têm ampliado o espaço da nossa produção no comércio internacional, consolidando gradualmente a cultura exportadora do setor de ovos”, avalia Santin.

Fonte: Assessoria ABPA/ASCOM
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Avicultura

Manejo do frango de corte moderno será tema do 26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura

Especialista Rodrigo Tedesco Guimarães discutirá como transformar potencial genético em desempenho produtivo no dia 08 de abril, a partir das 14 horas, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC).

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O médico-veterinário Rodrigo Tedesco Guimarães será um dos palestrantes do 26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA) e abordará o tema Manejo do Frango de Corte Moderno durante o Painel Manejo, no dia 08 de abril, às 14 horas. O evento é promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet) e ocorrerá de 07 a 09 de abril, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC).

Rodrigo Tedesco Guimarães é médico-veterinário formado pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), no Rio Grande do Sul, com MBA em Gestão Empresarial pela Faculdade da Serra Gaúcha. Especialista em frango de corte e ambiência, é responsável pelo suporte técnico aos clientes da Aviagen no Brasil. Com 21 anos de atuação na indústria avícola, Rodrigo acumulou experiência em empresas como Frigorífico Nicolini, Agrofrango e Sadia/BRF (MBRF). É coautor do capítulo Manejo Inicial e do Crescimento do livro Produção de Frangos de Corte, 3ª edição da Facta.

Médico-veterinário Rodrigo Tedesco Guimarães será um dos palestrantes do 26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura – Foto: Divulgação

Ao antecipar os temas que serão discutidos durante o 26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA), o palestrante destaca que o melhoramento genético transformou a avicultura mundial e impõe novos desafios ao setor. “O melhoramento genético foi decisivo para tornar a carne de frango a proteína animal mais consumida no mundo. Evoluímos muito neste aspecto e em nutrição, manejo e biosseguridade, mas o grande desafio agora é equilibrar eficiência produtiva com bem-estar animal, sustentabilidade ambiental, qualidade da carne e segurança alimentar. Precisamos manter altos níveis de produtividade sem comprometer a saúde das aves, buscando desempenho aliado à robustez fisiológica e menor impacto ambiental”, avalia Guimarães.                                            Ao abordar a evolução da ave moderna e as exigências crescentes no campo, ele reforça que o manejo deixou de ser operacional para se tornar estratégico. “Atualmente apenas bons índices zootécnicos não são o suficiente. Não adianta ter sanidade sem nutrição adequada, nem nutrição sem ambiência de qualidade. A ave moderna é muito mais responsiva às práticas de manejo. Controle de temperatura, ventilação, densidade, qualidade de cama, iluminação, acesso a água e alimento, além da atenção ao comportamento das aves, deixaram de ser detalhes e passaram a ser fatores imprescindíveis para transformar o potencial genético em resultado produtivo e renda para o avicultor integrado e para a agroindústria”, salienta.

O especialista também adianta que o manejo eficiente depende de planejamento e acompanhamento contínuo, já que o ciclo produtivo é curto e exige precisão técnica. “O manejo do frango de corte é um processo sequencial, em que cada etapa impacta diretamente no resultado final. Desde o preparo do galpão antes da chegada dos pintos até o pré-abate, tudo exige planejamento, monitoramento constante e análise de dados. O tempo entre a eclosão e o abate é curto, o que reduz a margem para correções. Por isso, precisamos de equipes capacitadas, coleta de dados eficiente e decisões técnicas rápidas para garantir bem-estar, uniformidade do lote e desempenho comercial sustentável”, enfatiza.

O manejo adequado do frango de corte é um ponto importante quando falamos de eficiência produtiva na avicultura moderna, destaca a presidente da Comissão Científica do SBSA, Daiane Albuquerque. “Aspectos relacionados à ambiência, densidade, bem-estar animal, controle de variáveis ambientais e aplicação correta de protocolos técnicos impactam diretamente no desempenho zootécnico, na conversão alimentar e na sustentabilidade da produção. Durante sua palestra, Rodrigo trará uma abordagem prática e atualizada sobre os desafios do manejo nas diferentes fases de crescimento, alinhando tecnologia, gestão e aplicabilidade no campo”.

Compromisso

A presidente do Nucleovet, Aletéia Britto da Silveira Balestrin, frisa que o SBSA mantém o compromisso de oferecer temáticas alinhados às demandas da cadeia produtiva. “O Simpósio busca reunir especialistas que tragam conhecimento técnico com aplicação direta no dia a dia da produção. O manejo do frango de corte é um tema estratégico para a competitividade do setor, e a contribuição do Rodrigo reforça essa proposta”, afirma.

Para acompanhar a palestra e demais conteúdos da programação científica é necessária inscrição no 26º SBSA. O segundo lote segue disponível até o dia 26 de março, com investimento de R$ 750 para profissionais e R$ 450 para estudantes. O acesso à 17ª Brasil Sul Poultry Fair, que ocorre simultaneamente ao Simpósio, tem valor de R$ 100. As inscrições podem ser realizadas no site, acesse clicando aqui.

Programação geral

26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura
17ª Brasil Sul Poultry Fair

DIA 07/04 – TERÇA-FEIRA

13h30 – Abertura da Programação

13h40 – Painel Gestão de Pessoas
Tema: Capital humano em crise: o futuro da mão de obra na avicultura
Palestrantes: Delair Bolis, Joanita Maestri Karoleski, Vilto Meurer
Coordenadora da mesa redonda: Luciana Dalmagro

15h40 – Intervalo

16h – Commodities em foco: superando barreiras logísticas e incertezas do futuro
Palestrante: Arene Trevisan
(15 minutos de debate)

17h – Solenidade de Abertura Oficial

17h40 – Palestra de abertura: Cenários Globais 2026
Palestrante: Heni Ozi Cukier – HOC

19h15 – Coquetel de abertura na 16ª Brasil Sul Poultry Fair

DIA 08/04 – QUARTA-FEIRA

Bloco Abatedouro

  • 8h – Velocidade de processamento e qualidade do abate
    Palestrante: Darwen de Araujo Rosa (15 minutos de debate)

  • 9h – Comparativo microbiológico entre países no contexto da ciência da segurança alimentar
    Palestrante: Dianna V. Bourassa (15 minutos de debate)

  • 10h – Intervalo

Bloco Nutrição

  • 10h30 – Granulometria e seu impacto no trato digestivo
    Palestrante: Wilmer Pacheco (15 minutos de debate)

  • 11h30 – Níveis de Ca e P nas dietas modernas do frango de corte
    Palestrante: Rosalina Angel (15 minutos de debate)

  • 12h30 – Intervalo almoço

Eventos Paralelos – Painel Manejo

  • 14h – Manejo do Frango de Corte Moderno
    Palestrantes: Lucas Schneider, Rodrigo Tedesco Guimarães

  • 16h – Intervalo

Bloco Conexões que Sustentam o Futuro

  • 16h30 – Do conhecimento à ação: como transformar orientações em resultados na avicultura
    Palestrantes: Kali Simioni e João Nelson Tolfo (15 minutos de debate)

  • 17h30 – Por que bem-estar é crucial para a sustentabilidade?
    Palestrante: Prof. Celso Funcia Lemme (15 minutos de debate)

  • 18h30 – Eventos Paralelos

  • 19h30 – Happy Hour na 18ª Brasil Sul Poultry Fair

DIA 09/04 – QUINTA-FEIRA

Bloco Sanidade

  • 8h – Tríade do diagnóstico de Laringotraqueíte infecciosa: métodos de diagnóstico das doenças respiratórias
    Palestrante: Prof. Renata Assis Casagrande (15 minutos de debate)

  • 9h – Micotoxinas: a ameaça silenciosa à saúde intestinal das aves
    Palestrante: Dr. Ricardo Rauber (15 minutos de debate)

  • 10h – Intervalo

  • 10h30 – Gumboro em foco: avanços recentes e novas fronteiras no controle da doença
    Palestrante: Gonzalo Tomás (15 minutos de debate)

  • 11h30 – Influenza aviária – plano de contingência em caso real
    Palestrante: Taís Barnasque (15 minutos de debate)

Sorteios de brindes

Fonte: Assessoria Nucleovet
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Avicultura

Abertura do SBSA 2026 destaca importância de compreender cenários globais para a avicultura brasileira

Produtores e profissionais terão acesso a análises sobre economia mundial, comércio e políticas internacionais que afetam a cadeia produtiva.

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Foto: Suellen Santin

O cientista político, professor e palestrante Heni Ozi Cukier (HOC) palestrará na abertura do 26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA), com o tema Cenários Globais 2026. Formado em Filosofia e Ciências Políticas nos Estados Unidos e mestre em Resolução de Conflitos e Paz Internacional pela American University, em Washington DC, HOC possui trajetória internacional, tendo atuado no Conselho de Segurança da ONU, na Organização dos Estados Americanos (OEA) e no Woodrow Wilson Center, entre outras instituições. A apresentação, patrocinada pela Farmabase, está programada para o dia 07 de abril, às 17h40, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC).

Heni é fundador da HOC Content, produtora de conteúdo e consultoria em comunicação, além de idealizador e coordenador da pós-graduação em Geopolítica da PUC Paraná. Professor de Relações Internacionais, também se destaca na popularização do conhecimento sobre geopolítica por meio do canal Professor HOC, no YouTube, considerado o maior canal brasileiro dedicado ao tema.

Professor e palestrante Heni Ozi Cukier (HOC) palestrará na abertura do 26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura

Promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet), o SBSA será realizado entre 7 a 9 de abril de 2026 e reunirá profissionais, pesquisadores, estudantes e empresas para debater inovação, tendências e desafios da cadeia produtiva avícola. Na palestra de abertura, HOC trará análise sobre os principais movimentos geopolíticos e econômicos que impactam o cenário internacional e influenciam mercados globais, incluindo o agronegócio.

A presidente do Nucleovet, Aletéia Britto da Silveira Balestrin, ressalta que a abertura do Simpósio busca ampliar o olhar dos participantes sobre o contexto global que envolve a produção de alimentos. “A avicultura está inserida em um mercado internacional altamente dinâmico. Compreender os cenários globais e os fatores geopolíticos que influenciam a economia mundial contribui para decisões mais estratégicas dentro da cadeia produtiva”, afirma.

A presidente da Comissão Científica do SBSA, Daiane Albuquerque, destaca que a proposta da programação é integrar conhecimento técnico com uma visão mais ampla do ambiente em que o setor está inserido. “O Simpósio sempre busca trazer conteúdos que ajudem os profissionais a compreender não apenas os aspectos técnicos da produção, mas também os movimentos que impactam o mercado. A palestra de abertura traz justamente essa perspectiva estratégica”, explica.

Além da programação científica, o 26º SBSA contará com a realização da 17ª Brasil Sul Poultry Fair, feira de negócios que reunirá empresas nacionais e multinacionais ligadas à cadeia produtiva avícola, promovendo networking, apresentação de tecnologias e geração de negócios.

Para acompanhar a palestra e os demais conteúdos da programação científica, é necessária inscrição no 26º SBSA. O segundo lote segue disponível até o dia 26 de março, com investimento de R$ 750 para profissionais e R$ 450 para estudantes. O acesso à 17ª Brasil Sul Poultry Fair custa R$ 100. As inscrições podem ser realizadas no site, acesse clicando aqui.

Programação geral

26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura
17ª Brasil Sul Poultry Fair

DIA 07/04 – TERÇA-FEIRA

13h30 – Abertura da Programação

13h40 – Painel Gestão de Pessoas
Tema: Capital humano em crise: o futuro da mão de obra na avicultura
Palestrantes: Delair Bolis, Joanita Maestri Karoleski, Vilto Meurer
Coordenadora da mesa redonda: Luciana Dalmagro

15h40 – Intervalo

16h – Commodities em foco: superando barreiras logísticas e incertezas do futuro
Palestrante: Arene Trevisan
(15 minutos de debate)

17h – Solenidade de Abertura Oficial

17h40 – Palestra de abertura: Cenários Globais 2026
Palestrante: Heni Ozi Cukier – HOC

19h15 – Coquetel de abertura na 16ª Brasil Sul Poultry Fair

DIA 08/04 – QUARTA-FEIRA

Bloco Abatedouro

  • 8h – Velocidade de processamento e qualidade do abate
    Palestrante: Darwen de Araujo Rosa (15 minutos de debate)

  • 9h – Comparativo microbiológico entre países no contexto da ciência da segurança alimentar
    Palestrante: Dianna V. Bourassa (15 minutos de debate)

  • 10h – Intervalo

Bloco Nutrição

  • 10h30 – Granulometria e seu impacto no trato digestivo
    Palestrante: Wilmer Pacheco (15 minutos de debate)

  • 11h30 – Níveis de Ca e P nas dietas modernas do frango de corte
    Palestrante: Rosalina Angel (15 minutos de debate)

  • 12h30 – Intervalo almoço

Eventos Paralelos – Painel Manejo

  • 14h – Manejo do Frango de Corte Moderno
    Palestrantes: Lucas Schneider, Rodrigo Tedesco Guimarães

  • 16h – Intervalo

Bloco Conexões que Sustentam o Futuro

  • 16h30 – Do conhecimento à ação: como transformar orientações em resultados na avicultura
    Palestrantes: Kali Simioni e João Nelson Tolfo (15 minutos de debate)

  • 17h30 – Por que bem-estar é crucial para a sustentabilidade?
    Palestrante: Prof. Celso Funcia Lemme (15 minutos de debate)

  • 18h30 – Eventos Paralelos

  • 19h30 – Happy Hour na 18ª Brasil Sul Poultry Fair

DIA 09/04 – QUINTA-FEIRA

Bloco Sanidade

  • 8h – Tríade do diagnóstico de Laringotraqueíte infecciosa: métodos de diagnóstico das doenças respiratórias
    Palestrante: Prof. Renata Assis Casagrande (15 minutos de debate)

  • 9h – Micotoxinas: a ameaça silenciosa à saúde intestinal das aves
    Palestrante: Dr. Ricardo Rauber (15 minutos de debate)

  • 10h – Intervalo

  • 10h30 – Gumboro em foco: avanços recentes e novas fronteiras no controle da doença
    Palestrante: Gonzalo Tomás (15 minutos de debate)

  • 11h30 – Influenza aviária – plano de contingência em caso real
    Palestrante: Taís Barnasque (15 minutos de debate)

Sorteios de brindes

Fonte: Assessoria Nucleovet
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