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Abisolo abre as inscrições para o Curso de Marco Regulatório 2023

Durante oito dias, em formato online e ao vivo, os participantes serão capacitados por especialistas.

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Foto: Divulgação

A Associação Brasileira das Indústrias de Tecnologia em Nutrição Vegetal (Abisolo) está com as inscrições abertas para o Curso de Marco Regulatório 2023, que vai acontecer entre os dias 20 e 28 de novembro, das 15h às 17h30, online. De acordo com o presidente do Conselho Deliberativo da Abisolo, Clorialdo Roberto Levrero, com o aumento da demanda por fertilizantes especiais, os profissionais do setor precisam de mais capacitação para atender com qualidade as indústrias e os produtores rurais.

Em formato online e ao vivo, o curso vai capacitar os profissionais acerca da área regulatória das indústrias de fertilizantes especiais nos processos e normas legais, que estão sob responsabilidade do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O conteúdo vai destacar as recentes mudanças no Marco Regulatório promovidas pela aprovação da Lei do Autocontrole (lei 14.515/2022) e sua regulamentação.

As aulas serão ministradas pelo consultor da Abisolo, o engenheiro Agrônomo, Irani Gomide, e pelo consultor de Assuntos Regulatórios para Insumos Agrícolas (Fertilizantes/Corretivos/Inoculantes), com vasta experiência como Auditor Fiscal Federal no MAPA em diferentes áreas de regulamentação e fiscalização, Rubim A. Gonczarowska.

Conteúdo Programático

O conteúdo programático do curso inclui: Estrutura Normativa Atual; Lei nº 6.894/1980 e Lei nº 12.890/2013; Decreto nº 4.954/2.004, nº 8.059/2.013 e nº 8.384/2.013, bem como as Instruções Normativas nº 53/2013, 06/2.016, 03/2.020 e 39/2.018, relativas aos fertilizantes minerais, trazendo as definições de natureza física, forma química e solubilidade dos nutrientes. A programação inclui as orientações para registro de produtos; embalagem, rotulagem, documentos fiscais e propaganda, entre outros.

As Instruções Normativas nº 13/2011 e 35/2006 serão abordadas, contemplando, respectivamente, inoculantes e condicionadores de solo, nos quesitos especificações e garantias mínimas, tolerâncias, registro de produtos, embalagem, rotulagem e identificação de produtos. Ainda nesses quesitos, a Instrução Normativa nº 05/2.016 colocará em pauta os remineralizadores e os substratos.

O curso contempla informações sobre o Sistema Integrado de Produtos e Estabelecimentos Agropecuários (SIPEAGRO), uma ferramenta que permite o registro automático de fertilizantes. O tópico vai tratar dos principais registros exigidos no cadastro de novos produtos e a simulação de operação no SIPEAGRO. A nova Lei do Autocontrole de Defesa Agropecuária e as alterações previstas, além da revisão das Propostas Legislativas que impactam o Marco Regulatório do Setor, também integram o curso.
Os interessados podem se inscrever por intermédio deste link. 

Fonte: Assessoria

Colunistas

Você está desperdiçando o dinheiro do marketing?

Conheça três pontos que podem contribuir para um melhor desempenho.

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Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

Durante a conversa com um grande amigo, lembrei, recentemente, de uma experiência que tive no agronegócio. Uma empresa de nutrição animal precisava aumentar a visibilidade junto a potenciais clientes e entrou em contato com a Ação Estratégica – Comunicação e Marketing no Agronegócio.

O gerente de marketing compartilhou o briefing de forma clara e objetiva: “precisamos aparecer em mídias estratégicas, locais e nacionais, e também ampliar a nossa presença em canais digitais. A concorrência está grande e precisamos ser mais reconhecidos no campo. Isso vai ajudar a fechar negócios”.

Após algumas reuniões, finalizamos o planejamento de assessoria de imprensa e de redes sociais, definindo a linguagem, os temas e os principais objetivos a serem atingidos em curto e médio prazo.

Rapidamente, os porta-vozes foram definidos e participaram de um media training, no qual a Ação Estratégica apresentou dicas para os executivos terem um desempenho ainda melhor nas futuras entrevistas com jornalistas.

Como próximo passo, a mídia recebeu sugestões de notícias sobre a empresa e as redes sociais foram abastecidas com conteúdo relevante sobre o ecossistema em que a empresa atua.

Em poucos meses, os materiais divulgados causaram um grande impacto, maior do que o esperado. Potenciais clientes fizeram vários comentários nos posts publicados, mandaram mensagens em privado e também entraram em contato com a empresa via WhatsApp.

O sucesso desta ação teve três pontos centrais:

1) Análise

O cliente compartilhou importantes informações, na etapa do planejamento, sobre os perfis dos potenciais clientes. Essas informações propiciaram uma análise consistente de cenário.

2) Integração

O movimento foi realizado em total sintonia com o departamento de vendas, com o objetivo de potencializar as oportunidades de negócios.

3) Correção

Com frequência, realizamos reuniões para a correção de rotas, o que contribuiu para as divulgações serem sempre relevantes.

 A importância desses três pontos (Análise, Integração e Correção) vai além do sucesso de uma ação específica. Se bem utilizados, eles contribuem diretamente para uma melhor utilização dos recursos, evitando, de forma contínua, o desperdício de dinheiro, e também propiciam um rico aprendizado a ser utilizado nas próximas atividades.

Afinal, com experiência, informação e estratégia adequada, melhoramos o nosso desempenho, não é mesmo?

Fonte: Artigo escrito por Rodrigo Capella, palestrante e diretor geral da Ação Estratégica - Comunicação e Marketing no Agronegócio.
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Mercado de fertilizantes no Brasil mantém forte dependência de importações

Volume soma 40,9 milhões de toneladas até outubro de 2025, com Mato Grosso liderando o consumo nacional.

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Foto: Divulgação/OP Rural

As entregas de fertilizantes ao mercado brasileiro somaram 5,08 milhões de toneladas em outubro de 2025, alta de 2,1% frente ao mesmo mês do ano anterior, quando foram comercializadas 4,98 milhões de toneladas, segundo a Associação Nacional para a Difusão de Adubos (ANDA). No acumulado de janeiro a outubro foram registradas 40,94 milhões de toneladas entregues, com alta de 8,4% em comparação a igual período de 2024, quando o total foram entregues 37,78 milhões de toneladas.

O Estado de Mato Grosso manteve a liderança no consumo, com participação de 22,1% do total nacional, o equivalente a 9,05 milhões de toneladas. Na sequência aparecem Paraná (4,97 milhões), São Paulo (4,35 milhões), Rio Grande do Sul (4,21 milhões) Goiás (3,99 milhões), Minas Gerais (3,90 milhões) e Bahia (2,75 milhões).

A produção nacional de fertilizantes intermediários encerrou outubro de 2025 em 631 mil toneladas, registrando uma queda de 2,2% em relação ao mesmo mês de 2024. No acumulado de janeiro a outubro, o volume chegou a 6,20 milhões de toneladas, avanço de 5,7% em relação com as 5,87 milhões de toneladas no mesmo período de 2024.

As importações alcançaram no mês de outubro de 2025, 4,38 milhões de toneladas, redução de 1,1% sobre igual período do ano anterior. De janeiro a outubro, o total importado somou 35,88 milhões de toneladas, com crescimento de 7,1% em relação as 33,49 milhões de toneladas no mesmo período de 2024.

O Porto de Paranaguá consolidou-se como principal ponto de entrada do insumo, foram importadas 8,89 mil toneladas no período, crescimento de 5,8% frente a 2024 (8,40 milhões de toneladas). O terminal representou 24,8% do total de todos os portos, segundo dados do Siacesp/MDIC.

Fonte: Assessoria ANDA
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Produtores têm até 31 de janeiro para regularizar inconsistências fiscais

Receita Federal intensifica fiscalização sobre rendimentos rurais e alerta para risco de autuações e multas após o prazo.

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Foto: Jose Fernando Ogura

A Receita Federal do Brasil intensificou as orientações voltadas à conformidade fiscal no setor rural, com atenção especial aos rendimentos oriundos de arrendamentos de imóveis rurais. A iniciativa integra uma ação nacional de conformidade cujo objetivo é estimular a autorregularização dos contribuintes, permitindo a correção de inconsistências até janeiro de 2026, antes do avanço para etapas de fiscalização mais rigorosas.

Segundo o órgão, é recorrente a subdeclaração ou o enquadramento incorreto dos valores recebidos com arrendamentos, seja por desconhecimento da legislação tributária, seja por falhas no preenchimento das declarações. Para identificar divergências, a Receita Federal tem ampliado o uso de cruzamento de dados, recorrendo a informações de cartórios, registros de imóveis rurais e movimentações financeiras, em um ambiente de fiscalização cada vez mais digital e integrado.

Foto: Jonathan Campos/AEN

O advogado tributarista Gianlucca Contiero Murari avalia que o atual movimento do Fisco representa um ponto de atenção relevante para produtores rurais e proprietários de terras. “A autorregularização é uma oportunidade valiosa para o contribuinte rural corrigir falhas, evitar autuações, multas elevadas e até questionamentos mais complexos no futuro. A Receita Federal tem adotado uma postura cada vez mais preventiva, mas com fiscalização altamente tecnológica”, afirma.

Murari ressalta que os rendimentos provenientes de arrendamento rural exigem cuidado específico no enquadramento e na declaração, de acordo com as regras do Imposto de Renda. Isso inclui a avaliação sobre a tributação como pessoa física ou jurídica, conforme a estrutura da operação. “É fundamental que o produtor ou proprietário busque orientação especializada para avaliar contratos, natureza dos rendimentos e a forma correta de declarar. Um ajuste feito agora é muito menos oneroso do que uma autuação depois”, completa.

Fonte: Assessoria Dosso Toledo Advogados
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