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Abertura oficial da 5ª FAVESU em Venda Nova do Imigrante

Evento reúne produtores, empresários, técnicos e demais envolvidos na cadeia produtiva de avicultura e suinocultura

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Foi realizada na quarta-feira (05) a solenidade da abertura oficial da 5ª Feira de Avicultura e Suinocultura Capixaba (FAVESU), em Venda Nova do Imigrante. O evento reúne produtores, empresários, técnicos e demais envolvidos na cadeia produtiva de avicultura e suinocultura.

As boas vindas ao público foi dada pelo coordenador da FAVESU e diretor executivo da Associação de Suinocultores do Espírito Santo (Ases) e da Associação dos Avicultores do Estado do Espírito Santo (Aves), Nélio Hand. “A feira teve início em 2011 e hoje está consolidada. Temos aqui a participação de 70 expositores. A FAVESU atende o Espírito Santo e os estados vizinhos”, afirmou.

O presidente da Ases, José Puppin, agradeceu a presença de todos os participantes. “Que vocês aproveitem esses dois dias para obter o máximo de informação que os ajudem a melhorar cada dia mais na produção”, disse.

O presidente da Aves, Ademar Kerckhoff, também falou sobre a importância do evento. “Sabemos que esses dois dias serão muito proveitosos. A FAVESU leva, além de conhecimento, novas tecnologias e melhorias para a qualidade das produções. Temos que pensar nos nossos consumidores para que eles tenham boa qualidade nos produtos adquiridos”, aconselhou.

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Espírito Santo (Faes/ Senar), Júlio Rocha, falou sobre a importância de enfrentar os desafios do setor. “Para isso, a Federação tem cumprido seu papel. Ano passado atendemos 800 produtores e nossa meta para 2019 é do dobro”, disse.

O presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), Marcelo Lopes, destacou a importância da FAVESU durante a abertura. “É um trabalho importante. Parabenizo os organizadores da feira, que participo desde a primeira edição e posso falar que ela cresce a cada ano”, elogiou.

O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra, também esteve presente na abertura do evento. “Está na hora de o Estado investir mais nos setores de aves e suínos, já que são de extrema importância para a sociedade. Essa é uma atividade que movimenta a economia estadual e mundial”, explicou.

Realizada em Venda Nova do Imigrante, a FAVESU movimenta a região. “A feira a cada edição cresce mais e valoriza dois setores que representam muito para a economia. Sabemos da importância desse evento para o município. Obrigada por terem escolhido nossa cidade”, disse o prefeito de Venda Nova do Imigrante, Braz Delpupo.

O subsecretário estadual de agricultura, Michel Tesch, ressaltou a importância da suinocultura e da avicultura. “Os dois setores se dinamizaram nos últimos tempos e geram cada vez mais empregos no Estado. Tem sido uma demanda com importância para o governo. Estamos buscando ajudar cada vez mais e contribuir para o crescimento de ambos”, finalizou.

Fonte: Assessoria
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Notícias

JBS inicia construção de fábrica de fertilizantes em Guaiçara-SP

Empresa se tornará a primeira produtora brasileira de alimentos a utilizar resíduos orgânicos gerados nas fábricas para produção de fertilizantes

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Foto: Divulgação

A JBS Novos Negócios deu início à construção de sua fábrica de fertilizantes em Guaiçara, no interior de São Paulo. Com investimento de R$ 91 milhões, a obra vai gerar 450 postos de trabalho. A planta terá 51 mil m² e 150 colaboradores diretos quando estiver em operação, o que deve ocorrer dentro de 1 ano.

Por meio do investimento, a JBS se tornará a primeira empresa de alimentos no Brasil a utilizar resíduos orgânicos gerados em nossas fábricas para produção de fertilizantes. “Com isso, passaremos a atuar no mercado agrícola”, explica Nelson Dalcanale, presidente da JBS Novos Negócios.

Susana Martins Carvalho, diretora da unidade de fertilizantes, avalia que o segmento trará ainda mais inovação à Companhia. “Nosso processo industrial é altamente tecnológico, e vai agregar alto valor aos fertilizantes e colaborar com a agricultura do país”, explica a executiva. “Atualmente, cerca de 75% dos fertilizantes são importados. Seremos fornecedores de produto para grandes culturas, como soja, milho, café e algodão, assim como em hortícolas e frutíferas”, completa.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado

Agronegócio responde por 72% das exportações catarinenses no primeiro semestre de 2020

Os destaques são os embarques de carnes e de soja

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Ivan Bueno/APPA

O agronegócio segue como uma das grandes forças que movem a economia de Santa Catarina. No primeiro semestre de 2020, o setor respondeu por 72% das exportações catarinenses, com um faturamento que passa de US$ 2,87 bilhões. Os destaques são os embarques de carnes e de soja. Os números são divulgados pelo Ministério da Economia e analisados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa).

“O agronegócio é um grande fator de crescimento e desenvolvimento para Santa Catarina. Ele responde por 34% do Produto Interno Bruto do estado e, nesse primeiro semestre, foi responsável por 72% das exportações catarinenses. Isso mostra a pujança e a importância do setor para a economia de Santa Catarina e para a vida dos catarinenses. Temos um agro forte e que faz do nosso estado uma referência em produção”, destaca o secretário da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Ricardo de Gouvêa.

Produtos de origem animal

A carne produzida em Santa Catarina é referência internacional em qualidade, tanto que o estado tem acesso aos mercados mais exigentes do mundo. As exportações de carnes e outros produtos de origem animal geraram receitas de US$ 1,53 bilhão, com aumento de 38,6% no valor dos embarques de carne suína.

Do total exportado por Santa Catarina no primeiro semestre, 38,2% são oriundos das vendas internacionais de produtos de origem animal, principalmente, carnes de aves, suína, de peixes e couros bovinos.

Produtos de origem vegetal

As exportações de produtos de origem vegetal, em especial grãos e frutas, faturaram US$677,39 milhões de janeiro a junho de 2020, uma alta de 9,3% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Boa parte desse valor vem dos embarques de soja, que batem recordes e que cresceram 41,4% no primeiro semestre, gerando mais de US$ 502 milhões. São observadas altas também nas vendas de arroz, mate e erva-mate.

Produtos florestais

As exportações de madeiras, papel e celulose trouxeram um faturamento de US$ 672,48 milhões. O setor responde por 16,8% do total embarcado por Santa Catarina nos primeiros seis meses de 2020.

Valores das exportações

Ao todo, as exportações de Santa Catarina geraram um faturamento de US$ 3,99 bilhões nos primeiros seis meses do ano, uma queda de 12,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Segundo o analista da Epagri/Cepa, Luiz Toresan, esse é um dos reflexos da Covid-19 na economia mundial e deve seguir ao longo de 2020. “Esse movimento de redução nos valores exportados já vinha acontecendo desde o ano passado, porém a pandemia acentuou esse resultado principalmente em outros setores. De modo geral, os países estão comprando menos e isso afeta todos os setores. O agro, por ser um setor essencial na produção de alimentos, acaba sendo menos afetado pela queda nas exportações”, explica.

Embora tenha aumentado sua participação nas exportações catarinenses em 2020, o agronegócio também sentiu os efeitos da pandemia do novo coronavírus e teve uma retração de 9,6% no valor exportado em relação ao primeiro semestre de 2019.

Fonte: Assessoria
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Notícias Segundo Datagro

Venda de soja do Brasil perde ritmo em junho, mas segue em nível recorde

Vendas da safra nova (2020/21) alcançaram 36,2%, também um nível recorde

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Divulgação/MAPA

A comercialização de soja no Brasil perdeu ritmo em junho, mas o nível de vendas tanto para a safra atual quanto para a nova temporada segue recorde para esse período do ano, disse a consultoria Datagro em boletim nesta quinta-feira (09).

Na safra 2019/20, as vendas pelos produtores atingiram 91,2% da produção até 3 de julho, ou 111,29 milhões de toneladas, avanço de pouco mais de 3 pontos percentuais ante o último relatório, que cobria período até 5 de junho, e abaixo do padrão para o período, que seria aumento de quase 7 pontos.

Ainda assim, a comercialização segue recorde e está bem acima da última safra (74,4%) e da média histórica (76,3%), ressaltou a consultoria.

As vendas da safra nova (2020/21) alcançaram 36,2%, também um nível recorde, superior aos 18,2% de 2019 e muito acima da média de cinco anos de 13,9%. “Em exercício estatístico com projeção de produção pela Datagro em 128,90 milhões de toneladas, o volume comercializado até o momento é de 46,63 milhões de toneladas”, apontou o boletim.

Milho

A comercialização do milho de verão da safra 2019/20 no Centro-Sul do Brasil avançou em cinco pontos percentuais ante o último levantamento e atingiu 82% da produção até 3 de julho, acima dos 70% em 2019 e da média de 71,6%, segundo a Datagro.

Já o comprometimento da safra de inverno 2020 no Centro-Sul do país avançou para 65%, ante 61% no último mês.

Ainda assim, a comercialização está ligeiramente mais avançada do que a média dos últimos cinco anos (59%) e que no ano anterior (60%), embora abaixo do fluxo recorde de 2016, quando as vendas somavam 68% nesse período, segundo a consultoria.

Fonte: Reuters
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