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Notícias Em Palmas (TO)

Abertas inscrições para chefia-geral da Embrapa Pesca e Aquicultura

Inscrições vão até sexta-feira (25); processo avalia experiência técnica e capacidade de liderança para assumir a gestão da unidade a partir de 2026.

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Foto: Jefferson Christofoletti

Até sexta-feira (25), estão abertas as inscrições de candidatos no processo de seleção de nova chefia-geral para a Embrapa Pesca e Aquicultura (Palmas-TO). Esta Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária foi criada em agosto de 2009 e está em seu segundo processo seletivo de chefia-geral.

Para se inscrever, entre os requisitos eliminatórios constam: ser empregado de nível superior da Embrapa (analista ou pesquisador); possuir ao menos o título de mestre em área de atuação da Embrapa; ter pelo menos cinco anos efetivos de experiência em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação, sendo ao menos dois em gestão nessa área (podendo ser dentro ou fora da Embrapa). Entre os requisitos desejáveis, estão: experiência em articulação interna; experiência em articulação/cooperação internacional; capacidade de comunicação e liderança; e capacitação em gestão empresarial ou administrativa.

Foto: Yara Novo

Com o objetivo de avaliar a habilitação dos candidatos, é constituído um Comitê de Seleção de Chefes (CSC). Específico para cada processo seletivo e com prazo determinado, esse colegiado é composto por sete pessoas: um empregado indicado pela Diretoria-Executiva da Embrapa para ser o presidente; um chefe-geral ou um chefe-adjunto de outra Unidade da Embrapa que não esteja concorrendo no processo; um empregado da própria Unidade onde ocorre o processo que ocupe cargo de nível superior e tenha relevante experiência técnico-gerencial; um empregado da própria Unidade que tenha sido eleito em processo específico; e três profissionais externos à Embrapa que tenham reputação reconhecida e representatividade na área de Ciência, Tecnologia e Inovação ou nos setores agropecuário, agroindustrial, do agronegócio ou de desenvolvimento rural (um desses profissionais pode ser membro do Conselho Assessor Externo da Unidade onde ocorre o processo).

O CSC do Processo de Recrutamento e Seleção de Candidatos ao Cargo de Chefe-Geral da Embrapa Pesca e Aquicultura é formado por Mirian Therezinha Souza da Eira (presidente), Divonzil Goncalves Cordeiro (secretário-executivo), Ana Paula Contador Packer (gestora), Eduardo Sousa Varela (membro eleito) e os membros externos Eduardo Akifumi Ono, da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Marilsa Patrício Fernandes, da Associação de Piscicultores em Águas Paulistas e da União (Peixe SP), e Pablo Vidal Torrado, da Universidade de São Paulo (USP).

Etapas

O processo tem três etapas. Na primeira, são feitos o recrutamento dos candidatos, a inscrição, a análise dos documentos apresentados e a homologação das candidaturas. A segunda etapa envolve a habilitação dos candidatos, que inclui apresentação pública da proposta de trabalho, e a indicação dos candidatos mais bem classificados pelo comitê. Por último, a presidente da Embrapa avalia, decide e designa quem ocupará o cargo de chefe-geral.

O calendário do processo de seleção da nova chefia-geral da Embrapa Pesca e Aquicultura é o seguinte:

Etapa 1: recrutamento, inscrição e homologação da candidatura

– abertura do procedimento de recrutamento e inscrições dos candidatos – de 16 a 25 de julho;

– avaliação da conformidade documental e homologação das inscrições – de 28 de julho a 01 de agosto.

Etapa 2: habilitação dos candidatos

– apresentação do histórico de experiências profissionais, defesa pública da proposta de trabalho, avaliação documental e indicação de até três candidatos – relatório individual e relatório conclusivo – de 04 de agosto a 23 de setembro.

Etapa 3: seleção dos candidatos

– entrevista com a Diretoria-Executiva e escolha do(a) chefe-geral por esse colegiado – de 24 de setembro a 23 de outubro;

– designação do(a) chefe-geral pela presidente da Embrapa – 03 de novembro (com publicação no Boletim de Comunicações Administrativas da empresa), para gestão no início de 2026.

A gestão da nova chefia-geral será de dois anos, prorrogáveis uma vez por igual período, conforme resultado de avaliação do trabalho e, se aprovado, de recondução. Além da Embrapa Pesca e Aquicultura, estão ocorrendo processos seletivos de novas chefias-gerais para: Embrapa Alimentos e Territórios (Maceió-AL); Embrapa Amapá (Macapá-AP); Embrapa Arroz e Feijão (Santo Antônio de Goiás-GO); Embrapa Café (Brasília-DF); Embrapa Cerrados (Planaltina-DF); Embrapa Gado de Corte (Ccampo Grande-MS); e Embrapa Solos (Rio de Janeiro-RJ).

Fonte: Assessoria Embrapa Pesca e Aquicultura

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo

Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

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Foto: Divulgação/IDR-Paraná

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.

A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.

De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.

O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.

A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.

O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.

A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.

Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.

Fonte: Assessoria IDR-Paraná
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais

Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

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Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.

A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.

O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.

A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.

O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.

Fonte: Assessoria Mapa
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos

Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Os preços do milho se mantiveram próximos de R$ 69,00 por saca de 60 kg ao longo deste mês, apesar de recuos pontuais recentes no mercado interno. Levantamento do Cepea indica que o movimento de baixa está associado, principalmente, à postura cautelosa dos compradores.

Foto: Shutterstock

Do lado da demanda, parte dos agentes relata estoques confortáveis e adota estratégia de espera, apostando em desvalorizações mais acentuadas no curto prazo. Esse comportamento tem reduzido a liquidez e limitado a sustentação das cotações.

Na ponta vendedora, há maior disposição para negociar. Diante do enfraquecimento da demanda, produtores e detentores de milho chegaram, em alguns momentos, a flexibilizar os preços pedidos para viabilizar negócios.

Ainda conforme o Cepea, o ambiente de pressão sobre os preços também reflete a valorização do real frente ao dólar, que diminui a paridade de exportação, o avanço da colheita da safra de verão e a melhora das condições climáticas em regiões produtoras da segunda safra, com o retorno das chuvas favorecendo o desenvolvimento das lavouras.

Fonte: O Presente Rural
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