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Notícias CONSULTA PÚBLICA

Aberta consulta pública para melhorias dos requisitos de identidade e qualidade do presunto

As alterações propostas são aplicáveis ao presunto produzido em estabelecimento com SIF, buscam manter a identidade dos produtos, garantir a segurança e inocuidade

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Foto: Divulgação MAPA

A Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou nesta quinta-feira (21) a Portaria nº 430, que submete à consulta pública, pelo prazo de 60 dias, a proposta de Portaria que  dispõe sobre os Requisitos Técnicos de Identidade e Qualidade (RTIQ) do presunto cozido, presunto cozido superior, presunto cozido tenro e presunto cozido de aves. A nova normativa revoga os anexos VI e VII da Instrução Normativa nº 20/2000.

“O RTIQ do presunto vigente foi publicado em 2000, sendo que nos últimos 21 anos ocorreram mudanças tecnológicas no setor quanto a fabricação dos produtos sendo necessária a atualização da legislação”, esclarece a diretora do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal, Ana Lúcia Viana.

O documento traz como proposta de melhorias o estabelecimento de limite máximo de colágeno presente no produto final, objetivando manter a qualidade das matérias primas cárneas utilizadas, bem como manter a característica do produto. Também estão previstas a proibição clara de moagem da matéria-prima, a fim de padronizar entendimentos e manter a identidade do produto tradicional, e a atualização do mínimo de proteína de 14% para 16% para o presunto cozido, entre outras alterações.

Os presuntos cozido; cozido superior; e cozido tenro são produtos cárneos obtidos exclusivamente de cortes íntegros de pernil suíno. Já o presunto cozido de aves é o produto cárneo obtido exclusivamente de carnes do membro posterior de aves desossadas, moídas ou não.

As alterações propostas, aplicáveis ao presunto cozido produzido em estabelecimento com SIF, buscam manter a identidade dos produtos, garantir a segurança e inocuidade, bem como padronizar entendimentos e atender às demandas do setor produtivo.

As sugestões tecnicamente fundamentadas deverão ser encaminhadas por meio do Sistema de Monitoramento de Atos Normativos (Sisman), da Secretaria de Defesa Agropecuária, por meio do link: https://sistemasweb.agricultura.gov.br/sisman/. Para ter acesso ao Sisman, o usuário deverá efetuar cadastro prévio no Sistema de Solicitação de Acesso (SOLICITA), por meio do link: https://sistemasweb.agricultura.gov.br/solicita/.

Fonte: MAPA
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Notícias 3ª Conbrasul Ovos

Especialista defende ação integrada entre Mapa, Estados, municípios e setor privado na manutenção do status sanitário

Tais Oltramari Bernasque salientou a maturidade da cadeia produtiva na valorização da sanidade dos planteis avícolas do país como estratégia de mercado.

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Selmar Marquesin/OP Rural

A presidente do Coesa RS e Auditora Fiscal Federal Agropecuária do SISA/DDA/SFA – RS, Tais Oltramari Bernasque, defendeu a importância de um trabalho conjunto entre Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Estados, Municípios e setor privado para a manutenção do status sanitário privilegiado da avicultura brasileira durante sua apresentação na 3ª Conbrasul Ovos (Conferência Brasil Sul da Indústria e Produção de Ovos), que acontece até amanhã, dia 1o de dezembro, em Gramado (RS).

“Estou muito feliz em perceber o quanto o setor está maduro no que diz respeito a importância da sanidade animal, porque ela é um dos atributos que eleva a avicultura nacional ao patamar de primeiros lugares no ranking mundial”, destacou a especialista lembrando que o país é o 3º maior produtor mundial de carne de frango, atrás dos Estados Unidos e da China, além de ser o maior exportador mundial de carne de frango, 2o maior na exportação de perus e com uma produção de ovos de mais de 50 milhões. “É um potencial econômico e um potencial social. Durante a pandemia de Covid-19 tivemos mais de 20 mil empregos relacionados a avicultura e a suinocultura. A avicultura é um patrimônio nacional e nós temos que zelar por isso”.

O presidente Executivo da Asgav e da Conbrasul Ovos, José Eduardo dos Santos, salienta o elevado nível dos debates do encontro, lembrando que o Brasil é ainda o 7o maior exportador mundial de ovos, mesmo exportando menos de 1% da produção. “Trouxemos o tema sanidade para debate justamente pelo potencial de expansão que temos. E o nosso status sanitário livre das principais enfermidades é justamente o nosso passaporte para os mais de 160 países que já importam a carne de frango brasileira”, encerrou.

Quem faz acontecer

A 3ª Conbrasul Ovos tem o patrocínio Ovo de Ouro de empresas como DSM, Mercoaves, Elanco, MSD Saúde Animal, Nutron/Cargill e MOBA/MRE. A Evonik e a FASA são patrocinadoras Ovo de Prata e na cota Apoiadores Especiais estão Plasson, Agroceres Multimix, Alltech, Rio Bonito Embalagens, Zoetis, Granja Stragliotto/EPM Embalagens, Rodoaves e BRDE e Badesul.

O evento tem o apoio institucional de entidades como ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal), FUNDESA (Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal), IOB (Instituto Ovos Brasil), IEC (International Egg Comission), WEO (World Egg Organization) e Anfeas (Associação Nacional dos Fabricantes de Equipamentos para Aves e Suínos).

Fonte: Conbrasul Ovos
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Colunistas Opinião

Ataque à agropecuária brasileira é um tiro no pé

É inadmissível a onda de ataques internacionais contra a agropecuária brasileira, cuja qualidade é inquestionável e que tem papel decisivo, em âmbito global, no atendimento às demandas relativas à segurança alimentar e ao fornecimento de matérias-primas e energia renovável

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Divulgação/FAESP

Por Fábio de Salles Meirelles, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp).

É inadmissível a onda de ataques internacionais contra a agropecuária brasileira, cuja qualidade é inquestionável e que tem papel decisivo, em âmbito global, no atendimento às demandas relativas à segurança alimentar e ao fornecimento de matérias-primas e energia renovável. Há de se destacar, ainda, o aspecto sanitário e os cuidados exemplares com os rebanhos. Sem querer cogitar qualquer teoria da conspiração, mas a verdade é que parece haver uma orquestração internacional, bem engendrada, com alegações injustificadas e sem embasamento técnico plausível.

Os problemas começaram com o embargo chinês à importação da carne bovina brasileira, devido ao aparecimento de dois casos isolados e atípicos de vaca louca, que acometeram animais velhos, que sequer haviam sido encaminhados à produção. As compras já deveriam ter sido restabelecidas, pois é eficaz o trabalho de vigilância conduzido pelo serviço veterinário oficial brasileiro, que constatou não haver quaisquer riscos, corroborado pela Organização Mundial da Saúde Animal (OIE), que concluiu rapidamente relatório sobre a questão.

Considerando essa questão técnica irrefutável e reconhecendo os esforços de nosso governo, enviamos ofício ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e ao das Relações Exteriores, pedindo esforço diplomático ainda maior para restabelecer os embarques para o país asiático, hoje o maior comprador da carne brasileira. A demanda crescente dos chineses foi determinante para o investimento de muitos produtores. Assim, haverá significativos prejuízos com a manutenção do embargo, responsável por acentuar a queda no preço dos animais de abate e com poucas perspectivas de solução em curto prazo, considerando que o ambiente de especulação ganha força e pressiona os pecuaristas. O preço da arroba do boi, por conta da suspensão das vendas, já caiu de R$ 315,00 para R$ 265,00.

Pela mesma razão alegada por Pequim, assistimos à forte pressão nos Estados Unidos – marcada pelo projeto de um senador e pelo lobby da National Cattlemen’s Beef Association (NCBA), entidade representativa da pecuária de corte – pela paralisação das importações da carne brasileira. Trata-se, do mesmo modo, de um movimento absolutamente desprovido de lógica. Não bastasse essa questão da carne, deparamo-nos com a absurda proposta da União Europeia de restringir a importação de produtos agropecuários brasileiros, sob a alegação de supostos problemas ambientais. Repudiamos tal atitude, que viola normas de recentes acordos internacionais, incluindo o de Paris. Temos uma das mais avançadas legislações ambientais do mundo, o que torna incompreensível e inaceitável a justificativa de que hoje o Brasil apresenta alto risco de desmatamento.

A proposta é injustificável, porque não diferencia as práticas legais, adotadas pela imensa maioria dos produtores, das ilegais desenvolvidas por uma minoria, que deverá responder por seus atos nos termos da lei. Temos um Código Florestal que é modelo para o mundo. Não é certo os europeus usarem um argumento prejudicial à expressiva maioria de produtores de nosso país, que agem de maneira absolutamente correta. Consideramos acertada e estamos apoiando a posição do Ministério do Meio Ambiente, de questionar a proposição.

Seria mais adequado que esses países, em vez de usarem argumentos inconsistentes para depreciar nossa agropecuária, adotassem posturas mais práticas e assertivas, como formalizar o mercado de créditos de carbono, o pagamento de serviços ambientais e valorização de nossas florestas em pé, que geraria renda e ajudaria a conservá-las. Cabe questionar por que não fazem isso. Nesse aspecto, foi falha a COP 26 (26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima).

Governos, políticos e entidades que conspiram contra a agropecuária brasileira poderão estar dando um tiro de canhão nos próprios pés. Afinal, nossa produção tem volume muito elevado e participação significativa na cadeia global de suprimentos. Uma prolongada ausência de nossos alimentos e commodities agrícolas nos principais mercados consumidores mundiais certamente provocaria uma crise na oferta, com risco de desabastecimento de alguns países e aumento dos preços. A questão, portanto, vai muito além do jogo de cena que se faz com os temas da sustentabilidade e saúde animal, pois as implicações desses ataques têm alcance social e econômico e ultrapassam as fronteiras do Brasil.

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Notícias Parceria na área acadêmica

ABCB Senepol caminha ao lado das universidades

Associação apoia e desenvolve projetos e, também, divulga a raça ao mundo acadêmico através de suas publicações técnicas e livros institucionais.

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Divulgação/ABCB Senepol

A ABCB Senepol mantém proximidade e amplia contatos com as universidades. A associação apoia e desenvolve projetos e, também, divulga a raça ao mundo acadêmico através de suas publicações técnicas e livros institucionais

Os livros mais novos da biblioteca da USP de Pirassununga, que vão servir de material de consulta e pesquisa para os estudantes de Ciências Agrárias no estado de São Paulo, pertencem à coleção da ABCB Senepol. Exemplares das edições de “Linhagens do Senepol – Os genearcas da raça de Saint Croix para o Brasil e do Brasil para o mundo”, “SENEPOL – Feito no Brasil” e “SENEPOL – Feito para o Brasil” foram doados pela entidade através de intercâmbio e contato com o professor Dr. Miguel Henrique de Almeida Santana, que tem formação em Zootecnia e é docente da FZEA (Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos).

“Os livros foram levados para a nossa biblioteca e catalogados imediatamente, e estão expostos na prateleira da frente. Prezamos muito por esse tipo de parceria. A ABCB Senepol e os criadores da raça podem contar com a nossa equipe e com todo o time da USP. Ficamos muito agradecidos com essa aproximação entre as pessoas que desenvolvem o trabalho prático nas fazendas e a academia, com o objetivo de pesquisar diversos aspectos da atividade pecuária para ajudar o segmento a melhorar e evoluir”, diz o professor Miguel Santana.

A equipe do professor coordenou uma prova técnica com exemplares PO de pelo menos nove criatórios, localizados em três regiões do País. Os animais ficaram na unidade do Senepol BJR, no município de Santo Antonio do Pinhal, interior de São Paulo, nas mesmas condições e ambiente para os grupos contemporâneos. O estudo, que foi encerrado em outubro de 2021, gerou dados e índices conhecidos, como ganho de peso, e outros mais específicos, como os de biomecânica e ultrassonografia. A segunda edição da prova está programada para o primeiro semestre de 2022 e os criadores novamente contarão com o suporte dos especialistas da USP.

Outro fato recente que demonstra o empenho da diretoria da ABCB Senepol em estar junto do mundo acadêmico foi a participação no lançamento do novo portal das Faculdades Associadas de Uberaba, o FAZU News (imprensa.fazu.br).

O secretário geral, José Alexandre Cunha Melo, esteve no evento representando o presidente da ABCB Senepol, Itamar Neto. Também participaram da solenidade membros do corpo docente e discente da FAZU, integrantes da pós-graduação, profissionais de veículos de imprensa da cidade e região. O diretor geral da Fazu, Celio Eduardo Nascimento Vieira, o presidente do Conselho Diretor da Fundagri e superintendente da ABCZ, Jairo Machado Borges Furtado, e o vice-presidente e diretor administrativo da ABCZ, Fabiano França Mendonça Silva, representando o presidente da ABCZ, Rivaldo Machado Borges Junior, destacaram o conteúdo do portal e todos pontuaram a presença do Senepol na casa, que é especializada em nível internacional nas raças zebuínas.

“O Senepol foi a raça taurina de corte pioneira nos estudos da FAZU. Os criadores, pelos braços da Associação, participaram de uma prova de avaliação em Uberaba/MG antes do período pandêmico, e os resultados foram um sucesso. A intenção da diretoria é estimular seus sócios a manter o plantel sempre em estudo e desafiado, inclusive dentro da capital do Zebu. A biblioteca da entidade também vai receber a coleção de livros da ABCB Senepol. A diretoria entende que há uma oportunidade gigante para a pecuária nacional e internacional a partir da junção da genética do zebu com a do Senepol. É o bom cruzado com o bom para a produção de carne de qualidade, com viabilidade econômica e sustentabilidade”, disse José Alexandre.

Fonte: Assessoria ABCB Senepol
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