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ABCS se reúne com Mapa para debater demandas sanitárias na suinocultura

Dentre os assuntos, em pauta esteve ações de prevenção à Peste Suína Clássica, prioridade da vacinação contra a Peste Suína Clássica na Zona não Livre e a importância de abrir novas plantas de suínos para o Brasil.

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O presidente da Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS), Marcelo Lopes, esteve reunido na última quarta-feira (26), com o secretário de Defesa Agropecuária (SDA) do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Goulart e sua equipe técnica para discutir medidas de prevenção da Peste Suína Africana (PSA) no país. Junto à ABCS esteve presente na audiência, o presidente da Associação Brasileira das Empresas de Genética de Suínos (ABEGS), Alexandre Rosa.

Fotos: Divulgação/ABCS

A ABCS reforçou a importância do trabalho do Mapa de vigilância para evitar a entrada da PSA no Brasil. Entre as medidas tratadas foram citadas o uso de cães farejadores para detectar possíveis focos da doença, além de reforço na equipe de fiscalização para garantir que todas as medidas de prevenção sejam seguidas rigorosamente. Na oportunidade, Goulard trouxe que essa é uma das prioridades do Mapa e que o trabalho de vigilância vem sendo reforçado.

O presidente da ABCS, Marcelo Lopes, destacou a importância de manter o Brasil livre da PSA, uma vez que o país é um dos principais exportadores de carne suína do mundo. “Qualquer surto da doença poderia causar grandes prejuízos financeiros para os produtores e para a economia do país como um todo. Por isso, estaremos atuando junto ao Mapa para realizar a prevenção da entrada do vírus em todo território nacional”, afirmou o presidente.

Durante o encontro, também foi destacado a priorização da vacinação contra a Peste Suína Clássica (PSC) na Zona não Livre. Lopes reforçou o projeto piloto de Alagoas como um case e lembrou que todo o trabalho desenvolvido no estado foi uma atuação conjunta entre Mapa e iniciativa privada.

Acordo comercial 

Ainda na pauta do dia a ABCS esteve reunida com o diretor do Departamento de Negociações Não Tarifárias e de Sustentabilidade da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI) do Mapa, Marco Antônio Araújo.  O presidente da ABEGS falou sobre a prioridade da assinatura do acordo comercial entre Brasil e China para viabilizar a exportação de material genético para o país.

O presidente da ABCS completou reforçando a importância de abrir novas plantas de suínos para o país, tendo em vista que a carne suína na China é uma das principais proteínas consumidas.  “O momento é muito oportuno, uma vez que mercado chinês vem buscando a reposição de plantel em virtude da Peste Suína Africana, que dizimou grande parte de seu rebanho”, concluiu.

Fonte: Assessoria ABCS

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Malásia habilita quatro novas plantas de carne de frango

Mercado com critérios halal passa a contar com 07 plantas brasileiras

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Foto - DIVULGAÇÃO Vibra

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) celebrou a informação divulgada hoje pelo Ministério da Agricultura e Pecuária sobre a autorização de quatro novas plantas para exportação de carne de frango para o mercado da Malásia.

A habilitação pelas autoridades sanitárias malásias alcança quatro plantas frigoríficas do Brasil – duas unidades da BRF, uma da JBS Aves e uma da Vibra Agroindustrial, que estão localizadas no Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul. As unidades habilitadas se somarão às outras três plantas frigoríficas já autorizadas a embarcar produtos para a Malásia – duas da BRF e uma da Jaguafrangos, localizadas no Mato Grosso, Minas Gerais e Paraná.

A Malásia é reconhecida internacionalmente como um dos mercados com os mais elevados critérios para produtos halal entre as nações de maioria islâmica, e tem aumentado significativamente as suas importações de carne de frango do Brasil. No ano passado, o país importou 13,6 mil toneladas, volume 45,7% superior ao registrado no mesmo período do ano passado.

“Mais que dobramos o número de plantas habilitadas a atender o mercado malásio, que deverá registrar bons incrementos nos volumes embarcados ao longo de 2024. É uma importante notícia para o Brasil, que é o maior exportador global de carne de frango halal e tem visto sua presença aumentar no mercado islâmico”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Conforme o diretor de mercados, Luís Rua, “a articulação de ações entre o Ministério da Agricultura e as demais pastas do Governo, como o Ministério das Relações Exteriores, vem conquistando grandes avanços para a ampliação da presença internacional das proteínas do Brasil, o que se reflete, por exemplo, nas novas habilitações para a Malásia.

 

Fonte: ABPA
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Demanda enfraquecida de farelo de soja mantém pressão sobre cotações

Na média das regiões acompanhadas pelo Cepea, as cotações do produto caíram 2% comparando-se a média da primeira quinzena de abril com a média de março. No comparativo anual, a queda foi de 19,8%, em termos reais.

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Foto: Claudio Neves/Portos do Paraná

Os preços do farelo de soja seguiram em queda no mercado brasileiro na primeira quinzena de abril, refletindo a cautela de consumidores, sobretudo domésticos.

Indústrias esmagadoras também não mostraram grande interesse em negociar, por conta da valorização da matéria- -prima e da dificuldade no repasse para o derivado.

Também atentos à firme procura por óleo de soja, consumidores esperam pelo aumento no volume do grão esmagado e, consequentemente, por um excedente de farelo, em um contexto em que a recuperação na oferta da Argentina deve limitar as exportações brasileiras deste derivado.

Na média das regiões acompanhadas pelo Cepea, as cotações do farelo de soja caíram 2% comparando-se a média da primeira quinzena de abril com a média de março.

No comparativo anual, a queda foi de 19,8%, em termos reais (IGP-DI de março).

Em Campinas (SP), Mogiana (SP), Rondonópolis (MT), Santa Rosa (RS), Passo Fundo (RS), Ijuí (RS) e Chapecó (SC), os preços do derivado foram os menores desde setembro de 2019, também em termos reais.

Por outro lado, o movimento de baixa foi limitado pelas exportações intensas. Segundo dados da Secex, o Brasil embarcou volume recorde de farelo de soja no primeiro trimestre de 2024, somando 5,2 milhões de toneladas, 15% superior ao registrado há um ano.

Os principais destinos do derivado brasileiro foram Indonésia (18,6%) e Tailândia (12,7%).

Fonte: Por Débora Kelen Pereira da Silva, do Cepea.
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Asgav promove campanha de valorização da carne de frango produzida no Rio Grande do Sul

Por meio deste movimento, o setor avícola quer destacar a procedência e a qualidade do produto que é disponibilizado no mercado gaúcho.

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Foto: Shutterstock

Incentivar o consumo de carne de frango produzida no Rio Grande do Sul. Este é o objetivo da 3ª etapa da Campanha de Valorização das Marcas produzidas no estado, promovida pela Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav). Por meio deste movimento, o setor avícola quer destacar a procedência e a qualidade do produto que é disponibilizado no mercado gaúcho. Com o slogan “Carne de Frango do RS, a gente reconhece pelo sabor”, o intuito é reforçar o trabalho de divulgação em veículos de imprensa e redes sociais, como já ocorreu nos dois ciclos anteriores. A campanha começou nesta segunda-feira (22) e vai se estender até 30 de julho, com foco principal nas redes sociais e comunicação estratégica.

A continuidade desta ação da Asgav é fortalecer o consumo interno da carne de frango produzida no Rio Grande do Sul. O presidente executivo da Asgav, José Eduardo dos Santos, comenta que a ideia desta nova etapa é de uma campanha criativa e dinâmica para conscientizar a população sobre os benefícios de levar para as suas mesas um produto gaúcho. “Este é um movimento contínuo e proativo da Asgav em busca de alternativas para melhorar as condições de competitividade para o setor, pois valorizar a produção local é valorizar milhares de pessoas, famílias, produtores e trabalhadores do nosso Estado”, esclarece.

Raio x da avicultura

Atualmente, o Rio Grande do Sul é o terceiro maior produtor e exportador de carne de frango do Brasil. Tem 7,3 mil produtores e 21 frigoríficos.

A média de produção de carne de frango do estado é de 1,8 milhão de toneladas.

As vagas de trabalho criadas pelo setor são significativas. São 35 mil empregos diretos e 550 mil empregos indiretos.

Fonte: Assessoria Asgav
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