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ABCS revela apoio oficial à United Pork América’s

Evento inédito vai ser realizado nos Estados Unidos, em abril do ano que vem, para ‘Pensar a indústria da carne suína no futuro!’

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A suinocultura brasileira pode crescer bastante, aprender muito, expandir as fronteiras e atingir novos públicos ao estreitar os laços com a cadeia produtiva norte-americana, a mais moderna do segmento no mundo. A avaliação é do Presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), Marcelo Lopes, ao confirmar o apoio da entidade para a United Pork América’s, encontro que vai ser realizado na cidade de Orlando, na Flórida, no Hyatt  Regency Hotel, de 18 a 20 de Abril de 2022, numa iniciativa inédita de uma empresa brasileira no coração da produção de carne suína mais tecnológica e exportadora do planeta. “É, sem dúvidas, uma expansão muito significativa e que será muito proveitosa. Os Estados Unidos representam uma potência na suinocultura, poderemos atingir um novo público, fortalecer nosso networking, aprender e também ensinar muito sobre a suinocultura brasileira, expandindo nossas fronteiras”, resume Marcelo Lopes.

A United Pork América’s é um evento concebido para conectar todo o continente americano e fortalecer a região como grande fornecedor mundial de alimento de qualidade, com origem certificada. Vai ser o cenário de debate e reflexão sobre as transformações mundiais que têm impacto direto na forma de como produzimos nossa proteína hoje e como vamos produzir no futuro. Um encontro de proporção global, com a presença de profissionais de mais de cinquenta países, representando duzentas empresas, num público total de 15 mil participantes. Todos reunidos em três dias de mergulho em desafios do futuro, ao lado de quarenta dos mais renomados especialistas do mundo, em dois auditórios simultâneos, com tradução para o Português, Inglês e Espanhol, além de uma movimentada Feira de Negócios com área de 28 mil metros quadrados. “Poderemos aprender muito com os pontos em que os americanos são líderes, como eficiência, produtividade, boa genética, nutrição animal e biosseguridade. Além da formação de profissionais de excelência”, acrescenta o presidente da ABCS.

A Associação é uma das entidades mais tradicionais do Agronegócio do Brasil. Nasceu em 1955, no interior do Rio Grande do Sul, e foi fundamental para o trabalho de melhoramento do rebanho de suínos no Brasil. Seleção dos rebanhos para produzir menos gordura e mais carne. Desde 2005, mantém sede executiva em Brasília (DF), onde estão localizados o trabalho administrativo e as equipes de política, técnico e marketing. Que possibilitou o desenvolvimento de inúmeros programas e várias iniciativas, parcerias com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), as associações afiliadas do Sistema ABCS, Frente Parlamentar da Agropecuária e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

Trabalho que ajudou o Brasil a alcançar o quarto lugar no ranking de produção mundial, depois de China, União Europeia e dos EUA. E dar um salto no consumo interno, passando para mais de 16 kg per capita ao ano. A ABCS representa mais de 95% do plantel tecnificado de suínos em todo o Brasil e engloba 16 associações estaduais afiliadas e três associações regionais.

Um trabalho profissional que é sinônimo dos maiores objetivos da United Pork America’s. Abrir uma fronteira inteiramente nova de debates sobre as tecnologias para aperfeiçoar a cadeia produtiva da carne suína, a mais consumida até hoje em todo o planeta. E levar à maior economia mundial a expertise de vinte anos de organização de nove congressos internacionais da PorkExpo, encontros realizados no Brasil desde 2002 e que reuniram mais de 150 mil profissionais, pesquisadores, produtores e executivos de quase cinquenta países.

A América é uma potência produtora e consumidora da proteína. São quase vinte milhões de toneladas de carne suína saindo das granjas todo ano, exportações de mais de cinco milhões de toneladas e um mercado que alcança cinco milhões de toneladas e mais de 500 milhões de consumidores. O Continente tem uma forte concorrência de duas regiões que são referências na oferta da carne há dezenas de anos, a China e os países europeus. Porém, oferece um patamar altamente sofisticado nos meios de produção e uma proteína inteiramente livre das principais doenças que atingem a Suinocultura Internacional, principalmente a Peste Suína Africana (PSA). E com capacidade para atender todas as regiões do mundo com preços e qualidade incomparáveis, avançando na comercialização em países africanos, asiáticos, europeus e no Japão.

Este desafio ganhou uma dimensão gigantesca com a pandemia da Covid-19. 2020 foi marcado pela paralisia de todas as economias do planeta, morte de centenas de milhares de pessoas e contaminação de milhões nos cinco continentes. E sublinhou definitivamente a importância da qualidade e da segurança do alimento para a saúde dos mais de sete bilhões de habitantes da Terra. “Temos muito a ganhar com essa interação. Experiência e valor. Poderemos ampliar a nossa visão e ter novos insights com iniciativas comandadas pelos americanos. A maneira como os nossos países consomem e enxergam a carne suína é muito diferente. Será um novo cenário de aprendizado”, enfatiza Marcelo Lopes.

É a ideia central da United Pork America’s, um novo espaço de negócios sediado nos Estados Unidos. Promover a união e a cooperação entre todos os países do Continente, para, juntos, investirem continuamente em sanidade, área livre de comércio, troca de tecnologia e informação. E inserir definitivamente a América no centro das discussões dos temas que transformam o Mercado Internacional de Carnes: Mudanças Climáticas, Big Data, Logística, Segurança Alimentar, Crises Sanitárias, Exigências do Consumidor, Sustentabilidade, Proteínas Alternativas e Artificiais, Commodity, Bem-Estar Animal, Qualidade, Origem, o fim da Era dos Antibióticos e dos Promotores de Crescimento. “O apoio da ABCS é uma prova de confiança que enche nossa equipe de energia e orgulho. Só reforça a certeza de que estamos no caminho certo ao acreditar na carne suína e na competência de criadores, empresas e profissionais. Do Brasil e dos países mais representativos da cadeia no mundo”, comenta animada Flávia Roppa, Executiva, Marketing Woman, CEO da Safeway e Presidente da United Pork America’s.

Fonte: Assessoria
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Notícias Leite

Produtores e técnicos de cooperativa participam de capacitação do Programa Balde Cheio

Nessa capacitação inicial foi realizada uma entrevista com os quatro produtores envolvidos que participaram juntamente com o técnico da cooperativa que vai fazer o acompanhamento

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Técnicos e produtores rurais vinculados à Cooperativa Mista de Pequenos Agricultores da Região Sul, (Coopar) participaram de capacitação do Programa Balde Cheio na última quinta-feira (29/07). A capacitação foi realizada de forma virtual e contou com a presença do instrutor do programa, Juliano Alarcon Fabrício, e com os coordenadores do Balde Cheio no Rio Grande do Sul (RS), a pesquisadora Renata Suñé, da Embrapa Pecuária Sul, e o analista Sergio Bender, da Embrapa Clima Temperado.

A Coopar, sediada em São Lourenço do Sul, é mais uma entidade a participar do Balde Cheio e terá o acompanhamento técnico de quatro produtores de leite da região. Para Estevão Kunde, diretor técnico da Coopar, o projeto chega em um momento em que a atividade cresce na região, mas que precisa de mais tecnologia e conhecimento para avançar. “O projeto propicia uma aproximação entre técnicos e produtores, com grandes possibilidades de desenvolvimento para ambos”. Já o analista da Embrapa, Sérgio Bender, ressaltou que o Balde Cheio ajuda a mudar a realidade de produtores familiares, sempre com a estreita participação dos próprios produtores e dos técnicos.

Nessa capacitação inicial foi realizada uma entrevista com os quatro produtores envolvidos que participaram juntamente com o técnico da cooperativa que vai fazer o acompanhamento. O instrutor do programa no RS, Juliano Fabrício, fez diferentes perguntas sobre a atividade nas propriedades, como o tamanho da área utilizada para a produção de leite, número de vacas em lactação, tipos de pastagens utilizadas no inverno e no verão, entre outras. Segundo o instrutor, um primeiro passo é o próprio produtor conhecer melhor a atividade e o meio é fazer o registro de todas as questões relacionadas à produção e comercialização. “É preciso ter dados econômicos, dados sobre a produção leiteira, da produtividade de cada vaca, dados climáticos e tudo mais que tem relação direta com a atividade”.

No Rio Grande do Sul o programa foi retomado há mais de dois anos e hoje já está presente em várias propriedades de diferentes regiões. De acordo com a pesquisadora Renata Suñé, cada uma das unidades atendidas tem suas metas e objetivos, que são detectadas e priorizadas entre os técnicos e os produtores. “Já temos observados ganhos em várias propriedades, sempre de acordo com os objetivos de cada produtor, seja o aumento da oferta de forragem, aumento da produtividade por vaca, a qualidade do leite, entre outras questões relacionadas à atividade”.

Balde Cheio

O Balde Cheio é uma metodologia de transferência de tecnologia que tem o objetivo de capacitar profissionais da assistência técnica, extensão rural e pecuaristas em técnicas, práticas e processos agrícolas, zootécnicos, gerenciais e ambientais. As tecnologias são adaptadas regionalmente em propriedades que se transformam em salas de aula. Sem apresentar um modelo pronto, o programa leva em conta as características de cada propriedade e o perfil de cada produtor.

A metodologia parte de um diagnóstico do estabelecimento rural e, a partir daí, com o acordo do técnico e do produtor, estabelece metas e um planejamento para alcançá-las. Estes ajustes ou mudanças vão desde a melhoria na produção de forragem para os animais até o controle zootécnico do rebanho e um melhor gerenciamento e organização da propriedade.

Fonte: Assessoria
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Notícias Suinocultura

Nova instrução normativa de bem-estar animal nas granjas brasileiras é tema de evento on-line promovido pela ASES e ABCS

O evento aconteceu na última quinta-feira (29), e contou com a participação dos associados da ASES, técnicos, profissionais da área de suinocultura e demais interessados.

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A nova instrução normativa (IN 113/2020) que visa as adequações de manejo e as instalações para o bem-estar animal nas granjas suinícolas brasileiras foi tema de um evento on-line promovido pela ASES, em parceria com a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), na última quinta-feira (29).

Sendo promovido por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (FNDS) e tendo o apoio dos frigoríficos Cofril, Mosquini e Zuculoto, a abertura do encontro contou com as falas do presidente da ASES, Jayme Meroto, da diretora técnica da ABCS, Charli Ludtke, através de um vídeo enviado, e da coordenação do evento ficou por conta do diretor executivo da ASES, Nélio Hand.

Em seguida, o público participante, que foi composto por associados da ASES, técnicos, profissionais da área de suinocultura e demais interessados, pôde acompanhar a palestra do médico-veterinário e consultor de Mercado da ABCS, Iuri Machado, que, logo de início, destacou a importância de se promover o bem-estar animal (BEA).

Iuri também apresentou um histórico recente da situação do bem-estar animal no Brasil, explicou as exigências mínimas de manejo e instalação nas granjas – enfatizando os prazos para adequações, e fez um comparativo entre as exigências da normativa e as tendências de exigências do varejo. Além disso, o palestrante explanou sobre a portaria Nº 365/2021, que foi recentemente publicada, que regulamenta o manejo pré-abate e de abate.

O público pôde participar do evento por meio de perguntas que foram endereçadas e respondidas pelo palestrante. Nélio fez um balanço do evento e destacou a parceria com a ABCS que vem resultando em diversos eventos e treinamentos para os associados da ASES.

“Muito importantes essas parcerias entre a ABCS e a ASES para que possamos levar a informação precisa ao suinocultor capixaba. Esse, a propósito, tem sido um dos focos do trabalho da associação: levar informação, e orientação aos associados da ASES para que possam estar atentos e acompanhem a realidade e evolução da suinocultura em muitos aspectos, inclusive em relação ao bem-estar animal, que vem sendo alvo de amplas discussões nos últimos anos e que foi muito bem detalhado pelo palestrante Iuri Machado em nosso treinamento”, encerrou Nélio.

Fonte: Assessoria
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Notícias Cooperativismo

C.Vale e Cooatol oficializam processo de incorporação

Anuncio foi feito após aprovação em assembleia na manhã dessa sexta (30)

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Em assembleia geral extraordinária realizada em conjunto na manhã dessa sexta(30), foi aprovado a incorporação da Cooatol a Cooperativa C. Vale.

Sede da Cooatol em Toledo-PR

O objetivo dessa união visa potencializar as atividades operacionais das 19 unidades de recebimento da Cooatol, garantindo maior escala na originação de grãos, oferta de insumos e bens de produção aos seus cooperados e clientes.

Outra vantagem para os associados da Cooatol é uma garantia de crescimento contínuo e sustentável, com garantia de assistência técnica, fomento e ampliação na matriz de negócios.

 

Veja na integra, o que diz o comunicado emitido pelas cooperativas:

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CONBRASUL/ASGAV

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