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ABCS participa do IX Simpósio Brasil Sul de Suinocultura

Participação da ABCS será marcada por debate técnico e marketing da carne suína

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Um dos mais importantes eventos técnicos do setor suinícola no país, o Simpósio Brasil Sul de Suinocultura (SBSS) promove sua IX edição entre os dias 09 e 11 de agosto, em Chapecó-SC. A Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) vai estar presente no evento, contribuindo com os debates técnicos e apresentado as ações desenvolvidas pela entidade para o desenvolvimento da cadeia.

Realizado pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet), o SBSS busca abordar os principais desafios da suinocultura latino-americana. O Simpósio é reconhecido pela cadeia suinícola brasileira como um importante fórum que atende às demandas das agroindústrias, debate tendências e conta com a grande participação de empresas, instituições, profissionais e estudantes da área.

Na programação do Simpósio serão abordados assuntos nas áreas sanitária, economia, gestão, manejo, reprodução, além de cases de sucesso como dos produtores europeus que alcançam excelentes resultados utilizando baias de gestação coletivas.

O público do evento vai conhecer o trabalho institucional realizado pela ABCS e ainda a campanha Escolha + Carne Suína e o site Mais Carne Suína, que vem promovendo os benefícios do consumo de carne suína, por meio da parceria com produtores e empresas do setor. “O Brasil Sul é um dos principais eventos técnicos do país, que a cada ano vem surpreendendo pelo nível das palestras e debates, bem como pela escolha assertiva dos temas relevantes para a suinocultura. O reflexo disso tem sido o crescente público que atende ao Simpósio”, comenta Marcelo Lopes presidente da ABCS.

De acordo Luis Carlos Peruzzo, o SBSS chega a sua nona edição com o objetivo de ampliar seus debates e romper barreiras geopolíticas. “Temos o objetivo de unir os profissionais envolvidos na cadeia produtiva para buscar conhecimento e qualificação com foco técnico. Desta forma, os temas dos simpósios sempre foram e continuarão sendo pautados pelo setor produtivo, órgãos públicos e toda a cadeia envolvida. Buscamos respostas para os gargalos, ameaças sanitárias, barreiras comerciais disfarçadas, paradigmas e avanços da tecnologia a serviço da produção de proteína animal, que caminha a passos largos”, afirmou.

Ainda segundo Peruzzo, o apoio da ABCS ao Simpósio é motivo de comemoração e prova do amadurecimento do setor. “A ABCS tem exercido um papel fundamental no setor com projetos de sucesso como o PNDS, que levou aos quatro cantos do país a campanha que aumentou efetivamente o consumo da carne suína.  Recentemente tem tido um papel atuante na orientação sobre bem-estar animal, assunto que será tema durante do Seminário que abre a programação do SBSS, no dia 09 de agosto. Com isso, a entidade assume um papel de defensora do produtor, orientando, ensinando, acompanhando e, principalmente, unindo toda a cadeia pelo avanço da suinocultura brasileira”.

Confira a programação completa do IX Simpósio Brasil Sul da Suinocultura.

Seminário Técnico Brasil Sul de Gestão Coletiva

Logo no primeiro dia do Simpósio, a ABCS marca presença nos debates do Seminário Técnico Brasil Sul de Gestão Coletiva. Na ocasião, Marcelo Lopes, junto aos representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vai falar sobre o andamento da produção de suínos que utiliza gestão coletiva no Brasil, e comentar cases de sucesso.

A fiscal agropecuária do Mapa, Lizie Buss, explica a importância de reunir o setor privado da suinocultura para um debate que sobre gestação coletiva. “Como estamos com o Projeto do Diálogos Setoriais sobre Gestação Coletiva, do qual a ABCS é parceira, queremos reunir as agroindústrias que já anunciaram a migração para sistemas de gestação coletiva, para que possamos aprender com as situações e práticas que essas equipes técnicas estão enfrentando. Além disso, teremos uma apresentação parcial dos resultados do Projeto e palestras técnicas sobre manejos diferentes desse novo sistema. Enfim, teremos um momento muito propício para um debate técnico altamente qualificado, de onde sairão muitos aprendizados”.

Fonte: Assessoria

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Notícias Avicultura

Demanda enfraquecida de carne de frango segue pressionando valores

Apesar de seguir competitiva frente às principais proteínas concorrentes, suína e bovina, comercialização de carne de frango continua abaixo do esperado

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Arquivo/OP Rural

Com a procura doméstica por carne de frango enfraquecida desde o fim de dezembro e as exportações da proteína também em ritmo lento nesta parcial de janeiro, o descompasso entre demanda e oferta tem aumentado no setor avícola nacional, elevando estoques e pressionando ainda mais as cotações da carne.

Assim, apesar de seguir competitiva frente às principais proteínas concorrentes, suína e bovina, colaboradores do Cepea apontam que a comercialização de carne de frango continua abaixo do esperado.

No mercado de cortes e miúdos do atacado da Grande São Paulo (SP), a asa é o produto que apresenta a desvalorização mais significativa neste mês. Ressalta-se que grande volume desse corte é geralmente embarcado à China, e como as vendas externas estão lentas, houve aumento na disponibilidade desse produto no mercado brasileiro e queda intensa nos preços.

Já o preço do coração vem registrando forte alta em janeiro, indo na contramão dos demais produtos.

A demanda específica pelo miúdo tem elevado a liquidez e as cotações, que, inclusive, operam em patamares recordes nominais da série histórica do Cepea desse produto, iniciada em 2010.

Fonte: Cepea
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Notícias Agricultura

Santa Catarina investe R$ 51,4 milhões para aumentar a produtividade das lavouras

Foram mais de 71 mil produtores rurais atendidos em todas as regiões de Santa Catarina

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Divulgação

A diversificação e a qualidade da produção são marcas registradas do agronegócio catarinense. Ao longo de 2020, a Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural investiu cerca de R$ 51,4 milhões no Programa Terra Boa para apoiar a aquisição de sementes de milho, calcário, melhoria de pastagens, apicultura e cobertura do solo. Foram mais de 71 mil produtores rurais atendidos em todas as regiões de Santa Catarina.

“O Terra Boa é um programa de muito sucesso que vem sendo replicado há vários anos. Um programa que atende o produtor rural de Santa Catarina com calcário, milho, kit forrageira, kit apicultura e kit solo saudável. Nós fazemos com que o incremento na produtividade de milho aconteça em Santa Catarina. E o Estado precisa estimular cada vez mais a produção de milho, além de pesquisar novas alternativas para abastecer as cadeias produtivas de carne e leite. Nossa intenção é que consigamos aportar cada vez mais recursos para atender um número cada vez maior de produtores”, afirma o secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Altair Silva.

Com o Terra Boa, os produtores rurais têm uma oportunidade e um incentivo para aumentar a produtividade de suas lavouras. No último ano, a Secretaria da Agricultura apoiou a aquisição de 310 mil toneladas de calcário, 216 mil sacas de sementes de milho, 1.799 kits forrageira, 329 kits apicultura, 1.635 abelhas rainha e 248 kits solo saudável. Os produtores contam ainda com a assistência técnica da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) para melhor aplicação dos recursos.

O programa é resultado de um convênio firmado entre as secretaria de Estado da Agricultura e da Fazenda, agroindústrias e cooperativas.

Mais recursos em 2021

O secretário Altair Silva explica que, este ano, o Programa Terra Boa terá um aporte ainda maior de recursos para apoiar a agricultura familiar catarinense. “Está previsto para 2021 um investimento de quase R$ 57 milhões para atender as demandas do setor produtivo. Nós ainda precisamos ampliar muito o Terra Boa, e estamos trabalhando junto aos nossos parceiros para atender a demanda”, ressalta.

O lançamento do programa deve acontecer no início de março, em Jacinto Machado.

Foco na produtividade

Em 2020, o Programa Terra Boa passou por algumas mudanças e focou na distribuição de sementes de milho de alto valor genético, o que gera um rendimento maior por hectare plantado e representa mais de 70% das sementes retiradas pelos produtores.

Incentivar a produção e o aumento na produtividade de milho é uma das principais linhas do Terra Boa. No último ano, o programa destinou mais de R$ 27 milhões para apoiar a aquisição de sementes, beneficiando 54 mil produtores. O Estado é um dos maiores importadores de milho do Brasil, e o grão é fundamental para manter a competitividade do setor produtivo de carnes.

Apoio emergencial

Dentro do Terra Boa, os produtores rurais contaram com um reforço de 17 mil sacas de sementes de milho, num investimento de R$ 8,3 milhões para reduzir os impactos da estiagem. As lavouras de milho e de milho silagem foram as mais prejudicadas com a falta de chuvas, e as cotas extras servirão para o replantio, principalmente nas regiões Oeste, Extremo-Oeste e Meio-Oeste.

Diversificação da atividade econômica

Para diversificar as atividades econômicas e aumentar a renda dos produtores rurais, o Terra Boa apoia ainda a aquisição do kit apicultura, que fornece os equipamentos necessários para a criação de abelhas na propriedade, inclusive abelhas rainhas. Em 2020, foram 356 produtores beneficiados.

Cuidado com o solo

O kit Solo Saudável foi o grande diferencial do Programa em 2020. Pela primeira vez, a Secretaria da Agricultura apoiou a aquisição de insumos para cobertura verde do solo.

Agroconsciente

O Programa Terra Boa está alinhado à nova diretriz do Governo do Estado para o desenvolvimento de ações que oportunizem mais renda aos produtores rurais e pescadores, ganhos ao meio ambiente e maior segurança alimentar à população.

Fonte: Assessoria
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Notícias Segundo Cepea

PIB agro intensifica crescimento em outubro e alta no ano é de quase 17%

Crescimento do PIB agro reflete, pelo lado da oferta, a produção recorde de grãos na safra 2019/2020 e expansões de produção de suínos, aves, ovos e leite

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O ritmo de avanço do PIB do agronegócio brasileiro seguiu intenso em outubro, registrando crescimento de 2,78%, segundo cálculos do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, realizados em parceria com a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil). Com isso, a alta acumulada no ano chegou a 16,81%, com o PIB agro mantendo desempenho anual recorde.

Pesquisadores do Cepea ressaltam que, em abril e em maio, o PIB agro cresceu lentamente, devido aos impactos negativos da pandemia sobre diferentes atividades do setor. No entanto, desde junho, o cenário tem sido marcado por recuperação e aceleração do crescimento. Até setembro, o único segmento que acumulava redução no PIB era a agroindústria de base agrícola. Mas, após apresentar nova recuperação em outubro, o crescimento acumulado para esse segmento se tornou positivo.

De janeiro a outubro, os segmentos primário e de agrosserviços mantiveram destaque, com altas de 40,08% e de 14,74% no PIB, respectivamente. Como destacado em relatórios anteriores, para os agrosserviços, o resultado positivo do PIB reflete a continuidade do abastecimento do mercado doméstico e o excelente desempenho em termos de exportações – implicando em grande uso de serviços de comércio, transporte e armazenagem –, assim como a expansão da prestação de outros serviços às cadeias do agronegócio, como financeiros, de comunicação, jurídicos, contábeis e de consultoria, entre outros –, refletindo sobretudo o forte desempenho da agropecuária e da agroindústria da pecuária.

De acordo com pesquisadores do Cepea, o forte crescimento do PIB agropecuário reflete, pelo lado da oferta, a produção recorde de grãos na safra 2019/2020 e as expansões de produção de suínos, aves, ovos e leite. Por outro lado, reflete o forte avanço dos preços agropecuários reais, resultado dos aumentos expressivos na demanda, tanto externa quanto doméstica, e do alto patamar da taxa de câmbio.

Fonte: Cepea
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CONBRASUL/ASGAV

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