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ABCS lança novo perfil de Workshop de Gestão

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Para 2014, a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) inova a estratégia e reformula seu evento anual voltado para o aprimoramento de ações do Projeto Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura no “Workshop de Gestão ABCS” que, em sua 4ª Edição, será um espaço para discutir ideias, apresentar novos projetos e diretrizes e ainda levar conhecimento atualizado, novas práticas de gestão e visões do mercado de suínos brasileiro e do mundo corporativo atual.

Neste ano, o encontro acontecerá em Brasília nos dias 19 e 20 de fevereiro e terá um novo público alvo. Além gestores executivos de todas as entidades filiadas a ABCS e gestores dos SEBRAE’s UF’s responsáveis pela coordenação regional do PNDS, no 4° Workshop de Gestão ABCS também estarão presentes profissionais da suinocultura que atuam em parceira com a ABCS, suinocultores, presidentes, gerentes  e gestores das associações estaduais de suínos, Empresas Amigas e SEBRAE.  

A edição contará com uma programação especial, voltada para discutir o futuro do agronegócio brasileiro, as perspectivas da suinocultura nacional e fomentar o debate em torno da gestão de negócios e inquietações do mundo corporativo. O 4° Workshop de Gestão ABCS pretende criar um ambiente de debate, para que juntos seja possível construir novas diretrizes para a atuação da entidade e seus parceiros.

Segundo o Presidente da ABCS, Marcelo Lopes, “Serão dois dias de intenso convívio e aprendizado, mas também de descontração e festividade. Para encerrar o primeiro dia de trabalhos, a ABCS preparou uma confraternização especial, criando um ambiente de amizade, troca de experiências e oportunidade de negócios. Para esse encontro, estão convidadas autoridades, parlamentares envolvidos com as causas da suinocultura, uma momento a mais para estreitar relações e discutir o futuro da atividade no país”, finaliza.
Programação diferenciada
A ABCS acredita que o conhecimento atualizado é essencial para prever os novos passos a serem dados, driblar crises e apresentar novos caminhos. Atenta a essa necessidade preparou um painel especial voltado para as discussões do agronegócio no país e também da suinocultura nacional que será iniciado com a palestra “Tendências econômicas: Uma visão de médio prazo do Agro no Brasil”, proferida pelo professor de Estratégia e Planejamento da Universidade de São Paulo (USP), engenheiro agrônomo (FEA-USP) e especialista em agronegócio, Dr. Marcos Fava Neves. Também nessa área, levará ao conhecimento dos participantes o atual cenário da suinocultura nacional, previsões e rumos a serem tomados, por meio da palestra “Produção de suínos: Uma análise atual do mercado brasileiro”, do diretor executivo da ABCS, Fabiano Coser.

Logo após, o administrador, Mestre em Empreendedorismo e facilitador do Empretec-Sebrae/MG, Noé Gomes Neto, reforçará o espírito de equipe, e abordará valores necessários, conhecimentos, habilidades e atitudes que instrumentalizam os gerentes e supervisores no planejamento e aplicação das atividades em equipe. A palestra encerra as atividades do dia 19 de fevereiro, quarta-feira, e inicia o coquetel de confraternização, um ambiente em todos poderão descontrair, fazer negócios e desfrutar da companhia de amigos e parceiros.

A programação do dia 20, quinta-feira, será iniciada com a apresentação de números, conquistas e diretrizes desenvolvidas com a Semana Nacional da Carne Suína, realizada de 02 a 16 de outubro em todas as lojas Pão de Açúcar e Extra, com aumentos de até 77% nas vendas de carne suína. A proposta é levar ao conhecimento dos diversos agentes do setor uma prestação de contas da entidade, esclarecendo estratégias e resultados atingidos. “Para a ABCS é importante situar os profissionais envolvidos em todos os elos sobre o futuro do agronegócio brasileiro, suas perspecti¬vas, problemas e soluções para os próximos anos”, comenta Lívia Machado, coordenadora nacional do PNDS, que também irá abordar os caminhos da entidade no desenvolvimento e execução de ações para incentivo ao consumo da carne suína.

O “4º Workshop de Gestão ABCS” também contará com um dos temas mais importantes nas organizações: o empreendedorismo. Profissionais com esse perfil são os principais responsáveis pelas modificações, criações e visões inovadoras para se obter um destaque maior e uma diferenciação positiva frente à concorrência. Para debater o tema, a ABCS convidou o criador dos maiores programas de ensino de empreendedorismo do Brasil na educação básica e universitária; consultor e professor da Fundação Dom Cabral, e autor de diversos livros entre eles o best-seller "O Segredo de Luísa", Fernando Dolabela, que irá ministrar a palestra “Empreendedorismo: uma forma de ser”. 

Outra ferramenta eficaz e tão necessária ao mundo corporativo é a comunicação de alta performance, focada em resultados e que sabe como atingi-los. O tema será apresentado na palestra de encerramento “Comunicação para liderança: ferramentas para o sucesso do novo líder”, ministra por Márcio Mussarela, especialista em comunicação corporativa e colunista da Exame.com.
Serviço:
4º Workshop de Gestão ABCS 
Data: 19 e 20 fevereiro de 2014
Local: Brasília/DF
Mais informações: (61) 3030-3200 ou [email protected]

Fonte: ABCS

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Dia do Suinocultor celebra protagonismo de quem impulsiona setor de R$ 63,1 bilhões

Com 5,6 milhões de toneladas produzidas e US$ 3,6 bilhões em exportações, cadeia reforça a importância dos produtores para a competitividade da proteína animal brasileira.

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Foto: Divulgação

Celebrado nesta sexta-feira (24), o Dia Nacional do Suinocultor destaca o protagonismo dos produtores que, diariamente, sustentam a evolução de uma das cadeias mais competitivas do agronegócio brasileiro.

Em 2025, a produção brasileira de carne suína alcançou 5,592 milhões de toneladas, consolidando o país como o quarto maior produtor mundial. O Valor Bruto da Produção (VBP) do setor chegou a R$ 63,1 bilhões, movimentando economias regionais, gerando renda e impulsionando uma ampla cadeia formada por produtores de grãos, empresas de genética, nutrição e saúde animal, transportadores, cooperativas, agroindústrias e outros segmentos.

Foto: Shutterstock

A presença internacional também ganhou força. No ano passado, o Brasil exportou 1,510 milhão de toneladas de carne suína para 94 países, gerando receita cambial de US$ 3,6 bilhões. Com esse desempenho, o país manteve-se como o terceiro maior exportador mundial. Do total produzido, 27,01% foi destinado ao mercado externo.

Ao mesmo tempo, o mercado brasileiro permaneceu como o principal destino da produção nacional. O consumo per capita atingiu 19,1 quilos por habitante em 2025, refletindo a crescente presença da carne suína na mesa dos brasileiros e a ampliação da variedade de cortes e produtos disponíveis no varejo e na alimentação fora do lar.

Para a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), esses resultados começam dentro das propriedades rurais. São os suinocultores que transformam avanços em genética, nutrição, manejo, sanidade, biosseguridade, bem-estar animal e sustentabilidade em ganhos efetivos de produtividade, qualidade e segurança dos alimentos. “Cada tonelada

Presidente da ABPA, Ricardo Santin: “Cada tonelada produzida, cada mercado conquistado e cada avanço alcançado pela suinocultura brasileira começa com o trabalho do produtor” – Foto: Mario Castello

produzida, cada mercado conquistado e cada avanço alcançado pela suinocultura brasileira começa com o trabalho do produtor. É dentro das granjas que os compromissos do setor com a sanidade, a eficiência, a qualidade e a sustentabilidade se transformam em prática. O suinocultor é o grande protagonista de uma cadeia que gera desenvolvimento para o Brasil e ajuda a garantir segurança alimentar para consumidores brasileiros e de dezenas de países”, destaca Ricardo Santin, presidente da ABPA.

Presentes em diferentes modelos de produção, sejam integrados, cooperados ou independentes, os suinocultores também desempenham papel decisivo na geração de oportunidades no interior do país. A atividade fortalece municípios, mantém renda nas comunidades e estimula investimentos em tecnologia, infraestrutura e qualificação profissional. “A competitividade da suinocultura brasileira não foi construída por acaso. Ela é resultado da capacidade de adaptação, do investimento e da dedicação de milhares de produtores. Celebrar o Dia do Suinocultor é reconhecer quem está na base de um setor que movimenta bilhões, abastece o mercado interno e leva a qualidade da proteína animal brasileira para o mundo”, conclui Santin.

Fonte: Assessoria ABPA
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Mercado integrado paga mais pelo suíno vivo que o independente em julho

Cepea registra movimento atípico em algumas regiões do Sul, onde a elevada oferta e a demanda enfraquecida pressionam as cotações do mercado spot.

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Os preços do suíno vivo no mercado integrado estão superiores aos praticados no mercado independente em algumas regiões acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) neste mês de julho.

Segundo o Cepea, esse comportamento foge do padrão do setor, já que, normalmente, o mercado independente (spot) registra cotações mais elevadas devido aos maiores custos e riscos assumidos pelos produtores.

De acordo com os pesquisadores, essa inversão vem sendo observada ao longo de 2026 em algumas praças da Região Sul, com destaque para Braço do Norte (SC).

O Cepea atribui esse cenário às dificuldades enfrentadas pelo mercado independente, que segue pressionado pela elevada oferta de suínos e pela demanda enfraquecida. A combinação desses fatores tem mantido os preços em patamares baixos ao longo de todo o ano.

Fonte: O Presente Rural com Cepea
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Rentabilidade da suinocultura preocupa produtores de Mato Grosso

Apesar do avanço da produção e das exportações brasileiras, preços em queda e margens apertadas desafiam o setor no Estado.

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Foto: Divulgação/Acrismat

Apesar do crescimento da produção e dos recordes nas exportações brasileiras de carne suína, a rentabilidade dos produtores de Mato Grosso vive um dos momentos mais delicados dos últimos anos. A combinação entre preços em queda, custos de produção ainda elevados e dificuldades para ampliar o consumo interno foi um dos principais temas debatidos durante o 5º Simpósio da Suinocultura de Mato Grosso, realizado pela Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat).

Durante o evento, o superintendente do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), Cleiton Gauer,

Superintendente do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), Cleiton Gauer: “Mesmo com uma leve redução nos custos, principalmente do milho, esse alívio não chegou de forma suficiente ao produtor” – Foto: Divulgação/Acrismat

apresentou um panorama atualizado da cadeia produtiva e destacou que o Estado segue ampliando seu rebanho e sua produção. Entretanto, esse crescimento não tem se refletido na renda do produtor.

Segundo ele, após a virada do ano, os preços pagos pelo quilo do suíno apresentaram forte retração, reduzindo significativamente a margem da atividade. “Mesmo com uma leve redução nos custos, principalmente do milho, esse alívio não chegou de forma suficiente ao produtor. Hoje estamos observando alguns dos menores resultados econômicos da série histórica da suinocultura em Mato Grosso”, afirmou.

Gauer explicou que a situação é ainda mais preocupante para produtores que possuem financiamentos e investimentos em andamento, já que a redução da rentabilidade compromete a capacidade de cumprir esses compromissos. Outro ponto destacado foi o comportamento das exportações.

Embora o Brasil registre embarques recordes de carne suína, esse desempenho ainda não é suficiente para equilibrar

Pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, Franco Muller Martins: “O setor enfrenta hoje preços reduzidos em relação aos custos de produção” – Foto: Divulgação/Acrismat

o mercado interno. “Quando analisamos Mato Grosso, apenas cerca de 15% da produção é destinada à exportação. Ou seja, a maior parte permanece no mercado interno, o que limita o impacto positivo das vendas externas sobre os preços recebidos pelos produtores”, explicou.

Gestão eficiente será decisiva

O pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, Franco Muller Martins, reforçou que o cenário exige dos produtores uma gestão ainda mais eficiente das granjas. Durante sua palestra sobre custos de produção e perspectivas para 2027, ele apresentou a metodologia utilizada pela Embrapa para calcular os custos de produção em seis estados brasileiros, entre eles Mato Grosso, disponibilizando informações que servem de referência para produtores.

Segundo o pesquisador, embora o Brasil viva um excelente momento nas exportações, esse avanço não foi suficiente para garantir margens satisfatórias aos produtores. “O setor enfrenta hoje preços reduzidos em relação aos custos de produção. Isso exige que o produtor olhe cada vez mais para dentro da propriedade, buscando eficiência, redução de desperdícios e melhoria da gestão”, destacou.

Presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho: “A suinocultura vive um momento de grande evolução tecnológica, mas também de margens cada vez mais apertadas” – Foto: Divulgação/Acrismat

Para Martins, além do trabalho realizado dentro das granjas, será fundamental que toda a cadeia continue investindo em ações de estímulo ao consumo da carne suína. “A ampliação da demanda é um caminho importante para que, no médio prazo, o setor consiga recuperar melhores níveis de rentabilidade”, afirmou.

Além da economia, o pesquisador também abordou a importância da biosseguridade como fator estratégico para manter a competitividade da suinocultura brasileira, tema que também ganhou destaque durante o simpósio.

Para o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, a discussão sobre custos de produção, mercado e rentabilidade tornou-se indispensável diante do atual cenário da atividade. “A suinocultura vive um momento de grande evolução tecnológica, mas também de margens cada vez mais apertadas. Por isso, a Acrismat fez questão de reunir especialistas que apresentassem um diagnóstico econômico do setor e apontassem caminhos para que o produtor possa tomar decisões mais seguras. Conhecimento é uma ferramenta essencial para manter a atividade competitiva”, afirmou.

Segundo ele, um dos principais objetivos do 5º Simpósio da Suinocultura de Mato Grosso foi aproximar os produtores das informações técnicas e econômicas que impactam diretamente a rentabilidade das granjas, fortalecendo o setor para enfrentar os desafios dos próximos anos.

Fonte: Assessoria Acrismat
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