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ABCS impulsiona alta de até 57% nas vendas de carne suína no varejo durante SNCS 2025

Semana Nacional da Carne Suína registra expansão em todas as redes participantes, destacando o produto como escolha estratégica do consumidor em todo o Brasil, com forte desempenho no Nordeste e interior paulista, mineiro e paranaense.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Pelo décimo terceiro ano consecutivo a Semana Nacional da Carne Suína (SNCS) confirmou seu protagonismo como ferramenta de geração de valor para toda a cadeia da suinocultura, trazendo resultados expressivos. Mesmo em um cenário econômico exigente, a campanha alcançou crescimento de dois dígitos em faturamento em todas as 21 redes varejistas participantes, reafirmando o posicionamento da carne suína como produto competitivo, rentável e conectado aos desejos do consumidor atual.

Foto: Freepik

O faturamento geral da campanha obteve desempenhos expressivos: entre 10% a 57%. Esse resultado é reflexo direto de uma estratégia de agregação de valor, que fortaleceu categorias como os cortes resfriados e temperados, com foco em conveniência e qualidade, impactando diretamente os clientes do Carrefour, Extra Mercado, Pão de Açúcar, Amigão, Boa Supermercados, Empório Dom Olívio, Super Pão, Paraná Supermercados, Compre Mais, Supermercados Avenida, Prezunic, Gbarbosa, Lopes, ABC Plus, Jaú Serve, Shibata, Pague Menos, Confiança, Proença e Swift.

Um dos destaques da edição foi o aumento de penetração da carne suína na cesta do consumidor. Em uma das redes participantes, 20% dos clientes que compraram nas lojas durante o período, levaram pelo menos um corte suíno, ou seja, 1 a cada 5 consumidores foi impactado pela estratégia no ponto de venda, consolidando o produto como uma escolha natural no dia a dia, mesmo com o orçamento familiar pressionado.

Com crescimento de até 30% na categoria de suínos resfriados em algumas operações, e um destaque para os cortes temperados que cresceu em 83,62% em uma das redes participantes, o consumidor mostrou que reconhece na carne suína atributos essenciais em tempos de escolhas mais racionais e criteriosas, como sabor, custo-benefício, praticidade e saudabilidade.

Os resultados alcançaram todo o Brasil, com a região Nordeste no topo dessa lista registrando o maior crescimento de vendas, seguido pelo Sudeste que liderou o faturamento.  A SNCS também revelou uma migração importante para o interior, com lojas de cidades do interior de São Paulo, Minas Gerais e Paraná registrando altos índices de crescimento, inclusive acima de 60% em algumas localidades.

Foto: Shutterstock

Esse movimento reforça que o interior tem se tornado um motor de crescimento para o setor, com consumidores cada vez mais abertos a novas experiências gastronômicas e atentos à relação entre valor e qualidade.

Os estreantes na campanha também trouxeram resultados expressivos. Redes participando pela primeira vez registraram crescimento de até 43% em volume total de carne suína vendida no período.

Marcelo Lopes, presidente da ABCS, explica que os resultados demonstram que a estratégia de agregação de valor ao longo dos últimos anos foi certeira. “Mesmo lidando com adversidades do mercado, ainda assim, a carne suína manteve faturamento crescente, mostrando que, com comunicação e exposição adequadas, a categoria se sustenta. A SNCS reforçou a categoria, ativou equipes, desafiou hábitos e mostrou o valor de um setor que sabe onde quer chegar. Esse é o tipo de resultado que se mede em número, mas se sustenta em confiança”, concluiu.

Ao aliar estratégia de marketing, inteligência de mercado e presença no varejo com relevância, a edição 2025 mostrou que a carne suína não é uma escolha de ocasião, é uma escolha estratégica e comprova que o trabalho da ABCS amplia a presença da proteína nos lares brasileiros.

Fonte: Assessoria ABCS

Suínos

Suinocultura discute comportamento do consumidor na primeira Escola de Gestores de 2026

Evento da ABCS abordará tendências de consumo e impactos nas decisões estratégicas do setor de proteínas.

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Entender o comportamento do consumidor se tornou um dos principais diferenciais estratégicos para o mercado de proteínas. Em um cenário de rápidas transformações, antecipar tendências, reduzir riscos e tomar decisões mais assertivas depende, cada vez mais, da leitura qualificada do consumo.

Com esse foco, a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) realiza a primeira edição de 2026 da Escola de Gestores, com o tema “Proteína, Consumo e Decisão de Compra: Tendências que Importam para 2026”, no dia 25 de fevereiro de 14h30  às 16 horas. O encontro será conduzido por Tayara Beraldi, consultora da ABCS e especialista em comunicação estratégica, e tem como objetivo ampliar a capacidade analítica e decisória dos gestores da suinocultura com dados reais e atualizados do comportamento do consumidor em uma época em que o consumo de proteínas tem ganhado destaque.

Voltada aos desafios atuais do setor, a iniciativa propõe uma reflexão aprofundada sobre como o consumidor pensa, quais fatores influenciam suas escolhas e de que forma essas decisões impactam o marketing, o posicionamento e a competitividade das proteínas no mercado. Na suinocultura, compreender esses movimentos deixou de ser uma opção e passou a ser parte central das decisões estratégicas.

Durante o encontro, os participantes irão discutir como interpretar tendências de consumo com mais clareza, transformar comportamento do consumidor em estratégia de mercado, fortalecer o posicionamento da carne suína e tomar decisões mais embasadas, com visão de futuro e impacto real no negócio.

A Escola de Gestores da ABCS é uma iniciativa que busca apoiar lideranças do setor na construção de conhecimento aplicado, conectando dados, comportamento e estratégia. O evento é exclusivo para o Sistema ABCS e contribuintes do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (FNDS), com o objetivo de fortalecer o poder de decisão dos gestores, ampliando a capacidade de antecipação e a geração de vantagem competitiva no mercado de proteínas. Faça sua inscrição clicando aqui.

Fonte: Assessoria ABCS
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Suinocultura enfrenta queda nas cotações em importantes estados produtores

Dados mostram retrações diárias e mensais, com exceção do Rio Grande do Sul, que apresenta leve avanço no acumulado do mês.

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Os preços do suíno vivo registraram variações negativas na maioria dos estados acompanhados pelo indicador do CEPEA, ligado à Esalq, conforme dados divulgados em 13 de fevereiro.

Em Minas Gerais, o valor do animal posto foi cotado a R$ 6,76 por quilo, com recuo diário de 0,29% e queda acumulada de 4,52% no mês. No Paraná, o preço do suíno a retirar ficou em R$ 6,65/kg, com retração de 0,30% no dia e de 2,06% no comparativo mensal.

No Rio Grande do Sul, o indicador apresentou leve alta no acumulado do mês, com valorização de 0,59%, alcançando R$ 6,80/kg, apesar da pequena queda diária de 0,15%. Já em Santa Catarina, o valor registrado foi de R$ 6,59/kg, com baixa de 0,60% no dia e retração de 1,79% no mês.

Em São Paulo, o suíno posto foi negociado a R$ 6,92/kg, apresentando redução diária de 0,57% e queda mensal de 2,40%.

Fonte: Assessoria Cepea
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Suínos

Exportações sustentam desempenho da suinocultura brasileira no início de 2026

Embarques crescem mais de 14% e ajudam a equilibrar o setor, conforme análise da Consultoria Agro Itaú BBA, mesmo diante do aumento da oferta interna.

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O início de 2026 registrou queda significativa nos preços do suíno, reflexo da expansão da produção observada ao longo do ano anterior. Mesmo com a pressão no mercado interno, o setor manteve resultados positivos, sustentado pelo bom desempenho das exportações e pelo controle nos custos de produção, de acordo com dados da Consultoria Agro Itaú BBA.

As cotações do animal vivo em São Paulo apresentaram forte recuo no começo do ano, passando de R$ 8,90/kg em 1º de janeiro para R$ 6,90/kg em 9 de janeiro, queda de 23% no período. Com o ajuste, os preços retornaram a níveis próximos aos registrados no início de 2024 e ficaram abaixo do observado no começo do ano passado, quando o mercado apresentou maior firmeza nas cotações, com valorização a partir de fevereiro.

O avanço da produção de carne suína ao longo de 2025 foi impulsionado pelas margens favoráveis da atividade. A expectativa é de que esse ritmo tenha sido mantido no primeiro mês de 2026, embora os dados oficiais de abate ainda não tenham sido divulgados.

No mercado externo, o setor iniciou o ano com desempenho positivo. Os embarques de carne suína in natura somaram 100 mil toneladas, volume 14,2% superior ao registrado no mesmo período do ano anterior. Entre os principais destinos, destacaram-se Filipinas e Japão, responsáveis por 31% e 13% das exportações brasileiras no mês, respectivamente.

Mesmo com os custos de produção sob controle, a queda de 5% no preço do animal na comparação entre janeiro e dezembro resultou na redução do spread da atividade, que passou de 26% para 21%. Ainda assim, o resultado por cabeça terminada permaneceu em nível considerado satisfatório, com média de R$ 206.

No comércio internacional, o spread das exportações também apresentou recuo, influenciado pela redução de 0,8% no preço da carne suína in natura e pela valorização cambial. Com isso, o indicador convergiu para a média histórica de 40%, após registrar 42% no mês anterior.

Fonte: O Presente Rural com Consultoria Agro Itaú BBA
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