Conectado com

Suínos SNCS 2025

ABCS fortalece conhecimento técnico do varejo sobre carne suína e seus benefícios à saúde

Capacitação de equipes de 21 redes varejistas reforça qualidade, segurança e valor nutricional da carne suína para ampliar consumo na Semana Nacional da Carne Suína 2025.

Publicado em

em

Foto: Shutterstock

A Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) finalizou na última sexta-feira (30), a rodada de treinamentos que antecede a Semana Nacional da Carne Suína (SNCS) 2025. Ao todo, foram realizados nove treinamentos nos formatos presenciais, híbridos e online, promovidos ao longo de todo o mês de maio, alcançando equipes de loja e de açougue de 21 redes varejistas espalhadas por todo o Brasil.

Essa capacitação é parte essencial da metodologia educativa da ABCS, que visa proporcionar ao varejo conhecimento técnico e de qualidade sobre a carne suína, para que essas informações sejam transmitidas com segurança e confiança ao consumidor final no ponto de venda.

Este ano, os treinamentos tiveram como tema central a carne suína como aliada do ganho de massa muscular e da longevidade. Para isso, a ABCS contou com a participação da nutricionista e consultora da entidade, Thaliane Dias, que apresentou aos participantes os atributos nutricionais da carne suína, destacando seu alto teor de proteínas de valor biológico, aminoácidos importantes como creatina e taurina, além de vitaminas e minerais essenciais.

Foto: Divulgação/Hb Audiovisual

Durante os encontros, Thaliane também reforçou os benefícios específicos da carne suína para homens e mulheres: desde a contribuição no controle dos sintomas pré-menstruais até o papel na espermatogênese.

Além disso, desmistificou informações equivocadas sobre o alimento, como a crença de que a carne suína é prejudicial à cicatrização ou que transmite doenças, explicando que a suinocultura brasileira assegura altos padrões sanitários e de qualidade, produzindo cortes magros e seguros de carne suína.

Os participantes receberam o material exclusivo “10 motivos para apostar na carne suína”, baseado na monografia da Dra. Michele Caroline de Costa Trindade Avelar. O conteúdo reúne dados nutricionais e argumentos técnicos que valorizam a carne suína como um alimento completo e saudável. Destacando-a como fonte e proteína de alta qualidade para manutenção da massa muscular e outros atributos como a redução de gordura em cortes magros como lombo e pernil, compostos bioativos como coenzima Q10, minerais como ferro, zinco e selênio e vitaminas do complexo B em abundância.

Além dos conteúdos técnicos, a ABCS promoveu um momento de descontração com o humorista Luca Mendes, que apresentou o stand-up “Como a carne suína entrou em cena, e eu saí do sedentarismo”. A diretora de marketing e projetos da ABCS, Lívia Machado, explica que é muito importante ter esses momentos de construção com os colaboradores. “É no olhar nos olhos que conseguimos gerar significado. Sentir que fazemos parte, reflete no atendimento, na experiência do cliente e na entrega para quem está do outro lado do balcão.”

Confira aqui um resumo dos treinamentos.

SNCS 2025

publico Foto Jaqueline Galvão

Foto: Jaqueline Galvão/OP Rural

Realizada pelo 13º ano consecutivo, a SNCS é uma iniciativa consolidada da ABCS com apoio do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), que tem como objetivo ampliar o consumo da carne suína no Brasil de 03 a 17 de junho, ao lado do Carrefour, Extra Mercado, Pão de Açúcar, Amigão, Boa Supermercados, Dom Olívio, Super Pão, Paraná Supermercados, Compre Mais, Supermercados Avenida, Prezunic, Gbarbosa, Lopes, ABC Plus, Jaú Serve, Shibata, Pague Menos, Confiança, Proença e Swift!

O lançamento da SNCS acontece na quarta-feira (04), em uma experiência exclusiva no Dinner In The Sky, que vai reunir convidados das redes participantes e da cadeia suinícola, influenciadores, nutricionistas e chefs de cozinha em São Paulo.

Fonte: Assessoria ABCS

Suínos

Dia do Suinocultor celebra protagonismo de quem impulsiona setor de R$ 63,1 bilhões

Com 5,6 milhões de toneladas produzidas e US$ 3,6 bilhões em exportações, cadeia reforça a importância dos produtores para a competitividade da proteína animal brasileira.

Publicado em

em

Foto: Divulgação

Celebrado nesta sexta-feira (24), o Dia Nacional do Suinocultor destaca o protagonismo dos produtores que, diariamente, sustentam a evolução de uma das cadeias mais competitivas do agronegócio brasileiro.

Em 2025, a produção brasileira de carne suína alcançou 5,592 milhões de toneladas, consolidando o país como o quarto maior produtor mundial. O Valor Bruto da Produção (VBP) do setor chegou a R$ 63,1 bilhões, movimentando economias regionais, gerando renda e impulsionando uma ampla cadeia formada por produtores de grãos, empresas de genética, nutrição e saúde animal, transportadores, cooperativas, agroindústrias e outros segmentos.

Foto: Shutterstock

A presença internacional também ganhou força. No ano passado, o Brasil exportou 1,510 milhão de toneladas de carne suína para 94 países, gerando receita cambial de US$ 3,6 bilhões. Com esse desempenho, o país manteve-se como o terceiro maior exportador mundial. Do total produzido, 27,01% foi destinado ao mercado externo.

Ao mesmo tempo, o mercado brasileiro permaneceu como o principal destino da produção nacional. O consumo per capita atingiu 19,1 quilos por habitante em 2025, refletindo a crescente presença da carne suína na mesa dos brasileiros e a ampliação da variedade de cortes e produtos disponíveis no varejo e na alimentação fora do lar.

Para a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), esses resultados começam dentro das propriedades rurais. São os suinocultores que transformam avanços em genética, nutrição, manejo, sanidade, biosseguridade, bem-estar animal e sustentabilidade em ganhos efetivos de produtividade, qualidade e segurança dos alimentos. “Cada tonelada

Presidente da ABPA, Ricardo Santin: “Cada tonelada produzida, cada mercado conquistado e cada avanço alcançado pela suinocultura brasileira começa com o trabalho do produtor” – Foto: Mario Castello

produzida, cada mercado conquistado e cada avanço alcançado pela suinocultura brasileira começa com o trabalho do produtor. É dentro das granjas que os compromissos do setor com a sanidade, a eficiência, a qualidade e a sustentabilidade se transformam em prática. O suinocultor é o grande protagonista de uma cadeia que gera desenvolvimento para o Brasil e ajuda a garantir segurança alimentar para consumidores brasileiros e de dezenas de países”, destaca Ricardo Santin, presidente da ABPA.

Presentes em diferentes modelos de produção, sejam integrados, cooperados ou independentes, os suinocultores também desempenham papel decisivo na geração de oportunidades no interior do país. A atividade fortalece municípios, mantém renda nas comunidades e estimula investimentos em tecnologia, infraestrutura e qualificação profissional. “A competitividade da suinocultura brasileira não foi construída por acaso. Ela é resultado da capacidade de adaptação, do investimento e da dedicação de milhares de produtores. Celebrar o Dia do Suinocultor é reconhecer quem está na base de um setor que movimenta bilhões, abastece o mercado interno e leva a qualidade da proteína animal brasileira para o mundo”, conclui Santin.

Fonte: Assessoria ABPA
Continue Lendo

Suínos

Mercado integrado paga mais pelo suíno vivo que o independente em julho

Cepea registra movimento atípico em algumas regiões do Sul, onde a elevada oferta e a demanda enfraquecida pressionam as cotações do mercado spot.

Publicado em

em

Foto: Shutterstock

Os preços do suíno vivo no mercado integrado estão superiores aos praticados no mercado independente em algumas regiões acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) neste mês de julho.

Segundo o Cepea, esse comportamento foge do padrão do setor, já que, normalmente, o mercado independente (spot) registra cotações mais elevadas devido aos maiores custos e riscos assumidos pelos produtores.

De acordo com os pesquisadores, essa inversão vem sendo observada ao longo de 2026 em algumas praças da Região Sul, com destaque para Braço do Norte (SC).

O Cepea atribui esse cenário às dificuldades enfrentadas pelo mercado independente, que segue pressionado pela elevada oferta de suínos e pela demanda enfraquecida. A combinação desses fatores tem mantido os preços em patamares baixos ao longo de todo o ano.

Fonte: O Presente Rural com Cepea
Continue Lendo

Suínos

Rentabilidade da suinocultura preocupa produtores de Mato Grosso

Apesar do avanço da produção e das exportações brasileiras, preços em queda e margens apertadas desafiam o setor no Estado.

Publicado em

em

Foto: Divulgação/Acrismat

Apesar do crescimento da produção e dos recordes nas exportações brasileiras de carne suína, a rentabilidade dos produtores de Mato Grosso vive um dos momentos mais delicados dos últimos anos. A combinação entre preços em queda, custos de produção ainda elevados e dificuldades para ampliar o consumo interno foi um dos principais temas debatidos durante o 5º Simpósio da Suinocultura de Mato Grosso, realizado pela Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat).

Durante o evento, o superintendente do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), Cleiton Gauer,

Superintendente do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), Cleiton Gauer: “Mesmo com uma leve redução nos custos, principalmente do milho, esse alívio não chegou de forma suficiente ao produtor” – Foto: Divulgação/Acrismat

apresentou um panorama atualizado da cadeia produtiva e destacou que o Estado segue ampliando seu rebanho e sua produção. Entretanto, esse crescimento não tem se refletido na renda do produtor.

Segundo ele, após a virada do ano, os preços pagos pelo quilo do suíno apresentaram forte retração, reduzindo significativamente a margem da atividade. “Mesmo com uma leve redução nos custos, principalmente do milho, esse alívio não chegou de forma suficiente ao produtor. Hoje estamos observando alguns dos menores resultados econômicos da série histórica da suinocultura em Mato Grosso”, afirmou.

Gauer explicou que a situação é ainda mais preocupante para produtores que possuem financiamentos e investimentos em andamento, já que a redução da rentabilidade compromete a capacidade de cumprir esses compromissos. Outro ponto destacado foi o comportamento das exportações.

Embora o Brasil registre embarques recordes de carne suína, esse desempenho ainda não é suficiente para equilibrar

Pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, Franco Muller Martins: “O setor enfrenta hoje preços reduzidos em relação aos custos de produção” – Foto: Divulgação/Acrismat

o mercado interno. “Quando analisamos Mato Grosso, apenas cerca de 15% da produção é destinada à exportação. Ou seja, a maior parte permanece no mercado interno, o que limita o impacto positivo das vendas externas sobre os preços recebidos pelos produtores”, explicou.

Gestão eficiente será decisiva

O pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, Franco Muller Martins, reforçou que o cenário exige dos produtores uma gestão ainda mais eficiente das granjas. Durante sua palestra sobre custos de produção e perspectivas para 2027, ele apresentou a metodologia utilizada pela Embrapa para calcular os custos de produção em seis estados brasileiros, entre eles Mato Grosso, disponibilizando informações que servem de referência para produtores.

Segundo o pesquisador, embora o Brasil viva um excelente momento nas exportações, esse avanço não foi suficiente para garantir margens satisfatórias aos produtores. “O setor enfrenta hoje preços reduzidos em relação aos custos de produção. Isso exige que o produtor olhe cada vez mais para dentro da propriedade, buscando eficiência, redução de desperdícios e melhoria da gestão”, destacou.

Presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho: “A suinocultura vive um momento de grande evolução tecnológica, mas também de margens cada vez mais apertadas” – Foto: Divulgação/Acrismat

Para Martins, além do trabalho realizado dentro das granjas, será fundamental que toda a cadeia continue investindo em ações de estímulo ao consumo da carne suína. “A ampliação da demanda é um caminho importante para que, no médio prazo, o setor consiga recuperar melhores níveis de rentabilidade”, afirmou.

Além da economia, o pesquisador também abordou a importância da biosseguridade como fator estratégico para manter a competitividade da suinocultura brasileira, tema que também ganhou destaque durante o simpósio.

Para o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, a discussão sobre custos de produção, mercado e rentabilidade tornou-se indispensável diante do atual cenário da atividade. “A suinocultura vive um momento de grande evolução tecnológica, mas também de margens cada vez mais apertadas. Por isso, a Acrismat fez questão de reunir especialistas que apresentassem um diagnóstico econômico do setor e apontassem caminhos para que o produtor possa tomar decisões mais seguras. Conhecimento é uma ferramenta essencial para manter a atividade competitiva”, afirmou.

Segundo ele, um dos principais objetivos do 5º Simpósio da Suinocultura de Mato Grosso foi aproximar os produtores das informações técnicas e econômicas que impactam diretamente a rentabilidade das granjas, fortalecendo o setor para enfrentar os desafios dos próximos anos.

Fonte: Assessoria Acrismat
Continue Lendo

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.