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ABCS entrega ao MAPA documento com sugestões para aplicabilidade da IN 14

Documento foi elaborado em conjunto com entidades do setor produtivo e entregue ao secretário de Defesa Agropecuária do Mapa

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Com o objetivo de adequar algumas exigências da Instrução Normativa (IN) 14 de 2016 ao cotidiano dos suinocultores, o presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), Marcelo Lopes, entregou ao secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Luis Rangel, um documento oficial com as sugestões de adequações referentes aos requisitos para uso de medicamentos em fábricas próprias de rações, na última sexta-feira (09).

A reunião aconteceu na sede do Mapa, em Brasília (DF), e contou também com a presença do consultor técnico da ABCS e atual presidente da Comissão de Aves e Suínos da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Iuri Machado.

O material entregue ao secretário foi coordenado pela ABCS e teve o apoio de entidades representativas como a CNA, a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), a Associação de Médicos Veterinários Especialistas em Suínos (Abraves) e o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan). Desde junho deste ano, o grupo se reuniu diversas vezes e, com o consentimento geral dos participantes, elaborou o documento para adequar algumas exigências da IN 14 que são consideradas inaplicáveis no dia a dia dos produtores que tem fábricas próprias.

O presidente da ABCS, Marcelo Lopes, explicou que a Associação fez questão de o grupo ser composto por entidades do setor produtivo para congregar informações técnicas dos diversos elos da cadeia. “Conseguimos reunir um parecer conciso e único, trazendo à Pasta argumentos prudentes para que o setor suinícola consiga adequar a norma e cumpri-la”, disse.

Machado ponderou que o material elaborado pelo grupo considerou os assuntos mais dificultosos de implementação da IN, como boas práticas de fabricação (BPF), auditoria prévia e, principalmente, a validação laboratorial de resíduos de medicamentos. “É essencial que os suinocultores possam dispor dessa ferramenta terapêutica nas suas granjas, disso, nós do setor não abrimos mão – mas reconhecemos a necessidade do uso consciente e seguro dos medicamentos na produção de rações”.

O secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Luis Rangel, afirmou que a equipe técnica vai analisar o documento apresentado, mas garantiu que a Pasta quer trabalhar em conjunto com setor produtivo. “Vamos avaliar as solicitações e discutir entre o corpo técnico as dificuldades de implementação apresentadas pelo setor”.

Após o parecer final do Mapa, dizendo se concorda ou não com as sugestões do setor, a ABCS produzirá um material explicativo e orientativo para guiar os suinocultores durante a implementação das diretrizes previstas na IN 14. “Pretendemos evitar detrimentos econômicos e técnicos aos produtores e, com apoio de parceiros, trabalhar para a capacitação da cadeia publicando cartilhas e treinamentos que os auxiliem nas adequações da Norma”, afirmou Rangel. 

O secretário aproveitou para elogiar a ABCS e destacou o comprometimento da entidade. “Só uma Associação de credibilidade é capaz de propor capacitação e a construção de um posicionamento entre cadeia produtiva e Mapa no tocante da defesa agropecuária brasileira”.

Fonte: Assessoria ABCS

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Notícias Boi Gordo

Oferta limitada mantém indicador firme neste ano

Cenário está atrelado à menor oferta interna de animais prontos para o abate e à demanda firme

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Arquivo/OP Rural

Os preços da arroba do boi gordo estão firmes no mercado brasileiro em 2019. Pesquisadores do Cepea afirmam que esse cenário está atrelado à menor oferta interna de animais prontos para o abate e à demanda firme, especialmente por conta do bom desempenho das exportações nacionais.

No acumulado de 2019 (de 28 de dezembro de 2018 até 17 de abril deste ano), o Indicador do boi gordo ESALQ/B3 subiu 0,4%, fechando a R$ 154 nessa quarta-feira (17). A firmeza nos valores da arroba somada à queda nos preços do milho (devido à maior oferta), por sua vez, têm favorecido a relação de troca de produtores, que registra o momento mais favorável ao pecuarista desde janeiro de 2018.

Fonte: Cepea
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Notícias Mercado Interno

Preços da carne de frango sobem com força em abril

Cotações dos produtos de praticamente todos os elos da cadeia têm subido desde o início deste ano

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Arquivo/OP Rural

As cotações dos produtos de praticamente todos os elos da cadeia têm subido desde o início deste ano, favorecidas pela demanda aquecida e pela produção ajustada, segundo dados do Cepea. Na parcial de abril (até o dia 17), o frango inteiro congelado, negociado no atacado da Grande São Paulo, registra média de R$ 4,65/kg, elevação de 4,4% frente à do mês anterior e de expressivos 51,8% em relação a abril/18, em termos reais (valores foram deflacionados pelo IPCA de março/19).

Para o produto resfriado, os negócios apresentam média de R$ 4,66/kg na parcial deste mês, avanços de 4% e de significativos 54,1% nos mesmos comparativos. Quanto aos cortes, um dos avanços mais significativos nos valores de março para abril, de 7,8%, é observado para a coxa/antecoxa congelada, que registra média de R$ 4,87/kg na parcial deste mês – no ano, o aumento é de 40%.

Fonte: Cepea
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Notícias Prioridade para o bem-estar animal

Aurora inaugura moderna UDG em Chapecó

UDG II permitirá ampliar em 67% a produção de sêmen do complexo agroindustrial

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Divulgação

Bem-estar animal é o princípio orientador da Unidade de Disseminação de Genes (UDG II) da Cooperativa Central Aurora Alimentos – terceiro maior grupo industrial de alimentos cárneos do Brasil – inaugurada nesta semana, em Linha Tomazzelli, em Chapecó, SC. A UDG II permitirá ampliar em 67% a produção de sêmen do complexo agroindustrial, adotando o que há de mais avançado em genética suína. A unidade absorveu investimentos da ordem de R$ 17 milhões.

O ato inaugural foi presidido pelos diretores Mário Lanznaster (presidente), Neivor Canton (vice-presidente), Marcos Antônio Zordan (diretor de agropecuária), na companhia dos presidentes das cooperativas filiadas, do vice-prefeito Élio Cella, do gerente de produção de suínos Valdir Schumacher e do coordenador de desenvolvimento genético Evandro Nottar. O padre Domingos José Dias e o pastor Altair Boita ministraram a benção inaugural.

O presidente Mário Lanznaster destacou que o investimento foi necessário para manter o programa de expansão da produção de suínos da Aurora. O coordenador de desenvolvimento genético Evandro Nottar detalhou a complexidade da gestão e da operação da produção de sêmen. O vice-prefeito Élio Cella discorreu sobre a importância da Aurora na economia regional.

O diretor de agropecuária Marcos Zordan destacou que a UDG II atende aos requisitos da legislação europeia de bem-estar animal. A boa alimentação é uma das prioridades, mediante controle da qualidade e potabilidade da água e o fornecimento de nutrição balanceada. Os reprodutores estarão alojados em instalações climatizadas, com pressão positiva e filtro de ar, impedindo a entrada de agentes patogênicos, mantendo a biosseguridade e o bem-estar dos animais. Este moderno sistema de climatização foi desenvolvido para garantir ar na temperatura ideal ao conforto animal, devidamente filtrado e na quantidade adequada para atender à necessidade dos animais gerando conforto térmico.

As densidades na granja foram ajustadas de acordo com as condições ambientais, de manejo e comportamento dos animais. Os pavimentos e pisos foram construídos de forma a evitar e/ou minimizar lesões, com área útil mínima destinada a cada animal igual ou superior a 6 metros quadrados.

As instalações foram planejadas com fundos e laterais das baias com as grades vazadas, permitindo o contato entre os indivíduos e respeitando o comportamento social dos suínos.

O cuidado com a saúde do plantel é outro ponto central, assegurado pela presença de médico veterinário. Com isso, busca-se o correto manejo dos animais, a sanidade e a prevenção de doenças, com o diagnóstico e tratamento (quando necessário). “Queremos as melhores condições de bem-estar para os animais”, sublinha o diretor. Para isso, a equipe de profissionais será treinada e capacitada de acordo com as boas práticas de produção e bem-estar animal.

Estrutura

A UDG II tem área total construída de 4.266,09 m² e abrigará 300 machos doadores dentro das melhores condições de bem-estar animal. Os doadores são machos híbridos, resultado da composição de diferente raças, fornecidos pelas maiores empresas de genética suína do mundo, como Agroceres PIC, DB Danbred e Topigs Norsvin. A UDG II passará a produzir 10.500 doses/semana ou 45.500 doses/mês.

Os reprodutores, antes de ingressarem no galpão principal da unidade, serão recebidos no galpão de quarentena que possui o mesmo sistema de climatização e biosseguridade. Ali, por um período de 30 dias, serão monitorados diariamente objetivando garantir que não são portadores de nenhuma doença ou agente infeccioso.

Uma equipe de 13 profissionais trabalhará na UDG II, com o suporte de um médico veterinário e responsável técnico. O acesso ao local será rigorosamente restrito com uso de arco de desinfecção, escritório para controle de entrada de pessoas, barreira sanitária (banho de funcionários e visitantes) e quarentena obrigatória.

O complexo UDG II, que ocupa uma área de 272 hectares, é constituído por arco de desinfecção, três residências para moradores, prédio administrativo, área de lazer e lavanderia, laboratório, central de coleta e processamento de sêmen, área de quarentena, vestiário de quarentena, galpão de serviços, composteira, casa de maravalha, central de lixo, sala de painéis elétricos, geradores de energia, cabine de medição de energia, reservatórios de água, cisterna e lagoas de dejetos.

Fonte: Assessoria
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