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ABCS e Mapa realizam série de seminários presenciais para implementar a nova Portaria de Fábrica de Ração
Evento do FNDS é voltado para os profissionais que atuam na alimentação animal, e produtores que possuem fábricas de ração, visando a troca de informações e harmonizações referente a Portaria SDA N° 798 de 10 de maio de 2023.

A Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS) em conjunto com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), vai realizar oito seminários técnicos presenciais sobre as atualizações da Portaria SDA N° 798 de 10 de maio de 2023, que estabelece os critérios mínimos e os procedimentos para fabricação e emprego de produtos destinados à alimentação animal com medicamentos de uso veterinário.
Essa série é mais uma entrega do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (FNDS) voltada para as associações contribuintes, sendo uma oportunidade para que todos os suinocultores, gerentes de granjas, nutricionistas, veterinários, zootecnistas e demais profissionais que atuam na alimentação animal, possam debater o assunto e tirar suas dúvidas quanto a aplicabilidade da referida norma de alimentação animal.
Informar para produzir
Os seminários contarão com a participação de três palestrantes para abordar aspectos diferentes da norma. A primeira palestra será com um auditor fiscal federal agropecuário do Dipoa, que trará o tema “Desmistificando a nova Portaria 798/2023 — Visão do Mapa”.
Em seguida, o consultor da ABCS, Stefan Rohr, abordará o tema “Implementação da nova Portaria 798/2023 no campo”.
E para finalizar, a diretora técnica da ABCS, Charli Ludtke, apresentará o painel “Antibioticoterapia na suinocultura – cuidados para um uso eficaz e racional”.
Acompanhe a data dos seminários abaixo:
- 14 de julho – Acrismat (Cuiabá-MT)
- 9 de agosto – Brasil Sul em Chapecó (Chapecó-SC)
- 11 de agosto – APCS (Campinas-SP)
- 15 de agosto – Assuvap (Ponte Nova-MG)
- 16 de agosto – DFSuin (Brasília-DF)
- 22 de agosto – Agigo e AGS (Rio Verde-GO)
- 24 de agosto – Astap (Patos de Minas-MG)
- 5 de setembro – ASES (Venda Nova do Imigrante-ES)
Para o presidente da ABCS, Marcelo Lopes, o seminário é um ganho para toda a suinocultura. “Nós trabalhamos em conjunto com o Ministério da Agricultura, para que a norma fosse exequível e realista às diferentes unidades e tamanho de plantéis encontradas no Brasil, e isso tem possibilitado uma melhor aceitação da norma e facilidade quanto ao atendimento às demandas da indústria, tornando ela de mais fácil aplicabilidade a todos os produtores”, explica.
“Para atendermos o mercado nacional e internacional, e continuarmos produzindo uma proteína de qualidade e segura, é necessário padronizarmos os procedimentos e processos de forma que todas as fábricas de ração atendam às boas práticas de uso de medicamentos veterinários. Sabemos a importância das normas para continuar o aprimoramento do nosso setor, e no atendimento aos consumidores, assim como o uso responsável de medicamentos e produtos medicamentosos para mitigar a resistência aos antimicrobianos no processo produtivo. Com isso, capacitar todos os colaboradores envolvidos no processo (médicos veterinários prescritores, gerentes, supervisores, colaboradores, responsáveis técnicos dos estabelecimentos e produtores rurais) é fundamental.”, explica Charli.
A ABCS convida a todos para acompanharem esta série de eventos, que serão realizados em diversas regiões do país. Para saber mais sobre o tema Fábrica de Ração, está disponível no site da ABCS uma série de informativos. Acesse o link.

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo
Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná
A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.
A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.
De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.
O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná
história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.
A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.
O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.
A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.
Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais
Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.
A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.
O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.
A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.
O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos
Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.





