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ABCS divulga palestrantes do maior encontro de líderes da suinocultura brasileira em 2019
O evento em agosto abordará inovação, neuromarketing, mudanças no mercado mundial e propósito e felicidade para excelência na gestão

A 18ª edição do Seminário Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (SNDS), o encontro mais tradicional e representativo da suinocultura brasileira, acontecerá dias 01 e 02 de agosto, no Sheraton Grand Rio Hotel & Resort, localizado no bairro Leblon, no Rio de Janeiro. Por mais um ano, o evento contará com programação diferenciada que discutirá temas relacionados à inovação, transformação digital e marketing, abordando as mais recentes tendências mundiais e nacionais para o agronegócio.
Com o tema “O poder da evolução está nas novas maneiras de ver o mundo”, o SNDS reafirma seu papel estratégico nas discussões do setor e traz uma seleção de palestrantes diversificada em sintonia com o momento vivido pela cadeia, ampliando o debate com quatro painéis, discutindo também competitividade, consumo e gestão de negócio.
No Painel 1 – “Futuro, tendências e inovações: as oportunidades de uma evolução que está em curso”, serão discutidas as principais transformações para o agro nos próximos anos. O colunista da Rádio CBN, autor e co-autor de 18 livros técnicos sobre marketing, comunicação, futuro, tendências e inovação, Luis Rasquilha falará sobre “Agro Business Inteligente: as Agro Trends e a Industria 4.0”.Rasquilha é formado em Disruptive Strategy (Harvard Business School), Criatividade e Design Thinking (Stanford University), Gestão (Inova Business School, ISG e ISCTE), Empreendedorismo e Gestão da Inovação (UCP), Marketing (UCP) e Comunicação (INP) e falará sobre os desafios para inovar nas organizações na era digital.
A atual situação do país também será abordada no Painel 1, com a palestra “O Brasil Vai dar Certo? – Cenário Político Brasileiro e implicações para o agronegócio”, com o jornalista e mestre em Ciências Políticas, ex-âncora do Jornal da Globo e do GloboNews, William Waack. Atualmente, o jornalista possui um canal no Youtube, Painel wW, que alcançou 558 mil inscritos e continua crescendo a passos largos com muitas análises de pontos críticos da política no Brasil e entrevistas em grupo com nomes conceituados no país. Waack também tem uma coluna no jornal “O Estado de S. Paulo” e está sendo sondado para integrar o time de jornalistas da CNN Brasil, com previsão de ir ao ar no segundo semestre de 2019.
Ainda no primeiro dia de encontro, o SNDS segue com conteúdo voltado para o consumidor atual, com foco no que tem realmente valor para o cliente nos dias de hoje. O Painel 2 – “Valor e significado: o que o consumidor realmente quer?”, buscará apresentar informações e direcionamento para atender o consumidor e às suas dores com foco em solução e atendimento. A palestra “Consumidor: Decifra-me ou devoro-te” é do especialista em neuromarketing Fernando Kimura, professor da ESPM em cursos de marketing, empreendedorismo digital e branding digital. Kimura é formado em administração em empresas com ênfase em Marketing pela Anhembi Morumbi, possui especialização em marketing digital pela ESPM e Neuromarketing pela UBA (Universidad de Buenos Aires), e Qualidade em Serviços pelo Disney Institute – Orlando – USA.
No dia 02 de agosto, o encontro tem início com foco no agronegócio e nas tendências de mercado para suinocultura nacional. O Painel 3 – “Agronegócio, a vocação do Brasil vive novos tempos” contará com conteúdo atualizado e discutirá o desafio de transformar a produção tradicional em um setor dinâmico e competitivo, sustentado na antecipação de cenários e tendências.
O engenheiro agrônomo e Doutor em economia aplicada Alexandre Mendonça de Barros falará sobre “Perspectivas e impactos da macroeconomia sob a ótica do mercado agro”. Mendonça de Barros é professor associado da Fundação Dom Cabral e sócio-consultor da MB Agro Consultoria, membro do Comitê de Assessoria Externa da EMBRAPA Pecuária Sudeste e do Conselho Superior do Agronegócio da FIESP.
No painel também será discutido o uso dos antimicrobianos, principalmente os antibióticos na palestra “Resistência antimicrobiana: o papel das entidades representativas e dos produtores no uso responsável de antimicrobianos em suínos”. A ABCS trabalha em prol do uso correto desses medicamentos nos animais junto do MAPA e contará com o médico veterinário Maurício Dutra, para abordar o tema de forma didática para os diferentes públicos presentes no evento.
Dutra possui PhD em epidemiologia experimental e suas aplicações em doenças infecciosas pela Universidade de São Paulo (USP) e atua como responsável por status sanitários de granjas por meio de avaliação clínica, exame laboratorial, execução e acompanhamento de programas sanitários com temas relacionados a biossegurança, vacina e uso de medicamentos.
Para encerrar o encontro, o Painel 4 – “Convergência de propósitos: uma nova estratégia de gestão” será responsável por apresentar as ideias e as novas perspectivas sobre o aprendizado contínuo de modo a preparar líderes e executivos em um futuro cada vez mais conectado na auto responsabilidade. A palestra “Felicidade e propósito: A nova era da gestão” será do especialista em cultura organizacional, Nélio Bilate.
Com mais de tem mais de 30 anos de experiência nas áreas de Marketing, Comunicação, Vendas e Pós-Vendas, Relacionamento com Clientes, Qualidade de Serviços e Pesquisa, atua no desenvolvimento humano e organizacional. Ocupou posições de CEO, Diretor de Marketing, Vendas, Pós-Vendas, Comunicação e Planejamento de Produtos na Nissan Mercosul, Renault do Brasil, Allied Domecq, Coca-Cola, Chocolates Garoto, A.C. Nielsen Serviços de Marketing e agências de propaganda.
Até o encontro será desenvolvida uma série especial sobre cada Painel, discutindo de forma ampla cada tema e palestra. Esse material poderá ser conferido no site www.snds.com.br. Fique atento!
SNDS – edição 2019
Reconhecido pelo sucesso de público, o SNDS é direcionado a líderes da produção, indústria, empresas do setor e também do varejo. O seminário é realizado há mais de 35 anos pela ABCS e aborda as mais recentes tendências mundiais e nacionais no agronegócio. Ao longo de quatro edições, o encontro nacional propôs discussões acerca do futuro da atividade para “além da porteira”, ou seja, levando questões socioeconômicas, comportamentais e oportunidades que refletissem o sucesso da atividade.
Para garantir sua vaga, entre em contato com a sede da ABCS, em Brasília, pelo telefone (61) 3030-3200. Todas as informações sobre o evento, como programação, localização, inscrições, valores de investimento e patrocinadores podem ser encontradas no site www.snds.com.br

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Brasil amplia acordos de cooperação com a Coreia do Sul
Intercâmbio técnico, cooperação em sanidade e pesquisa de bioinsumos, buscando tecnologia e sustentabilidade para o campo brasileiro busca ampliar competitividade e fortalecer a produção sustentável.

O Ministério da Agricultura e Pecuária assinou, nesta segunda-feira (23), em Seul, dois memorandos de entendimento com o governo da Coreia do Sul voltados ao fortalecimento da cooperação bilateral em agricultura, sanidade, inovação e desenvolvimento rural. Os atos foram celebrados na Casa Azul durante a visita oficial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao país asiático. “A Coreia do Sul é um parceiro estratégico e esta agenda inaugura uma nova etapa de cooperação baseada em confiança, diálogo e complementaridade econômica. Estamos aproximando tecnologia, sustentabilidade e produção responsável para ampliar oportunidades ao agro brasileiro e fortalecer a segurança alimentar”, afirmou o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro.

Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro: “Estamos aproximando tecnologia, sustentabilidade e produção responsável para ampliar oportunidades ao agro brasileiro e fortalecer a segurança alimentar” – Foto: Caroline de Vita/Mapa
O primeiro acordo, firmado entre os ministérios da Agricultura dos dois países, estabelece a ampliação do intercâmbio técnico e institucional com foco em ciência, tecnologia, agricultura digital, segurança alimentar e cadeias de abastecimento. O memorando inclui a cooperação em medidas sanitárias e fitossanitárias (SPS), com previsão de harmonização de normas e troca de informações para avançar em temas de interesse comum.
O documento também prevê cooperação em infraestrutura agrícola, promoção de investimentos, intercâmbio científico e criação de um Comitê de Cooperação Agrícola Brasil-Coreia para acompanhar a implementação das iniciativas conjuntas.
O segundo memorando reúne o Ministério da Agricultura e Pecuária, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Administração de Desenvolvimento Rural da Coreia. O acordo estabelece uma estrutura de cooperação voltada ao registro, avaliação e gestão de agrotóxicos e bioinsumos, além do intercâmbio de informações e desenvolvimento de pesquisas conjuntas.

Foto: Caroline de Vita/Mapa
Entre as ações previstas estão o compartilhamento de dados técnicos, intercâmbio de especialistas, programas de capacitação e realização de workshops e projetos científicos conjuntos.
Os acordos integram a agenda da missão oficial brasileira na Ásia e reforçam a parceria estratégica entre Brasil e Coreia do Sul, com potencial para ampliar o intercâmbio tecnológico, estimular a inovação no campo e fortalecer a cooperação sanitária e regulatória no setor agropecuário.
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Países em desenvolvimento buscam protagonismo na redefinição da ordem econômica mundial
Integração entre economias emergentes mira maior autonomia financeira, tecnológica e comercial.

A defesa de maior articulação entre países em desenvolvimento marcou o encerramento da agenda presidencial na Ásia. Na madrugada deste domingo (22), antes de deixar a Índia rumo à Coreia do Sul, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a sustentar que o chamado Sul Global precisa atuar de forma coordenada para alterar a atual estrutura do comércio e das decisões econômicas internacionais.

Presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva: “Países pequenos precisam negociar juntos para equilibrar forças” – Foto: Ricardo Stuckert/PR
O argumento central é que economias emergentes enfrentam assimetrias estruturais nas negociações com grandes potências. Segundo ele, acordos bilaterais diretos tendem a reproduzir desequilíbrios históricos, reduzindo a margem de barganha de países menos desenvolvidos. “Países pequenos precisam negociar juntos para equilibrar forças”, afirmou, ao citar Índia, Brasil e Austrália como exemplos de nações que podem ampliar seu poder de influência quando atuam em bloco.
O presidente associou essa defesa a um diagnóstico histórico. Na avaliação dele, a inserção internacional de diversas economias emergentes ainda carrega traços de dependência tecnológica e financeira herdados do período colonial. A crítica não se limita ao passado político, mas alcança a estrutura contemporânea de cadeias globais de valor, nas quais países exportadores de commodities permanecem, em muitos casos, na base da pirâmide produtiva.
A proposta apresentada envolve intensificar parcerias entre países com níveis de desenvolvimento semelhantes, com foco em cooperação tecnológica, agregação de valor e ampliação do comércio intra-bloco. O objetivo estratégico é reduzir vulnerabilidades externas e aumentar a autonomia decisória.
Nesse contexto, o BRICS aparece como instrumento central dessa reconfiguração. O presidente afirmou que o grupo deixou de ser

Brics – Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
periférico para assumir papel mais estruturado na governança internacional. Destacou a criação do Novo Banco de Desenvolvimento como exemplo de mecanismo financeiro alternativo às instituições tradicionais dominadas por economias avançadas.
Ele também buscou afastar a narrativa de confronto direto com o Ocidente. Ao mencionar a preocupação dos Estados Unidos, sobretudo em relação à China, afirmou que o objetivo não é reeditar divisões geopolíticas típicas da Guerra Fria, mas fortalecer a capacidade de articulação dos emergentes dentro da própria arquitetura global, inclusive com eventual ampliação da interlocução com o G20.
Outro ponto sensível abordado foi a discussão sobre moeda comum. O presidente voltou a negar a intenção de criar uma divisa própria do bloco. A proposta, segundo ele, limita-se a ampliar o uso de moedas nacionais nas transações comerciais entre os países-membros, como forma de reduzir custos cambiais e dependência do dólar. Trata-se de uma agenda pragmática, voltada à eficiência comercial, ainda que com implicações estratégicas no sistema financeiro internacional.
A fala reforça uma linha de política externa que combina multilateralismo, diversificação de parceiros e busca por maior protagonismo das economias emergentes. A agenda na Índia e na Coreia do Sul integra essa estratégia de aproximação com a Ásia, região vista como eixo dinâmico da economia global nas próximas décadas.
ONU
Ao defender o fortalecimento da Organização das Nações Unidas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reiterou a necessidade de resgatar o papel institucional do organismo em um cenário internacional marcado por conflitos e tensões geopolíticas. Segundo ele, a entidade precisa “voltar a ter legitimidade e eficácia” para cumprir sua missão central de manutenção da paz.
O presidente relatou ter feito contatos diretos com outros chefes de Estado diante de crises recentes. “Esses dias eu liguei para quase todos os presidentes, propondo que a gente tem que dar uma resposta ao que aconteceu na Venezuela, ao que aconteceu em Gaza, ao que aconteceu na Ucrânia”, afirmou.
Para Lula, não se pode permitir que decisões unilaterais de grandes potências interfiram na soberania de outros países. “Você não pode

Foto: Divulgação
permitir que, de forma unilateral, nenhum país, por maior que seja, possa interferir na vida de outros países. Precisamos da ONU para resolver esse tipo de problema. E, por isso, ela precisa ter representatividade”, reiterou.
Relação com os Estados Unidos
Ao tratar da relação bilateral com os Estados Unidos, Lula condicionou o aprofundamento de parcerias à disposição americana de enfrentar o crime organizado transnacional. “O crime organizado hoje é uma empresa multinacional. Por isso, nossa Polícia Federal precisa construir parcerias com todos os países que tenham interesse em enfrentá-lo conosco”, disse. Ele acrescentou que, havendo cooperação efetiva, o Brasil estará “na linha de frente”, inclusive solicitando o envio de brasileiros envolvidos com organizações criminosas que estejam em território americano.
O presidente também defendeu que a atuação americana na América do Sul e no Caribe seja pautada pelo respeito. Classificou a região como pacífica, sem armamento nuclear e focada no desenvolvimento econômico e social. Segundo Lula, esse será um dos temas a serem tratados em encontro previsto com o presidente Donald Trump. “Quero discutir qual é o papel dos EUA na América do Sul, se é de ajuda ou ameaça. O que o mundo precisa é de tranquilidade”, afirmou, acrescentando que o atual momento registra o maior número de conflitos desde a Segunda Guerra Mundial.

Foto: Ricardo Stuckert/PR
Sobre a recente decisão da Suprema Corte dos EUA que derrubou tarifas impostas pelo governo americano, Lula evitou juízo de valor. Disse que não cabe ao presidente do Brasil comentar decisões internas de outras jurisdições.
Índia, comércio e agregação de valor
Na agenda asiática, Lula destacou os encontros com o primeiro-ministro Narendra Modi, em Nova Delhi. Segundo ele, o foco foi a ampliação do comércio e da cooperação econômica. “Tratamos muito da nossa relação comercial. Não entramos em detalhes sobre geopolítica internacional. Discutimos o que nos une, em especial fortalecer nossas economias para nos tornarmos países altamente desenvolvidos”, afirmou.
O intercâmbio bilateral, atualmente em US$ 15,5 bilhões, tem meta de alcançar US$ 30 bilhões até 2030. Lula classificou as conversas com empresários indianos como positivas. “Todos os empresários indianos que investem no Brasil elogiam o país e dizem que vão aumentar seus investimentos”, reteirou.
O presidente voltou a defender que a exploração de minerais críticos e terras raras no Brasil esteja condicionada à agregação de valor no território nacional. “O processo de transformação precisa acontecer no Brasil. O que não vamos permitir é que aconteça com nossas terras raras o que aconteceu com nosso minério de ferro”, afirmou, criticando o modelo histórico de exportação de commodities sem industrialização local.
Após a passagem pela Índia, Lula seguiu para Seul, onde foi recebido a convite do presidente Lee Jae Myung. A visita prevê a adoção de um Plano de Ação Trienal 2026-2029, com o objetivo de elevar a relação bilateral ao patamar de parceria estratégica, consolidando a ofensiva diplomática brasileira na Ásia.
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Trump eleva tarifa global para 15% e testa novos limites legais após revés na Suprema Corte
Presidente norte-americano amplia sobretaxa temporária sobre todas as importações e anuncia nova estratégia jurídica para sustentar política comercial.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou no última sábado (21) a elevação de 10% para 15% da tarifa temporária aplicada sobre todas as importações que entram no país. A medida ocorre poucos dias após a Suprema Corte dos EUA derrubar o programa tarifário anterior, baseado em poderes de emergência econômica.

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump reage à decisão da Suprema Corte e sinaliza aumento imediato da tarifa global sobre importações, reforçando a centralidade das barreiras comerciais em sua estratégia econômica – Foto: Divulgação
Na sexta-feira (20), em reação direta ao julgamento, Trump já havia determinado a aplicação imediata de uma tarifa global de 10% sobre todos os produtos importados, adicional às tarifas já existentes. Agora, decidiu ampliar o percentual ao limite máximo permitido pela legislação invocada.
Pela lei comercial americana, o presidente pode instituir uma taxa de até 15% por um período de 150 dias, mecanismo previsto para situações consideradas excepcionais. A utilização desse dispositivo, contudo, pode enfrentar questionamentos judiciais, especialmente após a Corte ter delimitado o alcance dos poderes presidenciais em matéria tarifária.
Em publicação na rede Truth Social, Trump afirmou que a elevação da tarifa ocorre com efeito imediato e justificou a decisão como resposta a décadas de práticas comerciais que, segundo ele, prejudicaram a economia americana. Disse ainda que o percentual de 15% representa o nível totalmente permitido e legalmente testado.
O presidente também sinalizou que a medida é transitória. Durante os 150 dias de vigência, o governo trabalhará na formulação de novas tarifas consideradas legalmente admissíveis, indicando que a estratégia comercial será reestruturada para se apoiar em fundamentos jurídicos distintos daqueles rejeitados pela Suprema Corte.
A decisão reforça que, apesar do revés judicial, a política tarifária permanece no centro da agenda econômica do governo. Ao mesmo tempo, amplia a tensão institucional em torno dos limites entre Executivo e Congresso na condução da política comercial dos Estados Unidos.



