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Suínos e Peixes – Maio

Notícias Aumento de 0,7%

Abate de suínos cresce no 1° tri de 2019

Segundo IBGE, no primeiro trimestre de 2019 foram abatidas 11,27 milhões de cabeças de suínos

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Divulgação/Aurora

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresentou na terça-feira (14) o levantamento dos dados do primeiro trimestre de 2019. De acordo com o órgão, o abate de suínos manteve crescimento. O relatório apresenta ainda informações de outras proteínas, que também tem apresentados bons resultados nestes primeiros três meses do ano.

Segundo o relatório, no primeiro trimestre de 2019 foram abatidas 11,27 milhões de cabeças de suínos, o que representa um aumento de 0,7% em relação ao trimestre anterior e 5,2% na comparação com o mesmo período de 2018.

Além do mais, o peso acumulado das carcaças foi de 989,10 mil toneladas no primeiro trimestre de 2019, representando alta de 0,9% em relação ao trimestre anterior e de 3,6% em relação ao mesmo período de 2018.

Nestes primeiros meses do ano, a suinocultura nacional tem se recuperado e tido bons resultados. Na semana passada a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) apresentou seu levantamento mensal das exportações brasileiras. Em abril, o país exportou de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) um total de 58,1 mil toneladas, que representa um volume 44,3% superior às 40,2 mil toneladas exportadas no mesmo período do ano passado. Já no acumulado do ano (janeiro a abril) o setor exportou 215,7 mil toneladas, volume 10,29% superior às 195,5 mil toneladas embarcadas no primeiro quadrimestre do ano anterior.

Fonte: O Presente Rural
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Notícias Tecnologia

InovaPork fomenta a inovação na suinocultura

InovaPork foi proposto para despertar o interesse de universitários, profissionais independentes e startups que queiram participar da pesquisa agropecuária

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Na próxima semana, de 31/05 a 02/06, a sede da Embrapa Suínos e Aves, em Concórdia, SC, será ponto de encontro para discussão de soluções inovadoras para a suinocultura. É a etapa final do InovaPork, primeiro desafio de ideias para esta cadeia produtiva. Durante os três dias do evento, cerca de 35 participantes, finalistas de dez equipes, terão a oportunidade de conhecer ainda mais o universo da produção e pesquisa por meio de uma imersão a campo e com mentoria de pesquisadores e profissionais de renome nas áreas de agronegócio, tecnologia e negócios.

A programação inclui palestras e visitas técnicas. As apresentações de cada equipe acontecem no dia 2, quando serão conhecidas as três propostas vencedoras. A comissão julgadora avaliará quatro critérios nesta fase: impacto econômico, visão de futuro, barreiras de entrada e desenvolvimento e execução da proposta.

As ideias selecionadas são de equipes do Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e São Paulo. O InovaPork, de acordo com a chefe geral da Embrapa Suínos e Aves, Janice Zanella, foi proposto para despertar o interesse de universitários, profissionais independentes e startups que queiram participar da pesquisa agropecuária. “O evento também representa um desafio para a pesquisa, que precisa acompanhar o movimento tecnológico que desponta na sociedade”, destacou ela.

A startup ou equipe vencedora estará classificada para a etapa final do Pontes para Inovação (desde que cumpra o regulamento deste evento), uma parceria da Embrapa para conectar agritechs com investidores, visando permitir que estas possam ter acesso a recursos para acelerar seus negócios. Além disso, a equipe vencedora poderá participar dos seminários e do espaço Digital Farming da AveSui EuroTier 2019. A feira acontece de 23 a 25 de julho, em Medianeira, PR.

O InovaPork é realizado pela Embrapa com a correalização da Associação Catarinense de Tecnologia (Acate), Parque Científico e Tecnológico de Chapecó e Fundação de Apoio à Pesquisa e ao Desenvolvimento (Faped).

Fonte: Assessoria
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Notícias Estimativa do Deral

Safra de grãos do Paraná poderá chegar a 37 milhões de toneladas

De maneira geral, as estimativas mostraram pequenas variações na comparação com o mês passado, com redução de 12% na produção de grãos de verão, por força da perda da safra de soja

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Divulgação/AENPr

Relatório da safra 2018/2019 divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, mostra que a produção paranaense de grão pode chegar a 37,1 milhões de toneladas, uma variação positiva de 5% em relação à safra anterior.

Segundo o Deral, o milho pode representar 17% do total nacional na safra 2018/2019. O Estado ocupa a segunda posição no ranking brasileiro de produção do grão, que é de aproximadamente 95 milhões de toneladas.

De maneira geral, as estimativas mostraram pequenas variações na comparação com o mês passado, com redução de 12% na produção de grãos de verão, por força da perda da safra de soja. Além disso, reduziu a expectativa de produção do milho safrinha, mas mesmo assim deve superar 13 milhões de toneladas.

Com a relação à cultura do trigo, a área de plantio confirmou-se menor em relação à safra passada. “Porém, as estimativas em termos de produção de grãos desta safra ainda superam a do ano anterior”, diz o chefe do Deral, Salatiel Turra.

Para o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, a safra paranaense ainda pode ser representativa. “Mesmo nesse contexto difícil, com clima bastante estável neste ano, temos uma avaliação positiva da nossa safra, na mesma linha da safra brasileira, que tende a ser a segunda maior da história”, disse. Segundo ele, o Paraná teve sua maior produção agrícola na safra 16/17 e, desde então, problemas climáticos afetaram os melhores desempenhos. “Mas temos uma produção digna do esforço dos nossos agricultores”, acrescentou.

Milho segunda safra

O Norte do Estado está em alerta com uma estimativa de produção que pode ficar abaixo da média, em decorrência da falta de chuva. Por outro lado, as demais regiões do Paraná estão acima da média.

A expectativa para a segunda safra de milho é de 13 milhões de toneladas, 42% superior à do ano passado, com a área mantendo-se em 2,2 milhões de hectares, um avanço de 7% na comparação com a safra anterior, quando atingiu 2,1 milhões de hectares.

Mesmo com o impacto causado pelo clima na região Norte nos últimos dias, a produção total de milho ainda tende a ser satisfatória, chegando a 16 milhões de toneladas. A safra 17/18 atingiu 12 milhões de toneladas. “Isso corrobora com o cenário brasileiro, que também tem uma estimativa positiva, em torno de 90 a 95 milhões de toneladas”, explica o técnico do Deral Edmar Gervásio.

Os preços registraram queda de 20%. Hoje, a saca de 60 kg de milho no mercado interno é comercializada por R$ 25. No mesmo período do ano passado, o valor era de R$ 32. “A oferta do cereal está grande não só no Paraná, mas no Brasil como um todo, e isso pressiona os preços no mercado interno. O preço para o produtor está baixo, mas no mercado internacional está alto”, diz Gervásio.

No entanto, o preço médio deste ano é considerado estável até o momento. Na comparação entre os cinco primeiros meses de 2019 e a média de 2018, o valor está em R$ 28. “No cenário da comercialização, se o produtor tiver uma venda satisfatória, mantém a média de R$ 28. Há um atraso significativo no plantio norte-americano, e isso tem impacto nos preços”, afirma o técnico.

Ele diz que a insegurança dos produtores quanto aos preços pode causar um atraso maior na comercialização do milho, que já está lenta para o período, já que os valores não estão vantajosos como no ano passado.

Soja

O relatório do Deral confirma as projeções de área e produção para a soja paranaense de 16,2 milhões de toneladas, com previsão de quebra de 17%, aproximadamente 3,4 milhões de toneladas. O excesso de calor e a falta de chuva foram determinantes para esse índice, diz o relatório.

A comercialização está próxima de 52%, o que equivale a pouco mais de 8 milhões de toneladas. No mesmo período do ano passado, o índice era de 61%. Isso comprova que o produtor de soja freou a venda na expectativa de melhora nos preços.

Tanto o atraso no plantio norte-americano quanto o impasse comercial entre Estados Unidos e China contribuíram para a queda do preço internacional, com impacto no mercado nacional. Nos últimos dias, as indefinições político-econômicas no Brasil mantiveram o dólar em valores mais altos. Esse cenário favorece os exportadores, mas não indica necessariamente um bom preço no mercado internacional.

“Ainda não há definição para a próxima safra brasileira”, diz o economista do Deral Marcelo Garrido. Os produtores decidem entre junho e julho quando iniciar o plantio. “A expectativa para a próxima safra depende do plantio nos EUA. A tendência é que o produtor aguarde a definição da área norte-americana. Os próximos 40 dias são determinantes para a decisão”, afirma.

Na semana passada, os preços registraram queda de 12% comparativamente ao mesmo período de 2018. Atualmente, a saca de 60 kg de soja é comercializada por R$ 66.

Trigo

Tanto a área quanto a produção de trigo mantiveram os índices anteriores. A estimativa de área está em um milhão de hectares, e a produção esperada para a safra 18/19 é de 3,2 milhões de toneladas. Cerca de 60% da área está plantada até o momento, resultado bastante superior ao do ano passado, quando a seca atrasou o plantio.

A saca de 60 kg de trigo é comercializada a R$ 46,50, preço 10% superior ao mesmo período de 2018. Porém, o custo também teve um aumento significativo, gerando uma redução de área de 9%, na comparação com a safra passada. A rentabilidade também melhorou. Porém, como a colheita não começou, não há confirmação sobre a continuidade dos preços. “O cenário ainda é incerto. A menor demanda da China e o atraso no plantio norte-americano são fatores que podem ajudar o preço do trigo e de outras commodities”, explica o engenheiro agrônomo Carlos Hugo Winckler Godinho, do Deral.

Fonte: AEN/Pr
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Notícias Em Frederico Westphalen

45º Dia Estadual do Porco ocorre no dia 9 de agosto

Evento tradicional gaúcho chega a 45ª edição

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Divulgação

A Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (ACSURS) promove, em parceria com a Administração Municipal de Frederico Westphalen, no dia 9 de agosto, a 45ª edição do Dia Estadual do Porco. A cidade foi anfitriã pela primeira vez há 38 anos, quando o evento estava na oitava edição. A programação deve atrair um público de até 1.000 pessoas, entre suinocultores independentes e integrados, representantes de cooperativas e agroindústrias, técnicos, veterinários, autoridades ligadas ao setor e estudantes da área.

O evento, que tem como objetivo mostrar a força da suinocultura do Estado e oportunizar um momento político e técnico para produtores e demais profissionais relacionadas a área de forma gratuita, irá iniciar às 7h30 nas dependências da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI), com recepção e café da manhã. Já às 9h, acontece a solenidade de abertura do evento, com composição de mesa oficial e pronunciamentos e, após, as palestras que vão tratar sobre o mercado da carne suína e grãos, como milho e soja.

Participação

Para participar do 45º Dia Estadual do Porco não há necessidade de inscrições antecipadas. Porém, as associações e núcleos de suinocultores, ou aqueles que organizarem grupos para participar do evento, devem informar a quantidade aproximada de participantes, por conta do número de almoços a serem servidos. As informações podem ser repassadas à ACSURS pelo telefone (51) 3712-1014 ou através do e-mail eventos@acsurs.com.br.

Os cartões para o almoço devem ser adquiridos no local do evento.

Fonte: Assessoria
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