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A Vetoquinol Saúde Animal tem um novo diretor-presidente

A Vetoquinol é um dos dez maiores grupos de saúde animal no mundo e está presente no Brasil desde 2011.

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Jorge Espanha é diretor-presidente da Vetoquinol Saúde Animal no Brasil- Foto: Divulgação

Jorge Espanha é o novo diretor-presidente da Vetoquinol Saúde Animal no Brasil. Formado em business e ciências animais, tem especialização em gestão, marketing, liderança e estratégia em instituições internacionais. Jorge Espanha tem sólida carreira no mercado agro veterinário, incluindo mais de 20 anos em cargos de liderança em diversas companhias internacionais. A Vetoquinol é um dos dez maiores grupos de saúde animal no mundo e está presente no Brasil desde 2011.

Fonte: Assessoria

Empresas Fortalecimento do agronegócio

Vaxxinova confirma presença no SIAVS 2026 e reforça compromisso com a inovação em saúde animal

Empresa estará presente com estande próprio e apresentará soluções para avicultura, aquacultura e suinocultura, reforçando seu papel no fortalecimento da produção animal sustentável e competitiva

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Equipe Vaxxinova durante o SIAVS 2024 / Foto: Arquivo Vaxxinova

A Vaxxinova participará do Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS 2026), que será realizado entre os dias 4 e 6 de agosto, no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP). Reconhecido como um dos maiores encontros da cadeia de proteína animal da América Latina, o evento reunirá empresas, produtores, pesquisadores e compradores nacionais e internacionais para discutir inovação, sustentabilidade e oportunidades de negócios para o setor.

Durante os três dias de feira, a Vaxxinova receberá clientes e parceiros em seu estande onde apresentará seu portfólio de soluções voltadas para avicultura, aquacultura e suinocultura, reforçando seu compromisso com a prevenção de doenças, a melhoria do desempenho produtivo e a evolução da sanidade animal.

Jeovane Pereira, Diretor de Negócios da Avicultura

Para Jeovane Pereira, Diretor de Negócios Avicultura da Vaxxinova Brasil, o SIAVS é um dos principais pontos de encontro da cadeia produtiva e uma oportunidade estratégica para fortalecer relacionamentos e compartilhar conhecimento. “Participar do SIAVS significa estar próximo dos produtores e das empresas que impulsionam a proteína animal brasileira. Mais do que apresentar nossas soluções, queremos contribuir com informações e tecnologias que promovam eficiência produtiva, biosseguridade e sustentabilidade para toda a cadeia”, afirma.

Na área de avicultura, a empresa destacará suas soluções em vacinas inativadas, com foco na proteção das matrizes e na transferência de imunidade para a progênie, contribuindo para a prevenção de importantes enfermidades e para a eficiência dos programas sanitários.

Augusto Eggres, Gerente de Produto Avicultura

Segundo Augusto Eggres, Gerente de Produto Avicultura da Vaxxinova Brasil, a vacinação tem papel cada vez mais estratégico na produção avícola moderna. “A avicultura brasileira é referência em produtividade e qualidade sanitária, e isso depende de investimentos constantes em prevenção. Nosso objetivo é oferecer tecnologias que fortaleçam a imunidade das aves e apoiem programas vacinais cada vez mais eficientes, contribuindo para a sustentabilidade e a competitividade de toda a cadeia avícola”, destaca.

A aquacultura também estará entre os destaques da participação da empresa. A Vaxxinova vem ampliando seus investimentos em pesquisa e desenvolvimento para oferecer soluções adaptadas às necessidades da piscicultura nacional, contribuindo para a redução de perdas sanitárias e para o aumento da eficiência produtiva.

De acordo com Rodrigo Pedralli, Gerente de Negócio Aqua da Vaxxinova Brasil, o avanço da piscicultura brasileira exige tecnologias capazes de acompanhar o crescimento do setor. “A saúde dos peixes é um dos pilares para o desenvolvimento sustentável da aquacultura. Trabalhamos continuamente para desenvolver soluções inovadoras que atendam às necessidades dos produtores brasileiros, promovendo maior proteção sanitária, melhor desempenho dos animais e mais competitividade para o segmento”, ressalta.

A Unidade de Suinocultura também terá espaço de destaque no estande da empresa, apresentando soluções voltadas à prevenção de enfermidades e ao fortalecimento dos programas sanitários.

Rogerio Petri, Gerente da Unidade de Negócio Suínos

Para Rogério Petri, Gerente da Unidade de Negócios Suínos da Vaxxinova Brasil, o desenvolvimento da suinocultura nacional está diretamente relacionado ao investimento em inovação e biosseguridade. “O crescimento da produção brasileira exige estratégias sanitárias cada vez mais eficientes e personalizadas. A Vaxxinova trabalha para desenvolver soluções que auxiliem os produtores a elevar seus índices produtivos com segurança, sustentabilidade e responsabilidade sanitária”, comenta.

A participação no SIAVS 2026 reforça a estratégia da Vaxxinova de atuar próxima aos produtores, integradoras e empresas da cadeia de proteína animal, contribuindo para o fortalecimento do agronegócio brasileiro por meio de inovação, tecnologia e suporte técnico especializado.

Serviço

Evento: Salão Internacional de Proteína Animal – SIAVS 2026
Data: 4 a 6 de agosto de 2026
Local: Distrito Anhembi – São Paulo (SP)
Horário da feira: das 10h às 19h (dias 4 e 5 de agosto) e das 10h às 17h (dia 6 de agosto)

 

Fonte: Assessoria
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Empresas

Regiões Norte e Nordeste mantêm alerta rigoroso contra a Doença de Newcastle

Altamente contagiosa, enfermidade exige vigilância sanitária constante para proteger a economia e o abastecimento de proteína animal.

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Liliane Sacramento, coordenadora de território Norte-Nordeste da unidade de Avicultura da MSD Saúde Animal

A manutenção do status sanitário da avicultura brasileira é um dos pilares de sustentação da potência do setor no país, mas exige atenção redobrada em áreas historicamente desafiadas. É o caso das regiões Norte e Nordeste no monitoramento da Doença de Newcastle. Causada por um vírus do grupo paramixovírus aviário tipo 1 (APMV-1), a enfermidade é altamente contagiosa e afeta tanto aves domésticas quanto silvestres, representando um risco constante para a sustentabilidade da produção de proteína animal.

O Norte do Brasil carrega uma importância histórica na cronologia dessa enfermidade. “Foi em Belém (PA), no ano de 1950, que o país registrou o primeiro surto oficial da doença. Desde então, o controle epidemiológico evoluiu drasticamente, mas as características geográficas, o trânsito de aves silvestres e a presença de múltiplos reservatórios naturais mantêm essas regiões sob vigilância ativa”, diz Liliane Sacramento, coordenadora de território Norte-Nordeste da unidade de Avicultura da MSD Saúde Animal.

Aves silvestres e sistemas extensivos ampliam o desafio regional

Um fator que diferencia epidemiologicamente o Norte e Nordeste das demais regiões do país é a proximidade com corredores de aves migratórias e a maior presença de sistemas de criação extensiva e de fundo de quintal, que funcionam como potenciais reservatórios do vírus e meios de contato entre a avifauna silvestre e os plantéis comerciais. Essa interface reforça a necessidade de biosseguridade redobrada nas granjas dessas regiões, mesmo em cenários de baixa pressão de desafio aparente.

O tamanho do risco econômico e produtivo

A preocupação do setor produtivo não é infundada. Liliane explica que o vírus ataca de forma agressiva, provocando sintomas respiratórios graves, diarreia e taxas elevadas de mortalidade nos plantéis – sinais clínicos que, por vezes, se sobrepõem aos de outras enfermidades respiratórias de importância avícola, como Influenza Aviária, Bronquite Infecciosa e Laringotraqueíte Infecciosa. Por isso, a confirmação diagnóstica por métodos laboratoriais como RT-PCR e isolamento viral, associada à notificação imediata às autoridades sanitárias, é etapa indispensável diante de qualquer suspeita clínica.

“Embora o consumo de produtos inspecionados seja totalmente seguro para os seres humanos, o impacto de um eventual foco na avicultura comercial é devastador para o mercado interno e externo”, afirma a especialista.

Casos de Newcastle geram embargos automáticos e suspensões temporárias de exportações por parte de grandes parceiros comerciais, como China, União Europeia e Japão, provocando quedas expressivas nas ações de frigoríficos, prejuízos logísticos e forte retração na receita do agronegócio. Para evitar o isolamento comercial e proteger os galpões, a estratégia da cadeia avícola baseia-se em duas frentes indissociáveis: regras rígidas de biosseguridade (como vazio sanitário, restrição de visitas e qualidade da água) e ferramentas de imunização precoce.

É nesse cenário que soluções tecnológicas, como a vacina Nobilis® ND C2 Sphereon, atuam de forma estratégica no manejo diário. Aplicada por spray ou via ocular logo no primeiro dia de vida da ave, a ND C2 estimula a Glândula de Harderiana (localizada atrás do olho da ave) a liberar rapidamente anticorpos IgA nas secreções. Essa resposta local imediata serve como uma barreira biológica crucial na mucosa traqueal, impedindo a fixação e a penetração do vírus, antes mesmo que ele possa se alastrar pelo organismo.

“A IgA atua como uma ‘primeira linha de defesa’, impedindo que o vírus de campo da Doença de Newcastle se ligue e penetre nas células da mucosa traqueal. Isso é crucial porque a proteção local acontece muito antes da imunidade sistêmica (IgG/IgM no sangue) estar totalmente formada”, detalha Liliane.

Atualmente, a Nobilis® ND C2 consolidou-se como a única vacina viva no mercado capaz de proporcionar essa imunidade local quase instantânea, funcionando como uma verdadeira barreira biológica. “O imunizante é altamente eficiente em treinar as mucosas das aves para produzir IgA, garantindo que o vírus seja neutralizado logo no portal de entrada, uma exclusividade que nenhuma outra vacina viva de Newcastle oferece hoje no mercado”, complementa a especialista.

Tamanha a importância da Doença de Newcastle na avicultura nacional que é uma enfermidade de notificação obrigatória no Brasil, nos termos da Instrução Normativa MAPA nº 56/2007, e integra o Plano Nacional de Sanidade Avícola (PNSA), com o Plano de Vigilância de Influenza Aviária e Doença de Newcastle realizado anualmente em ciclos amostrais que atestam a robustez da biosseguridade nacional. Isso justifica por que regiões com desafios históricos, como Norte e Nordeste, precisam blindar seus plantéis com o que há de mais avançado em imunidade local e de barreira, para manter o elevado status sanitário.

Fonte: Assessoria MSD Saúde Animal
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Empresas Orientações práticas

Minuto Aviagen destaca três pilares para o sucesso inicial do lote

Manejo ambiental ajuda produtores avícolas a garantir o desenvolvimento do lote desde o primeiro dia

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Reprodução / Site Vimeo

A Aviagen® anunciou o mais recente episódio de sua série de vídeos “Minuto Aviagen”, oferecendo aos produtores avícolas orientações práticas sobre três práticas de manejo ambiental que moldam o desenvolvimento dos pintinhos durante a crítica primeira semana de vida: temperatura, umidade e ventilação.

Apresentado pelo supervisor de Serviços Técnicos da Aviagen Brasil e especialista em frangos de corte, Ivan Filippini, o vídeo explica como esses elementos interligados influenciam o bem-estar, o desenvolvimento e a expressão do potencial genético das aves. Segundo Filippini, a atenção a esses fundamentos durante os primeiros dias após o alojamento pode ter um impacto duradouro no sucesso do lote.

Temperatura correta desde o início

O vídeo enfatiza a importância de preparar o ambiente do aviário antes da chegada dos pintinhos. A temperatura adequada da cama e o monitoramento rigoroso do comportamento das aves ajudam a incentivar o consumo de ração e água, além de favorecer um desenvolvimento inicial saudável.

“Quando os pintinhos sentem frio, seu comportamento muda. Eles têm menos probabilidade de buscar ração e água e, em vez disso, usam mais energia para manter a temperatura corporal. O manejo adequado da temperatura durante as primeiras horas após o alojamento promove o desenvolvimento saudável do pintinho”, explicou Filippini.

Manejo da umidade para reduzir riscos à saúde

Filippini também destaca que a umidade ideal da cama favorece a boa qualidade do ar e ajuda a manter as almofadas plantares saudáveis.

“O manejo cuidadoso da umidade durante o vazio sanitário entre os lotes e ao longo do período de crescimento serve como uma proteção essencial para manter a saúde e o bem-estar das aves”, disse ele.

Ventilação: essencial para a saúde das aves

A ventilação desempenha um papel crítico na manutenção das condições ideais da cama, removendo o excesso de umidade e fornecendo um suprimento contínuo de ar fresco para garantir a saúde e o conforto das aves. O vídeo explica por que manter a ventilação adequada é importante, mesmo durante os períodos de clima mais frio.

Ele acrescentou que focar nessas práticas de manejo ajuda a criar as condições para que as aves prosperem, promovendo tanto os altos padrões de bem-estar quanto o desempenho e a produtividade consistentes dos quais os produtores dependem.

Minuto Aviagen

O Minuto Aviagen conecta a ciência ao manejo diário do lote por meio de vídeos curtos e práticos que abordam os principais desafios enfrentados pelos produtores avícolas.

A Aviagen convida você a assistir aos episódios mais recentes em www.vimeo.com.

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